— Eu não consigo dormir sozinha... por favor, deixa eu ficar — ela respondeu com a voz embargada, mas, enquanto se aninhava, senti que ela não buscava apenas proteção, mas algo que nenhum dos dois ousava nomear.
Aquelas primeiras noites foram de uma tortura deliciosa. O roçar dos tecidos, a pressão do meu pau latejante contra a curva macia da sua bunda, a umidade discreta que começava a marcar nossas roupas. O que começou como um refúgio contra o medo transformou-se em um altar de luxúria.
Certa noite, o silêncio do quarto foi quebrado por um suspiro longo da Beth. Ela não estava mais fingindo dormir. Eu deslizei a mão por baixo da blusa dela, sentindo a pele acetinada.
— O que você está fazendo? — ela perguntou, mas a voz não era de raiva; era um convite.
— Estou sentindo o quanto você é linda, Beth. Me deixa tocar em você... por favor.
Ela soltou um gemido baixo e arqueou as costas, pressionando os mamilos contra a minha palma. Eu comecei a brincar com eles, girando-os com a ponta dos dedos, sentindo-os endurecerem como pequenas pérolas sob o meu toque.
— Ah... continua... não para — ela murmurou, a respiração ficando pesada.
Eu não aguentei. Inclinei-me e capturei seus lábios em um beijo de língua profundo, explorando cada canto de sua boca com uma fome acumulada por anos. Era um beijo úmido, urgente, onde nossas línguas se entrelaçavam em uma dança de desejo proibido. Enquanto a beijava, minha mão desceu para a calcinha dela, encontrando a fenda completamente encharcada.
Nesse momento, a barreira final caiu. Nós nos despimos com pressa, a pele encontrando a pele em um choque elétrico. Eu a tomei nos braços e, antes de qualquer penetração, decidi explorar cada centímetro dela. Desci com os lábios pelo seu pescoço, mamando em seus seios com voracidade, sugando os mamilos até ela soltar gritos abafados no travesseiro.
— Agora... agora faz aquele carinho que eu senti nos sonhos — ela pediu, abrindo as coxas.
Eu mergulhei meu rosto na buceta dela. A lambidela foi lenta, profunda, subindo e descendo pela racha molhada até encontrar o clitóris pulsante. Usei a língua com precisão, sugando o grãozinho de prazer enquanto meus dedos penetravam suavemente o canal apertado. Beth delirava, as mãos enterradas nos meus cabelos, empurrando meu rosto contra ela.
— Sim! Assim! Oh meu Deus, continua sugando! — ela gritava baixinho para não acordar nossa mãe.
Eu a coloquei de quatro, a bunda empinada, expondo toda a sua feminilidade. Com a cabeça do pau lubrificada pelos nossos sucos, comecei a penetração. Primeiro na buceta, sentindo a resistência do hímen que se rendeu a um prazer intenso.
— Ahhh! Está tão grande... preenche tudo! — ela gemia, enquanto eu a fodia com estocadas profundas, o som da carne batendo na carne ecoando no quarto.
Mas o desejo pedia mais. Deslizei meu pau para a entrada estreita çóis com força enquanto eu empurrava lentamente, sentindo a pressão deliciosa daquele anel muscular tentando me expulsar, mas cedendo ao meu ritmo.
— Ai... dói um pouquinho... mas é tão bom... — ela sussurrou, a voz trêmula, enquanto eu deslizava centímetro a centímetro para dentro dela.
Eu parei por um momento, beijando a nuca dela, sentindo o cheiro de suor e desejo que emanava de sua pele. Esperei que ela relaxasse, sentindo-a pulsar ao redor do meu pau. Quando ela arqueou as costas, pedindo por mais, eu dei a primeira estocada completa no seu cu.
Beth soltou um gemido longo e visceral, um som que misturava surpresa e êxtase. O aperto era surreal, como se ela estivesse tentando me sugar para dentro de si. Comecei a foder aquele canal estreito com movimentos lentos e profundos, sentindo a fricção quente e úmida. A cada estocada, eu sentia a parede interna dela contraindo, apertando meu membro de forma quase insuportável.
— Você é perfeita, Beth... tão apertadinha... — eu rosnava, acelerando o ritmo.
velocidade, as estocadas tornando-se frenéticas, sentindo que eu também estava no limite. O ápice chegou como uma explosão. Beth teve um orgasmo violento, as paredes do rabo e da buceta contraindo-se em espasmos que me sugaram completamente.
Senti o calor subir e, com um último impulso profundo, gozei dentro dela, sentindo cada gota do meu sêmen preencher aquele espaço proibido e sagrado.
Ficamos ali, ofegantes, unidos pelo suor e pelo pecado, enquanto o silêncio do quarto voltava a reinar, agora preenchido apenas pelo som de nossos corações batendo em sincronia. O segredo estava selado nos lençóis, e nenhum de nós queria que ele fosse revelado.
Aquele silêncio que se seguia ao orgasmo era o único momento em que a realidade tentava nos alcançar, mas nós a mantínhamos à distância com a pele colada. O suor secava frio em nossos corpos, mas o calor interno, aquele fogo que consumia a genética e a moral, permanecia aceso.
apenas a curiosidade do proibido, mas uma necessidade biológica. Eu conhecia cada curva dela, e ela conhecia cada fraqueza minha. Nossas sessões de prazer tornaram-se laboratoriais; experimentávamos cada orifício, cada zona erógena, explorando a anatomia um do outro com a precisão de quem sabe que aquele corpo é, em essência, o reflexo do seu próprio.
— Você sente isso? — ela perguntava, enquanto eu a prensava contra a parede do corredor, minha mão apertando sua coxa com força. — Sinto que somos a mesma pessoa, dividida em dois corpos.
— Então somos um só, Beth. Sempre fomos — eu respondia, antes de mergulhar meu rosto entre suas pernas, sentindo o perfume doce e ferroso da sua excitação.
Com o tempo, a casa tornou-se pequena demais para o tamanho do nosso segredo. A tensão de fingir ser "apenas irmãos" começou a nos sufocar. Foi então que decidimos que a mentira para o mundo era menos dolorosa do que a mentira para nós mesmos.
Hoje vivemos juntos como marido e mulher.
O sexo entre nós não perdeu a urgência; pelo contrário, tornou-se mais profundo. Agora, sem a pressa de esconder os gemidos da nossa mãe, entregamo-nos a horas de exploração. Eu a tomo em todas as posições, sentindo a entrega total de quem não tem mais nada a esconder. O prazer de saber que ela é minha, de corpo e alma, de sangue e desejo, é a droga mais potente que já provei.
Estamos com a séria intenção de adotar um casal de filhos. Queremos dar a eles o amor que nós tivemos que esconder para cultivar.
Muitos diriam que nossa união é uma anomalia, que nossos corpos carregam a marca de um erro. Mas, ao olhar para Beth enquanto ela dorme ao meu lado, com a pele ainda marcada pelas minhas mãos e o lençol ensopado do nosso último encontro, eu sorrio.
Não nos sentimos sujos pelo fato de havermos cometido o incesto, pois preferimos pensar que o nosso amor é superior a isso tudo. O mundo chama de pecado; nós chamamos de perfeição.




