A Porra da Sorte de Ter Três Gostosas**



A Porra da Sorte de Ter Três Gostosas**

"Se você não me comer agora, eu juro que vou ter um troço aqui mesmo", a voz da Carol saiu rouca, quase um sussurro, enquanto ela me olhava com aqueles olhos famintos.

Eu não respondi com palavras. Apenas a prensi contra a porta do quarto, sentindo o calor do corpo dela atravessando o tecido fino do biquíni. A gente era melhor amigo, morava um de frente pro outro, mas aquele dia na piscina tinha mudado a voltagem de tudo. A tensão que a gente vinha cozinhando há anos finalmente tinha fervido.

Eu a virei de costas, sentindo a curva perfeita daquela bunda que me tirava o sono. Encaixei meu corpo no dela, sentindo meu pau latejando, duro como pedra, pressionando a bunda dela. Ela soltou um gemido baixo, tentando fingir que não gostava, mas o quadril dela começou a rebolar instintivamente contra o meu.

— Para com isso, Lucas... — ela disse, mas a voz não tinha autoridade nenhuma. Estava carregada de tesão.

— Para de mentir, Carol. Você tá querendo pra caralho, eu sei que tá.

Virei ela de frente e a beijei. Não foi um beijo calmo; foi uma invasão. Nossas línguas se enrolaram com uma fome desesperada, trocando saliva, explorando cada canto da boca. Minhas mãos desceram para a camiseta dela, arrancando a peça com pressa. Quando os peitos dela apareceram — firmes, brancos, com as papilas rosadas e eretas — eu quase perdi o fôlego.

— Que porra de perfeição é essa? — sussurrei, antes de mergulhar a boca em um dos mamilos.

Comecei a chupar com força, sentindo ela arquear as costas. Minha mão não ficou parada; comecei a fazer uma punheta intensa nas mamas dela, apertando a carne macia, girando o mamilo entre os dedos enquanto minha língua trabalhava freneticamente. Carol gemia alto, as mãos enterradas no meu cabelo, me puxando para mais perto.

Eu desci. Tirei o biquíni dela com um puxão e vi que ela já estava encharcada. A bucetinha branquinha e raspadinha brilhava de desejo.

— Come logo, Lucas! Por favor, come essa porra agora! — ela implorou.

Eu não dei pressa. Queria saborear. Comecei com lambidelas lentas, subindo e descendo, sentindo o gosto doce dela. Quando cheguei no clitóris, dei uma sugada forte e profunda. Carol deu um grito que ecoou no quarto, tremendo inteira. Eu não parei; continuei lambendo a buceta dela com luxúria, alternando entre chupadas intensas e beijos suaves, até que ela estivesse completamente entregue.

— Agora é minha vez, caralho... — ela sussurrou, me empurrando para trás.
Ela me guiou para um 69 luxurioso. Enquanto eu me perdia no gosto dela, senti a boca quente e úmida da Carol envolver meu pau. Ela fez um boquete delicioso, usando a língua para circular a cabeça do meu membro, sugando com força, me fazendo gemer de puro prazer.

— Tira o meu cabacinho... — ela disse, alcançando a gaveta e me entregando a camisinha.

Eu me posicionei. Sabia que era grande, largo, e ela sabia que eu ia preenchê-la por completo. Quando entrei, senti a resistência inicial e aquele pequeno filete de sangue, a marca da primeira vez dela, que só serviu para aumentar o tesão.

— Ai, meu Deus... você é enorme! — ela gritou, as unhas cravadas nos meus ombros.

— Você aguenta, Carol. Você é gostosa demais pra não aguentar tudo de mim.

Ela pediu para ficar de quatro. Naquela posição, com a bunda empinada, eu comecei a meter e tirar com força. O som da carne batendo na carne preenchia o quarto. Mas eu queria mais. Queria explorar cada centímetro daquela bunda.

Enquanto a comia por frente, comecei a beijar a ranhura do cuzinho dela. Dei lambidelas profundas, chupando o anel dela com luxúria, fazendo-a delirar. Então, com um movimento lento e firme, deslizei meu pau para o cuzinho dela.
O grito da Carol não foi de dor, mas de um choque elétrico que percorreu cada terminação nervosa do corpo dela. Ela se agarrou aos lençóis, os nós dos dedos brancos de tanta força, enquanto sentia meu pau, largo e pulsante, forçando a entrada estreita do seu cu.

— Porra, Lucas... que merda é essa... — ela arquejou, a voz falhando, mas o quadril dela, traindo a surpresa, empurrou com mais força contra mim, pedindo que eu não parasse.

Eu não dei trégua. Mantive o ritmo, sentindo a pressão absurda daquele lugar, a sensação de estar sendo apertado por todos os lados. A cada estocada no cuzinho dela, eu sentia a buceta, logo ali ao lado, latejando e escorrendo, lubrificando tudo. O som era visceral: o impacto seco da minha pélvis batendo na bunda dela, misturado com os gemidos descontrolados que ela soltava.

— Você é... você é louco... — ela gemia, a cabeça jogada para trás, os olhos revirando.

Eu a virei rapidamente, jogando-a de costas na cama. Queria ver a cara dela enquanto eu a possuía. Subi com as pernas dela nos meus ombros, abrindo-a completamente, e troquei o alvo. Com um impulso único e bruto, enterrei meu pau na buceta dela, sentindo aquele aperto delicioso que me fez soltar um rosnado.

— Agora sim, Carol. Agora você sente tudo.

Eu comecei a meter com fúria, sentindo a profundidade de cada estocada. O corpo dela sacudia, as mamas balançando no ritmo dos meus movimentos. Eu não era mais apenas o melhor amigo; eu era o dono daquele prazer. A cada vez que eu ia fundo, ela soltava um "ai" que parecia um pedido de socorro e um convite ao mesmo tempo.

Quando senti que estava perto do limite, segurei os pulsos dela acima da cabeça, prendendo-a contra o colchão. Comecei a acelerar, as estocadas ficando curtas e rápidas, transformando o sexo em uma maratona de puro tesão.

— Eu vou... eu vou gozar, Lucas! Por favor, não para! — ela gritava, o corpo inteiro arqueando, a buceta contraindo ao redor do meu pau como se quisesse me sugar para dentro.

Eu dei as últimas três estocadas, as mais profundas de todas, sentindo o orgasmo dela explodir em ondas quentes contra mim. No segundo seguinte, eu descarreguei tudo, sentindo meu sêmen jorrar dentro da camisinha com uma força que me deixou sem ar.

Fiquei ali, caído sobre ela, os dois ofegantes, o cheiro de sexo impregnando o quarto. O silêncio durou apenas alguns segundos, até que ela soltou uma risadinha rouca, ainda trêmula.
— Você é um animal, Lucas.

Eu sorri, sentindo o coração bater forte, mas antes que eu pudesse responder, ouvi o som da porta da frente da casa se abrindo e a voz familiar de quem acabara de chegar.

— Gente? Cheguei! Trouxe a pizza!

Era a Bianca. A prima da Carol, que estava passando as férias com a gente e que, desde que chegou, não parava de me olhar como se quisesse me devorar viva. O problema era que a Bianca não sabia que, há dez minutos, eu tinha acabado de destruir a prima dela na cama.

Olhei para a Carol, que ainda estava nua, com a pele vermelha de prazer e os cabelos bagunçados. Ela olhou para mim e um brilho malicioso surgiu nos olhos dela.

— Acho que ela vai querer saber como foi... — Carol sussurrou, com um sorriso sacana.

Eu me sentei na cama, sentindo meu pau começar a endurecer de novo. Se a Carol era um banquete, a Bianca era a sobremesa que eu não podia deixar de provar.

Lucas se veste rápido, mas deixa a porta do quarto entreaberta, com Carol ainda gemendo baixo e ofegante na cama, perdida no eco do orgasmo. Ele sai ao encontro de Bianca na cozinha, mas não diz nada; ele apenas a prensa contra a bancada, sentindo a respiração dela acelerar instantaneamente. Ele inclina a cabeça e sussurra no ouvido dela que a prima "está precisando de ajuda no quarto".

O desejo de Bianca explode. Aquela frase foi o gatilho, a confirmação de que o tabu havia sido quebrado e que a linha entre a amizade e a luxúria agora era apenas um borrão. Ela olha para Lucas, os olhos dilatados, e solta um suspiro trêmulo. Ela o guia de volta ao quarto, mas, no meio do corredor, a impaciência fala mais alto. Bianca para abruptamente, vira Lucas de frente para a parede e se ajoelha diante dele com uma determinação voraz.

Ela não quer esperar. Ela quer ser a primeira a "saborear" o Lucas depois daquela sessão.

Bianca puxa o zíper da calça dele com pressa, libertando o membro que já pulsava, ainda quente da última batalha. Ela não hesita; envolve a cabeça do pau dele com a boca em uma sucção profunda, fazendo Lucas soltar um gemido rouco e apoiar a testa na parede. A língua de Bianca trabalha freneticamente, circulando a glande, sugando com uma força que beira a agressividade. Ela usa as mãos para apertar a base, enquanto mergulha a boca no comprimento do pau, fazendo um boquete guloso, alternando entre lambidas rápidas e sucções intensas que fazem Lucas tremer.
— Porra, Bianca... — ele resmungou, sentindo a saliva dela lubrificar tudo.

Ela olhou para cima, com os lábios brilhando de luxúria, e deu uma última sugada profunda, quase engolindo-o por inteiro, antes de se levantar com um sorriso malicioso. Ela o pegou pela mão e o arrastou para dentro do quarto, onde Carol, vendo a cena da porta, soltou um gemido de expectativa.

Ao entrarem, Bianca não perdeu tempo. Ela jogou Lucas na cama e subiu nele como uma predadora, arrancando a própria roupa em segundos. Ela se posicionou sobre ele, sentindo o calor do corpo de Lucas e a vibração do quarto ainda carregada de sexo.

— Agora é a minha vez de ajudar a prima — ela sussurrou, descendo o corpo para que seus mamilos roçassem no peito dele, enquanto guiava o pau duro de Lucas diretamente para a sua própria entrada, já completamente encharcada.

O impacto foi imediato. Bianca sentiu o preenchimento bruto, a largura que Carol havia acabado de descrever com gemidos, e soltou um grito abafado contra o pescoço dele. Ela começou a rebolar com força, sentindo cada centímetro de Lucas preencher seu vazio, enquanto Carol, ao lado, começou a beijar o pescoço de Lucas, transformando o quarto em um redemoinho de carne, suor e desejo compartilhado.

As semanas passaram e a tensão naquela casa tornou-se algo palpável, quase elétrico. Lucas havia descoberto que navegar entre Carol e Bianca era como caminhar em um campo minado de prazer; cada encontro era uma nova descoberta, cada beijo um novo território conquistado. Mas havia algo no ar, um segredo compartilhado que os deixava em estado de alerta constante, temendo que a bolha estourasse.

Até que chegou aquele sábado.

Carol tinha combinado de ir ao shopping com algumas amigas à tarde, e Bianca estava em um curso intensivo de fotografia no centro da cidade. O plano era simples: Lucas passaria lá à noite para jantar e, quem sabe, repetir a dose com Carol. No entanto, ao chegar à porta da casa, Lucas notou algo diferente. O carro de Sónia, a mãe de Carol, estava na garagem, mas o silêncio da casa era absoluto.

Ele apertou a campainha. Esperou. Ninguém respondeu. Quando ele decidiu tocar a maçaneta, a porta abriu-se lentamente, revelando um cenário que fez o sangue de Lucas descer instantaneamente para o pau, que latejou dentro da calça.

Lá estava Sónia.

Ela não usava pijama, nem roupa de casa. Sónia vestia apenas um robe de seda branco, tão fino e transparente que funcionava mais como uma moldura do que como uma vestimenta. A luz do corredor, vindo de trás dela, revelava a silhueta perfeita de seus seios maduros e a curva generosa do quadril. O robe estava entreaberto, revelando que, por baixo, ela não usava absolutamente nada.

Sónia não disse "oi". Ela apenas o olhou de cima a baixo, com um sorriso lento e predatório, e encostou o ombro no batente da porta, deixando o robe deslizar ligeiramente por um dos ombros, expondo a pele alva e macia.

— A Carol não chega antes das dez, Lucas... — a voz dela saiu aveludada, carregada de uma malícia que ele nunca imaginou ouvir daquela mulher.

Ela deu um passo à frente, o aroma de perfume caro e pele quente invadindo as narinas dele. Sónia deslizou a mão pelo peito de Lucas, sentindo a rigidez do músculo sob a camiseta e
desceu a mão lentamente, parando exatamente onde o volume na calça dele era impossível de ignorar. Ela apertou levemente, sentindo a dureza do membro dele, e soltou um suspiro que era metade surpresa e metade aprovação.

— Meu Deus, Lucas... você cresceu tanto desde a última vez que eu te vi sem roupa na piscina, anos atrás — ela sussurrou, a voz vibrando com um tom de fome que o deixou paralisado.

Lucas sentiu o mundo girar. Sónia sempre foi a mulher elegante, a mãe dedicada, a figura de autoridade da casa. Mas ali, com aquele olhar de quem sabia exatamente o efeito que estava causando, ela parecia outra pessoa. Ela não esperou por um convite. Sónia deu um passo para trás, puxando-o para dentro da casa e fechando a porta com um clique seco, cortando qualquer ligação com o mundo exterior.

Ela não perdeu tempo com preliminares educadas. Sónia girou o corpo e encostou as costas na porta fechada, abrindo completamente o robe de seda. Os seios dela, mais volumosos e pesados que os das filhas, saltaram para fora, com as papilas escuras e eretas, reagindo ao frio do ambiente e ao calor do desejo.

— Eu vejo como você olha para as meninas, Lucas. Eu vejo como elas olham para você. Mas ninguém me disse que você tinha ficado... assim — ela disse, referindo-se ao volume entre as pernas dele.

Ela se ajoelhou diante dele com uma agilidade surpreendente. Sónia não hesitou; levou as mãos ao cinto de Lucas e abriu a calça com a precisão de quem não queria perder nem mais um segundo. Quando o pau dele saltou, latejando e pulsante, ela soltou um "Uau" genuíno.

Sónia envolveu a base do membro dele com as mãos, sentindo a temperatura alta, e começou a subir com a língua, lambendo a glande com uma lentidão torturante. Ela não era como a Carol ou a Bianca; o beijo dela era maduro, consciente, cada movimento calculado para extrair o máximo de prazer. Ela sugou a cabeça do pau com força, fechando os olhos, enquanto deslizava a língua pelo freio, fazendo Lucas soltar um gemido que ecoou pelo hall.

— Você é um menino muito sortudo, Lucas... mas a sorte agora é minha — ela sussurrou, antes de mergulhar a boca nele, fazendo um boquete profundo e úmido, sugando-o com uma voracidade que o fez arquear as costas contra a porta.
Sónia se levantou, a respiração ofegante, e pegou a mão dele, guiando-o para o quarto principal — o quarto dela. O ambiente cheirava a baunilha e luxo. Ela o jogou na cama king-size e subiu sobre ele, sentindo a pele dele queimar. Sónia posicionou-se, sentindo a largura do pau de Lucas pressionando a entrada da sua buceta, que já estava completamente lubrificada, escorrendo por causa da antecipação.

Com um movimento lento e deliberado, ela desceu.

O impacto foi devastador. Sónia soltou um grito abafado, a cabeça jogada para trás, enquanto sentia Lucas preenchê-la por completo. Era uma sensação diferente; ela era mais apertada, mais quente, com uma pressão que parecia sugar cada centímetro dele.

— Oh, meu Deus... que porra de tamanho é esse... — ela gemeu, começando a rebolar com uma maestria que só a experiência proporciona.

Lucas agarrou a cintura dela, sentindo a carne macia e firme de seus quadris. Ele começou a estocar para cima, sentindo a profundidade de cada movimento. O som da pele batendo, o cheiro de sexo maduro e a visão daquelas mamas balançando freneticamente o levaram ao delírio. Ele a virou, colocando-a de quatro, e mergulhou novamente, sentindo a resistência deliciosa daquela entrada.

Enquanto ele a possuía com fúria, Sónia olhava para trás, os olhos nublados de tesão, as mãos agarradas ao travesseiro.

— A Carol... nunca vai acreditar... no que a mãe dela... está fazendo... — ela gemia entre as estocadas.

Lucas não aguentou mais. Ele acelerou o ritmo, sentindo a contração poderosa de Sónia ao redor dele. Com um último impulso bruto, ele descarregou tudo dentro dela, sentindo o corpo da mulher tremer sob o seu, enquanto ambos desmoronaram nos lençóis de seda, exaustos e completamente rendidos àquela nova e perigosa sorte.

Foto 1 do Conto erotico: A Porra da Sorte de Ter Três Gostosas**

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
A Porra da Sorte de Ter Três Gostosas**

Codigo do conto:
271159

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
31/08/2026

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