COMENDO A BUCETA DA VOVÓ: 15 DIAS DE PURA PUTARIA**



COMENDO A BUCETA DA VOVÓ: 15 DIAS DE PURA PUTARIA**

— Você não imagina o quanto esse seu pauzinho me deixou curiosa desde que você entrou por aquela porta.

A frase veio como um choque, mas a voz da minha avó não era a de uma senhora; era a de uma mulher que conhecia cada centímetro do prazer. Eu estava congelado no sofá, sentindo meu coração martelar contra as costelas, enquanto ela me olhava com aquele sorriso malicioso, deslizando a mão pela minha coxa.

Tudo começou com a viagem dos meus pais. Quinze dias. Eu, com 18 anos, e ela, com 50, mas com um corpo que desafiava o tempo. Quando encontrei aquele consolo na cômoda, achei que seria meu segredo, mas ela já sabia. Ela sabia de tudo.

— Você é virgem, não é, meu anjo? — ela sussurrou, colando o corpo no meu.

Eu não consegui responder. O calor que emanava dela era hipnotizante. Quando ela puxou minha cabeça contra os seios, senti a textura macia e quente através do tecido. Meu pau, traidor e faminto, disparou, ficando duro como uma pedra dentro da calça.

— Olha só... que reacionão! — ela riu, a voz rouca de desejo. — Tá com tesão na vovó, é? Que delícia de pau duro você tem, meu filho.

Ela não perdeu tempo. A mão dela desceu com precisão, apertando meu membro por cima do tecido. Eu soltei um suspiro pesado, e ela aproveitou para me calar com um beijo de língua profundo, sugando minha boca com uma luxúria que me deixou tonto. A mão dela desceu para o zíper, que abriu com um estalo seco. Quando meu pau saltou para fora, ela não hesitou: ajoelhou-se e me envolveu com os lábios quentes.

— Ai, caralho... vovó! — gemi alto quando senti a língua dela circular a glande.

Ela começou a me chupar com uma volúpia animal, fazendo barulhos úmidos e profundos, olhando para cima, para os meus olhos, enquanto me sugava com força. Num reflexo, minhas mãos foram parar na bunda dela, apertando aquelas nádegas fartas.

— Isso, aperta a bunda da vovó enquanto eu engasgo com esse seu pau gostoso... — ela murmurou entre uma sugada e outra.
Ela se levantou e, num movimento rápido, despiu-se completamente. O corpo dela era um monumento: seios firmes, barriga chapada e coxas grossas que me deixaram louco. Ela me despiu com pressa, a respiração ofegante. No quarto, ela se jogou na cama, abrindo as pernas com um convite irrecusável.

— Vem, meu bem... mete esse pauzão na buceta da vovó! Agora!

Eu mergulhei nela. A entrada era apertada e quente. Quando penetrei totalmente, ela soltou um grito de prazer, me puxando para baixo, colando nossos peitos. Começamos um vai e vem frenético. Eu punhava as mamas dela, apertando os mamilos enquanto ela gemia, movendo a cintura para sugar cada centímetro do meu membro.

— Ai, que gostoso! Mete mais fundo, caralho! Preenche a vovó toda! — ela gritava, as pernas apertando minhas costas.

No auge do prazer, decidimos mudar a posição. Ficamos em 69, uma cena de pura luxúria. Enquanto eu lambia o clitóris dela com vontade, sentindo o gosto doce e salgado da sua intimidade, ela se dedicava ao meu pau com a língua, fazendo um boquete delicioso que me fazia arquear as costas.

Mas a luxúria não parava na buceta. Ela se virou de costas, empinando aquela bunda maravilhosa.

— Quero sentir esse pau no meu cuzinho, meu lindo... mete com força no cu da vovó!

Eu caprichei na lubrificação e, com um empurrão lento e intenso, penetrei o canal anal dela. O aperto era absurdo. Ela soltou um gemido agudo, e eu comecei a meter e tirar com ritmo constante, sentindo as paredes do cuzinho dela apertarem meu pau a cada estocada. O contraste entre a maciez daquela bunda e a pressão visceral do esfíncter me levou ao limite. Ela gritava, as mãos cravadas no travesseiro, enquanto eu acelerava o ritmo, sentindo o suor de nossos corpos se misturando, criando um som úmido e ritmado que preenchia o quarto.

— Isso! Fode a vovó! Fode bem forte, seu putinho! — ela delirava, a voz embargada pelo prazer.

Eu não conseguia mais me controlar. A imagem daquela mulher madura, entregue e faminta por mim, era demais para a minha mente de 18 anos. Retirei meu membro do anal com um puxão seco e, num movimento rápido, a virei de costas, jogando as pernas dela sobre os meus ombros.

A visão era hipnotizante: a buceta dela estava latejando, completamente encharcada, brilhando sob a luz do quarto. Eu não perdi tempo. Enterrei meu pau nela com toda a força que eu tinha, sentindo-a apertar e sugar minha glande enquanto ela arqueava as costas, soltando um gemido longo e agudo.

— Ahhh! Assim! Preenche tudo... não para!

Nós dois entramos num ritmo frenético, quase animal. A cama rangia, o ar estava pesado com o cheiro de sexo e luxúria. Eu sentia que cada estocada estava me levando para um abismo de prazer. Quando senti a primeira onda do orgasmo subir pelos meus testículos, ela começou a ter espasmos, apertando meu pau com contrações violentas.

— Eu vou gozar! Vou gozar tudo dentro de você, vovó! — eu gritei.

— Goza! Goza tudo na minha buceta, meu lindo! Enche a vovó de leite!

Com um último impulso violento, eu descarreguei tudo dentro dela. Senti cada jato de sêmen pulsando contra as paredes do útero dela, enquanto ela soltava um grito abafado, apertando-me com força, como se quisesse que eu nunca mais saísse dali.

Ficamos ali, exaustos, os peitos colados, a respiração pesada. O silêncio retornou ao quarto, mas a tensão não havia sumido; ela apenas havia mudado de forma. Ela sorriu, beijando meu pescoço com delicadeza, mas com um olhar que dizia que aquilo era apenas o começo.

— Quinze dias, meu anjo... — ela sussurrou no meu ouvido, a voz carregada de malícia. — Imagina o que a gente ainda vai fazer nesses próximos catorze dias?

Ela se afastou lentamente, deixando que o resto do meu gozo escorresse por suas coxas, e me olhou de cima a baixo, já planejando a próxima rodada de putaria.

A partir daquele momento, a luxúria deixou de ser um acidente para se tornar um sistema. O desejo evoluiu para algo mais denso, uma dependência mútua que beirava a obsessão. Não bastava mais transar; precisávamos de controle, de entrega e de jogos que testassem nossos limites.

Ela assumiu o comando. Minha avó descobriu que adorava a ideia de me ter como seu "brinquedo pessoal". Começou a impor regras.

— De agora em diante, você não toca em mim sem a minha permissão — ela decretou certa tarde, sentada na poltrona da sala, com as pernas abertas e um olhar gélido que me fazia tremer. — E se você desobedecer, terá castigos... prazerosos.

Os "castigos" eram a parte mais excitante. Às vezes, ela me obrigava a ficar nu no canto do quarto, apenas observando enquanto ela se masturbava lentamente, proibindo-me de gozar até que ela desse a ordem. Outras vezes, o castigo era a exaustão: ela exigia que eu a satisfizesse de formas específicas por horas.

— Usa a língua, seu putinho. Não para. Eu quero sentir cada centímetro da minha buceta latejando — ela ordenava, jogando a cabeça para trás, enquanto eu me perdia entre as coxas dela. — Se parar agora, eu te proíbo de me foder por dois dias. Continua! Lambe tudo, limpa cada gota do meu tesão.

Eu me sentia escravo daquela fome, mas, com o passar dos dias, algo mudou dentro de mim. A juventude trouxe uma força que ela não esperava. Em certos momentos, enquanto ela tentava me dominar, eu a prendia contra a parede ou a imobilizava na cama com um único movimento de braço, surpreendendo-a com a minha vitalidade.

— Você acha que manda em mim, vovó? — eu sussurrava, prendendo os pulsos dela acima da cabeça com uma mão só, sentindo o corpo dela estremecer sob o meu. — Você é quem está implorando por esse pau.
Ela soltava um gemido de surpresa e prazer, a respiração ficando curta.
— Que abusado... que gostoso... me doma, caralho! Me usa como se eu fosse sua!

A tensão tornou-se insuportável quando a contagem regressiva começou. Faltavam cinco dias para a volta dos meus pais. O tempo, que antes parecia infinito, agora era um carrasco. A urgência transformou nossos encontros em algo selvagem, quase desesperado. Não havia mais preliminares lentas; havia apenas a fome.

A casa tornou-se um campo de batalha de luxúria. A gente se pegava na cozinha, com ela sentada no balcão, as pernas abertas enquanto eu a fodia com força, o som do impacto da pele contra a pele ecoando pelo corredor vazio.

— Rápido, mete com tudo! — ela gemia, as unhas cravadas nos meus ombros. — A gente não tem tempo, caralho! Fode a vovó antes que eles cheguem!

Trocávamos as posições freneticamente. No corredor, encostados na parede, eu a levantava, sentindo o peso do corpo dela enquanto ela envolvia minha cintura com as pernas, sugando meu pau com uma voracidade animal.

— Você é um animal, meu filho... que pau gostoso... que foda deliciosa! — ela gritava, a voz rouca, enquanto eu a enterrava own corpo no dela, ignorando qualquer noção de delicadeza.

Tudo era rápido, urgente e sujo. O sexo acontecia no tapete da sala, na mesa de jantar, no banheiro, onde a água do chuveiro caía sobre nós enquanto eu a possuía por trás, sentindo a buceta dela apertar meu membro em espasmos violentos.

Quanto mais perto a data chegava, mais a obsessão crescia. Estávamos viciados um no outro. Cada beijo era carregado de uma urgência desesperada, cada frase um convite à putaria. A casa, que deveria ser um lugar de família, tinha se tornado o cenário de um crime de paixão e luxúria, onde a única regra era a satisfação total de nossos corpos famintos.

Foto 1 do Conto erotico: COMENDO A BUCETA DA VOVÓ: 15 DIAS DE PURA PUTARIA**

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
COMENDO A BUCETA DA VOVÓ: 15 DIAS DE PURA PUTARIA**

Codigo do conto:
271010

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
29/08/2026

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