Putaria em Família: O Gozo Sagrado de Três Mulheres



Putaria em Família: O Gozo Sagrado de Três Mulheres**

— Não mexe no ângulo da câmera, querido. Foca bem no clitóris da Mariana, que hoje ela está pedindo para ser devorada.

O marido de Aida, posicionado no tripé do quarto, apenas assentiu com um sorriso cúmplice, ajustando o foco do vídeo. Ele era o espectador privilegiado, o arquivista de um ritual que desafiava qualquer norma, mas que transbordava verdade.

Aida, Mariana e Fany estavam dispostas no centro da cama King Size, formando um triângulo de pele quente e desejo acumulado. O silêncio do quarto era preenchido apenas pelo som da respiração pesada e pelo estalido úmido de beijos que não tinham pressa.

— Vem cá, minha menina... — sussurrou Fany, a avó, puxando a neta para um beijo de língua profundo, lento, onde as salivares se misturavam em um fio prateado. — Sente como a vovó está querendo você hoje.

Mariana soltou um gemido baixo, sentindo as mãos de Aida, sua mãe, explorando seus seios com urgência. Aida não tinha pressa; ela chupava o mamilo da filha com uma voracidade luxuriosa, fazendo a jovem arquear as costas.
— Nossa, que delícia... — gemeu Mariana, a voz embargada. — Mãe, chupa mais forte, por favor... Ai, que tesão sentir a língua da vovó no meu pescoço enquanto você me devora.

O círculo se fechou. Elas se moveram organicamente, deslizando como serpentes. Aida se posicionou, abrindo as pernas para que Fany pudesse mergulhar sua língua no clitóris da filha. Enquanto isso, Aida se inclinava para trás, oferecendo a bunda para Mariana.

— Olha que buceta melada, Aida! — exclamou Mariana, deslizando a língua por todo o períneo da mãe, subindo com lambidelas lentas até atingir o cuzinho. — Está tão quente, tão convidativo... vou lamber cada dobrinha desse cu, mamãe.

— Lambe tudo, minha safada... lamber esse cu é o meu maior prazer — respondeu Aida, soltando um grito abafado quando a língua da filha encontrou o centro do seu prazer anal.

A luxúria escalou. O 69 aconteceu organicamente: Fany e Aida, em um encaixe perfeito de corpos, línguas trabalhando freneticamente nas bucetas onaswnas da outra, enquanto Mariana se revezava entre as duas, distribuindo beijos molhados e chupadas profundas em cada mamilo. O som de sucção e os gemidos de "está gostoso" e "estou quase lá" ecoavam pelo quarto.
— Agora eu quero sentir algo fundo... — pediu Fany, a voz rouca de desejo.

Aida pegou o vibrador de silicone preto, grosso e potente. Ela o ligou na potência máxima. O zumbido do aparelho misturou-se aos gemidos. Aida posicionou o vibrador na entrada do cuzinho de Fany e, com um impulso firme, empurrou fundo.

— Ahhh! Porra! — gritou Fany, jogando a cabeça para trás. — Mete mais, Aida! Enfia esse brinquedo todo no meu cu!

O movimento era constante: mete e tira, fundo e intenso. Aida não parava, massageando o clitóris da mãe com a outra mão enquanto o vibrador castigava o anal de Fany. Mariana, vendo a cena, não aguentou e mergulhou a língua na buceta de Aida, fazendo um oral delicioso e voraz, sugando o clitóris da mãe com uma força que a fazia tremer.

— Eu vou gozar! Eu vou gozar agora! — gritou Aida, sentindo o ápice chegar.

O orgasmo foi coletivo, uma explosão de fluidos e espasmos. Aida gozou fundo, sentindo o vibrador latejar dentro da mãe, enquanto Mariana sugava sua buceta até a última gota de prazer. Fany, em um espasmo violento, soltou um grito de libertação, sentindo o prazer anal transbordar para todo o corpo.
Elas ficaram ali, amontoadas, suadas e exaustas. O marido, desligando a câmera, apenas sorriu. Ele sabia que aquele amor, aquela putaria refinada e visceral, era a única coisa capaz de manter aquela família unida sob a mesma verdade.

O silêncio que se seguiu não era de vergonha, mas de saciedade. O ar do quarto estava pesado, saturado com o cheiro metálico de suor e a fragrância doce de fluidos femininos que agora adornavam os lençóis de seda. Aida ainda tremia, sentindo as contrações do orgasmo reverberando em sua pélvis, enquanto Mariana repousava a cabeça no peito da mãe, a respiração owna sincronizada.

— Olha só para vocês... — comentou o marido, aproximando-se da cama, mas mantendo a distância necessária para não quebrar a aura de intimidade das três. — A imagem ficou perfeita. A luz pegou exatamente o momento em que a Fany arqueou. Ficou visceral.

Fany, com os olhos semicerrados e um sorriso malicioso nos lábios, estendeu a mão para a filha.
— Não adianta só filmar, querido. Vem aqui ajudar a gente a limpar esse rastro de prazer.
O convite foi o gatilho para uma segunda onda de desejo, menos frenética, mas mais profunda. Aida deslizou para a beira da cama, expondo as coxas abertas e a buceta ainda pulsante e avermelhada. Ela pegou a mão do marido e a guiou até onde a humidade era mais intensa.

— Sente como eu ainda estou latejando, amor... — sussurrou Aida. — Sente o gosto do que a nossa filha fez comigo.

O marido não resistiu. Ele se ajoelhou diante delas, mergulhando o rosto naquela confusão de pernas e pele. Ele começou a lamber a junção entre a vagina e o ânus de Aida, enquanto Mariana, movida por um impulso de possessividade e luxúria, começou a massagear os testículos do pai, sentindo a urgência do membro dele contra sua coxa.

— Eu quero sentir você dentro de nós, pai... — murmurou Mariana, a voz carregada de malícia. — Quero que você preencha esse vazio que a vovó e a mamãe deixaram.
Fany, recuperando o fôlego, sentou-se e puxou a neta para o seu colo, beijando-a com a calma de quem conhece todos os segredos do corpo humano. Enquanto isso, o marido de Aida, agora completamente entregue, penetrava a esposa com estocadas lentas e profundas, enquanto a língua de Mariana explorava a entrada do colo do útero da avó, em um jogo de trocas que desafiava a biologia e celebrava a carne.

O quarto tornou-se um ecossistema de prazer, onde não havia hierarquia, apenas a necessidade mútua de ser tocada, possuída e devorada. O som da câmera sendo desligada foi substituído pelo som rítmico da carne batendo contra a carne, um metrônomo de putaria sagrada que ecoava pelas paredes, transformando aquele quarto em um templo onde o único pecado era a abstinência.
A exaustão finalmente começou a cobrar seu preço, mas o desejo, naquele ambiente, era como uma brasa que nunca se apagava completamente. O quarto, agora imerso em uma penumbra suave, parecia ter se tornado um refúgio isolado do resto do mundo, onde as leis da sociedade não tinham jurisdição.

Fany, com a sabedoria de quem já tinha explorado cada centímetro de prazer possível em sua vida, afastou-se suavemente do marido da filha, mas manteve Mariana presa ao seu corpo. Ela olhou para a neta e sorriu, um olhar que misturava ternura e uma luxúria ancestral.

— Sabe, minha querida... — começou Fany, a voz ainda rouca — a verdadeira entrega acontece quando a gente perde a noção de onde termina um corpo e começa o outro.

Aida, ainda recuperando o fôlego, sentiu a mão de Mariana deslizar por sua coxa, subindo lentamente até encontrar o clitóris, que ainda vibrava com a memória do orgasmo anterior. O toque da filha era preciso, quase cirúrgico, provocando novos espasmos que faziam Aida arquear as costas contra o colchão.

— Eu não aguento mais ficar só nos dedos — sussurrou Mariana, seus olhos brilhando com uma fome renovada. — Eu quero sentir algo sólido, algo que me preencha por completo.
Sem precisar de palavras, Aida buscou na gaveta do criado-mudo o kit que elas já haviam preparado. Não eram apenas brinquedos de silicone; eram instrumentos de exploração. Ela pegou um plug anal de vidro, frio e pesado, e o posicionou na entrada do cuzinho de Mariana. Com um empurrão lento e deliberado, ela o inseriu, sentindo a musculatura da filha se contrair e abraçar o objeto.

— Ahhh... isso... — gemeu Mariana, sentindo a pressão deliciosa expandindo seu interior.

Enquanto o vidro preenchia o anal de Mariana, Fany se posicionou atrás de Aida, usando seus dedos experientes para abrir a buceta da filha, preparando o caminho. O marido, agora em um papel de suporte e adoração, massageava os pés e as panturrilhas das três, mantendo o ciclo de prazer fluido e contínuo.

O ápice final veio não de um ato único, mas de uma sincronia perfeita. Elas se entrelaçaram novamente: Mariana recebendo o plug, Aida sendo devorada por Fany, e todas elas trocando beijos que sabiam a suor e luxúria. O som do vidro batendo contra a pele, o ritmo dos gemidos e a sensação de preenchimento total levaram as três a um estado de transe.
Quando o último espasmo as atingiu, elas desabaram em um emaranhado de membros e respirações ofegantes. O silêncio retornou, mas era um silêncio preenchido pela certeza de que, independentemente do que o mundo lá fora pensasse, ali, naquele quarto, elas haviam construído a única verdade que importava: a de que o amor, quando despido de preconceitos e revestido de putaria, torna-se sagrado

Foto 1 do Conto erotico: Putaria em Família: O Gozo Sagrado de Três Mulheres

Foto 2 do Conto erotico: Putaria em Família: O Gozo Sagrado de Três Mulheres

Foto 3 do Conto erotico: Putaria em Família: O Gozo Sagrado de Três Mulheres

Foto 4 do Conto erotico: Putaria em Família: O Gozo Sagrado de Três Mulheres

Foto 5 do Conto erotico: Putaria em Família: O Gozo Sagrado de Três Mulheres


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


271397 - O Segredo do Cuzinho do Meu Filho - Categoria: Travesti - Votos: 2
271384 - Foda-se a Família: O Despertar da Cunhada - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
271306 - História De Amor Entre Velhos Amigos/Como virei mulher do meu velho amigo. - Categoria: Bissexual - Votos: 2
271295 - O Segredo dos Lençóis: Entre o Sangue e o Prazer - Categoria: Incesto - Votos: 4
271280 - Comendo a Piroca do Papai: O Segredo Mais Gostoso da Casa - Categoria: Incesto - Votos: 5
271275 - Maré de Luxúria: O Segredo do Cruzeiro - Categoria: Incesto - Votos: 4
271246 - A minha Sorte de Ter Dois Novinhos Comendo a Minha Buceta - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
271207 - Comendo a Rola do Meu Pai: A gravidez Proibida na Fazenda - Categoria: Incesto - Votos: 4
271159 - A Porra da Sorte de Ter Três Gostosas** - Categoria: Heterosexual - Votos: 3
271138 - O Gosto do Pecado Adiado - Categoria: Confissão - Votos: 1
271122 - O Gozo daquela Vadia da Minha Mãe - Categoria: Incesto - Votos: 7
271118 - Comendo a Cunhada: O Despertar da Virgemzinha - Categoria: Confissão - Votos: 7
271091 - A velha safada : Engravidei minha avó - Categoria: Incesto - Votos: 8
271041 - fodendo a irmã novinha de 18 anos do melhor amigo - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
271034 - Foda de Primeira: O Despertar da Vina - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
271033 - A Aula Particular de Comer a Loirinha - Categoria: Confissão - Votos: 1
271018 - Comendo a Coroa: O Segredo Safado da Vizinha - Categoria: Confissão - Votos: 4
271016 - A Puta da Minha Mãe: Como Fodi a Elsa Até Ela Engravidar - Categoria: Incesto - Votos: 7
271010 - COMENDO A BUCETA DA VOVÓ: 15 DIAS DE PURA PUTARIA** - Categoria: Incesto - Votos: 3
270997 - A Puta Favorita do Filho: Comendo a Sara - Categoria: Incesto - Votos: 6
270995 - (Deliciosa Viúva)O Altar da Carne: A Herança do Desejo - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
270984 - Comendo o Rabinho da Minha Filha Safada - Categoria: Incesto - Votos: 10
270975 - O Vício nos Bucetões de Velha - Categoria: Fetiches - Votos: 6
270959 - A Puta da Professora e o Meu Pau Faminto - Categoria: Coroas - Votos: 3
270885 - O Porra do Meu Curso: Quando a Suzi Me Abriu o Cu e a Mente** - Categoria: Bissexual - Votos: 7
270834 - A Coroa Safada e o Pau do Segurança - Categoria: Fetiches - Votos: 7
270831 - Pecados em Família: O Banquete da Luxúria - Categoria: Confissão - Votos: 4
270829 - : O Pau delicioso do Meu Pai - Categoria: Incesto - Votos: 8
270827 - Prima Safada: O Gozo do Pecado - Categoria: Incesto - Votos: 2
270808 - A safada da Diretora e o Preço da Minha Diplomação - Categoria: Confissão - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Putaria em Família: O Gozo Sagrado de Três Mulheres

Codigo do conto:
271403

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/09/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
5