"Eu sei que você entra aqui quando eu não estou."
A frase ecoou pela sala, mas não foi dita com raiva. Foi dita com um sorriso malicioso, enquanto Marina se apoiava no batente da porta, usando apenas uma legging cinza que moldava cada curva de sua bunda, deixando claro que ela não usava calcinha.
Eu gelei. O coração batia na garganta. Durante três anos, eu havia sido o espectador invisível daquela casa, o voyeur que roubava cheiros em lingeries e que se masturbava ao som dos gemidos que, antigamente, eram destinados ao meu irmão. Mas agora, com meu irmão a milhares de quilômetros de distância, o silêncio da casa era preenchido apenas pela nossa tensão elétrica.
— O que... o que você quer dizer com isso? — tentei fingir, mas minha voz saiu rouca.
— Eu sinto o cheiro do seu gozo nas minhas coisas, moleque. E eu sei que você me olha. Eu sinto seus olhos na minha bunda toda vez que eu me abaixo para pegar algo. — Ela soltou uma risada baixa e provocante. — Você acha que eu não gosto? Eu adoro saber que você está louco por mim.
Não precisou de mais nada. Eu a agarrei pela cintura, puxando-a com força contra mim. Nossos lábios se encontraram em um beijo de línguas voraz, desesperado, como se estivéssemos tentando devorar um ao outro. Era um beijo sujo, carregado de anos de repressão.
— Eu quero você agora... porra, eu quero tanto você — rosnei, enquanto minhas mãos apertavam aqueles seios fartos por cima da legging.
— Então tira essa roupa logo, seu safado — ela sussurrou, mordendo meu lábio inferior.
dando lambidas profundas e provocantes, sentindo a contração do esfíncter.
— Agora é minha vez — ela disse, sentando-se sobre mim.
Ela me guiou para um 69 luxurioso, onde nossas bocas trabalhavam em sincronia. O boquete era delicioso, ela sugava cada centímetro do meu pau com uma vontade insaciável, enquanto eu me dedicava a lamber cada gota de seu prazer.
Quando não aguentamos mais a espera, eu a virei de quatro. A imagem que eu tanto desejei nas fotos agora era real. A bunda empinada, branca e perfeita. Sem preliminares demoradas, deslizei a saliva e a penetrei.
— Ahhh! Que profundidade... que força! — ela gritou, enterrando o rosto no travesseiro.
Foi um sexo intenso, visceral. Eu a metia e tirava com força, alternando entre a buceta e o cuzinho, sentindo a pressão deliciosa do sexo anal profundo. Cada estocada era acompanhada de um palavrão excitante, de frases sujas que alimentavam nossa luxúria.
— Você é minha, Marina! Minha cunhada gostosa! — eu gritava, enquanto ela gritava de volta, pedindo mais, pedindo que eu a rasgasse ao meio.
O ritmo tornou-se frenético. O som da carne batendo contra a carne ecoava pelo quarto. No ápice, nós dois desabamos em gozadas violentas e prolongadas, isfação de ter finalmente possuído a mulher que era meu sonho proibido. Mas a realidade bateu à porta quando o celular dela, em cima do criado-mudo, vibrou. Era uma mensagem do meu irmão.
Marina olhou para a tela e depois para mim, soltando uma risadinha maliciosa. Ela não desligou o aparelho; em vez disso, pegou o celular e começou a digitar algo, enquanto deslizava a mão delicadamente para baixo, tocando meu membro que ainda pulsava, começando a despertar novamente.
— O que você está fazendo? — perguntei, sentindo um frio na espinha misturado com excitação.
— Avisando que estou com saudade... — ela sussurrou, encostando os lábios no meu ouvido enquanto sua mão apertava meu pau com força. — Mas a saudade é melhor saciada com alguém que está aqui presente, não acha?
em aqui — ela ordenou. — Quero ver no espelho o que você vai fazer com a minha bunda agora que não precisa mais se esconder nas sombras.
Eu não precisei de um segundo convite. Aproximei-me dela, agarrando seus quadris e colando meu peito nas suas costas. Olhei para o reflexo: a imagem do "cunhado certinho" tinha desaparecido, dando lugar a um homem dominado pelo desejo.
Eu a levantei do chão, prendendo-a contra o vidro frio do espelho. O contraste do frio do vidro com o calor dos nossos corpos era eletrizante. Eu a penetrei novamente, desta vez por trás, com estocadas curtas e profundas, enquanto ela olhava para os próprios olhos no reflexo, vendo a expressão de luxúria e a marca da minha posse em seu corpo.
— Isso... me fodeu no espelho... quero ver como você me usa... — ela gemia, a voz embargada.
apenas sobre sexo; era sobre poder, sobre quebrar tabus e sobre a adrenalina de saber que estávamos jogando um jogo perigoso. A cada estocada, eu sentia que não estava apenas possuindo a Marina, mas reivindicando um território que, por direito de desejo, agora me pertencia.
Quando terminamos a segunda rodada, exaustos e satisfeitos, Marina se aninhou no meu peito. Ela fechou os olhos e suspirou.
— Amanhã, quando ele ligar para saber como estamos... eu vou fingir que tudo está normal. Mas toda vez que você me olhar na mesa de jantar, eu quero que você lembre exatamente de como a minha buceta aperta o seu pau.
Ela beijou meu ombro e se levantou para ir ao banho, deixando para trás a promessa de que aquele "despertar" era apenas o começo de um vício do qual nenhum de nós dois queria se curar.



