Minha Mãe: O Gozo Proibido



Você não tem noção do quanto eu quero te foder", ela sussurrou, a voz rouca, enquanto o filme porno na TV servia apenas como trilha sonora para a tensão que quase partia a gente ao meio.

Eu não esperava que a Sara, minha mãe, fosse ser tão direta. Mas a verdade é que o jogo já estava armado. Aquele corredor, as camisolas transparentes, o jeito que ela se dobrava na mesa... tudo era um convite. Quando ela me chamou para dormir na cama dela, eu sabia que não seria para contar histórias de ninar.

O beijo começou lento, com gosto de desejo acumulado. Nossas línguas se entrelaçaram em uma dança úmida e faminta. Eu a beijava com força, sentindo o corpo dela vibrar contra o meu. Minhas mãos, inquietas, exploravam cada curva, apertando aqueles peitos firmes que me tiravam o sono há meses.

— Ai, Marcos... que beijo gostoso, filho... que luxúria é essa? — ela gemeu, arqueando as costas.

— É tesão, mãe. Um tesão doentio por você — respondi, descendo os beijos pelo pescoço, lambendo a pele macia até chegar no colo.

Eu a despi devagar, sentindo o cheiro dela, aquele perfume que me dava gatilhos de desejo. Quando ela ficou nua, eu não aguentei. Me ajoelhei entre as pernas dela e abri aquela bucetinha linda e cabeluda, que já estava encharcada.
— Você está tão molhada, Sara... — sussurrei, antes de enterrar meu rosto ali.

Comecei a lamber com calma, sentindo o sabor dela, fazendo círculos lentos ao redor do clitóris. Ela começou a gemer alto, as mãos apertando meus cabelos. Eu não tinha pressa. Lambia cada dobra, sugava o clitóris com força, sentindo-a tremer. Depois, deslizei a língua para trás, explorando a entrada do cuzinho dela, dando lambidas profundas e úmidas que a faziam delirar.

— Oh, meu Deus... continua, Marcos! Chupa tudo, lambe cada pedacinho meu! — ela gritava, perdendo a noção de quem era mãe e quem era filho.

Ela não aguentou e me puxou para cima, me jogando de costas na cama. Com um olhar de pura luxúria, ela deslizou a mão pelo meu volume e começou a chupar meu pau com uma vontade primitiva. A boca dela era quente, a língua envolvia a cabeça do meu membro com uma pressão perfeita. Foi um boquete demorado, delicioso, onde ela me olhava nos olhos enquanto sugava cada centímetro, fazendo-me soltar gemidos de puro prazer.

— Agora é a minha vez de sentir você dentro de mim — ela sussurrou, abrindo as pernas e me guiando.
Eu me posicionei e, com um impulso, meti com força na bucetinha dela. O aperto era surreal. Comecei o vai e vem, constante, ritmado, sentindo a pele de nossos corpos batendo.

— Isso... me fode, Marcos! Me come inteira! — ela gritava, as unhas cravadas nas minhas costas.

No meio do êxtase, eu a virei de costas, sentindo o rabinho dela pulsar. Sem aviso, mas com todo o desejo do mundo, deslizei meu pau na entrada do cuzinho dela.

— Ai! — ela deu um grito agudo, mas logo transformou em um gemido de prazer profundo. — Que porra é essa... que sensação gostosa... continua, vai fundo!

Eu comecei a meter e tirar no cuzinho dela, sentindo a pressão apertada do ânus. Era um sexo visceral, bruto e carregado de luxúria. A cada estocada profunda, eu sentia ela gozar, o corpo dela contraindo ao redor do meu pau.

— Eu estou gozando... eu estou gozando por você, meu lindo! — ela delirava, as pernas tremendo.

Eu não aguentei mais. Dei as últimas três estocadas mais profundas, sentindo o calor intenso dela, e gozei tudo dentro do cuzinho e da buceta dela, em jatos.
Ainda ofegante e sentindo o gozo dele escorrer, Sara não deixou Marcos se afastar. Antes que ele pudesse sequer recuperar o fôlego ou processar o tremor nas próprias pernas, ela o empurrou de volta na cama com uma força surpreendente, prendendo os pulsos dele contra o colchão com uma agilidade que o pegou de surpresa.

O olhar dela havia mudado. Não era mais apenas a entrega; era a conquista.

— Você acha que acabou, Marcos? — ela sussurrou, a voz agora carregada de uma autoridade nova, quase predatória. — Você foi tão... *generoso*... que agora decidiuu que eu sou a dona do jogo.

Ela se sentou sobre o quadril dele, sentindo o calor do sêmen que ainda os unia, e sorriu de um jeito que ele nunca tinha visto. Sara não queria apenas o prazer; ela queria a rendição total. Para a sociedade, ela era a figura materna, a guia, a mulher virtuosa; mas ali, naquele quarto que cheirava a suor e pecado, ela era a rainha de um império de luxúria.

— Você vai me servir, Marcos. Vai me servir até que eu esteja completamente exausta, até que você não consiga mais lembrar onde termina o filho e onde começa o amante — ela sentenciou, deslizando a mão para baixo, apertando o membro dele que, apesar do cansaço, reagia ao comando dela.
Ela começou a explorar fantasias que guardava no fundo da alma, coisas que nunca tivera coragem de verbalizar. Ela o obrigou a beijar cada centímetro de suas coxas, exigindo que ele a adorasse como se ela fosse uma divindade profana. Ela alternava entre a doçura de um beijo na testa e a brutalidade de apertar seu pescoço enquanto se sentava nele novamente, desta vez guiando-o para que ele a preenchesse não com pressa, mas com uma lentidão torturante.

— Mais profundo... — ela comandava, movendo os quadris em círculos, sentindo cada nervo do pau dele raspando nas paredes internas de sua buceta. — Quero sentir você me marcando, quero que você saiba que, embora o mundo nos chame de mãe e filho, aqui dentro, nós somos apenas carne e desejo.

A noite transformou-se em um ciclo infinito de experimentação. Ela o levou ao limite, testando a resistência dele, pedindo para ser tomada em posições que desafiavam a gravidade e a moralidade. Ela queria sentir a força dele, a urgência do jovem que a desejava em segredo por tanto tempo.

Entre um gemido e outro, eles trocaram as alianças simbólicas, deslizando os anéis nos dedos um do outro em um pacto silencioso e proibido. Era o selo de um contrato que ninguém mais assinaria. Dentro daquela casa, eles eram marido e mulher, unidos por um vínculo que transcendia o sangue e mergulhava no abismo do prazer.
Quando o sol começou a ameaçar surgir no horizonte, Sara finalmente desabou sobre o peito dele, a respiração pesada, a pele brilhando de suor. Ela estava exausta, mas com um sorriso de satisfação. Ela o havia consumido, e ele, em troca, havia descoberto que a mãe que ele conhecia era apenas a casca de uma mulher que sabia exatamente como transformá-lo em seu escravo do prazer.

Foto 1 do Conto erotico: Minha Mãe: O Gozo Proibido

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Comentários


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xjobx Comentou em 20/09/2026

Mamae safada

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Comentou em 14/09/2026

perfeito




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Minha Mãe: O Gozo Proibido

Codigo do conto:
271803

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
09/09/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
5