— Você não tem noção do quanto eu esperei por isso, moleque.
A frase veio como um sussurro quente no meu ouvido, enquanto ela dançava funk, colada em mim, ignorando completamente que a mulher que ajudava na casa estava a poucos metros, na cozinha. Minha prima, aquela loirinha de quase 40 anos, com o corpo de uma menina de vinte, estava bêbada de desejo e de álcool. A roupa de academia que ela usava marcava cada curva daquela bunda redonda e dos peitos durinhos que, desde a minha infância, eram o centro de todas as minhas fantasias proibidas.
Eu a olhei nos olhos, sentindo meu pau pulsar contra o tecido da calça, e brinquei:
— Então vai ter que me mostrar agora... aquilo que você sempre disse que me mostraria no banheiro.
Ela soltou uma risada maliciosa, me puxando pelo braço com força.
— Agora você já está crescidinho, não está? Vem comigo, rápido, antes que a gente seja pego.
No banheiro, o mundo exterior sumiu. Ela se despiu com uma pressa voraz, ficando nua na minha frente, revelando aquela pele clara e a bucetinha rosinha e lisinha que me deixava louco. Ela se ajoelhou, puxou meu pau para fora e me deu a melhor chupada da minha vida, deslizando a língua com uma luxúria que me fazia perder o fôlego. Mas o risco era parte do prazer; quando ouvimos os passos da mulher se aproximando, ela terminou com um beijo úmido no topo do meu membro e abriu a porta, fingindo que nada tinha acontecido, enquanto eu tentava recuperar a respiração.
Mas ela não estava satisfeita. A adrenalina a deixou own. Quando eu me despedia, ela apareceu na área da casa, completamente nua, expondo-se ao vento da noite.
— Tá maluca? Você tá nua no meio da rua! — sussurrei, desesperado e excitado.
Ela riu, esfregando a bucetinha no meu corpo, batendo na própria carne com a palma da mão.
— Só tem você aqui, idiota. E você vai comer essa bucetinha agora, não precisa ter pena de mim.
Eu não aguentei. Apertei aquela bunda firme, beijei sua boca com fome, sentindo o gosto do vinho e da luxúria. Ela se ajoelhou ali mesmo, no pátio, e engoliu meu pau inteiro, fazendo sons de sucção que ecoavam no silêncio da rua.
— Tua prima é uma cachorra... — ela murmurou entre as golfadas — me come logo!
Eu a carreguei para dentro, jogando-a no sofá.
— Uma princesa, todinha... — ela suspirou, arqueando as costas. — Agora a princesa quer esse pau na cara!
Eu dei um tapa sonoro na cara dela, não com violência, mas com a urgência do desejo, e enfiei meu membro na boca dela, sentindo cada centímetro ser apertado por sua garganta. Depois, desci. Mergulhei meu rosto naquela intimidade perfeita. Comecei a lamber a bucetinha dela devagar, sentindo o gosto doce e forte. Minha língua trabalhava no clitóris, fazendo círculos, subindo e descendo, enquanto ela se contorcia e arranhava meu couro cabeludo, gemendo alto.
— Gemer mais baixo, caralho! — pedi, enquanto sugava seus peitos durinhos.
— Não! A casa é minha! Eu vou gozar, vou gozar tanto que vou molhar esse sofá todo! — ela gritou, em êxtase.
Quando não aguentamos mais, eu entrei. Foi um encaixe perfeito, apertado, quente. Ela sentou em cima de mim, quicando com força, os peitos balançando, a bunda batendo no meu colo. O sexo era visceral, bruto e delicioso. Eu a virei de costas, segurei seu cabelo loiro e comecei a foder com força, sentindo a buceta dela pingando, encharcada de prazer.
Mas o ápice veio quando eu explorei o proibido. Desci a língua para o cuzinho dela, lambendo cada dobra com luxúria, sentindo ela estremecer.
— Me come o cuzinho, por favor... me fode fundo no cuzinho! — ela implorou.
Eu não hesitei. Lubrifiquei a entrada e empurrei.
O sexo anal foi lento no início, mas a resistência dela era mínima, substituída por um desejo frenético. Ela soltou um grito abafado contra a almofada do sofá quando senti meu membro vencer a barreira final, preenchendo-a por completo. A sensação de aperto era surreal, quase dolorosa de tão prazerosa. Eu a segurei pelos quadris, as mãos enterradas na carne firme daquela bunda, e comecei a estocar com ritmo, sentindo cada centímetro do meu pau sendo esmagado por aquele canal estreito.
— Isso..fode... me destrói inteira! — ela gemia, a voz rouca, quase sem fôlego.
O som da carne batendo contra a carne ecoava pela sala, um ritmo animal que ignorava qualquer parentesco ou decoro. Eu a puxei para cima, forçando-a a olhar para mim enquanto continuava a foder seu rabo com violência. Ela estava com os olhos revirados, a língua para fora, em um estado de transe erótico. A cada estocada profunda, ela sentia o impacto no útero, e isso a fazia disparar espasmos que apertavam meu pau como se fosse uma mola.
— Você é minha, sua puta... — sussurrei no ouvido dela, mordendo seu lóbulo. — Quem mais sabe que a prima perfeita é, na verdade, a maior vadia da família?
Ela soltou uma risada histérica, misturada com um gemido, enquanto se entregava totalmente.
— Ninguém... ninguém imagina que eu amo ser fodida pelo meu primo ... me fode mais forte!
Mais!
Eu não precisava que ela pedisse duas vezes. Mudei a posição rapidamente, jogando as pernas dela nos meus ombros enquanto ela ficava deitada, expondo tudo. Eu via a entrada do cuzinho dilatada, vermelha, recebendo meu pau em estocadas brutais que faziam a cabeça dela bater contra o estofado do sofá. A luxúria tinha atingido o ápice; o cheiro de sexo e suor preenchia o ambiente.
Senti a onda de prazer subir pela minha espinha. O aperto anal era insuportável, e eu sabia que estava no limite.
— Vou gozar... vou gozar tudo dentro de você! — avisei, a voz falhando.
— Goza! Goza tudo no meu rabo, enche essa puta de porra! — ela gritou, arqueando o corpo em um orgasmo violento que a deixou tremendo por segundos.
Eu dei a última estocada, enterrando-me até a base, e senti meu pau pulsar enquanto despejava everything dentro dela. O prazer foi tão intenso que meus olhos fecharam e meu corpo inteiro ficou rígido. Ficamos ali, colados, respirando pesadamente, enquanto o sêmen começava a escorrer lentamente pelo canal apertado, sujando a pele clara de suas coxas.
Ela se virou lentamente, com um sorriso malicioso e os olhos ainda nublados de prazer. Passou a mão pelo meu rosto, limpando uma gota de suor.
— Agora... — ela sussurrou, com a voz carregada de malícia — a gente precisa pensar em como vamos fazer isso toda semana sem que ninguém perceba.
As semanas que se seguiram transformaram aquela primeira explosão de luxúria em um hábito perigoso. O que começou como um encontro casual tornou-se a minha obsessão. Eu não conseguia mais olhar para ela durante os almoínios de domingo sem lembrar do gosto daquela bucetinha ou do som do meu pau batendo contra a bunda dela no sofá. E ela, por sua vez, parecia florescer sob o meu toque; a "prima perfeita", a loirinha educada e impecável, estava se tornando viciada no modo como eu a tratava entre quatro paredes.
Mas o jogo mudou quando eu percebi o poder que tinha nas mãos.
Certo dia, enquanto estávamos na cozinha, a sós, eu a encostei na pia. O olhar dela era de desejo, mas eu decidi que queria mais do que apenas sexo; eu queria a entrega total.
— Sabe, a tia Maria comentou hoje que você está "estranha", mais aérea... — sussurrei, deslizando a mão por baixo da saia dela, sentindo a calcinha já encharcada. — Imagina a cara dela se eu contasse que a prima perfeita passa as tardes de joelhos pro sobrinho?
Ela gelou. O medo brilhou nos olhos dela por um segundo, mas logo foi substituído por algo mais profundo. Ela sentiu um calafrio percorrer a espinha. A ameaça não a assustou; ela a excitou.
— Você não teria coragem... — ela murmurou, mas a voz estava trêmula.
— Teria. A menos que você me dê motivos para guardar esse segredo. — Sorri, sentindo a tensão no ar. — A partir de agora, a regra é minha.
A "chantagem" tornou-se o nosso código. Sempre que eu dizia "estou com vontade de contar para a família", ela sabia que não era sobre o segredo, mas sim um comando. Era o gatilho para ela se submeter.
Comecei a dominar a dinâmica da casa. Eu não esperava mais pelo banheiro ou pelo sofá. Eu passava a exigir que ela se apresentasse para mim em horários e locais inesperados.
— Agora. No escritório. Sem nada por baixo do vestido — eu mandava por mensagem enquanto ela estava em uma reunião de vídeo.
Ela vinha. Vinha correndo, com o coração disparado, a adrenalina de ser pega elevando o prazer a níveis insuportáveis. Ela entrava no escritório, fechava a porta e, diante de todos os olhares invisíveis da família que circulavam pela casa, ela se despia lentamente, expondo-se totalmente ao meu olhar.
— De joelhos, puta. Agora — eu ordenava, sentando-me na cadeira de couro.
Ela se ajoelhava, a pele branca contrastando com o tapete escuro, os peitos durinhos apontando para mim, a bucetinha pingando luxúria. Ela não era mais a prima loirinha; ela era a minha escrava particular. Eu a fazia se apresentar nua, descrevendo cada detalhe do próprio corpo, admitindo o quanto desejava o meu pau, enquanto eu a observava com a frieza de um dono.
O mais surpreendente foi a descoberta dela. Durante as nossas sessões, enquanto eu a forçava a posições humilhantes ou a exigia que ela se lavasse owna diante de mim para "estar limpa para o mestre", percebi que ela não estava apenas obedecendo. Ela estava em êxtase.
— Por favor... me usa... me manda fazer qualquer coisa... — ela implorava, com o rosto vermelho e a respiração ofegante.
A liberdade da "mulher independente" não significava nada perto da excitação de ser possuída e dominada por mim. A submissão a esse jogo de poder a deixava mais molhada do que qualquer carícia romântica jamais conseguiu. Ela descobriu que a maior ereção do seu prazer vinha da perda do controle.





Prima dos sonhos
Aquela prima que a gente ainda desde pequeno