"Não sei se isso é pecado, mas o cheiro daquela calcinha no chão do banheiro me deixou com o pau latejando", pensei, enquanto fechava a porta e inalava profundamente o odor forte, visceral, de mulher madura.
Eu sou o Mario, tenho 18 anos e vivo em Coimbra. Minha avó tem 52, é viúva e tem um corpo que, para mim, é um monumento. Aquele bumbum largo, que marcava a divisão sob os vestidos longos, me tirava o sono. Eu passava as tardes ajudando-a nas tarefas domésticas, mas minha mente estava longe da limpeza da casa; eu só conseguia pensar em como seria sentir aquela carne farta sob meus dedos.
A tensão cresceu durante dois meses, até que a oportunidade surgiu numa noite abafada, enquanto ela tomava banho.
— Vó, eu tô apertado, preciso fazer xixi! — gritei, batendo na porta.
— Entra, Mario, o box separa o chuveiro — ela respondeu, a voz abafada pela água.
Entrei e vi apenas o vulto dela através do vidro fosco. O calor daquele banheiro estava insuportável, e o desejo em mim fervia.
— Deu até vontade de tomar um banho também agora, vó... — soltei, sentindo meu coração martelar.
Houve um silêncio. Um silêncio carregado.
— Espera eu sair, menino.
— Não quero, vó. Se eu esperar, a vontade passa. Quero agora.
Senti a respiração dela mudar. A curiosidade e o desejo, guardados por anos de solidão, pareciam despertar do outro lado do vidro.
— Você está querendo tomar banho... comigo, Mario? Meu Deus, se sua mãe descobre...
— Ela não vai saber. A senhora contaria?
— Não contaria... mas é errado, sou sua avó. Sou velha para isso.
— A senhora não é velha, vó. É gostosa pra cacete.
Ouvi um suspiro profundo.
— Tira a roupa e entra logo, seu safado.
Quando entrei, o vapor do chuveiro revelou tudo. Ela estava ali, com seios fartos e firmes para a idade, a pele molhada e aquele bumbum colossal que me deixou hipnotizado. Meu pau, que estava mole pelo nervosismo, endureceu em segundos, pulsando de tesão.
— Meu Deus, Mario! Controle esse pintão! — ela exclamou, olhando para baixo.
— Não consigo, vó... é por causa do seu bumbum.
— Meu bumbum é feio, Mario. Olha para ele.
Ela se virou, empurrando aquela bunda imensa na minha direção. Eu não aguentei. Grudei meu corpo no dela, sentindo a pele quente. Começamos a nos beijar — não um beijo de avó, mas um beijo de língua voraz, explorando cada canto da boca, trocando saliva com uma fome desesperada.
Minha mão desceu, apertando as mamas dela, enquanto ela soltava um gemido rouco.
— Ah, Mario... que mão firme você tem...
Ela se ajoelhou na minha frente, a água escorrendo pelos ombros. Sem aviso, ela abriu a boca e envolveu a cabeça do meu pau. O boquete foi visceral. Ela chupava com vontade, fazendo linguadas na glande que me faziam arquear as costas.
— Puta que pariu, vó... que boca deliciosa!
Entramos em posição de 69 no chão do box, entre espumas e água. Eu me enterrei entre as pernas dela, lambendo o clitóris com intensidade, sentindo o gosto salgado e excitante daquela buceta peluda. Ela gemia alto, as mãos apertando meu cabelo enquanto eu chupava cada dobra daquela vulva quente.
— Agora eu quero meter, vó! Quero comer esse bumbum! — gritei.
— Vai, Mario... mas não goza dentro da buceta, que eu não quero engravidar do meu neto!
Ela se debruçou na pia do banheiro, levantando aquele bundão para mim. Eu não esperei. Encaixei meu pau na buceta dela e soquei com força. *Plac! Plac! Plac!* O som da pele batendo na pele ecoava no banheiro. Ela gritava, as mãos agarrando a porcelana da pia.
— Ai, caralho! Mete forte, Mario! Me fode, seu moleque safado!
O tesão era tanto que a buceta dela começou a soltar aquela gosminha branca, lubrificando tudo. Mas eu queria mais. Queria o lugar mais apertado.
— Vou no seu cu, vó! Vou enterrar tudo nele!
Tirei da frente e, com um impulso único, enterrei meu pau no cuzinho dela.
— AHNNN! — ela soltou um grito agudo.
O cu dela era um forno, apertado, sugando cada centímetro do meu membro. Comecei a meter e tirar com intensidade, sentindo a pressão deliciosa daquele anel anal. Eu estava louco, sentindo-me o homem mais sortudo do mundo por possuir aquela senhora luxuriosa.
— Goza, Mario! Goza tudo nesse cu velho! — ela comandava, sacudindo a bunda contra mim.
Eu não aguentei mais. Dei três estocadas profundas, sentindo as paredes do reto dela apertarem meu pau, e gozei ownnnnnnnn, disparando jatos quentes e grossos dentro do cu dela.
Ficamos ali, ofegantes, enquanto a água do chuveiro terminava de cair. Ela se virou, com um sorriso malicioso, e começou a lamber meu pau, sugando cada gota do meu gozo que ainda restava, engolindo tudo sem frescura, como uma verdadeira puta.
— Você me satisfaz, Mario... — ela sussurrou, dando um último beijo na ponta do meu pau.
Saímos do banho rindo, sabendo que aquele era apenas o começo de um vício delicioso e proibido.
Aquele foi o erro mais delicioso da minha vida", pensei, semanas depois, enquanto observava minha avó caminhar pela sala.
O banho não foi um evento isolado; foi a abertura de um portal. A partir dali, a casa deixou de ser um lar para se tornar um campo de caça. Ela começou a jogar. Primeiro, foi a lingerie de renda preta "esquecida" sobre o corrimão da escada, deliberadamente posicionada para que eu a visse ao descer. Depois, a porta do quarto entreaberta, revelando-a de costas, deslizando a última peça de roupa enquanto fingia não notar minha presença no corredor.
No café da manhã, ela não usava mais as roupas fechadas de costume. Usava robes de seda que abriam no decote, revelando a curva dos seios, e passava a mão na minha coxa por baixo da mesa, os dedos apertando meu pau enquanto me perguntava, com a voz rouca, se eu queria "ajudá-la com as compras".
Nós transformamos a casa em um mapa de luxúria. O tapete da sala, a mesa de jantar, o sofá de veludo... cada centímetro era território conquistado. Eu me tornei obcecado por cada dobra daquela pele madura, e ela, faminta por mim, redescobriu um corpo que julgava estar em dormência.
Mas havia algo. No meio dos gemidos e das estocadas profundas, ela sempre repetia a mesma frase: *"Não goza dentro, Mario... eu sou velha, isso é impossível, mas não quero correr o risco de engravidar do meu neto"*.
Era o medo dela. O medo do impensável. Ela acreditava que a natureza já tinha fechado as portas para ela, mas o destino tem um senso de humor perverso.
Aconteceu numa tarde de domingo, quando a casa estava silenciosa e o sol batia quente através das cortinas do quarto. Estávamos em um frenesi animal, eu a prensada contra a parede, as pernas dela envoltas na minha cintura. O tesão estava tão alto que esquecemos as regras. Eu a possuí com uma fúria cega, sentindo a buceta dela sugar meu pau como se quisesse me fundir a ela.
— Mario... ahn... vai fundo... não para! — ela gritava, as unhas cravadas nas minhas costas.
Eu não consegui me segurar. O prazer era visceral, e no ápice do orgasmo, eu disparei cada gota do meu gozo, fundo, dentro do útero dela, sentindo as paredes dela pulsarem ao redor do meu membro.
— Gozei dentro, vó... gozei tudo! — sussurrei, ofegante, sentindo o calor do meu sêmen preencher o interior dela.
Ela soltou um riso nervoso, beijando meu pescoço.
— Você é um animal, Mario. Mas não tem problema... a idade me protege.
Porém, as semanas passaram e a "proteção" da idade falhou. Ela começou a sentir enjoes matinais, e aquela barriga, que ela tanto gostava de ver mim saciando com beijos, começou a firmar. O médico confirmou o que era biologicamente improvável, mas biologicamente real.
Ela estava grávida.
O choque durou apenas alguns segundos antes de ser substituído por um novo tipo de excitação. Ela olhou para mim, com os olhos brilhando, e colocou a mão sobre o ventre ainda plano.
— Parece que você deixou uma marca permanente em mim, seu safado — ela sussurrou, puxando-me para um beijo voraz.
Agora, a casa continua sendo o nosso refúgio de prazer. Só que agora, o sexo tornou-se ainda mais intenso. Ela diz que a gravidez a deixou "mais molhada", e eu, fascinado, passo as noites explorando cada nova curva do corpo dela, sabendo que, dentro daquela mulher maravilhosa, cresce um segredo que só nós dois compartilhamos.
Você não imagina a vontade que eu estou de te comer agora", sussurrei no ouvido dela, enquanto sentia o volume da barriga da minha avó, agora com quatro meses, pressionando-se contra o meu quadril.
Mas o destino decidiu jogar conosco. No meio daquela euforia proibida, o telefone tocou. Era minha mãe. Ela estava exausta do trabalho, estressada com a rotina e, acima de tudo, preocupada com a "saúde frágil" da mãe.
— Mãe, eu não aguento mais ver a senhora sozinha aí em Coimbra nessa fase da vida — disse ela, a voz cansada através do aparelho. — Vou tirar as próximas três semanas de férias e vou para aí. Quero cuidar da senhora, fazer chás, organizar a casa... ajudar com a gravidez.
O silêncio do outro lado da linha foi absoluto. Minha avó, que estava com as pernas abertas e o pau latejando dentro dela, arregalou os olhos.
— Gravidez? — minha mãe perguntou, confusa. — Do que você está falando, mãe?
— Ah... isso! — a avó gaguejou, recuperando a compostura. — É que... eu estava comentando com o Mario que sinto falta daquela época em que eu estava grávida, sabe? Aquela nostalgia de velha!
Minha mãe riu, sem suspeitar de nada.
— Que coisa, mãe. Pois venha, eu chego na sexta.
Quando a porta da frente bateu e minha mãe entrou na casa, o clima mudou. O território, que antes era um campo aberto de luxúria, tornou-se um campo minado. Minha mãe instalou-se no quarto ao lado do da minha avó, alegando que queria "estar perto para qualquer emergência noturna".
O problema é que a gravidez da minha avó — o meu filho que crescia ali dentro — tornou a libido dela algo incontrolável. O corpo dela estava em chamas, e ela não conseguia passar dez minutos sem me olhar com aquele desejo voraz, como se quisesse me devorar viva na frente de todo mundo.
— Mario, vem aqui me ajudar a fechar a cortina — ela chamou, a voz baixa, num tom que só eu sabia decifrar.
Entrei no quarto e fechei a porta com a trava. Minha mãe estava no quarto ao lado, a apenas três metros de distância, lendo um livro e comentando alto:
— Mãe, a senhora quer um copo de água?
A avó não respondeu. Ela já estava de joelhos na cama, levantando a camisola de seda e expondo aquele bumbum colossal, agora mais largo e macio por causa da gestação.
— Rápido, Mario... — ela sussurrou, a respiração ofegante. — Ela está logo ali. Se a gente for silencioso, ela não ouve.
O medo de sermos pegos transformou o sexo em algo elétrico. Cada toque era um risco; cada gemido precisava ser abafado. Eu a joguei de bruços na cama, sentindo a maciez daquele corpo maduro. Comecei a beijar a nuca dela, enquanto minhas mãos apertavam as mamas pesadas e sensíveis da gravidez.
— Ai... Mario... — ela soltou um gemido agudo.
— Shhh! — eu disse, cobrindo a boca dela com a minha mão, enquanto sentia o coração martelar no peito.
Do outro lado da parede, ouvi a voz da minha mãe:
— Mãe? Está tudo bem aí? Ouvi um barulho.
A avó congelou. Eu estava com o pau enterrado até a raiz na buceta dela, sentindo o calor úmido e apertado que me sufocava de prazer. O risco era absoluto. A adrenalina disparou, e com ela, o tesão subiu para um nível insuportável.
— Está tudo bem, filha! — a avó gritou, com a voz trêmula, enquanto eu, propositalmente, dava uma estocada profunda e lenta, fazendo-a morder o travesseiro para não gritar. — É que... caiu um livro na estante!
A mãe relaxou. "Que desastrada você é, mãe", ela riu, e o som dos passos dela se afastando para a cozinha foi o sinal verde.
A avó se virou para mim, os olhos brilhando de malícia, a respiração curta.
— Agora que ela saiu... me fode com força, Mario. Quero sentir você preencher cada
...centímetro de mim.
Eu não precisei de um segundo convite. Agarrei as coxas fartas dela, elevando o quadril para que o ângulo fosse perfeito, e comecei a martelar aquela carne macia com uma intensidade que fazia a cama de ferro ranger ritmicamente. *Screee... screee... screee...* Cada impacto era como um tiro de prazer. A avó, em êxtase, enterrava as unhas no lençol, soltando gemidos abafados que pareciam vibrações profundas em seu peito.
— Ahhh... Mario... seu pau... que coisa deliciosa... — ela sussurrava, enquanto eu alternava entre a buceta inundada e o cu apertado, que parecia ter ficado ainda mais quente com a gestação.
O clímax veio como uma explosão. Eu gozei fundo, sentindo cada pulsação do meu membro despejando o sêmen dentro dela, enquanto ela apertava meu corpo contra o dela, fundindo-nos num abraço de suor e pecado.
***
**Nove meses depois...**
O silêncio da manhã em Coimbra foi interrompido por um choro agudo e vigoroso. No quarto do hospital, o clima era de uma felicidade genuína, embora carregada de segredos. Minha mãe, radiante, segurava o recém-nascido nos braços, acreditando piamente que aquele menino era fruto de um "milagre da natureza" e de uma fertilização in vitro experimental que a mãe teria feito secretamente em Lisboa anos atrás — uma mentira elaborada que montamos juntos para salvar as aparências.
— Olha só esse narizinho, mãe! É a cara da família! — minha mãe exclamou, beijando a testa do bebê.
A avó, exausta mas com um brilho de triunfo nos olhos, olhou para mim. Eu estava parado ao lado da cama, sentindo o coração transbordar. Aquele menino era meu filho, mas também era meu bisneto. Uma confusão genética que, para nós, não passava de um detalhe insignificante diante do amor e do desejo que nos uniam.
— Ele é lindo, não é, Mario? — a avó sussurrou, piscando para mim.
Quando minha mãe saiu do quarto para buscar água etoalhas, a avó puxou minha mão por baixo do lençol do hospital. Seus dedos deslizaram com precisão cirúrgica pelo meu pau, que já começava a endurecer apenas com a proximidade dela.
— O bebê chegou... mas a "vovó" aqui ainda está com muita fome, meu querido — ela sussurrou, a voz carregada daquela malícia que nunca morreu.
Eu sorri, inclinando-me para beijar a testa dela e, logo em seguida, sussurrando no ouvido dela:
— Espera a gente chegar em casa, vó. Vou te dar o parabéns do jeito que você gosta.
Ela soltou um gemido baixo, apertando meu membro com força. O final era feliz: a família estava completa, o segredo estava seguro e a luxúria, ah... a luxúria estava apenas recomeçando, agora com um novo motivo para comemorarmos todas as noites.




