O sol começava a se despedir no horizonte quando o Uber parou diante do portão. Meu coração batia forte, mistura de ansiedade e desejo. Aquele professor, com seus olhares intensos e sorrisos maliciosos durante as aulas, finalmente tinha me convidado. "Fiz uma piscina nova, estou louco para inaugurar com uma gata", ele disse, com a voz rouca de provocação. Hesitei, mas a curiosidade e a atração falaram mais alto. Depilei minha xota com cuidado, vesti um biquíni minúsculo e fui.
Ele abriu o portão envolto apenas numa toalha branca, o cabelo ainda molhado. "Sabia que você viria", sussurrou, os olhos percorrendo meu corpo. "Já estava me esperando pelado na água." Ri, disfarçando o tremor nas pernas. Por dentro, uma chama se acendia. O safado já estava pronto, e aquilo me excitou de um jeito doentio.
A piscina brilhava sob a luz fraca do crepúsculo. "Aqui, a regra é clara", ele disse, aproximando-se. "Só entra quem estiver pelado. Sem exceções." Arquei uma sobrancelha. "Já vai ser direto assim? Nem pergunta como estou?"
Ele não respondeu com palavras. Em um movimento fluido, puxou-me contra seu corpo, e seus lábios encontraram os meus num beijo de língua profundo, lento, que fez meu estômago embrulhar. Sua língua dançou com a minha, sugando, explorando. Senti seus dentes mordiscarem meu lábio inferior, suavemente. "Você cheira a desejo", ele murmurou contra minha boca, enquanto suas mãos desabotoavam meu short, deixando-o cair no chão. Em segundos, meu biquíni seguiu o mesmo caminho. Estávamos nus, pele contra pele, seus beijos se tornando mais urgentes, mais famintos.
"Quero sentir seu gosto", ele sussurrou, baixando a cabeça para chupar meu pescoço, depois desceu até meus seios. Sua boca envolveu um mamilo, lambendo, sugando, enquanto suas mãos apertavam e massageavam a outra mama. "Que peitos lindos", ele gemeu. "Vou fazer uma punheta deliciosa com eles." E fez: esfregou seu pau já duro entre meus seios, lubrificando com a saliva que deixara em minha pele, movendo-se com um ritmo lascivo. Eu arqueava as costas, ofegante.
Então, me ajoelhei na borda da piscina. "Minha vez", disse, com um sorriso provocador. Envolvi seu pau com meus lábios, começando devagar, lambendo da base até a cabeça, saboreando o salgado de sua pele. Ele segurou meu cabelo, não com força, mas com posse. "Olha pra mim", ele ordenou, e eu obedeci, mantendo contato visual enquanto afundava sua rola na minha garganta, num boquete demorado, profundo, usando língua e sucção até sentir seus músculos tensionarem. Ele gemeu baixo. "Que boquete gostoso, putinha. Você adora isso, não é?"
Entramos na água morna. "Vamos fazer um 69 de luxúria", ele propôs, e nos posicionamos. Debaixo d'água, sua boca encontrou meu clitóris com precisão cirúrgica. Lambidas circulares, succões suaves, depois intensas, enquanto eu, por minha vez, chupava seu pau e suas bolas, desci até seu cuzinho, lambendo o contorno apertado. Ele estremeceu. "Assim, devagar... lamba meu cu, sua safada." A água amplificava cada som, cada gemido.
Depois, ele me virou de costas, pressionando-me contra a borda da piscina. "Hoje vou meter nesse cuzinho apertado", anunciou, cuspindo na mão para lubrificar sua rola e minha entrada. A penetração anal foi lenta, profunda, intensa. "Relaxa, puta... deixa eu entrar todo." Quando ele estava completamente dentro, começou um ritmo constante: metia e tirava, metia e tirava, cada movimento mais fundo. Eu gritava, mistura de dor e prazer. "Seu cuzinho é perfeito", ele rosnava no meu ouvido. "Apertadinho, me sufocando."
Alternamos entre meu cu e minha buceta, sempre com essa cadência implacável. Em uma posição, ele ficou sentado no degrau da piscina e eu o cavalguei, sua rola entrando na minha buceta molhada. "Cavalga forte, sua gostosa", ele incentivava, apertando minha bunda com força, os dedos marcando minha pele. Eu obedecia, subindo e descendo com vontade, sentindo ele cada vez mais fundo. "Vou gozar, sua vagabunda", ele avisou, e eu não parei, acelerando até sentir seu pau pulsar dentro de mim, jorrando quente. A água ao redor ficou turva com sua porra. Foi intenso, delicioso.
Mas não acabou. Depois de um breve descanso, com beijos molhados e mãos exploratórias, ele me puxou para o gramado. "Quero mais", disse, e começamos tudo de novo: beijos de língua que sabiam a cloro e sexo, chupadas no meu clitóris até eu gemer sem controle, outra rodada de sexo anal, agora comigo de quatro, ele metendo sem piedade. "Toma, sua puta, toma toda minha rola no cu!" Gozamos novamente, juntos, num clímax que parecia arrancar minha alma.
Ao final, deitados ofegantes, ele me puxou para um último beijo, suave agora. "Você é incrível", murmurou. Eu sorri, exausta e completamente satisfeita. A noite havia caído, e as estrelas pareciam piscar coniventes. A inauguração da piscina tinha sido, sem dúvida, um sucesso absoluto.




