"Se você engravidar aquela menina, eu te mato", ela disse, mas o olhar dela não era de bronca. Era um olhar de fome.
Eu tinha 18 anos, o corpo moldado por horas de academia e um desejo que não cabia em mim. Minha mãe, Elsa, aos 33, era um crime ambulante. Tinha curvas que fariam qualquer novinha de 20 anos chorar de inveja. A gente sempre foi grudado; a cumplicidade era total, desde os banhos juntos na infância até a liberdade que tínhamos em casa. Eu já tinha explorado minha prima, já sabia o que era o prazer, mas nada me preparava para aquela noite de aniversário.
O vinho tinha deixado a gente alegre, a conversa estava quente. Quando ela mencionou que sabia das minhas transas com a prima, o clima pesou. Ela se aproximou, o hálito cheirando a uva e desejo, e deslizou a mão pela minha coxa até encontrar meu pau, que já estava transformando a calça em uma tenda.
— Caralho, Telmo... que rola imensa você tem — ela sussurrou, a voz rouca. — Já que a sua prima gosta tanto de chupar, eu também quero provar esse gostinho.
Ela não esperou resposta. Abaixou-se com a voracidade de quem estava no cio e envolveu meu membro com aquela boca quente e úmida. Eu soltei um gemido alto, sentindo a língua dela trabalhar cada centímetro do meu pau. Eu quase gozei ali mesmo, mas segurei, querendo mais.
— Vem aqui, sua gostosa... — eu disse, puxando-a para cima.
Ficamos pelados num piscar de olhos. O beijo foi bruto, com muita língua, mordendo os lábios, um desejo acumulado de anos que explodiu naquele instante. Nos jogamos no sofá e fizemos um 69 luxurioso. Enquanto eu devorava aquele clitóris pulsante e lambia cada dobra da buceta dela, ela se dedicava ao meu pau. A gente gozou juntos, uma explosão de prazer que deixou a gente zonzo.
Mas não parou ali. Fomos para o quarto, e a luxúria só aumentou. Eu a peguei de frente, sentindo as mamas pesadas nas minhas mãos, apertando e chupando os bicos enquanto ela gemia "vai, meu filho, me fode!". O papai e mamãe foi intenso, cada estocada era um choque elétrico. Depois, virei ela de quatro. A visão daquela raba mexendo enquanto eu socava a xota dela era hipnotizante.
— Puta que pariu, Telmo! Você tá me rasgando! — ela gritava, arqueando as costas.
Enquanto ela gozava, eu comecei a explorar o território proibido. Lambi aquele cuzinho apertado, senti o cheiro da luxúria, e usei meus dedos para prepará-la. Quando coloquei meu pau no rabo dela, ela soltou um grito que ecoou pela casa.
— Vai devagar, caralho... minha xota e meu cu não sentiam uma rola faz anos! — ela implorava, mas o corpo dela pedia pressa.
Eu não tive pena. Comecei devagar, sentindo a pressão do esfíncter apertando meu membro, e depois aumentei o ritmo. Tra, tra, tra! Era o som da carne batendo, um ritmo frenético. Eu a fodi com força, alternando entre a buceta e o cu, metendo e tirando com intensidade, até que eu não aguentei mais e enchi aquele rabo de porra.
A partir dali, viramos marido e mulher. A rotina era puro sexo. A gente não usava camisinha porque o prazer de sentir tudo líquido era maior que o medo. Mas o ápice foi no Natal de 2015. Ficamos trancados em casa, num dia inteiro de putaria. Assistíamos pornô e imitávamos cada posição: oral profundo, punheta nas mamas, sexo anal intenso e gozadas sucessivas. Eu a fodi de todas as formas possíveis, gozando dentro dela repetidamente, sem qualquer preocupação.
Janeiro chegou e a menstruação dela sumiu. O exame confirmou: 8 semanas.
A notícia não foi um choque, foi a consagração da nossa luxúria
"O problema de herdar um império é que o dinheiro compra o silêncio, mas não compra a discrição de quem sabe demais", Elsa comentou, enquanto observava a paisagem do Algarve através da janela de vidro do chão ao teto da nova villa.
A mudança para Portugal tinha sido a solução perfeita. O escândalo de um filho engravidando a própria mãe seria fatal no Brasil, mas em Portugal, sob o sol quente e a distância da família, eles eram apenas um casal excêntrico com uma fortuna imensa. A herança inesperada transformou a vida deles em um playground de luxo, onde as únicas regras eram as que eles decidiam criar.
A gravidez, porém, trouxe algo inesperado. Elsa não ficou cansada ou introspectiva; pelo contrário, a gestação agiu como um combustível. Seus seios haviam crescido, ficando mais pesados e hipersensíveis, e a barriga, agora em curva evidente, parecia irradiar um calor que a deixava em um estado de excitação constante. Ela sentia cada centímetro de sua pele pulsar, e a libido tornou-se uma fera voraz que Telmo, apesar de jovem e vigoroso, mal conseguia saciar.
— Sinto falta de ter alguém para nos ajudar com as coisas da casa... e com as minhas costas — Elsa disse certa noite, enquanto Telmo massageava seus ombros. Ela se virou para ele com um sorriso malicioso. — Por que não trazemos a sua prima? Ela está sozinha, sem rumo. Seria útil ter alguém da família por perto.
Telmo sabia exatamente o que aquilo significava. O olhar de Elsa não era de quem precisava de uma governanta, mas de quem queria um brinquedo novo para compartilhar.
A chegada da prima, Beatriz, foi o gatilho para a explosão da luxúria na casa. Beatriz era jovem, com um corpo atlético e uma curiosidade maliciosa que combinava perfeitamente com a dinâmica do casal. No começo, a "ajuda" era sutil: toques acidentais na cozinha, olhares prolongados enquanto Elsa, vestindo apenas roupões de seda own que mal escondiam as curvas da gravidez, observava a prima interagir com Telmo.
O cenário do primeiro ménage aconteceu numa tarde abafada de terça-feira. Elsa estava sentada em uma poltrona de veludo, com as pernas abertas e a barriga exposta, comandando a cena como uma rainha.
— Beata, venha aqui — Elsa ordenou, a voz rouca. — Telmo está exausto de tanto me dar prazer. Acho que você pode ajudar a relaxá-lo.
Beatriz não hesitou. Ela se ajoelhou diante de Telmo, que estava de pé, e começou a chupá-lo com uma técnica voraz, enquanto Elsa, do seu trono de veludo, observava cada movimento com um prazer quase voyeurístico.
— Mais rápido, Beatriz... use a língua, mostre para ele como você sente falta do pau dele — Elsa gemia, acariciando os próprios mamilos inchados, sentindo o útero pulsar com a excitação de ver o filho ser devorado pela prima.
O desejo transbordou. Telmo, dividido entre a juventude frenética de Beatriz e a maturidade luxuriosa de Elsa, perdeu o controle. Ele a puxou para cima, jogando-a sobre o sofá, enquanto Elsa se levantava com dificuldade, mas com um desejo ardente.
O sexo era coreografado por Elsa. Ela guiava Telmo, ora pedindo que ele a fodesse de lado, com as pernas abertas para que Beatriz pudesse lamber seu clitóris, ora exigindo que ele penetrasse a prima enquanto ela, encostada no peito do filho, sugava seus bicos e sussurrava obscenidades no ouvido dele.
— Olhe para ela, Telmo... veja como ela goza por você enquanto eu te guio — Elsa comandava, apertando a mão no ombro do filho enquanto ele socava Beatriz com força.
A cena atingiu o ápice quando Elsa, apesar da barriga, conseguiu se posicionar de quatro, arqueando as costas para que Telmo pudesse alternar entre as duas. O som da carne batendo, os gemidos sincronizados de duas mulheres e o ritmo frenético de Telmo criavam uma sinfonia de luxúria.
— Agora no meu cu, Telmo! — Elsa gritou, a voz embargada. — Quero sentir você rasgando tudo enquanto a Beatriz chupa a nossa porra!
O encontro terminou com os três exaustos e cobertos de suor e fluidos, jogados no
sofá, em um silêncio pesado que só era interrompido pela respiração ofegante. Telmo estava no centro, as pernas abraçadas por Beatriz e a cabeça aninhada no peito quente de Elsa. A sensação de poder e pecado era intoxicante; ele não era mais apenas um filho ou um primo, ele era o eixo em torno do qual a luxúria daquelas mulheres orbitava.
Com o passar dos meses, a dinâmica na villa do Algarve tornou-se um experimento de hedonismo. A gravidez de Elsa atingiu o estágio final, e isso, longe de esfriar as coisas, tornou o sexo algo quase ritualístico. O corpo dela estava no ápice da feminilidade, as veias saltando nos seios que agora transbordavam qualquer sutiã, a pele esticada e quente.
— Eu quero que você sinta ele chutando enquanto você me fode — Elsa sussurrou em uma noite de tempestade, a chuva batendo contra as vidraças do quarto.
Ela se posicionou de lado, a barriga imensa encostada no colchão, as pernas abertas em um ângulo que convidava a invasão. Telmo entrou nela com uma lentidão torturante, sentindo a compressão das paredes vaginais que pareciam ter ficado ainda mais apertadas e sensíveis devido aos hormônios. A cada estocada, ele sentia a pressão do bebê contra o seu membro, um lembrete físico e visceral do fruto daquela transgressão.
Beatriz, que já havia se tornado parte integrante daquela rotina, não ficava parada. Ela se posicionou atrás de Elsa, usando as mãos para massagear as coxas da grávida e a língua para explorar cada dobra do ânus de Elsa, enquanto Telmo a socava por frente. O ritmo era lento, pesado, carregado de uma carga erótica que beirava o sagrado e o profano.
— Olha para mim, Telmo... — Elsa gemia, os olhos revirados, a mão apertando os lençóis de seda. — Sinta como a gente se funde... você está nos fodendo as duas ao mesmo tempo!
O clímax veio como uma avalanche. Telmo, sentindo que não aguentava mais a pressão, acelerou as estocadas, ignorando a exaustão. Ele gozou profundamente dentro de Elsa, um jato quente que pareceu ecoar por todo o ventre dela. Ao mesmo tempo, Beatriz atingia o orgasmo, gritando contra a pele de Elsa, enquanto a mãe arqueava as costas em um espasmo final de prazer.
A chegada do bebê não mudou a natureza da relação; apenas adicionou uma nova camada de complexidade. O menino nasceu com os olhos de Telmo e a arrogância de Elsa. Para o mundo exterior, eram avó e pai, mas entre as paredes da villa, a verdade era outra.
Elsa, recuperada rapidamente e mais voluptuosa do que nunca, não deixou que a maternidade apagasse a "puta" que existia dentro dela. Se qualquer coisa, o fato de ter dado à luz ao filho do próprio filho a deixou mais liberta de qualquer moralidade. As sessões de sexo a três tornaram-se a norma, e a villa no Algarve transformou-se num santuário onde o desejo não tinha nome, apenas a urgência de ser satisfeito. Eles haviam criado seu próprio mundo, um império construído sobre o suor, a porra e o prazer proibido de quem decidiu que as leis dos homens não se aplicavam a eles.
O inevitável aconteceu... Beatriz engravidou de Telmo.
A notícia não veio com um choro ou um susto, mas com um sorriso cúmplice durante um café da manhã preguiçoso, onde os três vestiam apenas lençóis de seda que mal cobriam a pele ainda quente da noite anterior. Beatriz deslizou o teste positivo sobre a mesa de mármore, e o silêncio que se seguiu não foi de choque, mas de reconhecimento.
Elsa aceitou muito bem. Na verdade, ela celebrou. Para ela, a gravidez de Beatriz era a prova final de que a dinâmica daquela casa era a única lei que importava. Ela via na barriga da prima a expansão do seu próprio domínio; se ela havia sido a primeira a carregar o fruto da luxúria de Telmo, Beatriz seria a segunda, consolidando a linhagem de um prazer que desafiava qualquer árvore genealógica convencional.
— Imagine só, Telmo... — Elsa sussurrou, deslizando a mão pelas costas do filho enquanto ele abraçava Beatriz por trás. — Dois bebês, dois frutos da nossa vontade. Você não é mais apenas um homem, meu querido. Você é o patriarca de um novo tipo de família.
Telmo sentiu a adrenalina subir. A ideia de ter duas mulheres, ambas grávidas dele, orbitando seus desejos era a fantasia definitiva. Ele não era mais apenas um jovem vigoroso; ele era o centro gravitacional de um ecossistema de prazer. A partir dali, Telmo criou o seu harém familiar.
A rotina na villa do Algarve tornou-se ainda mais intensamente erótica. A convivência de duas gestações trouxe uma química nova para a casa. Elsa e Beatriz, unidas pela condição física e pelo desejo compartilhado pelo mesmo homem, desenvolveram uma cumplicidade carnal quase simbiótica. Elas passavam horas nuas no solário, massageando a pele uma da outra com óleos aromáticos, enquanto Telmo as observava, sentindo o peso do seu poder sobre as duas.
O sexo tornou-se um ritual de celebração da fertilidade. Não havia mais pressa, mas sim uma exploração profunda. Telmo passava horas alternando entre as duas, tratando os corpos grávidas como templos de luxúria. Ele adorava a sensação de beijar a barriga de Beatriz e, no segundo seguinte, sentir o calor do corpo de Elsa contra o seu.
Houve tardes em que Elsa, com sua experiência e comando, regia as cenas. Ela guiava Telmo para que ele explorasse cada centímetro de Beatriz, exigindo que ele a fodesse com a mesma força que usava com ela, enquanto ela mesma se masturbava, assistindo ao espetáculo.
— Veja como ela treme, Telmo! — Elsa gritava, a voz rouca de excitação. — Dê a ela tudo o que eu te dei. Faça ela sentir que pertence a nós!
Quando Beatriz atingia o ápice, ela não gritava apenas para Telmo, mas para Elsa também, reconhecendo a autoridade da mulher que a havia iniciado naquele caminho de libertinagem. As sessões de sexo anal, que já eram frequentes, tornaram-se ainda mais intensas; a sensação de "preencher" as duas mulheres, de sentir a pressão de seus corpos mudando e amadurecendo, levava Telmo a orgasmos que beiravam a exaustão.
O harém familiar não era baseado em submissão, mas em um pacto de luxúria mútua. Eles criaram um código próprio, onde a palavra "proibido" havia sido deletada do dicionário. A casa era um fluxo constante de fluidos, gemidos e pele com pele.
Enquanto as barrigas cresciam em sincronia, a villa no Algarve tornou-se um refúgio impenetrable. Para quem olhava de fora, eram apenas parentes vivendo um retiro luxuoso. Por dentro, era um laboratório de prazer, onde Telmo, coroado rei de seu próprio império carnal, governava com o pau e o coração, provando que, quando se ignora a moralidade do mundo, o único limite é a própria imaginação.




