— Se você continuar me olhando com esse desejo no olho, vou acabar esquecendo que você é minha filha — ele murmurou, a voz rouca, enquanto seus dedos apertavam a carne macia da minha cintura.
Eu não disse nada. Apenas sorri, sentindo a eletricidade percorrer minha espinha. Estávamos na cozinha, mas o mundo lá fora tinha desaparecido. Apenas nós dois, o silêncio da casa vazia e aquele corpo escultural de homem de quarenta anos que me deixava hipnotizada.
Tudo começou com um copo d'água e um desafio. Eu, com aquela camisa longa que mal cobria minha bunda, sem calcinha, sentindo o ar fresco tocando minha intimidade. Quando tentei subir nele para alcançar o armário, o acidente aconteceu: meus pés escorregaram, a samba-canção desceu e aquele pau imenso, latejando de desejo, saltou para fora.
O choque inicial virou luxúria pura em segundos. Quando deslizei pelo corpo dele, senti a cabeça quente e dura do membro dele roçando exatamente onde eu estava mais molhada.
— Puta que pariu, Sara... você está encharcada — ele sussurrou, a respiração quente batendo no meu pescoço.
— E você está duro pra caralho, papai... — respondi, arqueando as costas e empurrando minha bunda contra ele.
Ele me puxou com força, selando nossos lábios em um beijo voraz, cheio de língua e urgência. As mãos dele exploravam cada curva do meu corpo, apertando meus seios por cima da camisa. Eu me senti pequena e dominada nos braços dele. Sem aviso, ele me levantou e me levou para a sala.
No sofá, a camisa foi jogada longe. Ele se ajoelhou entre as minhas pernas, abrindo-as com a possessividade de quem sabe exatamente o que quer.
— Olha que coisa linda... que bucetinha rosada e deliciosa — ele disse, a voz carregada de malícia.
Ele não foi direto ao ponto. Ele me torturou. Começou lambendo minhas coxas, subindo lentamente, dando beijos molhados que me faziam estremecer. Quando a língua dele finalmente encontrou meu clitóris, eu soltei um grito. Ele começou a lamber com vontade, fazendo movimentos circulares, sugando o meu clitóris com uma força que me fazia arquear as costas e gemer alto.
— Isso, geme pra mim, minha safada... — ele murmurava entre as lambidas.
Ele não parou por aí. Com a mão, abriu meu cuzinho e deu lambidas profundas e úmidas ali, explorando cada dobra, fazendo-me sentir um prazer proibido e intenso. Eu estava em transe, sentindo cada centímetro daquela língua experiente me explorando.
— Agora eu quero sentir esse pau... eu quero esse pau dentro de mim agora! — eu implorei, puxando-o own pescoço.
Ele não perdeu tempo. Com um impulso, ele enterrou aquele pau lindo e grosso na minha buceta.
— Ahhh! Meu Deus! — gritei, sentindo o preenchimento total.
Começamos a meter com vontade. O som da carne batendo na carne ecoava pela sala. Era um sexo bruto, luxurioso. Ele me virou de costas, me deixando de quatro no sofá, e começou a meter com força. Cada estocada era profunda, certeira.
— Você é minha, Sara... minha amante gostosa — ele gemia, enquanto me dava tapas leves na bunda.
De repente, ele mudou o alvo. Com um pouco de lubrificação, ele guiou a ponta do pau para o meu cuzinho. Quando ele entrou, senti meu corpo inteiro vibrar. O sexo anal era profundo, prazeroso, uma sensação de preenchimento que me fazia perder o sentido. Ele metia e tirava do meu cu com um ritmo constante, me fazendo gozar em ondas violentas.
— Você é minha, Sara... minha amante gostosa — ele gemia, enquanto me dava tapas leves na bunda.
De repente, ele mudou o alvo. Com um pouco de lubrificação, ele guiou a ponta do pau para o meu cuzinho. Quando ele entrou, senti meu corpo inteiro vibrar. O sexo anal era profundo, prazeroso, uma sensação de preenchimento que me fazia perder o sentido. Ele metia e tirava do meu cu com um ritmo constante, me fazendo gozar em ondas violentas.
— Vai, goza pra mim! Goza no meu pau! — ele gritava, enquanto acelerava as estocadas.
Nós gozamos juntos, em um grito sincronizado de prazer, as paredes da sala parecendo vibrar com a intensidade do nosso orgasmo.
Mas a luxúria não tinha acabado. Ele me levou para o banheiro, onde a água quente do chuveiro caía sobre nós. Ali, com o corpo ensaboado e escorregadio, eu me ajoelhei. Olhei para aquele pau imenso, ainda pulsando ,recuperando-se do orgasmo anterior, mas já começando a endurecer novamente sob o efeito do meu olhar faminto.
Eu não queria apenas que ele me possuísse; eu queria dominá-lo da maneira mais visceral possível. Levei a mão até a base do membro, sentindo a textura das veias saltadas contra a minha palma, e envolvi a cabeça com os lábios.
— Você não tem noção do quanto eu desejava fazer isso... — murmurei contra a pele quente, antes de dar uma sugada profunda.
Ele soltou um gemido gutural, as mãos agarrando meus cabelos para guiar meu ritmo. Eu comecei a comer aquele pau com vontade, deslizando a língua pela coroa, sugando com força, fazendo vácuo, sentindo o gosto salgado e másculo preencher minha boca. Eu queria engolir tudo, queria sentir aquele tamanho batendo no fundo da minha garganta.
— Puta que pariu, Sara... você sabe exatamente como fazer — ele arfou, a respiração descompassada enquanto eu acelerava as lambidas, alternando entre a ponta e a base, brincando com os seus testículos com a ponta dos dedos.
O som do chuveiro abafava nossos gemidos, mas a intensidade do momento era ensurdecedora. Ele me puxou para cima, colando nossas peles ensaboadas, e me prensou contra a parede fria do azulejo. O contraste do frio da parede com o calor do corpo dele me fez estremecer.
Ele levantou minha perna direita, prendendo-a em sua cintura, e, com um movimento bruto e decidido, enterrou-se em mim novamente, desta vez na buceta, que ainda estava aberta e pulsante.
— Agora a gente não para até você não conseguir mais nem andar — ele sussurrou no meu ouvido, a voz carregada de uma possessividade animal.
O ritmo era frenético. O sabão servia como um lubrificante natural, tornando cada estocada mais fluida, mais profunda. Eu envolvia a cintura dele com as pernas, sentindo cada centímetro daquele pau grosso preenchendo cada espaço vazio dentro de mim. Meus gemidos se misturavam ao barulho da água, e eu sentia meu orgasmo voltando, crescendo como uma tempestade.
— Goza... goza pra mim, papai! — eu gritava, sentindo as paredes do meu ventre contraíremem violentamente ao redor dele.
Ele não segurou mais. Com três estocadas profundas e violentas, ele soltou um urro, descarregando tudo dentro de mim. Senti o jato quente do seu gozo inundando meu útero, uma sensação de plenitude que me deixou zonza.
Ficamos ali, abraçados sob a água quente, a respiração pesada, o silêncio retornando aos poucos enquanto o desejo, finalmente saciado, deixava apenas o eco de um pecado cometido com a maior de todas as vontades.
Desde aquele dia, a dinâmica da casa mudou. O ar entre nós tornou-se denso, carregado de um segredo que vibrava em cada corredor, em cada olhar trocado durante o jantar ou em cada toque "acidental" enquanto passávamos um pelo outro na cozinha.
Agora sou a amante dele para todas as vezes que conseguimos transar em casa.
Tornamos isso um jogo perigoso. Às vezes, ele me chama para o escritório sob o pretexto de "ajudar com algum documento", mas assim que a porta se fecha e a tranca ecoa, ele me joga contra a mesa de mogno. Ele adora a adrenalina do risco, o medo de sermos pegos, a urgãocia de me possuir ali mesmo, onde ele trabalha. Ele me rasga a calcinha, ignora qualquer preliminar demorada e me fode com uma fome que parece nunca ter sido saciada, enquanto sussurra no meu ouvido o quanto eu sou a "sua safada favorita".
Mas há momentos em que a casa parece pequena demais para a nossa luxúria. Momentos em que a vontade de gritar, de quebrar tudo, de transar sem a preocupação de quem pode estar ouvindo, se torna insuportável.
Às vezes, ele me leva para o motel, onde transamos feito loucos.
No motel, as regras desaparecem. Lá, ele não é apenas o homem da casa; ele é o meu dono, o meu amante, o meu vício. Ele me joga naquelas camas de lençol acetinado com uma brutalidade que me faz delirar.
— Aqui você não precisa fingir, Sara. Aqui você é só a minha vadia — ele diz, antes de me virar de quatro e me meter com tanta força que sinto cada impacto reverberar na minha coluna.
No motel, ele explora cada orifício meu com uma intensidade visceral. Ele me faz engolir o pau dele até eu tossir, me usa de todas as posições imagináveis, me fazendo gozar repetidamente enquanto ele me morde os seios e me arranha as costas. A gente se perde no suor, no cheiro de sexo e no som da carne batendo com violência.
É um ciclo vicioso. Voltamos para casa, assumimos nossos papéis de pai e filha diante do mundo, mas, enquanto ele me serve um copo de suco ou me pergunta sobre a faculdade, seus olhos descem para as minhas pernas, lembrando-me de que, por baixo daquela roupa comportada, eu ainda estou latejando, marcada por ele, esperando ansiosamente pelo momento em que a porta se feche e o gozo proibido comece novamente.





Uma filhinha assim é o extremo da lokura
Caralho que conto excitante da porra, fiquei com pau duro, feito ferro!
quero a menina tambem