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A Porra da Sorte: Macetando a Irmã do Parça**

"Se o Pedro entrar por aquela porta agora, a gente tá fodido."

Eu disse isso enquanto sentia a língua da Pietra traçando a linha do meu mamilo, a respiração dela quente, cheia de urgência. O relógio na parede do quarto dela parecia bater mais rápido, sincronizado com o meu coração que martelava no peito. Pedro tinha saído às pressas, puto da vida por causa dos documentos do pai, nos deixando sozinhos naquela casa silenciosa. Vinte minutos. Era tudo o que tínhamos.

Pietra soltou um risinho abafado, aquele som de quem sabe que está fazendo a maior besteira da vida e adorando cada segundo. Ela estava com um pijama de seda fininho que não escondia nada.

— Então para de falar e me fode logo, Luiz. Eu não aguento mais esse desejo por você, caralho — ela sussurrou, a voz rouca de tesão, enquanto deslizava a alça do pijama, revelando aqueles peitos gigantes, firmes e com os bicos eretos, implorando por atenção.

Eu não aguentei. Puxei ela para perto e enterrei meu rosto naqueles seios, sentindo o perfume doce da pele dela misturado com o cheiro de luxúria. Comecei a morder e chupar cada centímetro, alternando entre beijos profundos e sucções fortes. A Pietra arqueou as costas, soltando um gemido que ecoou pelo quarto:

— Ah, porra... chupa mais, Luiz... morde esse bico gostoso...

Nós nos perdemos em beijos de língua intensos, daquelas que parecem que a gente quer engolir a alma um do outro. A urgência era tanta que as roupas foram ficando pelo caminho, descartadas como lixo. Quando ficamos nus, o desejo transbordou. Eu a joguei na cama e desci com a boca.

Primeiro, explorei cada dobra daquela bucetinha molhada. Usei a língua com força, circulando o clitóris dela, sentindo-a tremer por inteiro. A Pietra começou a apertar meus cabelos, gemendo alto:

— Ai, caralho... que língua deliciosa... me lambe mais, me come todinha!

Eu não parei por aí. Com a luxúria gritando, deslizei minha língua para trás, explorando o cuzinho dela com lambidelas lentas e profundas, sentindo a pele apertada e quente. Ela deu um grito abafado, jogando a cabeça para trás, completamente entregue ao prazer.

Decidimos mudar a posição para um 69 frenético. Enquanto eu me perdia no sabor doce da bucetinha dela, a Pietra me mamava com uma vontade absurda, a língua circulando a cabeça do meu pau, fazendo uma punheta deliciosa enquanto sugava tudo. O contraste da boca quente dela com a pressão da mão me deixou louco.

— Você é muito safada, Pietra... que boquete do caralho! — eu exclamei, sentindo que ia gozar ali mesmo.

— Eu quero sentir você dentro de mim, Luiz... agora! — ela comandou, sentando-se de quatro, empinando aquela bunda perfeita.
Eu não perdi tempo. Segurei a cintura dela com força e penetrei com tudo na bucetinha. O encaixe foi perfeito, úmido e quente. A cada estocada, eu dava uns tapas sonoros na bunda dela, que vibrava a cada impacto.

— Isso... soca gostoso, caralho! Me maceta inteira! — ela gritava, a voz embargada de tesão.

A vontade de explorar tudo falou mais alto. Mudei a mira e, com cuidado e lubrificação, penetrei o cuzinho dela. Foi profundo, intenso. A sensação do anel apertado me fez soltar um rosnado. Comecei um "mete e tira" constante e bruto, alternando entre a bucetinha e o cu, sentindo a carne dela apertando meu pau.

No auge da luxúria, ela pegou um vibrador na gavela e começou a se masturbar enquanto eu a socava por trás. A combinação do vibrador no clitóris com a minha penetração profunda foi o estopim.

— Eu vou gozar... ah, porra, eu vou gozar agora! — ela gritou, o corpo todo contraindo.

Eu senti a onda de prazer dela e, logo em seguida, a minha. Dei as últimas estocadas,as últimas estocadas mais profundas que consegui, sentindo as paredes dela apertarem meu pau num espasmo violento. Gozei com força, despejando tudo dentro dela, enquanto a Pietra soltava um grito abafado no travesseiro, tremendo como se tivesse levado um choque.

Ficamos ali, pesados, com a respiração ofegante ecoando no silêncio do quarto, o cheiro de sexo impregnado nos lençóis. Eu ainda estava enterrado nela quando o som metálico de uma chave girando na porta da frente ecoou lá embaixo.

O mundo parou.

— Pietra? Porra, aquele idiota do cartório esqueceu de assinar a última folha! — a voz do Pedro gritou da sala, alta e irritada.

O pânico bateu, mas não foi um pânico de medo, foi aquele frio na barriga de quem sabe que está brincando com fogo. A Pietra abriu um olho só, um sorriso malicioso brincando nos lábios enquanto olhava para mim, depois para a porta do quarto. Ela não fez menção de se cobrir. Pelo contrário, ela se inclinou, sussurrando no meu ouvido com a voz ainda rouca:

— Ele não sabe que a gente gosta de barulho, Luiz...

Ela deslizou a mão para baixo, pegando o vibrador e ligando-o na potência máxima, encostando-o no clitóris enquanto me puxava para cima, querendo mais.

— Caralho, você é louca — eu sussurrei, sentindo meu pau, que ainda não tinha murchado, latejar de novo.

— Shhh... — ela colocou o dedo nos meus lábios, os olhos brilhando de luxúria. — Agora você vai me macetar de novo, mas dessa vez, faz silêncio pra ele não ouvir a gente gemendo.

Eu a virei de costas, prensando-a contra a cabeceira da cama. O risco de sermos pegos era imenso, e era exatamente isso que estava me deixando duro de novo. Comecei a socar aquela bunda perfeita com movimentos lentos e profundos, sentindo cada centímetro daquela bucetinha apertada, enquanto ouvia os passos do Pedro subindo a escada.

— Pietra? Você tá aí? — a voz dele agora estava no corredor.

Eu dei uma estocada bruta, sentindo o corpo dela arquear e a mão dela apertar a boca para não gritar. O contraste entre o perigo iminente e o calor úmido da Pietra era a droga mais forte que eu já tinha provado. A sorte estava do meu lado, ou talvez eu fosse apenas o cara mais audacioso daquela casa.

"Sabe qual é o problema do Pedro? Ele acha que conhece cada centímetro desta casa, mas não faz ideia do que acontece no quarto da irmã."
Essa frase ecoava na minha mente meses depois, enquanto eu observava a cena da sala de jantar. O clima era de celebração. Nós tínhamos assumido o namoro, e para a surpresa de muitos — inclusive a minha — os pais da Pietra receberam a notícia com um sorriso. O pai dela, um homem pragmático, apertou minha mão com força, e a mãe, com aquele olhar de quem já desconfiava de tudo, apenas piscou para mim, como se dissesse: *“Finalmente pararam de se esconder nos armários”*.

Mas o Pedro... ah, o Pedro era outro capítulo.

Para ele, eu não era apenas o "parça" que ele dividia a resenha do futebol e as cervejas de sexta; eu era agora o cara que "estragou" a dinâmica da casa e, principalmente, o cara que ele sabia que conhecia as profundezas da irmã dele melhor do que qualquer um. O ciúme dele não era romântico, era territorial. Ele odiava a ideia de que eu soubesse exatamente como fazer a Pietra perder a voz de tanto gemer.

Entretanto, a tensão entre nós dois só servia de combustível para a luxúria dela. A Pietra adorava o perigo. O namoro oficial nos deu a "benção", mas não tirou a nossa natureza safada. Se qualquer coisa, agora que podíamos ficar na casa dela sem precisarmos de desculpas esfarrapadas, as escapadelas tornaram-se mais frequentes e ousadas.

Lembro-me de uma tarde chuvosa, algumas semanas após o "anúncio". Pedro estava na sala, concentrado num jogo de videogame, enquanto nós estávamos no corredor, supostamente buscando umas toalhas limpas no armário.

A Pietra me prensou contra a parede, as pernas dela se entrelaçando nas minhas com uma urgência que não aceitava espera. Ela usava um vestido curto, sem calcinha, e eu sentia a umidade quente dela contra a minha calça jeans.

— O Pedro tá logo ali, Luiz... — ela sussurrou, a voz carregada de malícia, enquanto deslizava a mão por dentro da minha cueca, apertando meu pau que já estava latejando. — Se ele ouvir a gente, ele vai ter um troço.

— E é exatamente por isso que eu vou te foder aqui mesmo — eu respondi, rosnando, enquanto a levantava, fazendo-a envolver a cintura com as pernas.

Eu a penetrei ali mesmo, de pé, num movimento bruto e certeiro. A Pietra soltou um suspiro agudo, que ela abafou mordendo o próprio lábio inferior. O sexo agora tinha um sabor diferente; não era mais apenas a adrenalina de ser pego, era a possessividade de saber que, mesmo com todo o mundo sabendo que éramos um casal, nós ainda preferíamos os cantos escuros e as posições proibidas.

Eu a socava com força, sentindo a pele macia das coxas dela apertando minha cintura. A Pietra começou a morder meu pescoço, gemendo baixo, um som gutural que vibrava no meu peito.

— Ai, caralho... soca mais... me maceta, Luiz... — ela sussurrava, enquanto eu alternava a profundidade das estocadas, sentindo-a apertar cada vez mais.

De repente, a voz do Pedro ecoou da sala, cortando o momento:

— Pietra! Você viu onde eu deixei o controle do segundo player?

A Pietra congelou, mas não se afastou. Ela olhou para a porta da sala, depois olhou para mim, com os olhos brilhando de tesão. Ela não queria que eu parasse. Pelo contrário, ela empurrou a bunda contra mim, pedindo mais, querendo que eu a levasse ao limite enquanto o irmão procurava por ela a poucos metros dali.

Eu dei a última estocada, profunda e lenta, sentindo o calor dela me envolver completamente, e gozei ali mesmo, sentindo a vibração do prazer dela respondendo ao meu.

Quando nos afastamos, ofegantes e com a pele suada, a Pietra deu um sorriso cínico. Ela ajeitou o vestido, deu um beijo rápido na minha boca e caminhou até a sala.

— Tá em cima da mesa, seu cego! — ela gritou para o irmão, com a voz ainda levemente rouca.

Eu fiquei para trás, encostado na parede, vendo o Pedro resmungar enquanto pegava o controle. Ele não sabia, mas naquela casa, a sorte estava toda do meu lado.

O jogo de poder mudou drasticamente numa terça-feira chuvosa, quando o destino decidiu que era hora de equilibrar a balança da chantagem.

Tudo começou com uma dessas nossas "explorações" habituais. Pedro tinha saído para a academia, e a Pietra, com aquele instinto de predadora, resolveu que queria vasculhar o quarto dele em busca de um tablet que ele teria "emprestado" dela. Eu fui junto, mais por curiosidade e tesão do que por necessidade.

Enquanto ela mexia nas gavetas da cômoda, eu me encostei na parede, observando a bunda dela balançar sob o short curtinho. Foi quando a Pietra soltou um "Ih..." carregado de surpresa. Ela tinha encontrado um fundo falso no fundo da gaveta de meias. Lá dentro, não havia dinheiro ou drogas, mas sim um diário meticulosamente datado e um conjunto de acessórios que fariam qualquer sex shop de bairro parecer amador: plugs de aço, cintas de couro e, o mais surpreendente, fotos.
Fotos do Pedro. Mas não fotos normais. O cara, que se passava pelo "macho alfa" da casa, tinha um fetiche secreto e visceral por submissão extrema. Ele gostava de ser amarrado, humilhado e, principalmente, de ser tratado como um objeto. O "estranho" era que ele escondia isso com uma agressividade compensatória, fingindo ser o dono da verdade para mascarar o desejo de ser dominado.

— Caralho... o Pedro é um safado do caralho — Pietra riu, os olhos brilhando com a descoberta. — Olha isso, Luiz! Ele anota cada detalhe de como gostaria que fizessem com ele.

Eu li algumas páginas e senti um sorriso se formar. O segredo do Pedro era tão "sujo" e peculiar quanto as nossas escapadas. Mas, diferente de nós, ele morria de medo de que alguém descobrisse. Aquela máscara de superioridade era feita de vidro.

— A gente não pode contar, né? — perguntei, embora soubesse a resposta.

— Contar? Jamais — ela sussurrou, encostando no meu peito, a voz agora carregada de malícia. — A gente vai usar isso. Agora o Pedro não é mais o guarda da casa... ele é o nosso refém.

A dinâmica mudou na hora. No jantar daquela mesma noite, enquanto Pedro reclamava que estávamos "demorando demais no banho" ou fazendo barulho demais no quarto, a Pietra apenas deu um sorriso lento e disse:

— Sabe, Pedro... a gente andou dando uma olhadinha no seu quarto. Aquela gaveta de meias tem coisas bem... *interessantes*.

O rosto do Pedro empalideceu instantaneamente. Ele engasgou com a água, os olhos arregalados, alternando o olhar entre mim e a irmã. Ele sabia que estava na palma da nossa mão.

— O que... o que vocês viram? — ele gaguejou, a voz perdendo toda a autoridade.

— Tudo, querido. Absolutamente tudo — Pietra respondeu, levantando-se e caminhando até ele, deslizando a mão pelos ombros do irmão. — Mas a gente pode manter o silêncio. Desde que você nos dê "privacidade total". Sem reclamações, sem entrar sem bater, e, principalmente... sem se importar com o barulho que a gente fizer.
A partir daquele dia, a casa tornou-se o nosso playground particular, e o Pedro tornou-se o nosso cúmplice forçado. Ele não ousava dar um pio, com medo de que a Pietra espalhasse para a família — ou pior, para os amigos — as fantasias submissas dele.

Isso resultou em cenas muito mais brutas. A Pietra, sentindo-se a rainha daquela redoma, começou a exigir que eu a fodesse nos lugares mais improváveis, muitas vezes com o Pedro no cômodo ao lado, sabendo que ele não podia intervir.

— Agora, Luiz! Aqui mesmo, na mesa da cozinha! — ela comandou numa tarde de sábado.

O Pedro estava na sala, a poucos metros, fingindo estar concentrado no notebook, mas eu conseguia ouvir a respiração dele acelerada. A Pietra subiu na mesa, jogando a cabeça para trás, as pernas abertas, expontingo aquela bucetinha encharcada.

Eu a peguei pelo cabelo, puxando-a para frente enquanto eu a socava com uma força bruta, o som da carne batendo na carne ecoando por toda a cozinha.

— Ah, caralho! Soca

...Soca mais, Luiz! Me destrói inteira! — ela gritava, sem a menor preocupação com o volume, sabendo que o Pedro, do outro lado da parede, estava provavelmente suando frio, imaginando se deveríamos abrir o diário dele para o mundo.

Eu a macetei ali mesmo, entre as panelas e o fogão, sentindo cada centímetro daquela bucetinha apertada me sugar. O prazer era visceral, amplificado pela cumplicidade suja que agora regia a casa. Gozei fundo, sentindo a Pietra tremer sob mim, enquanto o silêncio do Pedro na sala era a prova final da nossa vitória.

***

Mas a vida, como toda boa história, tem reviravoltas. O desejo nos consumia, mas a ambição também. A Pietra, com sua inteligência nata e aquele fogo que nunca apagava, me incentivou a buscar mais. Ela não queria apenas um namorado que a fodesse bem; ela queria um homem que conquistasse o mundo para que pudesse desfrutar do luxo ao lado dele.

O tempo passou, a paixão se transformou em cumplicidade e o sexo continuou sendo o nosso porto seguro — e o nosso campo de batalha. Decidimos que precisávamos de novos ares, longe da sombra do Pedro e daquela casa que já tínhamos explorado em todos os ângulos possíveis.

Passados dois anos, casámos. O casamento foi intenso, mas a lua de mel foi um delírio de luxúria que durou semanas. No entanto, a grande virada veio com a minha carreira. Graças a uma proposta irrecusável e ao meu desempenho agressivo no mercado, fui transferido para Portugal, assumindo o cargo de Diretor Comercial de uma multinacional.

A mudança foi o salto que precisávamos. Deixamos para trás a adrenalina do risco para viver a adrenalina do poder.

Hoje, moramos em Lisboa, numa casa onde o silêncio é um luxo e a privacidade é total. Mas não se enganem: a Pietra continua a mesma safada de sempre. Se é que não piorou. O cargo de "Diretor" me dá autoridade na empresa, mas em casa, quem dita as regras da luxúria ainda é ela.
Ainda hoje somos felizes e pais de três meninas, que são a luz dos nossos olhos. Mas, quando as crianças dormem e a casa finalmente silencia, a Pietra gosta de me lembrar de onde tudo começou.

Ela costuma aparecer no meu escritório, usando apenas uma camisola minha, longa o suficiente para esconder a falta de calcinha, mas curta o suficiente para me deixar louco. Ela senta-se na minha mesa de carvalho, empurra os papéis da multinacional para o lado e olha para mim com aquele mesmo brilho de malícia de anos atrás.

— O Diretor parece cansado — ela sussurra, deslizando a mão para o meu volume, apertando com força. — Acho que precisa de uma reunião urgente... na mesa, agora.

E eu, que comando centenas de pessoas durante o dia, volto a ser o escravo do desejo dela. A gente se fode com a mesma fome de quando éramos proibidos, provando que, embora a sorte tenha nos dado o sucesso e a família, foi o tesão bruto que nos mantém unidos.

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
fodendo a irmã novinha de 18 anos do melhor amigo

Codigo do conto:
271041

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
30/08/2026

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