A Putinha do Papai: Castigo com Gozo Profundo



A Putinha do Papai: Castigo com Gozo Profundo**

"Você não tem noção do quanto eu quero te foder desde que acordei e vi você circulando por essa casa com esse corpo de pecado," sussurrou Mauro, a voz rouca, enquanto seus olhos devoravam cada centímetro da pele clara e macia de Marisa.

Marisa não respondeu com palavras, apenas com um gemido baixo que vibrou no fundo da garganta. Ela estava ali, nua e brilhando sob o creme de massagem, sentindo o calor do corpo do pai irradiando contra o dela. O quarto estava silencioso, exceto pelo som da respiração pesada dos dois, criando uma tensão elétrica que parecia prestes a incendiar os lençóis.

Ele não perdeu tempo. Mauro inclinou-se e capturou os lábios de Marisa em um beijo faminto, profundo, explorando cada canto de sua boca com uma urgência que a fez arquear as costas. As mãos dele, grandes e firmes, deslizaram pelos seios dela, apertando-os com luxúria. Ele começou a lamber o mamilo com o piercing, circulando o metal com a língua quente, alternando entre sucções fortes e mordidinhas leves que a faziam estremecer.

— Esse piercing... — ele murmurou entre um beijo e outro no pescoço dela — ...vai ser a marca do seu começo de castigo, sua safada.
Marisa soltou um grito abafado quando sentiu a mão dele descer. Mauro não teve pressa. Ele se ajoelhou entre as pernas dela e mergulhou o rosto naquela bucetinha lisinha e úmida. Ele começou a lamber devagar, com movimentos longos e circulares, saboreando cada gota do desejo dela. A língua dele encontrou o clitóris e começou a chicotear o botão carnal com precisão, enquanto os dedos longos entravam e saíam, preparando o terreno.

— Ahhh, papai... que delícia... continua... me come inteira com a língua! — Marisa gemia, as mãos enterradas nos cabelos dele, empurrando-o para mais perto.

Ele não parou até que ela estivesse tremendo, gozando intensamente sob a língua dele, enquanto ele, num movimento ousado, deslizava a ponta da língua para trás, dando uma chupadinha deliciosa e úmida no cuzinho dela, apenas para provocá-la.

— Agora é a minha vez, Marisa. Quero sentir a sua boca me apertando — ordenou ele, deitando-se.
Ela não hesitou. Marisa ajoelhou-se, abrindo a bermuda fina e libertando aquele membro enorme e pulsante. Ela começou a lamber a base, subindo com a língua envolta em saliva até o topo, antes de envolver tudo em um boquete demorado e guloso. Ela sugava com vontade, sentindo o gosto do desejo dele, movendo a cabeça num ritmo frenético, engolindo cada centímetro enquanto ouvia os gemidos de prazer do pai.

— Puta que pariu, Marisa... que boca deliciosa... — Mauro rosnou, sentindo a pressão perfeita.

Menos de quatro minutos depois, com um estalo de prazer, ele gozou profundamente na boca dela. Marisa engoliu tudo, sentindo o calor do sêmen, e antes que pudesse respirar, ele a puxou para cima, virando-a de costas.

— Agora, a hora da verdade.

Mauro a posicionou de quatro, as coxas abertas, e começou a meter e tirar com força na buceta dela. O som da carne batendo era rítmico, intenso. Ele a fodia de lado, de cabeça para baixo, cada estocada fazendo a cama ranger e a voz de Marisa ecoar no quarto em gemidos agudos de puro êxtase.

— Você é a minha putinha, não é? — ele perguntou, apertando a cintura dela.
— Sim... sou... me fode, papai! Me destrói!

Foi então que ele lembrou do "castigo". Sem aviso, mas com toda a luxúria do mundo, Mauro deslizou a ponta do membro para a entrada apertada do cuzinho dela. Com um impulso firme e profundo, ele enterrou a rola toda no rabo de Marisa.

— Aaaaah! — ela gritou, uma mistura de choque e prazer intenso.

Ele não parou. Começou a meter e tirar no cuzinho dela com força, sentindo a pressão deliciosa daquela parede apertada. A cada estocada anal profunda, Marisa sentia o mundo girar. Era um sexo visceral, bruto e carregado de desejo proibido. Ele alternava entre a buceta e o cuzinho, inundando-a de prazer, enquanto os beijos se tornavam urgentes e as palavras sujas preenchiam o ambiente.

— Goza pra mim, Marisa! Goza enquanto eu te fodo no rabo!

— Estou gozando! Ai, meu Deus, que delícia... fode mais... mete com força!
Em um último impulso, Mauro enterrou-se profundamente no cuzinho dela, soltando um rugido de prazer enquanto gozava jatos quentes dentro dela e, logo em seguida, despejava todo o resto na buceta, em uma explosão de orgasmos simultâneos que os deixou exaustos e completamente entregues ao pecado.

Marisa desabou nos lençóis, ofegante, sentindo-se preenchida e completamente dele.

— Agora... — ela sussurrou, com um sorriso malicioso — ...você prometeu aquela massagem, não prometeu?

Esquece a massagem," Mauro respondeu, a voz ainda rouca, mas agora com um tom de comando que fez os pelos da nuca de Marisa se eriçarem. Ele não se afastou; permaneceu enterrado nela, sentindo as contrações involuntárias do corpo da filha enquanto o sêmen quente escorria pelas coxas dela.

Ele se inclinou, colando o peito suado nas costas dela, e sussurrou no ouvido de Marisa: "A massagem era a isca. O castigo... o castigo é que você agora não sai desse quarto até que eu decida que você está perdoada."

Marisa soltou um riso anasalado, sentindo o peso do corpo dele sobre o seu. Ela tentou se espreguiçar, mas Mauro prendeu seus pulsos acima da cabeça com apenas uma das mãos, mantendo-a pressionada contra o colchão. A sensação de vulnerabilidade a excitou instantaneamente.

— Você acha que já acabou, Marisa? — ele murmurou, começando a beijar a curvatura do ombro dela, sentindo o cheiro de sexo e creme de massagem que emanava da pele. — Eu disse que você era minha putinha, e putinhas não decidem quando a sessão termina.
Ele deslizou o corpo para trás devagar, sentindo o vácuo do membro saindo do rabo dela com um som úmido, mas não deu tempo de ela respirar. Mauro girou o corpo dela rapidamente, fazendo-a encarar seus olhos escuros e carregados de luxúria. Com um movimento ágil, ele a puxou pelas coxas, sentando-a sobre o próprio colo, de frente para ele, com as pernas abertas e a buceta inundada.

— Olhe para mim — ele ordenou. — Olhe para o que você fez com o seu pai.

Marisa olhou. Ela viu a satisfação no rosto dele e sentiu a ereção de Mauro voltando, pulsando contra a pele sensível dela. O prazer anterior não tinha sido o fim, mas apenas o aquecimento.

— Eu quero que você use essa boquinha agora — ele disse, guiando a cabeça dela para baixo enquanto a mão livre apertava o seio dela com força. — Quero que você limpe cada gota de mim, e depois, quero que você me implore para entrar de novo, mas desta vez, quero que você escolha onde eu vou gozar.

Marisa sentiu um calafrio percorrer a espinha. A ideia de ter que pedir, de ter que se submeter totalmente ao ritmo dele, era mais excitante do que qualquer estocada anterior. Ela abriu a boca, sentindo o gosto salgado do sêmen que ainda restava em sua pele, e começou a sugar o membro dele com uma voracidade renovada.
Enquanto ela trabalhava, Mauro fechou os olhos, sentindo a língua dela envolver a glande com precisão. Ele começou a gemer baixo, a mão agora descendo para apertar as nádegas dela, puxando-a para mais perto.

— Isso... assim mesmo... — ele rosnou. — Se você for boa, Marisa, talvez eu te deixe dormir na minha cama hoje. Mas se for mal... eu vou te prender nessa posição até você esquecer como se caminha.

O quarto, que antes estava silencioso, agora era preenchido apenas pelos sons de sucção profunda e pela respiração pesada de dois corpos que não conheciam mais limites, apenas a fome insaciável um do outro. O castigo estava apenas começando, e Marisa estava disposta a pagar cada centavo dessa dívida de prazer.

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Comentários


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Comentou em 14/09/2026

sorte dos 2

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casualsomente Comentou em 10/09/2026

Esse corpinho é o paraíso




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A Putinha do Papai: Castigo com Gozo Profundo

Codigo do conto:
271806

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
09/09/2026

Quant.de Votos:
8

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