"Se você me pegasse agora, João, teria coragem de fazer o que eu estou imaginando?"
Essa frase, sussurrada por Sofia enquanto ela fingia espanar o pó do meu criado-mudo, ecoou na minha mente horas antes de eu realmente abrir a porta do quarto. Eu não sabia que o destino já tinha armado a armadilha.
Eram treze horas. O sol do meio-dia castigava a rua, mas dentro de casa o silêncio era absoluto, quebrado apenas pelo som dos meus passos no corredor. Precisei voltar para buscar uns documentos urgentes para o escritório. Entrei com a minha chave, caminhei calmamente até o quarto e, ao abrir a porta, o mundo pareceu parar.
Sofia estava lá. Mas não estava limpando nada. Ela estava completamente pelada da cintura para cima, a pele clara contrastando com o uniforme que jazia caído no chão. Os seios eram firmes, com mamilos rosados e eretos, apontando para mim como se me convidassem para um banquete.
— Meu Deus, Sofia! — exclamei, sentindo o sangue descer para o pau instantaneamente.
Ela deu um salto, tentando cobrir o corpo com as mãos, o rosto ficando vermelho de vergonha.
— Ai, meu senhor! Me perdoe... é que... eu fico sozinha nesse horário e me sinto tão livre, eu costumo tirar a roupa para me refrescar...
Aproximei-me devagar. O perfume dela, uma mistura de baunilha e suor fresco, inundou meus sentidos. Peguei a mão dela, sentindo a pele macia, e olhei bem no fundo daqueles olhos castanhos e luxuriosos.
— Tudo bem, Sofia. Não precisa se esconder. Na verdade... você tem peitos lindos. Absolutamente perfeitos.
Fui pegar os documentos na gaveta, mas quando me virei, o choque foi maior. Sofia não tinha se vestido. Pelo contrário, ela tinha deixado a calcinha cair. Estava totalmente nua, com as pernas levemente abertas, exibindo a bucetinha lisinha e a bunda redonda e empinada.
— Nossa, que porra é essa? — perguntei, a voz já rouca de desejo.
— O senhor falou que eu podia ficar à vontade... então eu fiquei — ela respondeu, com um sorriso atrevido que denunciava que aquela "vergonha" era apenas um jogo.
— Você exagerou, Sofia. Muito exagerou — sussurrei, dando um passo à frente.
— É que quando o senhor tocou na minha mão... eu senti um calor aqui embaixo que não me deixou parada. Eu queria que o senhor me visse.
Ela se aproximou, me dando um abraço apertado. Seus seios esmagaram-se contra o meu peito, e eu senti a temperatura do corpo dela subir. Tentei resistir, lembrando da minha mulher, mas o desejo era visceral.
— Sofia, para... se a gente continuar, isso não vai acabar bem.
— E quem disse que eu quero que acabe bem? Eu quero que acabe com a gente suado e gozando — ela sussurrou no meu ouvido, mordendo o lóbulo da minha orelha.
O meu pau já estava duro como pedra, marcando a calça. Sofia percebeu. Ela soltou o abraço lentamente, ajoelhou-se diante de mim e, com as mãos firmes, abriu meu zíper. Quando meu pau saltou para fora, ela olhou para cima com aquela cara de vadia deliciosa e envolveu a cabeça do meu membro com a boca quente, começando um boquete lento, sugando cada centímetro com uma luxúria que me fez gemer alto.
— Puta que pariu, Sofia... que boca gostosa você tem — rosnei, jogando os documentos na cama.
Eu a puxei pelo cabelo, fazendo-a parar. Eu precisava sentir a língua dela em outro lugar. Deitei Sofia na cama e comecei a beijá-la com fome, nossas línguas se entrelaçando em um beijo profundo, molhado, enquanto eu descia a mão e começava a punhetaar as mamas dela, apertando-as e girando os mamilos até ela arquear as costas.
— Eu quero sentir você, João... me come logo! — ela implorava.
Nós nos encaixamos em um 69 luxurioso. Enquanto ela sugava meu pau com vontade, eu mergulhava o rosto entre as pernas dela. Comecei com lambidelas lentas no clitóris dela, que já estava inchado e pulsando de desejo. Sofia soltou um grito abafado contra o meu membro, as mãos apertando meus ombros enquanto eu usava a língua para explorar cada dobra daquela vulva molhada. O gosto dela era intenso, salgado e doce ao mesmo tempo, e o som do meu rosto batendo contra a pele macia de suas coxas criava um ritmo hipnótico.
Eu não aguentei muito tempo naquela posição. A necessidade de possuí-la era maior do que qualquer cautela. Com um movimento bruto, mas preciso, eu a virei de costas, pressionando o rosto dela contra os lençóis de seda fria. Sofia soltou um gemido gutural quando senti a curva perfeita de sua bunda empinada, convidando-me para o ataque.
Apertei a cintura dela com força, sentindo a pele ceder sob meus dedos, e, sem aviso, deslizei a cabeça do meu pau, já lubrificada pelo próprio desejo dela, bem no centro daquela fenda quente.
— Ahhh... João! — ela gritou, a voz abafada pelo travesseiro.
Eu dei o primeiro impulso, entrando nela de uma vez só. O aperto era surreal; Sofia parecia ter sido moldada exatamente para me envolver. O calor interno dela era como lava, e a sensação de preenchê-la completamente me fez fechar os olhos e morder o lábio inferior, tentando não gozar nos primeiros segundos.
Comecei a estocar com vigor, cada impacto fazendo a cama de madeira ranger e a seda deslizar sob nós. Eu não estava mais pensando em documentos, em escritório ou em qualquer outra coisa que não fosse a pressão deliciosa de Sofia apertando meu pau a cada ida e volta. Ela começou a gemer ritmicamente, o som sincronizado com as batidas do meu corpo contra o dela.
— Mais forte... me quebra, João! Me usa como se eu fosse sua! — ela implorava, movendo o quadril para trás para aprofundar ainda mais a penetração.
Mudei a posição, puxando-a para cima e cruzando as pernas dela nos meus ombros, expondo tudo. Agora, eu podia ver a entrada do meu pau sumindo e voltando a cada estocada, a pele de nós dois brilhando de suor sob a luz filtrada pelas cortinas. Eu peguei os seios dela com força, sentindo a respiração de Sofia se tornar ofegante, quase desesperada. Cada vez que eu entrava, sentia as paredes dela pulsarem ao redor do meu membro, como se ela estivesse tentando sugar cada gota de prazer de mim.
Eu estava no limite. A fricção era intensa, e o som da carne batendo contra a carne preenchia o quarto, misturando-se aos gemidos altos de Sofia, que agora não se importava mais se alguém na rua pudesse ouvir.
— Eu vou... eu vou gozar, João! — ela gritou, as mãos agarrando os lençóis com força, as costas arqueadas em um arco perfeito de êxtase.
Senti a primeira contração do orgasmo dela, e isso foi o gatilho final. Dei três estocadas profundas e violentas, sentindo-a apertar meu pau com uma força visceral, e então descarreguei tudo dentro dela. O jato quente me fez soltar um rosnado, enquanto eu me enterrava o mais fundo possível, sentindo o tremor do corpo dela sob o meu.
Ficamos ali, imóveis por alguns segundos, apenas ouvindo a respiração pesada de ambos e o silêncio da casa que agora parecia carregar um segredo perigoso.
Lentamente, me afastei dela, sentindo o deslizamento úmido do meu membro saindo de seu corpo. Sofia ficou deitada, os olhos semicerrados e um sorriso satisfeito nos lábios, a pele avermelhada e brilhando de suor. Ela se virou para mim, a expressão mudando de luxúria para algo mais cúmplice.
— Agora o senhor sabe... — ela sussurrou, passando a mão pelo cabelo bagunçado. — Limpar a casa é a parte fácil. O difícil é fingir que não quero fazer isso toda vez que você entra por aquela porta.
Olhei para os documentos espalhados pela cama, agora amassados e manchados de lubrificação natural, e soltei um riso nasal. A adrenalina estava baixando, mas a tensão sexual ainda vibrava no ar.
— Você é um perigo, Sofia — eu disse, enquanto me levantava para procurar uma toalha.
— O senhor ainda não viu nada, João. O dia ainda não acabou.
Ela piscou para mim, sentando-se na cama e deixando que um de seus seios tocasse o lençol, me lembrando de que, embora o clímax tivesse passado, a fome entre nós estava apenas começando a ser alimentada.




