Essa frase, dita com uma voz carregada de malícia, foi o gatilho para o dia em que minha vida no centro de Belo Horizonte mudou completamente. Eu ainda conseguia sentir o cheiro do perfume dela misturado com o aroma de couro novo dos carros da loja, mas o que eu realmente queria sentir era o gosto daquela mulher.
Eu tenho 21 anos, trabalho há quatro meses vendendo carros e, por ser o "novato", acabei virando o assistente preferido da Bruna na hora de fechar a loja. Bruna tem 43 anos, é morena, baixinha e tem um rabo que desafia as leis da física dentro daquele macacão de uniforme. A tensão entre a gente vinha crescendo há meses. Conversas sobre a vida, reclamações sobre o marido dela que já não "dava conta do recado" e, aos poucos, papos que deslizavam para a putaria.
Naquele dia, ela me chamou para o almoxarifado. O lugar era um refúgio de caixas e prateleiras, longe dos olhos de todos e, como ela mesma sussurrou no meu ouvido enquanto me guiava, "sem nenhuma câmera".
— Olha aqui, Lucas... vê se está vermelho — ela disse, abrindo o zíper do macacão com uma lentidão torturante, revelando os seios fartos e indolentes.
Eu não pensei duas vezes. Me aproximei e enterrei meu rosto naqueles peitos, sentindo o calor da pele dela. Bruna soltou um gemido baixo, mas profundo.
— Ai, meu Deus... você não tem ideia de quanto tempo eu quis que você fizesse isso — ela sussurrou, puxando meu cabelo enquanto eu beijava cada centímetro daquela pele morena.
Nossos beijos eram urgentes, famintos. A língua dela se misturava com a minha em uma luxúria que já estava guardada há tempo demais. Num movimento rápido, eu arranquei o uniforme dela e ela me ajudou a me livrar das minhas roupas. Ficamos nus ali, entre caixas de peças de carro, no silêncio da loja fechada.
Ela se ajoelhou na minha frente com um olhar predatório. Bruna envolveu meu pau com a boca, começando com um boquete lento, degustando cada centímetro. Ela chupava com vontade, fazendo aquele barulho úmido que me deixou louco, a língua brincando com a cabeça do meu membro enquanto me olhava nos olhos. Foi um boquete demorado visceral, que me fez arquear as costas de prazer.
Quando eu não aguentava mais, a puxei para cima. Eu a coloquei de pé, com as pernas abertas, e me ajoelhei. Comecei a lamber aquela bucetinha deliciosa, focando todo o meu prazer no clitóris dela.
— Isso, Lucas... ahn... chupa tudo, seu safado! — ela gritava baixo, tremendo nas pernas.
Eu não parei na buceta. Desci mais um pouco, explorei a entrada do rabo dela com a língua, fazendo lambidelas profundas e provocantes no cuzinho, sentindo ela estremecer violentamente. A luxúria era palpável. Eu subia da buceta para o cu, alternando entre lambidas suaves e chupadas intensas, deixando-a completamente ensopada de desejo.
— Agora me fode, Lucas! Me fode com força que eu não aguento mais! — ela implorou.
Ela me jogou no chão e montou em mim. Ela quicava de frente, com os seios balançando, e depois virava de costas, empurrando aquele rabo enorme contra a minha bunda. Mas o ápice veio quando ela ficou de quatro, oferecendo-se completamente.
Eu a penetrei com força, sentindo a pressão deliciosa daquela carne madura. Começamos um ritmo frenético de mete e tira. Primeiro na buceta, sentindo o aperto quente e úmido; depois, deslizando para o cuzinho, sentindo a resistência deliciosa do sexo anal profundo. A cada estocada, ela soltava gemidos de puro prazer, a pele suando, os corpos colados.
— Meu Deus, você é muito melhor que meu marido... que delícia de pau! — ela gritava enquanto eu a fodia com vigor, alternando entre a buceta e o cu, sentindo a lubrificação natural e
sentindo a lubrificação natural e o calor abrasador de quem estava há anos esperando por um homem com a minha energia.
Aquele almoxarifado, que antes era apenas um lugar de estoque e poeira, tornou-se o cenário de um crime de luxúria. Eu a segurava pelos quadris com força, enterrando meus dedos na carne macia daquelas coxas enquanto cada estocada ecoava entre as prateleiras de metal. O som da carne batendo contra a carne era rítmico, visceral, abafando qualquer outro ruído na loja silenciosa.
Bruna estava em transe. Ela jogava a cabeça para trás, os cabelos castanhos chicoteando o ar, soltando gritos que ela tentava conter com a mão na própria boca para não acordar o vigia que rondava o pátio. O contraste era absurdo: a seriedade do cargo de gerente dela contra a putaria descarada que ela entregava ali, de quatro, com o rabo empinado para mim.
— Mais forte, Lucas! Destrói essa bunda, seu animal! — ela implorava, a voz rouca de desejo.
Eu mudei a posição rapidamente, puxando-a para que ficasse de pé, encostada em uma prateleira de autopeças. Levantei a perna esquerda dela, apoiando-a no metal, e comecei a foder com um ângulo que atingia o fundo do útero dela. Bruna arquejava, as mãos cravadas nos meus ombros, as unhas marcando minha pele. A cada impulso, ela sentia meu pau batendo no fundo, fazendo-a ter espasmos de prazer que a deixavam sem fôlego.
A tensão sexual que acumulamos por meses explodiu em um clímax violento. Senti as paredes da buceta dela contraírem own meu membro em ondas frenéticas; ela estava gozando, own corpo inteiro tremendo, os olhos revirados. No momento exato em que ela atingiu o ápice, eu não aguentei mais. Dei as últimas três estocadas com toda a minha força, sentindo o calor dela me apertar como se quisesse me sugar para dentro, e gozei profundamente, sentindo cada gota do meu sêmen preencher aquele canal úmido e quente.
Ficamos ali, abraçados, ofegantes, o suor colando nossos corpos enquanto o silêncio voltava a dominar o almoxarifado. Bruna encostou a cabeça no meu peito, soltando um riso baixo e malicioso.
— Você sabe que isso não acaba aqui, não sabe? — ela sussurrou, enquanto deslizava a mão por baixo do meu uniforme, já me provocando novamente. — Agora a gente precisa arrumar essa bagunça... mas acho que você ainda tem energia para mais uma rodada antes de abrirmos a loja amanhã.
Ela se afastou lentamente, deixando um rastro de luxúria no chão, e me olhou com aquele olhar de coroa que sabe exatamente como dominar um novato. Naquele momento, eu soube que o trabalho de vendas era apenas o detalhe; meu verdadeiro emprego ali era satisfazer cada centímetro daquela mulher.




