— "Se você continuar me olhando assim, Thiago, eu vou acabar esquecendo que você é meu filho e lembrar que você é o homem mais gostoso desse navio."
A frase de Camila veio como um sussurro quente no meu ouvido, enquanto dançávamos aquela música lenta sob a luz da lua. Eu conseguia sentir o calor do corpo dela prensado ao meu, e a pressão do meu pau, duro como pedra, roçando contra a bunda generosa dela a cada movimento. O perfume dela era uma mistura de mar e desejo.
Tudo tinha começado com aquele convite para o cruzeiro de casais. O plano era simples: fingir que éramos marido e mulher para que ela não perdesse a viagem. Mas a mentira logo se tornou a nossa realidade favorita. Nos primeiros dias, a tensão era insuportável. Eu a observava com aquele corpo de pecado, os peitos que pareciam melões prontos para serem apertados e aquela bunda que me deixava louco. Ela, por sua vez, não conseguia parar de notar que eu tinha um "monstro" na calça que assustava qualquer garota da minha idade, mas que a deixava fascinada.
Depois de algumas doses de bebida, a barreira caiu. Quando aquela mulher folgada disse que a área era "só para casais se pegarem", minha mãe não hesitou. Ela deslizou a mão para dentro da minha calça e começou a me punhetear ali mesmo, na frente de todo mundo, com um olhar de desafio e luxúria.
— "Tô dando uma mãozinha pro meu maridinho," ela disse, rindo, enquanto seus dedos apertavam meu pau com força.
Quando finalmente chegamos ao quarto, a porta mal bateu e o mundo lá fora deixou de existir. Eu a encostei na parede, a respiração ofegante.
— "Porra, Camila... você não tem noção do quanto eu quero comer você desde que a gente subiu nesse barco," eu rosnei, puxando-a pela cintura.
Ela soltou um gemido baixo, as pupilas dilatadas.
— "Então para de falar e faz, seu safado. Me fode, Thiago... me fode como se você não fosse meu filho."
Eu não perdi tempo. Comecei a beijá-la com fome, línguas se entrelaçando em um beijo voraz, molhado, que descia pelo pescoço até chegar nos peitos dela. Eu abri aquele vestido e ataquei aqueles melões, sugando os bicos, apertando as mamas com força, enquanto ela arqueava as costas e gritava:
— "Ai, caralho! Isso! Suga meus peitos, Thiago! Que delícia!"
ocando-a, sentindo ela estremecer por inteiro. Em seguida, nos posicionamos em um 69 luxurioso. Eu sentia a língua dela explorando cada centímetro do meu pau, enquanto eu me dedicava a lamber cada gota do seu prazer.
— "Engole tudo, Camila! Engole esse pau todo!" eu disse, enquanto ela fazia aquele boquete profundo, a garganta apertando minha rola, os olhos verdes me encarando com total luxúria.
Quando ela não aguentava mais, eu a virei de costas, empurrando-a contra a cama.
— "Eu quero sentir tudo, mãe. Quero te foder por todos os buracos."
Eu comecei pelo cu. Passei a língua no anel apertado e, com um empurrão lento e profundo, enterrei meu pau no cuzinho dela.
— "Ahhh! Porra! Tá muito apertado! Tá me rasgando!" ela gritou, mas o prazer era tanto que ela começou a rebolar, pedindo mais.
au naquele canal apertado e quente, sentindo a pressão deliciosa do seu intestino contra a minha glande.
— "Isso, Thiago! Me rasga no cu! Me fode com força!" ela gritava, a voz rouca, a cabeça jogada para trás, os cabelos espalhados pelo lençol.
Eu não aguentava mais a pressão do ânus. Com um movimento bruto, eu a puxei para fora daquela posição e a virei de frente para mim, mas mantive as pernas dela abertas e elevadas, quase tocando as orelhas. Eu olhei para aquela xereca pulsando, encharcada de desejo, e sem aviso, enterrei todo o meu comprimento ali.
— "AAAHHH!" ela soltou um grito agudo que foi abafado pelo meu beijo.
Eu comecei a socar fundo, sentindo o clitóris dela bater contra a base do meu pau a cada investida. Era uma sensação visceral. Eu a apertava pelos seios, amassando aqueles melões enquanto eu a possuía com violência e entrega. A cada estocada, eu sentia que ela apertava mais, as paredes vaginais sugando meu pau como se quisessem me devorar por inteiro.
— "Você é meu, Thiago... esse pau é meu!" ela gemia, as unhas cravando nas minhas costas, deixando marcas vermelhas que ardiam de prazer.
— "Toma tudo, Camila! Sente o meu leite!"
Eu dei um último empurrão forte e descarreguei todo o meu gozo quente e espesso dentro dela, sentindo cada pulsação do meu pau disparando jatos de sêmen nas profundezas daquela mulher. Nós ficamos ali, colados, os corações batendo no mesmo ritmo frenético, o suor misturando nossos corpos enquanto o silêncio do quarto era preenchido apenas pela nossa respiração ofegante.
Ela relaxou lentamente, mas manteve as pernas abertas, sentindo o meu pau ainda duro pulsar dentro dela. Ela sorriu, um sorriso malicioso e satisfeito, e sussurrou:
— "Acho que a gente vai precisar de mais algumas noites nesse navio... porque eu ainda estou com fome de você."
deslizei a mão por baixo daquela tira de pano que cobria a bunda dela. Quando meus dedos encontraram a entrada da sua xereca, já completamente encharcada, ela soltou um gemido que ecoou pelo deck silencioso.
— "Aqui, Thiago? No aberto?" ela sussurrou, embora seu corpo já estivesse se arqueando para me receber.
— "Exatamente aqui. Quero que o vento sinta o cheiro do nosso sexo," eu respondi, puxando-a para cima, colando as costas dela no meu peito.
Eu a virei de lado, deixando que ela se apoiasse na borda da piscina, com a bunda empinada para mim. Eu não perdi tempo. Empurrei a calcinha para baixo e, com um movimento decidido, enterrei meu pau nela, sentindo a água da piscina respingar em nossas pernas enquanto eu a possuía com vigor. O contraste da água fria com o calor abrasador de nossos corpos tornava tudo mais intenso. A cada estocada, o som do impacto da minha pélvis contra a dela era o único ritmo que importava. Ela gemia alto, sem se importar com quem pudesse ouvir, gritando meu nome e pedindo para eu não parar, para eu a levar ao limite.
Camila encostou a cabeça no meu ombro, com um olhar perdido no mar, mas com um sorriso satisfeito nos lábios.
— "Sabe, Thiago... eu achei que esse navio serviria para nos afastar da rotina," ela disse, deslizando a mão lentamente pelo meu abdômen até tocar a base do meu pau, que já começava a acordar. "Mas acho que a gente acabou de criar uma rotina nova. Uma rotina onde a gente não consegue mais viver sem sentir o corpo um do outro."
Eu a puxei para trás, sentindo a maciez de suas costas e a firmeza de sua bunda contra mim, sabendo que, embora a viagem estivesse acabando, a nossa fome estava apenas começando. O navio estava ancorando, mas a maré de luxúria que nos envolveu ainda estava longe de baixar.




