Eu não sabia se era a culpa ou a excitação que fazia meu coração bater contra as costelas, mas olhar para Helena, minha filha de 27 anos, naquela situação, era como ver um banquete enquanto se morria de fome. Ela era linda, morena, com curvas que pareciam esculpidas para o prazer, e agora, fragilizada por aquele canalha do ex, ela buscava refúgio em mim. Mas o refúgio rapidamente se transformou em algo muito mais carnal.
Tudo começou com a pomada. O toque suave nas costas, a pele quente, o cheiro dela invadindo meus sentidos. Quando deslizei a mão por baixo daquela calcinha para tratar as escoriações no bumbum, senti o corpo dela estremecer. Não foi um tremor de medo; foi um espasmo de puro prazer.
— Tá tudo bem, paizinho... Só tô um pouquinho envergonhada — ela riu, aquele risinho malicioso que me disse que ela sabia exatamente o que estava acontecendo.
Eu sentia meu pau latejar, duro como uma pedra dentro da bermuda. Quando meu dedo, "sem querer", roçou a fofura do clitóris dela, o mundo parou.
convite estava feito.
No dia seguinte, o café da manhã foi o prelúdio do crime. Helena estava ali, com aquela camiseta justa que marcava os mamilos eretos e uma calcinha branca, transparente, que não escondia absolutamente nada daquela xoxota deliciosa. Ela se exibia, rebolando levemente, provocando o homem que ela sabia que estava louco por ela.
— Me diz, pai... tá melhor do que ontem, tá? — ela perguntou, arriando a calcinha, deixando a nádega direita exposta, convidando meu toque.
Levamos a cena para o quarto. A tensão era tanta que o ar parecia elétrico. Quando eu puxei a calcinha dela para baixo, deixando-a nua da cintura para baixo, não usei a pomada. Usei a língua. Comecei com beijos profundos, beijos que roubavam o fôlego, descendo do pescoço para os seios, sugando cada centímetro daquela pele morena.
— Ahnnn, pai... que delícia... — ela gemia, arqueando as costas.
Eu me ajoelhei. Queria sentir tudo. Comecei com uma lambidela lenta, explorando cada dobra daquela buceta molhada. Usei a língua com luxúria, focando no clitóris, fazendo-a tremer inteira. Ela gritava, enterrava as mãos nos meus cabelos, implorando por mais.
— Chupa minha xoxota, paizinho! Come tudo! — ela delirava.
Depois de deixá-la em êxtase com o oral, ela resolveu retribuir. Helena se posicionou entre minhas pernas e, com um olhar predador, começou a me dar um boquete demorado, lento, sugando meu pau com uma vontade visceral. Ela olhava nos meus olhos enquanto envolvia cada centímetro da minha pica com a boca quente e úmida. Era um minete perfeito, luxurioso, que me levou ao limite da sanidade.
— Vem, paizinho... eu quero você como meu homem!
Nós nos fundimos. Quando eu a penetrei, o som da carne batendo era música para meus ouvidos.
— Enfia! Ennnnnfiiiia! Iiiiiissssso! Meeeete! Meeeete! Huuummmm que delíiiiiicia!
Nós nos pegamos com uma fome animal. Beijos vorazes, suor misturado, a pele colada. Eu a socava com força, sentindo as paredes da buceta dela apertarem meu pau. Gozamos juntos, em uma explosão de prazer que nos deixou exaustos, mas com a mente ainda em chamas.
Mas o desejo não descansava. Pouco tempo depois, a luxúria nos levou a novos territórios. Eu a coloquei de quatro, a bunda empinada, um convite irresistível. Antes de entrar, usei a língua para lamber aquele cuzinho rosado, sentindo-a contra sentindo-a contrair a cada lambida, um espasmo que denunciava o quanto ela estava entregue. Eu não queria apenas o prazer; eu queria a posse total. Lamber aquele orifício apertado, sentir o sabor da entrega dela, foi o gatilho para que eu a pegasse com mais força. Segurei seus quadris com firmeza, cravando os dedos na pele morena, e, com um impulso seco e decidido, enterrei meu pau naquele cuzinho apertado.
Helena soltou um grito agudo, metade surpresa, metade êxtase. O contraste entre a pressão do ânus e a maciez da buceta era inebriante. Ela começou a gemer ritmicamente, a voz saindo sufocada contra o travesseiro.
— Ahhh! Pai! Tá... tá apertado demais! Não para... por favor, não para!
Eu a socava com força, cada estocada fazendo a carne de nossas peles colidir com um som úmido e visceral. O prazer era bruto, quase violento, mas carregado de um carinho proibido que tornava tudo mais excitante. Eu conseguia sentir a musculatura dela tentando expulsar e, ao mesmo tempo, sugar o meu membro. Era uma dança de luxúria onde a moralidade tinha sido deixada do lado de fora da porta do quarto.
Enquanto eu a possuía por trás, estiquei o braço e agarrei um de seus seios, apertando-o com força, enquanto a outra mão puxava seu cabelo para trás, forçando-a a olhar para mim através do espelho do guarda-roupa. Ela viu a cena: a imagem do pai fundido ao corpo da filha em um ritmo frenético. Seus olhos brilhavam com a perversidade daquela situação.
— Olha pra gente, Helena... olha como você é minha! — eu rosnei no ouvido dela.
— Eu sou sua... eu sou todinha sua, paizinho... me fode mais forte! — ela implorou, rebolando para encaixar meu pau ainda mais fundo.
A tensão acumulada explodiu. O ápice veio como uma onda devastadora. Eu senti as paredes do ânus dela contraíremem violentamente, apertando meu pau em um ritmo espasmódico que me levou ao limite. Eu descarreguei todo o meu sêmen dentro dela, sentindo cada pulsação do meu gozo preenchendo aquele espaço own. Ela desmoronou na cama, soltando um gemido longo e trêmulo, as pernas ainda tremendo pelo orgasmo tardio que a atingiu.
Ficamos ali, em silêncio, apenas o som da respiração pesada preenchendo o quarto. O suor nos deixava escorregadios, e o cheiro de sexo pairava no ar, denso e inebriante. Eu a puxei para cima de mim, beijando-a com uma ternura que contrastava com a brutalidade de instantes atrás.
No entanto, enquanto a abraçava, percebi que aquele não era o fim. O desejo, uma vez libertado da coleira do tabu, não aceita mais ser domesticado. Helena se aninhou no meu peito, mas seus dedos continuavam a brincar com a base do meu pau, que ainda não havia murchado completamente.
— Sabe, pai... — ela sussurrou, com um sorriso malicioso nos lábios — acho que a gente ainda não explorou todos os cantos dessa casa.
O tempo, que para alguns corre como rio, para nós tornou-se um ciclo eterno de desejo e cumplicidade. Já estamos juntos há mais de quatro anos, vivendo praticamente como marido e mulher. O tabu, que no início era o combustível da nossa luxúria, transformou-se na base de uma intimidade profunda, quase sagrada. Nossa rotina tornou-se um jogo de sedução constante; a casa, que outrora era um cenário de segredos, virou nosso santuário de prazer.
Mas agora, a vida nos trouxe um novo capítulo, um fruto visceral da nossa entrega: estamos esperando um bebê.
A gravidez de Helena não apagou o fogo; pelo contrário, parece ter colocado gasolina nas chamas. O corpo dela, agora mais curvilíneo, com os seios fartos e a barriga começando a desenhar uma curva doce e provocante, tornou-se para mim o objeto de desejo mais absoluto. A aura de fertilidade que ela exalava a deixou ainda mais feminina, mais quente, mais faminta.
— Você está me olhando com aquela cara de novo... — ela disse hoje cedo, enquanto se preparava para o banho.
Ela estava apenas com um roupão de seda, que mal conseguia fechar sobre os seios que transbordavam, os mamilos escuros e eretos marcando o tecido. Ela sabia que eu a observava da porta, com o pau já latejando sob a calça, imaginando a sensação de possuí-la agora que ela carregava nossa semente.
Eu me aproximei por trás, deslizando as mãos pela cintura dela, sentindo a pele macia e quente. Meus dedos desceram, encontrando a entrada daquela buceta que, mesmo com a gravidez, continuava sendo meu porto seguro de prazer. Estava molhada, transbordando desejo.
— O bebê quer carinho, Helena... ou é você quem quer? — sussurrei no ouvido dela, dando uma mordida leve em seu lóbulo.
— Os dois, paizinho... os dois querem muito — ela gemeu, arqueando as costas e empurrando o bumbum contra a minha virilha.
Eu a virei de frente, levantando o roupão e deixando-a nua diante de mim. A barriguinha saliente era a coisa mais erótica que eu já vira. Ajoelhei-me, não por reverência, mas por fome. Comecei lambendo a barriga, sentindo o calor da pele dela, subindo até os seios que agora eram verdadeiros banquetes de leite e luxúria. Eu sugava aqueles mamilos com força, ouvindo-a soltar gemidos profundos, que ecoavam pelo banheiro.
— Ahhh, que delícia... continua, meu homem... — ela delirava, enterrando as mãos nos meus cabelos, puxando minha cabeça para que eu me concentrasse no clitóris dela.
Eu usei a língua com a precisão de quem conhece cada centímetro daquele território. A xoxota dela estava quente, pulsante, convidando a invasão. Quando finalmente me levantei e despi a calça, meu pau estava rígido, implorando para entrar.
Eu a apoiei na bancada do banheiro, as pernas abertas, expondo tudo. Com um movimento lento e deliberado, penetrei nela. O encaixe era perfeito, porém diferente; a pressão da gravidez tornava tudo mais intenso, mais apertado, mais visceral.
— Ai, meu Deus... pai... está tão profundo! — ela gritou, as mãos agarrando a borda da pedra.
Eu a socava com ritmo, sentindo cada contração daquela buceta que agora abrigava nosso filho. A cada estocada, eu sentia que não estava apenas dando prazer a ela, mas reivindicando cada célula daquele corpo que agora era, definitivamente, meu. O som da carne batendo, o suor escorrendo por nossas costas, o cheiro de sexo misturado ao aroma do banho... era a sinfonia da nossa vida proibida.
— Você é minha, Helena... esse bebê é nosso... você é minha mulher! — eu rugia enquanto acelerava o ritmo, sentindo o orgasmo dela começar a tremular.
Ela começou a gozar, as paredes da buceta apertando meu pau em espasmos violentos. Eu não aguentei. Com um último impulso bruto, enterrei meu pau até o limite e descarreguei todo o meu sêmen dentro dela, sentindo a pulsação do meu gozo fundir-se ao calor do ventre dela.
Ficamos ali, entrelaçados, a respiração ofegante, o
...o silêncio do banheiro sendo quebrado apenas pelo gotejar da torneira e pelo som de nossos corações batendo em uníssono. Eu a segurei com força, sentindo o peso daquela barriga contra o meu abdômen, a prova física de que nossa luxúria havia transcendido o prazer para se tornar criação.
Ela encostou a cabeça no meu ombro, soltando um suspiro longo e satisfeito. Seus olhos estavam nublados, perdidos naquelas ondas de prazer que ainda a faziam tremer.
— A gente é louco, né, paizinho? — ela sussurrou, com um sorriso lânguido, enquanto deslizava a mão pelo meu peito suado.
— Loucos? Talvez. Mas somos os únicos que sabem o gosto desse pecado — respondi, beijando a testa dela com uma possessividade que não diminuía nem mesmo após o clímax.
Caminhamos para fora do banheiro, ainda nus, deixando um rastro de água e desejo pelo corredor. A casa, que outrora fora um lugar de regras e hierarquias, agora era o mapa de nossas explorações. Cada móvel, cada canto, cada lençol carregava a memória de um encontro. A mesa da cozinha onde ela se sentava para que eu a comesse por baixo, o sofá onde nos perdíamos em tardes inteiras de carícias, o tapete da sala onde o desejo nos pegava de surpresa antes mesmo de tirarmos os sapatos.
Sentamos na cama, o sol da tarde filtrando-se pelas cortinas, iluminando a pele morena de Helena, que brilhava como ouro. Ela se aninhou no meu lado, a cabeça no meu peito, enquanto eu acariciava a curva da sua barriga. Naquele momento, a luxúria dava lugar a uma paz visceral. Não importava o mundo lá fora, as leis dos homens ou as convenções da sociedade. Ali, naquele quarto, éramos apenas dois seres consumidos por uma fome que nunca se saciava completamente, mas que nos alimentava a alma.
— O que você está pensando? — ela perguntou, olhando para mim com aqueles olhos que sempre me convidavam para o abismo.
Eu sorri, sentindo meu pau, que teimosamente se recusava a murchar totalmente, roçar na coxa dela.
— Estou pensando que, mesmo grávida, você continua sendo a mulher mais deliciosa que já toquei. E que, assim que esse bebê nascer, vou ter que te compensar por cada minuto de espera.
Helena riu, aquele riso malicioso que me hipnotizava desde o primeiro dia, e começou a descer a mão lentamente para onde o meu desejo já despertava novamente.
— Quem disse que precisamos esperar o bebê nascer para começar a compensação?
E, naquele instante, a ternura da paternidade fundiu-se novamente com a brutalidade da nossa paixão. O ciclo recomeçava. O desejo, aquele monstro faminto, nos puxava mais uma vez para a escuridão deliciosa de nossos lençóis.




