"Lava essa porra dessa louça agora e não me pergunta mais nada, Sandro!"
O grito da minha mãe ecoou pelo corredor, e eu senti um choque de adrenalina percorrer minha espinha. Eu estava parado ali, vendo meu irmão com aquela cara de tacho, tomado por um ciúme que ele nem sabia de onde vinha, enquanto ela me puxava pela mão com uma urgência que me deixou com o pau latejando dentro da calça. O rebolado dela, enquanto me arrastava para o quarto dos meus pais, era um convite explícito.
Quando a porta bateu e o trinco girou, o silêncio do quarto tornou-se pesado, carregado de eletricidade. Ela se virou para mim, os olhos brilhando com aquela luxúria que ela tentava esconder do meu pai, mas que despejava em mim.
— Você é um abusado, João... — ela sussurrou, aproximando o rosto do meu, a respiração quente. — Acha que me tem na mão com esses tapinhas?
Eu não respondi com palavras. Dei um tapa seco na bunda dela, que ecoou no quarto. Ela soltou um gemido baixo, mordendo o lábio inferior.
— Agora, vai buscar a porra da pomada no banheiro. Agora! — ordenou, com aquela voz de quem manda, mas que no fundo estava implorando para ser dominada.
Quando voltei, ela já estava de bruços na cama. A cena era devastadora: a saia levantada, revelando aquela tanguinha nova, minúscula, que apertava a bunda arrebitada dela. Eu comecei a massagem, mas meus dedos não queriam ficar nas costas. Eles deslizaram, explorando o rego, sentindo a pele quente e úmida.
— Ai, João... concentra nessa porra de rego, não foge... — ela murmurou, mas sentia as nádegas dela contraíremem ao meu toque.
Eu não aguentei. Enfiei a ponta do dedo no cuzinho dela. Ela arqueou as costas, soltando um suspiro longo.
— Puta que pariu... que delícia isso... — ela sussurrou, a voz rouca.
Enquanto meu irmão batia na porta, ignorante, eu aprofundava meu dedo no cu dela, sentindo as paredes apertadas me apertarem de volta. Nós nos beijamos — um beijo de línguas voraz, com gosto de segredo e pecado. Minha mão esquerda apertava o rosto dela, enquanto a direita explorava a profundidade daquele cuzinho que piscava para mim.
— Você é um abusado, João... — ela sussurrou, aproximando o rosto do meu, a respiração quente. — Acha que me tem na mão com esses tapinhas?
Eu não respondi com palavras. Dei um tapa seco na bunda dela, que ecoou no quarto. Ela soltou um gemido baixo, mordendo o lábio inferior.
— Agora, vai buscar a porra da pomada no banheiro. Agora! — ordenou, com aquela voz de quem manda, mas que no fundo estava implorando para ser dominada.
Quando voltei, ela já estava de bruços na cama. A cena era devastadora: a saia levantada, revelando aquela tanguinha nova, minúscula, que apertava a bunda arrebitada dela. Eu comecei a massagem, mas meus dedos não queriam ficar nas costas. Eles deslizaram, explorando o rego, sentindo a pele quente e úmida.
— Ai, João... concentra nessa porra de rego, não foge... — ela murmurou, mas sentia as nádegas dela contraíremem ao meu toque.
Eu não aguentei. Enfiei a ponta do dedo no cuzinho dela. Ela arqueou as costas, soltando um suspiro longo.
— Puta que pariu... que delícia isso... — ela sussurrou, a voz rouca.
Enquanto meu irmão batia na porta, ignorante, eu aprofundava meu dedo no cu dela, sentindo as paredes apertadas me apertarem de volta. Nós nos beijamos — um beijo de línguas voraz, com gosto de segredo e pecado. Minha mão esquerda apertava o rosto dela, enquanto a direita explorava a profundidade daquele cuzinho que piscava para mim.
— Agora chega de massagem, porra... — ela disse, virando-se de lado e puxando minha camiseta.
O clima explodiu. Nós nos atracamos como dois animais. Eu a joguei na cama e comecei a beijar cada centímetro do pescoço dela, descendo para os seios. Comecei a punhetaar as mamas dela, apertando a carne macia enquanto minha língua traçava o caminho até o clitóris.
— Ahnn... chupa essa porra, João! Chupa tudo! — ela gemia, arqueando a bunda para cima.
Eu me posicionei entre as pernas dela e mergulhei. Comecei a lamber o clitóris dela com força, sentindo o mel escorrer. A cada lambida, ela gritava meu nome, as mãos agarrando meus cabelos. Em seguida, mudei o foco. Dei lambidelas profundas no cuzinho dela, sentindo o aroma excitante de pele e desejo. Ela estava em êxtase, tremendo sob mim.
— Agora... agora eu quero sentir essa porra dentro de mim! — ela gritou, puxando-me para um 69 luxurioso.
Enquanto ela me sugava com uma força absurda, quase arrancando meu pau da base, eu me enterrava na buceta dela, movendo a língua em ritmos frenéticos. Quando nos separamos, ambos estávamos ofegantes, cobertos de suor e desejo.
Eu não esperei. Me posicionei atrás dela, sentindo a bunda arrebitada oferecendo o caminho. Com um movimento firme, enterrei meu pau no cuzinho dela.
— AAAAHHH! Puta que pariu, que aperto é esse! — ela gritou, enterrando o rosto no travesseiro para não acordar a casa inteira, embora o risco de meu irmão ouvir tudo do outro lado da porta fosse o tempero que nos deixava loucos.
O aperto era visceral. A pele dela estava quente, úmida, e cada estocada profunda arrancava dela um som que misturava dor e um prazer primitivo. Eu não estava apenas transando com ela; eu estava reivindicando cada centímetro daquele corpo que, por lei, deveria ser intocável.
— Puta que pariu, João... você tá me rasgando... que delícia... — ela gemia, a voz abafada pelo travesseiro, mas o quadril empurrando contra mim, pedindo mais, exigindo que eu fosse mais fundo.
Eu segurei a cintura dela com força, enterrando meus dedos na carne macia daquelas nádegas, enquanto acelerava o ritmo. O som da pele batendo contra a pele ecoava no quarto, um ritmo frenético que competia com a respiração ofegante dela. Eu sentia o cuzinho dela contrair em espasmos, apertando meu pau de um jeito que me fazia ver estrelas.
— Agora a buceta, João! Me fode na buceta agora, caralho! — ela gritou, virando-se bruscamente e jogando as pernas sobre os meus ombros, os olhos dilatados, perdidos no desejo.
Eu não precisei de segunda ordem. Me posicionei e, com um impulso único, enterrei meu pau completamente naquela buceta encharcada. Ela soltou um grito agudo, que foi rapidamente abafado por mim, quando envolvi a boca dela com a minha, engolindo seus gemidos enquanto eu a martelava com força.
A fricção era perfeita. A cada estocada, eu sentia o clitóris dela raspando na base do meu pau, e ela respondia arqueando as costas, apertando-me com tanta força que achei que meu membro fosse ficar preso ali para sempre.
— Goza... goza nessa porra de vadia, João! — ela sussurrou contra meus lábios, a voz trêmula, o corpo todo sacudindo em prelúdio ao orgasmo.
Eu senti a onda vindo. Meus músculos contraíram e, com um último impulso violento, descarreguei todo o meu gozo profundamente dentro dela, sentindo as paredes da buceta dela pulsarem ao redor do meu pau, apertando-me num ritmo sincopado enquanto ela desmoronava sob mim, completamente exausta e saciada.
Ficamos ali, ofegantes, o silêncio voltando a reinar no quarto, interrompido apenas pelo som da respiração pesada e pelo cheiro intenso de sexo que impregnava os lençóis.
De repente, a porta do quarto abriu apenas uma fresta. Era meu irmão, com aquela cara de quem ainda não tinha entendido nada, mas que sentia que algo estava errado.
— Mãe? O Sandro já terminou a louça?
Ela se virou para mim, um sorriso malicioso nos lábios, e sussurrou bem baixinho, para que só eu ouvisse:
— Deixa o idiota esperando. Agora, tira esse pau de dentro de mim e me beija de novo, antes que eu te mande lavar a louça também.
O silêncio que se seguiu àquela última frase não foi de paz, mas de suspensão. Sandro não era bobo. O tom de voz da mãe, a respiração pesada que escapava pela fresta da porta e o cheiro metálico e doce de sexo que agora emanava do quarto eram pistas claras demais.
Ele não recuou. Pelo contrário, a curiosidade e o ciúme, que antes eram apenas irritação, transformaram-se em algo visceral. Ele empurrou a porta com força, entrando no quarto. O impacto da porta batendo na parede fez nós três congelarmos.
Sandro parou no meio do caminho, os olhos arregalados, percorrendo a cena: a mãe despenteada, os lençóis revirados e eu, ainda semi-nu, com o corpo brilhando de suor.
— Que porra é essa?! — Sandro gritou, a voz falhando. O choque deu lugar a uma raiva possessiva. — Vocês... vocês estavam...
— Sandro, sai daqui agora! — ela começou a dizer, tentando recompor a saia, mas a voz dela não tinha autoridade, tinha luxúria.
Sandro não saiu. Ele caminhou até a beira da cama, o olhar fixo naquela cena. O ciúme dele não era moral, era desejo. Ele via a mãe, a mulher que comandava a casa, reduzida a um estado de puro prazer por mim, e aquilo despertou nele um gatilho primitivo. Ele começou a desabotoar a própria calça, a respiração curta, os olhos alternando entre o rosto dela e o meu corpo.
— Você acha que pode fazer isso sozinho, João? — Sandro rosnou, embora a raiva estivesse se transformando em excitação.
A mãe, percebendo a mudança no olhar do filho, soltou um riso anasalado, quase predatório. Ela não queria que ele saísse; ela queria que ele visse o que era ser dominado por nós dois.
— Vem cá, Sandro... — ela sussurrou, a voz agora carregada de um convite obsceno. — Vem ver se você consegue dar conta da sua mãe junto com o seu irmão.
O convite foi o estopim. Sandro se jogou sobre a cama, arrancando as próprias roupas com urgência. O clima mudou instantaneamente; a tensão de "flagrante" transformou-se em uma fome tripla.
— Deita, porra! — eu ordenei, sentindo meu pau latejar novamente, reagindo à presença do meu irmão.
Ela obedeceu, abrindo as pernas com total entrega, os olhos brilhando enquanto nós dois a cercávamos. O que se seguiu foi um caos de pele, suor e gemidos.
Sandro, movido por aquele ciúme transformado em luxúria, mergulhou o rosto entre as pernas dela, sugando o clitóris com uma força desesperada, enquanto eu me posicionava atrás, entrando nela com tudo.
— Aaaahhh! Puta que pariu! — ela gritou, sentindo a pressão dupla.
A dinâmica tornou-se frenética. Era um ataque coordenando àquele corpo. Enquanto eu a martelava por trás, sentindo a buceta dela apertar cada centímetro do meu pau, Sandro subia, beijando o pescoço dela, sugando seus seios, e então, num movimento coreografado pelo desejo, ele se posicionou à frente.
A cena era devastadora: a mãe no centro, sendo preenchida por nós dois. Sandro entrou nela pela frente, enquanto eu continuava o ritmo violento por trás.
— Isso! Me fode assim! Me rasga, seus animais! — ela delirava, a cabeça jogada para trás, os olhos revirando.
Era uma dupla penetração brutal. O som era de carne batendo contra carne, um ritmo sincopado de estocadas profundas que a faziam saltar na cama. Os gemidos dela se misturavam aos nossos grunhidos. A cada vez que eu empurrava, Sandro sentia o impacto do meu corpo contra as nádegas dela, e ele respondia empurrando ainda mais fundo.
— Goza... goza tudo nessa vadia! — ela gritava, as mãos agarrando nossas costas, as unhas cravando na pele.
O ápice chegou como uma explosão. Eu senti a buceta dela contrair em espasmos violentos, apertando meu pau como se quisesse me sugar inteiro. Sandro, num último impulso frenético, descarregou todo o seu gozo profundamente, enquanto eu, num grito abafado contra o ombro dela, joguei todo o meu gozo quente, inundando-a por completo.
O silêncio que se seguiu foi quase ensurdecedor, preenchido apenas pelo som da respiração ofegante dos três e pelo clique metálico da maçaneta da porta da frente.
— Cheguei! — a voz do meu pai ecoou do corredor, firme e cansada, acompanhada pelo som de chaves sendo jogadas no aparador.
O choque foi como um balde de água gelada. O pânico, no entanto, não trouxe vergonha; trouxe um novo pico de adrenalina. Nós três congelamos, os corpos ainda entrelaçados, o cheiro de sexo impregnando o quarto como uma névoa espessa.
Sandro arregalou os olhos, olhando para a porta, depois para a mãe, que ainda estava com as pernas abertas, o rosto vermelho e o corpo latejando. Ela não se moveu para se cobrir. Em vez disso, ela olhou para nós dois com um sorriso diabólico, a respiração ainda curta.
— Corre, seus idiotas! — ela sussurrou, com uma urgência agora desesperada.
Foi um caos de movimentos rápidos. Sandro saltou da cama, tentando vestir a calça enquanto tropeçava nos próprios pés. Eu me joguei para o lado, agarrando minha camiseta e tentando esconder o rastro de gozo que escorria pelas coxas dela. A mãe, com a agilidade de quem já tinha feito aquilo antes, puxou o lençol para cobrir a parte inferior do corpo e fingiu que estava dormindo profundamente, embora sua pele estivesse brilhando de suor.
Eu e Sandro deslizamos para fora do quarto no exato momento em que os passos do meu pai começaram a subir a escada. Passamos por ele no corredor, nós dois com as caras vermelhas, evitando contato visual.
— Onde vocês estavam? — meu pai perguntou, franzindo a testa, sentindo a tensão elétrica no ar.
— No... no banheiro, pai! — Sandro gaguejou, acelerando o passo em direção à cozinha.
— A mãe tá dormindo, não entra lá! — eu completei, quase correndo para o meu quarto.
Meu pai deu de ombros e abriu a porta do quarto. O som que veio de dentro foi um suspiro longo e satisfeito da minha mãe, que, mesmo sob o lençol, sentia o calor do nosso gozo secando dentro dela.
— Que cheiro é esse no quarto? — meu pai perguntou, estranhando o aroma intenso e visceral que preenchia o ambiente.
Do outro lado da porta, eu ouvi a voz dela, agora recuperada, carregada daquela autoridade fingida que nos fazia estremecer.
— É cheiro de massagem, querido! Agora fecha a porta e vai tomar um banho, que você está cheirando a rua!
Enquanto ele obedecia, confuso, eu encostei as costas na parede do corredor e olhei para Sandro. Ele estava parado do outro lado, com a respiração ainda pesada, o olhar fixo na porta do quarto. Não precisávamos de palavras. O pacto estava selado.
A louça continuava suja na cozinha, mas nenhum de nós estava preocupado com isso. Estávamos apenas esperando o momento em que meu pai fosse dormir para voltarmos a reivindicar aquele território.




