Dois paus na minha puta: O dia em que eu virei um sanduíche de gozo

Dois paus na minha puta: O dia em que eu virei um sanduíche de gozo

"Você não faz ideia do quanto eu imagino esse momento", sussurrou Carlos, a voz rouca, enquanto sua mão subia perigosamente pela minha coxa.

Eu era a imagem da discrição no escritório. A mulher que ficava vermelha com um elogio, a que usava roupas recatadas e mantinha um sorriso tímido. Mas, por dentro, havia um incêndio que só o meu namorado conhecia — e que ele adorava alimentar com nossas confissões sobre fantasias proibidas. Naquela quinta-feira de verão, o incêndio finalmente encontrou o combustível certo.

A cerveja já tinha soltado meus reflexos. No banco de trás do carro do Leo, o espaço parecia ter encolhido. Carlos não conseguia tirar os olhos das minhas pernas, e quando sua mão finalmente encontrou a pele quente da minha coxa, eu senti um choque elétrico percorrer minha espinha.

— Para, Carlos... — eu pedi, mas minha voz saiu como um convite, um sussurro trêmulo.
— Por que eu pararia, se você está ficando molhadinha só de me tocar? — ele respondeu, deslizando os dedos para cima, explorando a borda da minha calcinha.

Leo, pelo retrovisor, tinha os olhos fixos em nós. O desejo era palpável, quase sólido.
— Está ficando interessante demais para eu ignorar — Leo comentou, a voz carregada de luxúria. — Que tal a gente mudar o caminho? Meu apartamento é bem mais confortável para a gente terminar isso.

Assim que a porta do apartamento se fechou, a timidez ficou do lado de fora. Eu me joguei no sofá, sentindo o coração martelar no peito.
— Tirem minhas sandálias — pedi, olhando para eles com um desejo voraz. — Elas estão me machucando... e agora é a minha vez de brincar com vocês.

Os dois não hesitaram. Quando abriram as calças, dois membros magníficos e pulsantes saltaram diante de mim. Eu não perdi tempo. Agarrei os dois, sentindo a temperatura da pele deles, e comecei um banquete. Beijei as cabeças, lambi cada veia, sentindo o gosto forte do desejo. Fiz um boquete demorado, alternando entre um e outro, engolindo profundamente, sentindo a garganta apertar enquanto meus olhos se perdiam no prazer de tê-los ali, disponíveis para mim.

— Puta... que delícia de boca! — Leo gemeu, enquanto Carlos arrancava minha blusa, expondo meus peitos pequenos e firmes.
Eles me beijavam com urgência, línguas se misturando em beijos profundos e famintos. Carlos me colocou de pé e arrancou minha saia com um puxão bruto, deixando-me nua e exposta. Ele se sentou no sofá, ereto e impaciente.
— Vem cá, gostosa. Engole esse pau com a sua buceta agora!

Eu montei nele, sentindo a cabeça do seu pinto rasgar a minha entrada encharcada. A sensação era avassaladora. Enquanto eu pulava ritmicamente sobre o Carlos, sentindo cada centímetro dele me preencher, estendi a mão para o Leo.
— Leo, vem... quero seu pau na minha boca agora!

O boquete foi intenso. Eu sugava o Leo com luxúria, enquanto o Carlos me fodia por baixo, num ritmo frenético. Mas eu queria mais. Eu queria a sensação completa.
— Leo, lamba meu cu... por favor, me deixe pronta — pedi, arqueando as costas.

Leo se ajoelhou atrás de mim e começou a lamber meu cuzinho com vontade, a língua quente e úmida explorando cada dobra, preparando o caminho. Quando senti o pau do Leo pressionando minha entrada anal, eu dei um grito. Era a minha fantasia se tornando real.

— Relaxa, linda... deixa a gente te possuir — sussurrou Leo, e então, com um empurrão firme e profundo, ele rasgou meu cu.

Eu soltei um gemido agudo, sentindo a pressão deliciosa de dois homens me preenchendo simultaneamente. Carlos na buceta, Leo no cu. O "sanduíche" perfeito. Eles me seguravam com força, me fodendo com violência e prazer, um mete e tira constante que fazia minha visão embaralhar.

O ritmo tornou-se animal. Não havia mais espaço para a delicadeza ou para a timidez daquela mulher do escritório; ali, sob o peso de dois corpos másculos, eu era apenas carne, desejo e lubrificação. O som da pele batendo contra a pele ecoava pela sala, um compasso visceral que ditava a urgência do momento.

— Olha para mim! — Carlos rosnou, segurando meu rosto com uma mão enquanto a outra apertava minha cintura, enterrando-se em mim com estocadas profundas que pareciam tocar minha alma. — Olha como você está sendo aberta por nós dois!

Eu não conseguia formular palavras, apenas gemidos desconexos. Senti o Leo acelerar atrás de mim, seus dedos cravando-se em meus quadris para me puxar com mais força contra ele. A sensação de plenitude era quase insuportável; eu me sentia esticada, preenchida até o limite, cada centímetro do meu canal vaginal e anal pulsando na frequência do prazer deles.

— Eu vou gozar... eu não aguento mais! — gritei, sentindo a primeira onda de espasmos começar a subir pelo meu clitóris, que era massacrado pela fricção constante.

— Goza para a gente, puta! — Leo exclamou, dando um último impulso violento que me fez
arquear as costas violentamente.

O orgasmo me atingiu como uma descarga elétrica, fazendo minhas paredes vaginais contraírem own fiercely ao redor do Carlos, enquanto meu esfíncter apertava o Leo em um abraço desesperador. Eu vibrava, soluçando de prazer, enquanto sentia a primeira descarga quente de gozo preencher meu interior.

— Porra... — Carlos gemeu, perdendo o controle. — Eu vou inundar você!

Um após o outro, eles atingiram o ápice. Senti o jato quente e potente do Carlos disparando dentro de mim, preenchendo cada espaço vazio da minha buceta, enquanto, simultaneamente, o Leo descarregava seu leite fervente no meu rabo. A sensação de ser preenchida por dentro, por dois homens diferentes, era a experiência mais visceral da minha vida.

Ficamos ali, imóveis por alguns segundos, apenas com a respiração pesada e o cheiro de sexo impregnando o ar. O silêncio foi quebrado apenas pelo som do líquido escorrendo pelas minhas coxas quando eles, lentamente, se retiraram.
Eu desabei no sofá, as pernas abertas, completamente vulnerável e exausta. Olhei para cima e vi os dois me observando com um olhar de posse e admiração.

— Você foi perfeita — sussurrou Leo, beijando minha testa enquanto eu sentia o gozo deles escorrer lentamente, lembrando-me de que, por algumas horas, eu tinha deixado de ser a funcionária exemplar para me tornar o playground particular de dois homens famintos.

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Comentários


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lulobo Comentou em 07/09/2026

Conto maravilhoso! Você escrever absurdamente bem. Quero chegar nesse nível algum dia! Andei escrevendo algumas coisinhas aqui no site, se puder dar uma lidinha e votar para me ajudar eu agradeço. Vou te add pra continuar te lendo.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dois paus na minha puta: O dia em que eu virei um sanduíche de gozo

Codigo do conto:
271597

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
06/09/2026

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