A Aluna Safada: A Pica do Professor



A Aluna Safada: A Pica do Professor

A primeira coisa que notei naquelas câmeras não foi a mão dela deslizando o papel para dentro do armário, mas a confiança no passo. Lívia não estava apenas entregando um bilhete; ela estava marcando território. Quando finalmente a encurralei naquela salinha de máquinas velhas da enfermagem, o cheiro de baunilha dela misturado com o ambiente estéril criou um contraste hipnotizante.

— Ah, só agora você descobriu? — Ela disse, aquele sorriso de quem sabe que tem o controle. — Fico te encarando o tempo todo, professor. Achei que fosse mais inteligente.

Eu não aguentei. Aproximei meu rosto do dela, sentindo a respiração quente. Quando tentei tocar sua bunda, ela me parou com um movimento brusco, agarrando meu pau por cima da calça, mas mantendo-o longe de seu corpo. Aquele jogo de "quero mas não te dou" me deixou louco.

Quando chegamos ao apartamento dela, a tensão era quase sólida. No elevador, o beijo foi visceral. Línguas que se buscavam com fome, mordidas na boca que faziam a gente gemer. Eu sentia a bunda dela empinando contra mim enquanto ela sussurrava: "O porteiro quer me comer, mas hoje quem manda em mim é você... se você for homem o suficiente.
No quarto, o cenário estava montado: algemas. Ela me jogou na cama com uma autoridade que me excitou violentamente. Enquanto ela me prendia, a visão era divina. Ela deslizou o sobretudo, revelando a lingerie preta rendada que mal continha seus seios médios e firmes. Ela se ajoelhou entre minhas pernas, tirou minha calça e, com um olhar luxurioso, lambeu meu pau da base até a glande, fazendo-me arquear as costas.

— Gostou, professor? Agora você é meu brinquedinho — ela riu, sentando com toda a suaquela bunda carnuda na minha cara.

Eu estava imerso no paraíso. Mergulhei minha língua na fenda dela, alternando entre o clitóris pulsante e a entrada do cuzinho, lambendo cada dobra com luxúria. Ela gemia alto, rebolando devagar, sufocando-me com a carne enquanto fazia a punheta mais fenomenal da minha vida.

— Não goza ainda, seu safado! — Ela comandou, sentindo meu pau latejar. — Você só vai gozar quando eu quiser.

Ela se levantou por um segundo, deu um tapa na minha bochecha e voltou a sentar, mas agora com a boceta exatamente em cima do meu pau. Ela começou a cavalgar, subindo e descendo, alternando com movimentos circulares que faziam a gente deslizar no próprio suor. Eu gritava, xingava, implorava para ser solto.
— Me solta, sua puta! Vou te botar de quatro e arrombar essa boceta! — Eu rugia.

Ela sorriu, gozou violentamente em cima de mim e, finalmente, abriu as algemas. O jogo mudou. Eu a virei de bruços na cama, a bunda empinada como um convite ao pecado. Enfiei meu pau nela com tudo, sem pressa, sentindo a pressão deliciosa das paredes dela.

— Ai caralho, mete na tua putinha! Enfia tudo bem fundo! — Ela gritava.

— Enfio fundo se eu quiser, vadia! Agora quem manda aqui sou eu! — Eu disse, tirando-a da cama e colando-a contra a parede.

Segurei sua cintura com força, dei dois tapas sonoros na bunda e sussurrei no ouvido dela: "Abre essa boceta pra mim, sua safada. Deixa a pica do professor entrar até o fundo".

Meti com força, em pé, sentindo cada centímetro de pele contra pele. A gente entrou em um ritmo frenético de 69, onde eu chupava aqueles peitos maravilhosos enquanto ela se perdia no meu pau. Depois, decidimos ir além. Passei a língua no cuzinho dela, fazendo-a tremer, e então guiei meu pau para a entrada estreita.
O sexo anal foi intenso. Mete e tira, profundo, constante. Eu sentia a resistência inicial e depois a entrega total dela. A cada estocada, ela gritava.

— Mais! Mete mais fundo, seu animal! — ela berrava, a voz ecoando pelo quarto enquanto as unhas dela cravavam nos meus ombros, tentando me puxar para dentro dela, como se quisesse que eu atravessasse seu corpo.

O ritmo tornou-se visceral. Eu não estava mais apenas transando com uma aluna; eu estava dominando aquela mulher que ousou me desafiar. A cada estocada anal, o som da carne batendo na carne preenchia o silêncio da noite, um ritmo bruto e primitivo. Eu a segurava pelos quadris, levantando-a levemente a cada impulso para que meu pau atingisse o ponto mais profundo do seu útero, fazendo-a perder o fôlego.

— Você... você é muito maior do que eu imaginei... — ela sussurrou, a voz quebrada, entre gemidos e respirações ofegantes. — Puta que pariu, professor... me destrói!

Eu a virei rapidamente, jogando-a de costas no colchão. Meus olhos encontraram os dela, que estavam nublados de luxúria. Eu não dei tempo para ela respirar; agarrei suas pernas, abrindo-as completamente, expondo tudo ao meu olhar. A vulva dela estava inchada, latejando, completamente encharcada de desejo e lubrificação.
Eu deslizei meu pau do cu para a boceta em um movimento único e bruto. O impacto foi imediato. Lívia deu um grito longo, arqueando as costas tanto que apenas a nuca e os calcanhares tocavam a cama. Eu comecei a socar aquela carne quente, sentindo cada dobra da parede vaginal apertando meu membro com uma força absurda.

— Olha pra mim, Lívia! Olha quem está te fodendo! — eu rugia, enquanto acelerava o ritmo. — Quem é que manda em você agora, hein?

— Você! Você manda, seu safado! — ela gritava, as mãos tentando inutilmente cobrir a boca para não acordar o prédio inteiro, mas falhando miseravelmente enquanto o prazer a consumia.

A tensão atingiu o ápice. Eu sentia as contrações dela começando, aquele tremor involuntário que precede o orgasmo. Eu não parei. Pelo contrário, aumentei a velocidade, transformando o sexo em uma corrida frenética. O suor escorria pelo meu peito, pingando sobre os seios dela que balançavam violentamente com o impacto.

— Eu vou... eu vou gozar! — ela gritou, as pernas apertando minha cintura, tentando me prender ali para sempre.
No momento exato em que ela explodiu em um orgasmo devastador, eu soltei tudo. Dei a última estocada, enterrando meu pau até a base, e descarreguei todo o meu leite dentro dela, sentindo cada pulsação do meu gozo inundando sua profundidade.

Ficamos ali, colados, a respiração pesada, o cheiro de sexo e baunilha impregnando os lençóis. O silêncio voltou, mas a eletricidade ainda pairava no ar.

Lívia, com um sorriso malicioso e os lábios inchados, olhou para mim e sussurrou:

— Amanhã, na aula de segunda hora... eu vou sentar na primeira fila. E você vai ter que fingir que não sabe exatamente como é o gosto do meu rabo.

Foto 1 do Conto erotico: A Aluna Safada: A Pica do Professor

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Comentários


foto perfil usuario klavfarbr

klavfarbr Comentou em 04/09/2026

Mais um cuzinho feminino deflorado na pressão 💘💘💘




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A Aluna Safada: A Pica do Professor

Codigo do conto:
271439

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
04/09/2026

Quant.de Votos:
4

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