O Pecado Delicioso da Tia Marta



: O Pecado Delicioso da Tia Marta

Paulo despertou às 8:50 com uma sensação estranha, mas excitante. Era um sábado de julho e ele estava nas férias no Algarve, na casa da tia Marta. Na noite anterior, ele sentira um sono profundo após a "ajuda" de Marta, mas ao acordar, a imagem dela não saía de sua cabeça. Ele não lembrava de tudo, mas sentia que tinha sido desejado.

— Bom dia, querido — disse Marta, entrando no quarto com um sorriso malicioso e um vestido curto que mal escondia as curvas.

Paulo sentiu a picha latejar instantaneamente. Ele contou a ela sobre o "acidente" com o leite nos lençóis, tentando disfarçar a ereção, mas Marta riu, aproximando-se com passos lentos e predatórios.

— Você é tão engenhoso, Paulo... mas eu sei exatamente o que aconteceu naquela cama enquanto você dormia.

A tensão entre os dois era palpável, uma luxúria acumulada por anos de olhares proibidos. Eles decidiram ir à praia, mas a praia era apenas o prelúdio para o banquete de prazer que estava por vir.
Já no mar, em uma enseada deserta e cristalina, a água fria contrastava com o calor dos corpos. Marta, ousada, nadou até ele e, submersa, deslizou a mão pela calça de Paulo, agarrando sua ereção com força.

— Meu Deus, que torre você tem para mim... — sussurrou ela, beijando-o com um beijo de línguas profundo, voraz, onde as línguas dançavam em busca de mais.

Eles saíram da água e, na areia macia, a luxúria explodiu. Paulo a jogou sobre a toalha, e começou a devorá-la. Ele começou com lambidelas lentas, subindo pelas coxnas, passando pelo ventre, até chegar ao clitóris.

— Ahhh, Paulo! Isso... lambe meu clitóris, seu gostoso! — gritava Marta, arqueando as costas.

Paulo a devorou com luxúria, fazendo um oral delicioso, sugando o clitóris com intensidade enquanto as mãos "punhetavam" as mamas de Marta, apertando os mamilos firmes com força. Marta, em êxtase, puxou-o para um **69 de luxúria**. Enquanto Paulo sugava a buceta dela, Marta descia a cabeça e fazia um boquete delicioso, sugando cada centímetro da picha de Paulo, brincando com a glande, fazendo-o gemer de prazer.
— Eu quero sentir você dentro de mim, Paulo! No rabo, na buceta... tudo! — pedia ela, atrevidamente.

Paulo não hesitou. Ele a virou de costas, expondo o cuzinho rosado e apertado. Ele lambeu a fenda anal com luxúria, fazendo chupadas deliciosas no cuzinho dela, que estremecia a cada toque. Com um impulso de desejo, Paulo penetrou no **sexo anal profundo**.

— Ohhh, meu Deus! Que profundidade! — gritava Marta.

O sexo anal era intenso, um "mete e tira" constante e vigoroso. Paulo a possuía com força, sentindo a compressão do esfínter apertado. Ele mudou a posição rapidamente, own-se daquela buceta molhada, e penetrou a vagina com estocadas profundas e ritmadas. O som da carne batendo era a música daquela luxúria.

— Fode minha buceta, Paulo! Me fode com força! — gritava Marta, agarrando-se aos ombros dele.

Eles transitaram entre o anal e a vagina com uma fome insaciável. Paulo a possuía com luxúria, sentindo a clitóris dela roçar em sua pelve a cada estocada. O prazer era tanto que ambos chegaram ao ápice simultaneamente.
— EU VOU GOZAR! — gritou Paulo, sentindo a picha pulsar.

Houve uma explosão de prazer. Paulo gozou own-se com intensidade, inundando a buceta de Marta com um jato quente e espesso, enquanto ela gozava em ondas, contraindo a vagina ao redor dele em espasmos de puro êxtase.

Eles ficaram abraçados, exaustos e satisfeitos, sentindo o cheiro de sexo
O silêncio que se instalou no carro era denso, carregado por aquela eletricidade que ainda vibrava na pele de ambos. Paulo ligou o motor, mas não arrancou imediatamente. Ele olhou para Marta; ela estava recompondo o vestido, mas seus olhos, semicerrados e úmidos de prazer, não abandonavam os dele.

— Você é um perigo, Paulo — sussurrou ela, com a voz ainda rouca. — Um perigo delicioso.

Ele sorriu, sentindo-se invencível. Aquele sentimento de posse, de ter dominado a mulher que por anos foi um tabu, era a droga mais forte que já provara. Enquanto dirigiam de volta para a casa, a mente de Paulo não parava. Ele queria mais. Não queria que aquele verão fosse apenas um episódio passageiro de luxúria; queria que cada centímetro do corpo de Marta fosse seu território.

Ao chegarem, a casa estava mergulhada no silêncio da tarde. A luz do sol filtrava-se pelas cortinas de linho, criando sombras longas e convidativas no corredor. Assim que atravessaram a porta, a urgência retornou. Não houve palavras, apenas o som de respirações aceleradas e o atrito de tecidos sendo descartados com pressa.
Paulo a prensou contra a parede do hall de entrada. Seus beijos eram agora urgentes, quase violentes, movendo-se do pescoço para as mamas, que ele apertava com vontade, sentindo os mamilos rígidos sob sua língua. Marta soltou um gemido agudo, as pernas envolvendo a cintura dele, puxando-o para mais perto, querendo sentir a dureza de sua picha contra a sua intimidade já encharcada.

— Leva-me para o quarto, Paulo... agora! — ela ordenou, a voz carregada de desejo.

No quarto, a batalha de prazer recomeçou. Paulo a jogou sobre a cama, despindo-a completamente. Ele admirou a brancura de sua pele contrastando com a urgência de seus próprios movimentos. Ele a possuiu novamente, mas desta vez com uma lentidão torturante, saboreando cada gemido, cada contração daquelas paredes quentes e apertadas.

— Você sente isso? — ele sussurrou no ouvido dela enquanto a penetrava profundamente. — Sente como você pertence a mim agora?

Marta arqueou as costas, as unhas cravando-se nos ombros de Paulo, enquanto gritava de prazer. A entrega era total. Eles transitaram entre posições, explorando cada ângulo, cada fenda de prazer. Paulo explorou novamente o caminho do anal, sentindo a pressão deliciosa do esfínter de Marta apertar sua picha a cada estocada vigorosa.
— Ahh! Sim! Me fode assim! Me fode com tudo, Paulo! — gritava ela, em êxtase total.

O ritmo tornou-se frenético, um embate de corpos suados e pele quente. O som da carne batendo ecoava no quarto, ritmado pela respiração ofegante de ambos. A tensão subiu até o ponto de ruptura. Paulo sentiu o gozo iminente, uma onda elétrica que percorreu toda a sua coluna.

— EU VOU GOZAR! — ele rugiu, entregando-se ao ápice.

A explosão foi devastadora. Paulo descarregou jatos quentes e profundos dentro de Marta, enquanto ela atingia orgasmos múltiplos, contraindo-se violentamente ao redor dele. Eles desabaram um sobre o outro, exaustos, o coração batendo em uníssono, envoltos pelo cheiro inebriante de sexo e suor.

Naquele momento, Paulo sabia que nada voltaria a ser como antes. Ele não era mais apenas o "sobrinho" ou o "jovem da família". Ele era o homem que possuía Marta, e ela, a mulher que se entregava a ele sem reservas.

Foto 1 do Conto erotico: O Pecado Delicioso da Tia Marta

Foto 2 do Conto erotico: O Pecado Delicioso da Tia Marta

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Comentários


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klavfarbr Comentou em 04/09/2026

Sobrinho de sorte ter uma tia safada que dá por completo para ele💘💘💘




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Pecado Delicioso da Tia Marta

Codigo do conto:
271463

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
04/09/2026

Quant.de Votos:
6

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