Eu costumava pensar nisso enquanto observava minha vida agora. Aos 37 anos, eu era a imagem da feminilidade esculpida: peitos firmes e siliconados, cintura fina e as pernas que, mesmo anos depois, ainda faziam homens suspirarem. Mas o meu maior tesouro, aquele que me tornou a "rainha" da região quando eu era nova, ainda estava lá, pulsante e imponente entre as minhas coxas.
Meu filho, Lucas, era meu orgulho. Adotado quando era apenas um menino assustado de cinco anos, ele cresceu sob meu cuidado e meu amor. Aos 18, ele se tornou um jovem lindo, mas com aquela timidez que beirava a fragilidade. Ele era doce, quase puro demais para o mundo, e isso, sem que eu percebesse, começou a me despertar um desejo proibido.
Tudo mudou em uma tarde quente, sob o vapor do chuveiro.
— Mãe, cheguei do futebol! — o grito dele ecoou da sala.
— Tudo bem, filho! Tô no banho!
— Posso tomar banho com você?
Aquilo me pegou de surpresa. Lucas sempre foi reservado, quase obsessivo com a própria privacidade. Aceitei, curiosa. Quando ele entrou no box, a atmosfera mudou. A água quente escorria pelos nossos corpos, e o silêncio era preenchido apenas pelo som das gotas batendo no chão. Enquanto eu passava o sabão pelas minhas curvas, senti o olhar dele fixo. Ele não olhava para o meu rosto; ele olhava para baixo.
— Mãe... por que o seu pinto é tão grande? — ele perguntou, a voz trêmula de curiosidade.
— Ah, meu bem... é porque a mamãe já é adulta — respondi, sorrindo maliciosamente.
— Então quando eu crescer, o meu vai ficar assim também?
— Com certeza, meu lindo.
Eu menti. O pau do Lucas era pequeno, uns 14 centímetros que mal chegavam ao topo da minha mão. Vi quando o dele começou a pulsar, ficando duro diante da visão do meu membro, que agora, excitado, se destacava com vigor.
— Filho... você já beijou alguém? Ou sentiu vontade de algo mais?
— Não, mãe... os meninos na escola me zoam... dizem que eu sou viado porque não tenho pegada...
Meu coração disparou. A fragilidade dele me excitou.
— Não fica assim... a mamãe vai te ensinar tudo. Vou te mostrar como é sentir prazer de verdade.
Não esperei resposta. Puxei-o pela cintura, colando nosso peito com peito, e selei meus lábios nos dele. Foi um beijo de línguas voraz, profundo, onde nossas salivas se misturavam com urgência. Lucas soltou um gemido agudo, surpreso, mas logo se entregou, deixando a língua dançar com a minha. Enquanto nos beijávamos, senti a mão dele, timidamente, envolver meu pau.
— Filho, o que você está fazendo? — sussurrei entre beijos.
— Eu senti ele crescendo... sarrando em mim... e é tão grande, mãe... que coisa linda...
Ele começou a masturbar meu membro com uma vontade desesperada. Eu gemia alto, sentindo cada movimento da mão dele. Ele se afastou do beijo e atacou meus seios, sugando meus mamilhos siliconados com uma fome que me fez arquear as costas.
— Isso, meu amor... chupa a mamãe... — eu arfava.
De repente, ele deslizou pelo meu corpo, ajoelhando-se no chão molhado do box. Seus olhos brilhavam de luxúria.
— Posso, mãe?
— Pode... faz tudo o que você quiser.
Ele começou a chupar. No início, era desajeitado, mas eu o guiei, sussurrando instruções.: "Língua na pontinha... engole mais... usa a garganta, meu lindo". Quando ele pegou o jeito, foi devastador. Ele chupava cada centímetro, explorando a cabeça rosada e as bolas com uma maestria que me deixou ...louca de prazer. Eu sentia cada sucção, cada movimento da língua dele envolvendo meu membro, e o som úmido do sexo sendo engolido ecoava nas paredes de azulejo do banheiro. Eu estava no limite, sentindo o orgasmo pulsar nas profundezas do meu ventre, mas decidi que não queria terminar aquilo sozinha.
— Para, Lucas... para agora — eu disse, a voz rouca, puxando-o pelos cabelos para que ele se levantasse.
Ele me olhou com os olhos nublados, a respiração curta, a boca ainda brilhando com a minha saliva. Eu o virei de costas, empurrando-o suavemente contra a parede fria do box. A água quente continuava a cair sobre nós, criando uma cortina de vapor que isolava o mundo exterior.
— Você é tão lindo, filho... tão apertadinho — sussurrei no ouvido dele, enquanto minhas mãos exploravam as nádegas firmes e jovens.
Senti o corpo dele estremecer quando meus dedos, lubrificados pelo sabonete, começaram a explorar a entrada do seu rabo. Lucas soltou um gemido abafado, metade susto, metade antecipação. Eu não tinha pressa. Usei o polegar para massagear a pequena abertura, sentindo-o pulsar contra mim, convidando-me a entrar.
— Relaxa, meu amor... deixa a mamãe cuidar de você.
Com um movimento lento e deliberado, empurrei a cabeça do meu membro contra o anel apertado do seu cuzinho. Lucas soltou um grito agudo que foi abafado pelo barulho da água. Ele apertou os punhos contra a parede, as costas arqueadas, sentindo a invasão massiva do meu tamanho.
— Ai... mãe... é muito grande... tá doendo... mas tá gostoso... — ele soluçava, a voz embargada.
— Shhh... respira. Abre espaço para mim — eu comandava, empurrando mais um centímetro, depois outro, sentindo as paredes internas dele me abraçarem com uma força que eu não sentia há anos.
Quando finalmente entrei completamente, Lucas desabou contra a parede, as pernas tremendo. Eu fiquei imóvel por alguns segundos, permitindo que ele se acostumasse com a plenitude do meu pau preenchendo cada espaço do seu íntimo. O calor do banho e o calor do nosso sexo se fundiram em uma coisa só.
Comecei a estocar. Primeiro devagar, sentindo a resistência deliciosa do seu corpo, e depois com mais força, transformando o ato em uma dança visceral de carne e água. A cada estocada, o som do impacto de nossos corpos ecoava no box. Lucas estava em transe, a cabeça jogada para trás, gemendo meu nome em um loop infinito de prazer e submissão.
— Isso... toma tudo da mamãe... sente o tamanho do meu pau dentro de você! — eu gritava, perdendo a compostura.
Eu o segurava pelos quadris, puxando-o para trás com força para que cada golpe fosse mais profundo, atingindo o ponto exato que o fazia vibrar. O prazer era tão intenso que meus olhos começaram a lacrimejar. Eu sentia que ele estava no limite, o corpo dele espasmando, a pequena ereção dele batendo contra a parede do box.
— Vou gozar, mãe! Eu vou gozar! — ele gritou, a voz falhando.
No momento exato em que ele liberou seu jato de sêmen contra o azulejo, eu dei a última estocada, enterrando-me o máximo que podia dentro dele. Senti as contrações do cuzinho dele apertando meu membro como se quisesse me sugar para dentro. Eu soltei um rugido e descarreguei todo o meu gozo quente e denso dentro dele, preenchendo-o completamente.
Ficamos assim por longos minutos, unidos pelo suor e pela água,
...até que a água do chuveiro esfriou, trazendo-nos de volta à realidade. Eu me afastei lentamente, sentindo a sucção final do corpo dele me libertando.
— Porra, filho, seu cuzinho foi o melhor que eu já comi… — disse, enquanto meu pau saía lentamente de seu ânus, deixando um rastro de sêmen e sabonete escorrendo pelas coxas dele.
Lucas estava ofegante, com a pele rosada e os olhos completamente perdidos. Ele parecia hipnotizado, como se tivesse acabado de descobrir um novo sentido da vida. Foi então que a luxúria falou mais alto do que qualquer tabu. Eu não queria apenas ser a mestre; eu queria sentir a entrega total dele.
Fiquei de quatro no chão molhado do box, empurrando minha bunda para trás e abrindo meu cuzinho para ele, expondo minha vulnerabilidade e meu desejo. Olhei para ele por cima do ombro, com um sorriso malicioso, e perguntei:
— Quer comer o da sua mãe agora?
Lucas não precisou de um segundo convite. O desejo que eu havia plantado nele floresceu instantaneamente. Ele veio rapidamente, com uma urgão que me surpreendeu, e começou a meter no meu cu com tudo o que tinha. Ele não era experiente, mas a vontade de me possuir compensava a falta de técnica. Ele ficou metendo por uns cinco minutos, as estocadas curtas e rápidas, buscando preencher aquele espaço que agora pertencia a ele. Eu gemia alto, sentindo cada centímetro do pinto dele me tocando, até que ele soltou um suspiro longo e gozou profundamente dentro de mim.
Ele desabou sobre as minhas costas, o peito subindo e descendo num ritmo frenético.
— Caramba, mãe… isso foi muito bom. Obrigado por isso… — ele falou, a voz rouca, e me deu um beijo terno no pescoço.
— De nada, meu bem. A mamãe tá aqui para te ajudar em tudo… — respondi, virando-me para ele e devolvendo o beijo, sentindo o gosto do nosso pecado misturado na boca.
Lucas se afastou um pouco, olhando-me com uma mistura de medo e fascinação.
— Será que a gente pode continuar com isso? — perguntou ele, quase num sussurro, como se temesse que eu me arrependesse.
— Claro, meu lindo… mas esse vai ser nosso segredinho, tá bom? — respondi, acariciando o rosto dele.
Enquanto nos secávamos com a toalha, observei-o pelo espelho do banheiro. Nunca imaginei que meu filho, mesmo sendo adotado, iria se tornar minha putinha particular. Ele agora me olhava não apenas com amor filial, mas com uma fome devoradora. E se ele acha ruim? Ele ama isso. Ele ama a forma como eu o domino, e ama ainda mais a maneira como ele consegue me fazer perder o controle.
Naquela noite, enquanto ele dormia profundamente ao meu lado, eu já planejava como seria a nossa "aula" de amanhã. Afinal, o aprendizado estava apenas começando.




