Comendo o Rabinho da Minha Filha Safada



Comendo o Rabinho da Minha Filha Safada**

— Se você contar pra sua mãe que a gente bebeu tequila, eu te compro aquele conjunto de lingerie que você queria — eu disse, deslizando a mão pela coxa dela enquanto o grave do funk fazia as janelas da sala vibrarem.

Ela riu, um riso bobo e dopado, os olhos semicerrados. A cerveja artesanal tinha feito efeito, mas a tequila importada era o golpe final. Ela estava entregue, com a guarda baixa e a libido em chamas.

— Você é um pai muito safado... — ela murmurou, a voz arrastada, mas com um brilho de luxúria no olhar. — Mas seu beijo é gostoso pra caralho.

Não esperei mais. Puxei a nuca dela e a prendi em um beijo de língua voraz, daqueles que tiram o fôlego, onde nossas línguas se enrolavam em uma dança suja e urgente. Eu sentia o gosto do álcool e do desejo. Minha mão não perdeu tempo e foi direto para aquela bunda enorme, apertando a carne firme com vontade, fazendo ela soltar um gemido que ecoou por todo o ambiente.

— Puta que pariu, que bunda deliciosa você tem, sua safadinha — sussurrei no ouvido dela, enquanto a levava para o sofá.

Tirei o shortinho dela num puxão. Ela estava quase nua, apenas com uma calcinha minúscula que mal segurava aquele volume. Eu a virei de costas, colocando-a de quatro, com o rabo empinado para mim. Comecei a beijar cada centímetro daquelas nádegas, subindo para os pequenos peitos durinhos, que eu apertava e chupava com vontade, fazendo-a arquear as costas.

— Ai, pai... que delícia... continua... — ela gemia, sentindo minha língua explorar cada dobra do seu corpo.

Desci para o território proibido. Comecei a lamber o clitóris dela com intensidade, sentindo-a pulsar, e depois deslizei a língua para baixo, explorando e lambendo o cuzinho dela com vigor. Ela soltou um grito abafado, jogando a cabeça para trás.

— Caralho, que cheiro gostoso... deixa eu lamber esse rabinho todo — eu dizia, enquanto a língua trabalhava naquela região, deixando tudo bem lubrificado e quente.

Não aguentei a espera. Me posicionei e, com um empurrão lento e firme, enterrei minha rola no cuzinho dela. O aperto era surreal.

— Puta que pariu, que aperto! Você é muito apertadinha, safada! — exclamei, começando a socar a pica com vontade.
— Mete com força, pai! Soca esse cuzinho! Ahnn, que gostoso! — ela gritava, incentivando a luxúria.

O ritmo era frenético. Eu a peguei de lado, dando tapas sonoros naquela bunda branca que deixava marcas vermelhas e excitantes. A cada tapa, uma estocada profunda. Eu sentia que estava alcançando o fundo da alma dela. A música estava no volume máximo, abafando os gritos de prazer e o som da carne batendo contra carne.

— Agora vira pra mim, quero sua boca! — comandei.

Nós nos encaixamos em um 69 luxurioso. Enquanto eu sentia a língua dela devorando meu pau, eu me dedicava a lamber cada gota do seu prazer, alternando entre a bucetinha e o cuzinho, em um oral delicioso e voraz. Ela me sugava com vontade, fazendo boquetes profundos que quase me faziam gozar ali mesmo.

Mas eu queria mais. Coloquei ela de novo de quatro, a posição perfeita para o massacre anal.

— Rebola pra mim, sua vadia gostosa! Rebola nesse pau! — pedi, e ela obedeceu, fazendo uma sessão de rebolada que me deixou louco.

Eu metia e tirava, sentindo a pressão do anal intenso. Era um sexo visceral, animal.

— Eu vou gozar... vou gozar tudo no seu rabo! — gritei, enquanto dava as últimas estocadas, profundas e violentas.

Com um último impulso, enterrei a pica até o limite e gozei inteiramente dentro do cuzinho dela, sentindo cada pulsação do prazer. Ela desabou no sofá, exausta e satisfeita, com a bunda latejando e o sorriso de quem tinha acabado de provar o melhor sexo da vida.

— Foi a coisa mais louca que eu já fiz na vida... — ela completou, a voz rouca, enquanto tentava recuperar o fôlego.

Eu não me afastei imediatamente. Fiquei ali, sentindo o calor do corpo dela contra o meu, a respiração pesada de ambos sincronizada com a batida do funk que ainda ecoava na sala. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som da pele grudando na pele e pelo cheiro intenso de sexo e tequila.

Lentamente, retirei meu membro, vendo o rastro de lubrificação e prazer que havíamos criado. Ela se virou para mim, os olhos ainda nublados, mas com uma malícia que me dizia que ela não estava satisfeita apenas com uma rodada.

— Você não acha que a gente exagerou na tequila? — ela perguntou, deslizando a língua pelos lábios, mas sua mão já estava descendo para o meu volume, que começava a despertar novamente.

— Exageramos em quê? — ri, puxando-a para cima de mim, sentando-a com o rabo quente diretamente sobre o meu pau. — O prazer não tem medida, safada.

Ela soltou um gemido agudo quando sentiu a ponta do meu membro cutucando a entrada da sua bucetinha, que estava encharcada, pedindo por atenção. Ela começou a subir e descer lentamente, controlando o ritmo, olhando bem nos meus olhos com um sorriso cúmplice.

— A lingerie... — ela sussurrou, mordendo o lábio inferior. — Quero que você me veja com ela. Quero que você rasgue aquele conjunto no meu corpo enquanto me fode de novo.

A ideia incendiou meu sangue. Peguei o celular e procurei o link do conjunto que ela queria. Fiz o pagamento ali mesmo, na frente dela, enquanto minhas mãos exploravam cada curva daquelas coxas grossas.

— Está comprado. Mas tem uma condição — eu disse, apertando a bunda dela com força, deixando a marca dos meus dedos na pele clara.

— Qual? — ela perguntou, arqueando as costas e oferecendo o seio para que eu o sugasse.

— Que você não use nada por baixo da roupa amanhã. Quero que você passe o dia todo sabendo que, a qualquer momento, eu posso te puxar para um canto e comer esse rabo de novo.

Ela soltou uma risada deliciosa, beijou meu pescoço com força e sussurrou:

— Combinado, papai. Agora para de falar e me fode na boca do sofá, quero sentir cada centímetro de você me rasgando por dentro.

Eu a virei novamente, mas desta vez a prendi contra o braço do sofá, elevando a perna dela para que ficasse em um ângulo ainda mais aberto. O desejo era animal, visceral. Sem preliminares desta vez, apenas a urgência de quem sabe que está vivendo um segredo perigoso e excitante.

Enfiei meu pau com um golpe único e seco, fazendo-a soltar um grito que teria acordado a vizinhança se a música não estivesse tão alta. A cada estocada, o som do impacto da minha bacia contra a dela ecoava, um ritmo sujo que nos levava ao delírio. Era mais do que sexo; era uma transgressão deliciosa que nos consumia completamente.

Foto 1 do Conto erotico: Comendo o Rabinho da Minha Filha Safada

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Comentários


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klavfarbr Comentou em 29/08/2026

Ninfeta Safada💘💘💘




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Comendo o Rabinho da Minha Filha Safada

Codigo do conto:
270984

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
29/08/2026

Quant.de Votos:
10

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