O Vizinho Pauzudo e o Banquete de Bucetas


"Você não tem ideia do tamanho daquela rola, Camila. Eu quase não aguentei, senti que ele ia me partir ao meio."

Essa frase da minha mãe, dita com um sorriso malicioso e a respiração ainda ofegante, foi o gatilho. Eu já tinha visto, pela fresta da porta, o vizinho arregaçando ela. Tinha visto a força dos golpes, o som da carne batendo na carne e ouvido os gemidos baixos e viscerais. Mas ouvir ela descrever a luxúria daquele momento me deixou com a bucetinha latejando, encharcando a calcinha num segundo.

Nós somos muito amigas, e minha mãe sempre foi liberal, mas aquilo era outro nível. O desejo que nasceu naquela tarde de terça-feira fermentou durante dias, transformando a casa num campo minado de tensão sexual.

Chegou o domingo. O jantar estava na mesa, mas ninguém estava com fome de comida. Quando o vizinho chegou, o ar ficou pesado, carregado de hormônios. Estávamos os três na sala, o silêncio era interrompido apenas pelo som do gelo batendo nos copos de vinho.

Minha mãe começou devagar. A mão dela deslizou pela coxa dele, subindo lentamente até sentir o volume rígido por baixo do tecido da calça. Ele olhou para mim, meio sem jeito, mas o desejo nos olhos dele era evidente.

— Vem, filha... — minha mãe sussurrou, a voz aveludada e carregada de malícia. — Eu sei que você está louca para sentir isso. Ele deixa.

Ela não esperou resposta. Com um movimento ágil, abriu o zíper dele e libertou aquela rola imensa, latejante e quente. Antes que eu pudesse processar, minha mãe se ajoelhou, envolvendo a cabeça daquele pau com a boca, sugando com uma voracidade que me fez tremer.

Eu me levantei, hipnotizada. Me aproximei devagar, sentindo o calor que emanava do corpo dele. O vizinho não perdeu tempo; a mão grossa dele envolveu minha bunda, apertando a carne com força, e com a outra mão, ele puxou a minha saia para cima.

— Que bucetinha deliciosa... — ele murmurou, a voz rouca.

Ele me puxou para cima dele. Senti a língua quente e úmida dele beijando minha bucetinha por cima da renda da calcinha, fazendo círculos no meu clitóris que me fizeram arquear as costas. Minha mãe parou o boquete, levantou-se com os lábios brilhando de saliva e veio por trás de mim.

— Agora, meu amor... — ela sussurrou no meu ouvido, baixando minha calcinha com os dentes.
Ela me empurrou para frente, e eu caí exatamente onde deveria estar. A língua dele mergulhou na minha bucetinha com uma precisão absurda. Ele não apenas lambia, ele explorava. A língua dele entrava e saía, movendo-se do clitóris para a entrada da vagina, sugando cada gota da minha excitação. Eu gemia alto, sentindo as mãos da minha mãe apertando meus seios, enquanto o vizinho descia a língua para o meu cuzinho, dando lambidas profundas e úmidas que me faziam perder o chão.

— Arromba essa bucetinha, caralho! — minha mãe comandou, a voz agora carregada de luxúria.

Ele me colocou de quatro na hora. Sem preliminares longas, ele posicionou a ponta daquela rola enorme na minha entrada e empurrou com toda a força.

— Ahnn! Meu Deus! — eu gritei, sentindo cada centímetro daquele pau preencher todo o meu espaço.

Era um sexo visceral. Ele metia e tirava com uma força bruta, fazendo a cama ranger e a minha visão embaçar. A cada estocada profunda, eu sentia ele batendo no meu colo do útero, me deixando completamente arregaçada.

— Agora o cuzinho, Camila... — ele sussurou, virando-me de lado.

Ele não teve piedade. Com a bucetinha de um lado e o cuzinho do outro, ele alternava entre nós duas. Ele enterrava o pau no meu rabo com movimentos profundos e lentos, me fazendo sentir a pressão deliciosa de ser preenchida por completo. Era um vaivém constante: bucetinha, cuzinho, boca.

Nós nos beijávamos freneticamente, trocando saliva e gemidos, enquanto ele nos usava como se fôssemos extensões do seu próprio desejo. O ritmo era hipnótico; a pele suada colando, o cheiro de sexo impregnando as fibras do sofá e o som abafado dos nossos corpos colidindo.

Minha mãe não estava apenas assistindo; ela era a maestrina daquela orquestra de prazer. Enquanto ele me estocava por trás, ela se posicionava à minha frente, sugando meus mamilos com força, mordendo a pele sensível e me guiando para que eu recebesse cada golpe com a intensidade máxima.

— Olha para ele, Camila... olha o tamanho disso dentro de você — ela sussurrou, a voz rouca de excitação, enquanto passava a mão molhada de lubrificante natural por cima do volume do pau dele que sumia e voltava dentro de mim.

Eu estava em transe. A sensação de ser preenchida por aquele membro imenso, que parecia não ter fim, me levava ao limite. O vizinho, sentindo que eu estava prestes a desmoronar, mudou a pegada. Ele me puxou pelos cabelos, forçando meu peito contra o estofado e elevando meu quadril, mergulhando com tudo no meu rabo.

— Ahhh! Por favor, não para! — eu gritei, sentindo as paredes do meu cuzinho se moldarem ao redor daquela rola latejante
A pressão era tanta que eu sentia meus órgãos internos sendo rearranjados. Era uma dor deliciosa, um preenchimento que me fazia sentir pequena e, ao mesmo tempo, poderosa. Ele começou a acelerar, os golpes ficando mais curtos e violentos, batendo com força total na minha bunda, produzindo um som seco e rítmico que ecoava pela sala.

Minha mãe, vendo que eu estava no ápice, ajoelhou-se entre as minhas pernas e começou a estimular meu clitóris com os dedos, criando um curto-circuito de prazer. Eu não conseguia mais respirar, minha visão estava branca, e cada centímetro do meu corpo vibrava.

— Agora! Goza para ele, Camila! — ela ordenou.

Com um último e profundo estocão que pareceu tocar a minha alma, eu desmoronei. Meu corpo inteiro contraiu em espasmos violentos, apertando o pau dele com uma força desesperada. Quase no mesmo instante, senti o corpo do vizinho tensionar. Ele soltou um rosnado gutural, enterrando-se own no meu rabo e segurando minha cintura com tanta força que deixou marcas.

Senti o jato quente e espesso do gozo dele preenchendo meu interior, pulsando dentro de mim como se ele estivesse injetando vida. Ficamos ali, os três, em um silêncio pesado, apenas com o som da respiração ofegante e o aroma inebriante de sexo consumado.
Ele se afastou lentamente, deixando o sêmen escorrer pelas minhas coxas. Olhei para minha mãe, que tinha um olhar de satisfação absoluta.

— Viu, filha? — ela sorriu, lambendo os lábios. — Eu disse que você ia gostar do banquete.

Foto 1 do Conto erotico: O Vizinho Pauzudo e o Banquete de Bucetas

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
O Vizinho Pauzudo e o Banquete de Bucetas

Codigo do conto:
271626

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
06/09/2026

Quant.de Votos:
4

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