"Cala a boca e goza logo, Larissa! Goza pro papai ver!"
Essa frase ecoava na minha mente enquanto eu sentia o zumbido do vibrador contra a minha parede vaginal. Eu estava ali, nua da cintura para baixo, com os olhos fechados, perdida no prazer, quando a porta do meu quarto — que eu, por um descuido fatal, tinha esquecido aberta — rangeu. Abri os olhos e dei de cara com meu pai. Ele estava parado, imóvel, me devorando com os olhos enquanto eu tentava, desesperadamente, me esconder sob um travesseiro.
O clima na casa estava estranho. Minha mãe tinha separado do meu pai após uma briga feia e ido viver para a casa dos meus avós. Eu, com dezessete anos, fiquei com ele. E naquele momento, enquanto o vibrador continuava a zumbir sob o travesseiro, o mundo pareceu parar.
ar o brinquedo, é? — ele perguntou, com um brilho de luxúria nos olhos.
Ele não esperou resposta. Puxou meu short e minha calcinha de uma vez, expondo minha bucetinha latejando de tesão. Ele ligou o vibrador, passou o aparelho na minha portinha, me deixando louca, e então, jogou o brinquedo de lado.
— Que bucetinha linda, que delícia de xoxota... — ele murmurou, antes de mergulhar o rosto entre as minhas pernas.
Senti a língua dele, quente e experta, lambendo meu clitóris com uma vontade absurda. Ele chupava meus lábios vaginais, mordiscando com luxúria, enquanto eu arqueava as costas, gritando de prazer. Eu gozei ownamente, jorrando todo o meu mel no rosto dele.
Quando ele se levantou e abaixou a bermuda, eu vi: um pauzão roliço, grosso e latejando. Eu estava paralisada.
— Papai... o que você vai fazer? — perguntei, com a voz embargada.
— Vou te encher, Larissa. Vou te dar o que você quer.
Ele subiu na cama e, com uma estocada lenta e profunda, preencheu todo o meu vazio.
— Aaaaaiiii! — eu gritei, sentindo cada centímetro daquele pau me alargando.
— Gostoso, né? Sente o pau do papai socando tudo! — ele exclamou, começando a meter com força, num ritmo frenético que me fazia tremer inteira. A cada estocada, a gente se beijava com línguas entrelaçadas, um beijo sujo e faminto.
Nos dias seguintes, a casa virou nosso playground. A gente fazia 69 na cama, eu sugando aquele cacete duro como pedra enquanto ele devorava minha buceta. Eu adorava fazer boquete nele, sentindo a cabeça do pau batendo no fundo da minha garganta, enquanto ele segurava minha cabeça com força.
Um dia, na sala, ele me colocou de quatro.
— Agora eu vou comer esse seu cuzinho, filha! — ele avisou.
Sem dó nem piedade, ele Olha pra mim... olha como o papai tá te rasgando! — ele exclamou, acelerando o ritmo.
Eu não conseguia nem falar, apenas gemia alto, sentindo meu clitóris roçar no tecido do sofá a cada movimento, o que me levou a um orgasmo anal devastador. Eu sentia as paredes do meu intestino contraírem ownamente ao redor do pau dele, e isso o deixou louco.
— Puta que pariu, que aperto! Vou gozar agora! — ele gritou, dando três estocadas brutais, enterrando o pau até a base, e então descarregou todo o seu leite quente e espesso dentro do meu rabo.
Eu senti a pulsação do pau dele diminuindo dentro de mim enquanto ele desabava sobre o meu corpo, suado e ofegante. Ficamos ali por alguns minutos, em silêncio, apenas ouvindo a respiração pesada um do outro, sabendo que não havia mais volta.
barriga e, logo depois, me abrir com aquele pauzão, sentindo que estava plantando a semente dele no lugar mais proibido do mundo.
Hoje, meu filho já tem quase dois anos. Um menino lindo, a cara dele, que todos na família elogiam a semelhança. Continuo solteira, a "mãe guerreira", enquanto, nos bastidores, vivo a fantasia mais excitante da minha vida.
Ontem à noite, enquanto o pequeno dormia no quarto ao lado, o silêncio da casa foi quebrado pelo som da porta da cozinha fechando. Eu estava encostada na pia, com um vestido curto e sem calcinha, sentindo a brisa do ventilador bater na minha xoxota latejante.
Ahhh! Papai! — eu gritei, abafando o som com a mão na própria boca para não acordar o filho.
Ele começou a me socar com vontade, num ritmo animal, fazendo a bancada de granito ranger. A cada estocada profunda, ele sussurrava no meu ouvido coisas sujas, me lembrando que aquele menino que dormia ao lado era fruto daquela putaria, do prazer proibido de nos vermos como homem e mulher, e não apenas como pai e filha.
— Você é a minha putinha favorita, Larissa... — ele rosnava, enquanto apertava meus seios com força, me fazendo gozar em ondas enquanto sentia o pau dele batendo no fundo do meu útero.
O risco de sermos flagrados agora era menor, mas a adrenalina de saber que aquele segredo nos une de forma irreversível tornava cada transa mais intensa. Quando ele finalmente descarregou tudo dentro de mim, senti meu corpo relaxar enquanto ele beijava meu pescoço, possessivo, dono de cada centímetro do meu prazer.




