Comendo a Rola do Meu Pai: A gravidez Proibida na Fazenda



Comendo a Rola do Meu Pai: O Prazer Proibido na Fazenda

— Que porra de calor é esse? — a voz do meu pai ecoou, grave e profunda, enquanto ele caminhava em direção à piscina.

Eu o observava de longe, sentindo meu corpo formigar. O casamento com meu marido era uma casca vazia; a distância da Europa agora parecia a coisa mais sorte da minha vida. Ali, sob o sol escaldante da fazenda, eu via Rafa. Meu pai não era apenas um homem; era um monumento. Dois metros de altura, ombros que pareciam carregar o mundo e aquela sunga apertadíssima que não deixava dúvidas: ele carregava um canhão ali dentro.

— Vem, filha! A água está uma delícia! — ele gritou, abrindo um sorriso que misturava a ternura de pai com a malícia de um homem no auge da virilidade.

Eu mergulhei. A água estava morna, mas a tensão entre nós estava fervendo. Ele começou a brincar comigo, me levantando com aquela força bruta, jogando-me nos braços. Em algum momento, as mãos dele, enormes e calejadas, "escorregaram" pelos meus seios e apertaram minha bunda. Eu não protestei. Pelo contrário, senti meu clitóris pulsar.

Ele me abraçou por trás, colando o peito musculoso nas minhas costas. A mão dele desceu da minha barriga para a coxa, e então, sem aviso, apertou minha bunda com força. Eu soltei um suspiro. Quando ele beijou meu pescoço e deu aquela mordidinha deliciosa, eu gemi alto.

— Ai, pai... — sussurrei, sentindo a rigidez do pau dele pressionando minha bunda por cima da sunga.

— Você está tão gostosa, Rita... — ele murmurou no meu ouvido, a voz rouca. — Que bunda deliciosa você tem.

— Continua, pai! Porra, não para que eu estou gostando pra caralho! — As palavras saíram impulsionadas por um desejo que eu não conseguia mais conter.

Ele me virou, e ali, na água, eu vi o monstro. O pau dele estava latejando, duro como pedra. Ele me prensou contra a borda da piscina. Eu não pensei duas vezes: puxei o top do biquíni e joguei longe. Ele soltou um gemido gutural e começou a apertar meus mamilos, sugando-os com uma fome animal.

— Eu quero esse pau dentro de mim, pai! Agora! — eu implorei.

Puxei o fio dental para o lado e guiei aquela cabeça enorme para a minha entrada. Quando ele deu a primeira estocada, eu senti meu mundo girar. Ele preencheu cada centímetro da minha bucetinha.

— Puta que pariu, como você é apertada! — ele rosnou, segurando meu quadril e metendo com força, em estocadas curtas e profundas que me faziam ver estrelas.

— Mete mais, pai! Fode a sua filha! — eu gritava, sentindo o prazer explodir.

Mas a piscina era pequena para tanta luxúria. Ele me tirou de lá, a pele bronzeada brilhando de água e desejo. No momento em que pisamos na toalha, eu me ajoelhei. Eu queria sentir aquele pau na minha garganta. Abocanhei a rola dele, fazendo um boquete lento, profundo, sentindo o gosto do sexo e do suor.

— Isso, chupa gostoso a rola do seu pai, sua safada! — ele gemia, jogando a cabeça para trás.
Eu não parei. Fiz um 69 luxurioso ali mesmo, com ele lambendo meu clitóris e eu sugando cada centímetro do membro dele. Ele desceu a língua para o meu cuzinho, dando lambidelas que me faziam arquear as costas.

— Agora eu quero tudo, pai... Quero sentir tudo! — eu disse, montando nele.

Encaixei aquele pauzão na minha bucetinha e comecei a cavalgar. A cada descida, eu sentia que ele chegava no meu útero. Eu rebolava, inclinando meu corpo para frente para que ele pudesse devorar meus seios enquanto a rola dele batia no fundo da minha vagina.
— Você é minha, Rita... Desde que você pisou nessa fazenda, eu só conseguia pensar em como seria ter você assim, cavalgando no meu pau! — ele rugiu, as mãos enormes agarrando meus quadris com tanta força que certamente deixariam marcas.

Eu não respondia com palavras, apenas com gemidos ritmados. A cada descida, eu sentia o impacto seco, a sensação de ser preenchida por algo vasto demais, bruto demais para ser real. O suor misturava-se à água da piscina que ainda escorria pelos nossos corpos, tornando tudo escorregadio e frenético. Eu jogava a cabeça para trás, expondo o pescoço, enquanto sentia a urgência dele aumentar.

Ele não aguentou mais a posição. Com um movimento brusco e potente, ele me agarrou pela cintura e me jogou de bruços no deck de madeira, com as pernas abertas e a bunda empinada para o céu.

— Olhe para trás, Rita! Olhe para o que o seu pai está fazendo com você! — ele ordenou, a voz carregada de dominação.

Eu olhei por cima do ombro e vi a imagem mais erótica da minha vida: aquele membro colossal, latejando e vermelho de desejo, prestes a mergulhar novamente em mim. Sem aviso, ele golpeou. Foi uma estocada profunda, violenta, que arrancou de mim um grito que ecoou por todo o jardim da fazenda.

— Ahhh! Pai! Assim! Porra, continua assim! — eu gritava, sentindo as paredes da minha vagina serem esticadas ao limite.

Ele começou a foder com um ritmo animal, a pele das nossas coxas batendo com um som úmido e ritmado. Ele segurava meus cabelos com uma mão, puxando minha cabeça para trás enquanto a outra mão descia para apertar meu mamilo com força. O prazer era tão intenso que eu sentia meus músculos contraíremem em espasmos.

— Eu vou gozar! Pai, eu vou gozar tudo! — eu berrava, sentindo o clitóris latejar contra a madeira do deck.

— Goza para mim, sua vadia! Goza no pau do seu pai! — ele exclamou, acelerando o ritmo, as estocadas tornando-se frenéticas, quase desesperadas.

No momento em que eu senti a primeira onda do orgasmo me atingir, ele deu um último impulso, enterrando-se o máximo que podia. Ele soltou um urro gutural, o corpo inteiro tensionando, enquanto sentia o jato quente do esperma jorrando dentro de mim, preenchendo cada espaço vazio, inundando meu útero.

Ficamos ali, colados, respirando pesadamente, o silêncio da fazenda retornando lentamente, quebrado apenas pelo som dos nossos corações batendo acelerados. Ele não saiu de mim imediatamente; permaneceu ali, sentindo a pulsação da minha carne apertando o seu membro, enquanto beijava meu ombro com uma possessividade que me fazia tremer.

— Agora você sabe... — ele sussurrou, a voz ainda rouca. — Agora você sabe quem é que manda nessa casa.
Ele se afastou lentamente, e eu senti o líquido quente escorrer pelas minhas coxas. Eu me virei para ele, com os olhos nublados de prazer, sabendo que aquele era apenas o começo de um verão proibido e devastador.

Os dias que se seguiram foram marcados por um silêncio carregado de eletricidade. Aquele primeiro encontro na piscina não foi um evento isolado, mas o gatilho de uma obsessão mútua que consumia nossas mentes. O que começou como um impulso febril transformou-se em um vício secreto, uma dependência química de pele e suor que tornava a convivência doméstica um jogo perigoso de sedução.

Criamos nossa própria linguagem. O mundo exterior via apenas um pai e uma filha compartilhando cafés e conversas sobre a fazenda, mas, por baixo da superfície, existia um código rigoroso de sinais. Um olhar prolongado enquanto ele servia o café, um toque "acidental" de dedos no corredor, ou a forma como ele pigarreava ao passar por mim na sala — tudo isso eram comandos. Era a sinalização de que a fome tinha retornado e que precisávamos nos trancar.

A tensão tornou-se quase insuportável. Quanto mais nos escondíamos, mais a luxúria crescia, transformando cada encontro em algo mais ousado e visceral.

Certa tarde, sob o sol a pino, o sinal veio: ele me chamou para "ajudar com a organização" no celeiro. Assim que a porta pesada de madeira bateu e o trinco foi passado, a civilidade desapareceu.

— Você não tem ideia do quanto eu desejei você hoje de manhã, vendo você sentada naquela mesa — ele rosnou, me prensando contra a parede de madeira áspera.

Ele não perdeu tempo. Rasgou a minha roupa leve com uma urgência bruta, expondo meu corpo à penumbra do celeiro. Ele me jogou sobre um fardo de feno, o cheiro de terra e palha misturando-se ao aroma masculino e intenso dele.

— Quero experimentar coisas novas, pai... — sussurrei, puxando-o para baixo. — Quero que você me use de todas as formas.

A fome por profundidade nos levou a explorar fetiches que nunca havíamos imaginado. Ele me colocou de joelhos, as mãos dele amarrando meus pulsos com uma corda de couro fina, prendendo-me ao pilar do celeiro. A sensação de estar imobilizada, vulnerável ao seu tamanho colossal, fez meu clitóris pulsar violentamente.

— Agora você é minha brinquedinha, Rita. Sem se mexer até que eu mande — ele ordenou, a voz vibrando no meu peito.

Ele começou a me torturar com a lentidão. Lambeu cada centímetro do meu corpo, subindo das coxas até os mamilos, enquanto seu pau, duro como ferro, roçava repetidamente na minha entrada, mas sem entrar. Eu gemia, implorando, lutando contra as cordas, sentindo a frustração do desejo transformar-se em uma agonia deliciosa.

Quando ele finalmente decidiu me possuir, não foi com delicadeza. Ele me virou de costas, forçando meu rosto contra o feno, e penetrou-me com uma estocada única e devastadora que me fez arquear as costas e gritar para o teto do celeiro.

— Sinta isso! Sinta o tamanho do seu pai rasgando você! — ele rugia, o ritmo tornando-se frenético, as mãos apertando meus quadris a ponto de deixar marcas roxas que seriam meus troféus secretos nos dias seguintes.

Experimentamos posições ousadas: eu montada nele enquanto ele me equilibrava no limite de uma mesa de ferramentas, ou ele me suspendendo no ar, minhas pernas envoltas em sua cintura, enquanto a luz do sol filtrava pelas frestas do telhado, iluminando a nossa luxúria proibida.

A cada encontro, a barreira do "permitido" caía mais um pouco. O prazer era tanto que já não bastava apenas o sexo; queríamos a dominação, a entrega total, a sensação de que estávamos cometendo o pecado mais absoluto e delicioso da Terra. O vício estava instalado: não conseguíamos mais respirar sem o cheiro um do outro, e a fazenda, que antes era um refúgio de paz, tornara-se o cenário de um banquete erótico onde nós dois éramos, ao mesmo tempo, os convidados e o prato principal.

A obsessão cresceu até que as paredes daquela fazenda já não eram capazes de conter o que sentíamos. O sexo tornou-se nossa única linguagem, uma necessidade biológica que superava qualquer moralidade ou convenção social. A cada vez que ele me possuía, eu sentia que estava sendo marcada, reivindicada por aquele homem que, apesar de ser meu pai, era, acima de tudo, o dono do meu desejo.

A rotina era um ciclo de êxtase e segredo. No entanto, o segredo tem um preço, e o meu chegou na forma de um teste de farmácia com duas listras vermelhas.

Quando descobri que estava grávida, o mundo pareceu parar por um segundo. O pânico inicial foi rapidamente substituído por uma onda de euforia. Aquela criança não era apenas fruto de um desejo proibido; era a prova material da nossa união, a semente daquele "monstro" que me preenchia com tanta força.
A revelação para ele foi o momento mais intenso de nossas vidas. Quando contei, ele não hesitou. Não houve choque, nem recuo. Ele me agarrou pela cintura, me ergueu do chão e me beijou com uma fome desesperada, como se quisesse fundir nossos corpos em um só para proteger aquele fruto.

— Agora você é minha para sempre, Rita. Não importa quem diga o que diga, esse filho é nosso. É do meu sangue, do meu pau, da nossa luxúria — ele rugiu, antes de me jogar na cama e me possuir com uma delicadeza nova, mas ainda visceral, cuidando para que cada estocada fosse um carinho ao meu ventre que já começava a mudar.

A separação do meu marido foi a parte mais fácil, embora socialmente explosiva. O divórcio foi óbvio; como eu poderia olhar para aquele homem distante, frio e sem vida, enquanto carregava no ventre o filho do homem mais potente e dominante que já conheci? As explicações foram vagas, as discussões curtas. Eu não precisava de mais ninguém.

A vida deu muitas voltas. Enfrentamos o julgamento da família, os olhares tortos dos vizinhos e a complexidade de assumir um relacionamento que a sociedade chama de abominação, mas que para nós era a única verdade possível. Houve brigas, crises de ciúmes possessivos por parte dele — ele não suportava a ideia de qualquer outro homem sequer olhar para mim — e a dificuldade de adaptar nossa dinâmica ao novo papel de pais.

Mas, com o tempo, a poeira baixou.

Hoje, a fazenda é o nosso santuário. Criamos nossa filha em um ambiente de amor e abundância, longe do ruído do mundo. Ela cresce forte, com os olhos dele e a minha curiosidade.

A vida doméstica, porém, não apagou o fogo. Se qualquer coisa, a maturidade e a estabilidade tornaram nossa relação sexual ainda mais profunda. O fato de agora sermos "uma família" official, aos nossos próprios olhos, removeu a última camada de culpa.
Sempre que a menina dorme, a casa volta a ser o nosso campo de batalha erótico. Ele continua sendo aquele monumento de dois metros, e eu continuo sendo a mulher que anseia por ser dominada por ele. Ainda há aqueles momentos no celeiro, ainda há as tardes quentes na piscina, e ainda há a mesma urgência bruta de quando nos tocamos pela primeira vez.

Sinto a mão dele, enorme e calejada, deslizar pelas minhas costas agora, enquanto olhamos para o horizonte da nossa terra. Ele sussurra no meu ouvido que quer me sentir "de todas as formas" hoje à noite. E, enquanto caminhamos para o quarto, eu sei que não existe lugar no mundo onde eu prefira estar do que sob o comando do homem que me deu a vida e que, agora, me dá o prazer mais absoluto que existe.

Foto 1 do Conto erotico: Comendo a Rola do Meu Pai: A gravidez Proibida na Fazenda

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Comendo a Rola do Meu Pai: A gravidez Proibida na Fazenda

Codigo do conto:
271207

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/09/2026

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