A pergunta de Sara pairou no ar, carregada de uma eletricidade que fazia os pelos do meu corpo se arrepiarem. Eu não respondi com palavras; não havia mais tempo para a timidez ou para o respeito formal. Eu a ataquei. Meus lábios encontraram os dela em um beijo voraz, uma língua explorando a outra com uma fome de quem estava morrendo de sede. Meus braços a apertaram contra meu peito, sentindo a maciez dos seios dela esmagados contra mim.
Tudo começou meses antes. Desde que meu filho, aquele imbecil mulherengo, a trocou por uma periguete, Sara se mudou para o meu apartamento. Eu, viúvo e solitário, via aquela mulher de trinta e poucos anos, com a cintura de pilão e coxas fartas, circular pela casa com roupas que mal escondiam a safadeza. Eu a observava em silêncio, enquanto ela rebolava pela cozinha com decotes generosos e blusinhas que deixavam a pele bronzeada à mostra.
Eu era um homem dominado pelo desejo. Cheguei ao ponto de instalar uma câmera na suíte dela. Através da tela, eu via a magia acontecer: Sara, diante do espelho, tirando as roupas com uma lentidão torturante. E houve aquele dia... o dia em que a vi, em um transe de luxúria, usando um consolo enorme, masturbando-se com uma fúria que me deixou com a rola latejando. Enquanto ela se dava prazer, eu me acabava em punhetas frenéticas no quarto ao lado, imaginando cada centímetro daquela bucetinha depilada e rosada recebendo o meu cacete.
Mas a máscara caiu quando usei a estratégia do notebook. Ao confrontá-la sobre os sites eróticos que ela visitava, a vergonha dela se transformou em convite.
Agora, no sofá, as roupas voaram. O tecido caiu no chão como pétalas de uma flor que finalmente se abria. Sara, nua, era a visão mais linda que eu já tivera. A pele alva, os seios firmes com mamilos eretos e aquela bucetinha que eu tanto cobiçara.
— Vem, sogrão... eu quero sentir tudo — ela sussurrou, a voz rouca de desejo.
Eu a derrubei suavemente no tapete. Comecei pelos beijos, longos e úmidos, descendo pelo pescoço, pelos seios que eu lambia com luxúria, até chegar ao centro do meu desejo. Mergulhei meu rosto naquela vulva encharcada. Comecei a lamber a bucetinha com calma, sentindo o gosto do seu prazer. Meus dedos abriram os lábios rosados e minha língua encontrou o clitóris, sugando-o, girando, fazendo-a arquear as costas e gemer alto.
— Agora, por favor... coloca esse pintão em mim! Quero sentir tudo até o talo!
Eu não esperei. Me posicionei, a rola nervosa e pulsante, e mergulhei fundo naquela bucetinha deliciosa. A recepção foi divina; ela estava tão molhada que eu deslizava com facilidade. Ela montou em mim, cavalgando com um requebre cadenceiro, os seios balançando no ritmo do impacto. O som da carne batendo na carne preenchia a sala.
— Fode essa bucetinha, sogro! Me fode com força! — ela gemia, os olhos revirados de prazer.
Num impulso de luxúria, eu a virei de costas, elevando o quadril dela. Eu queria explorar tudo. Com cuidado, mas com firmeza, guiei minha rola para a entrada apertada do seu cuzinho. Foi a primeira vez dela, e o aperto era surreal.
— Ai! É tão profundo... está enchendo tudo!
— está enchendo tudo! — ela exclamou, a voz embargada entre o choque e a excitação.
Eu senti a resistência inicial daquele músculo apertado, uma pressão que quase me fez gozar no primeiro centímetro. Mas a vontade de dominá-la era maior. Empurrei devagar, sentindo cada dobra daquele canal estreito abraçar meu membro. Sara soltou um gemido longo, enterrando o rosto no tapete, as mãos agarrando as fibras do tecido enquanto eu a preenchia completamente. A sensação de estar dentro do seu rabo era hipnotizante; era um calor diferente, mais denso, que sugava minha rola com uma força visceral.
Comecei a estocar com calma, sentindo o contraste absurdo entre a maciez da bucetinha e a firmeza do cuzinho. A cada estocada, eu sentia a pele de suas nádegas vibrar contra as minhas coxas. O ritmo aumentou. Eu não era mais o sogro respeitoso; eu era um animal faminto, e ela era a presa que se entregava com luxúria.
— Isso, sogrão... destrói esse cuzinho! Me quebra inteira! — ela gritava, a voz ecoando pela sala vazia, sem medo de quem pudesse ouvir.
Eu a segurava pelos quadris, cravando os dedos na carne farta, deixando marcas que lamberia mais tarde. O suor misturava nossos corpos, tornando tudo escorregadio e quente. A cada impacto, o som era úmido e pesado, um ritmo frenético que ditava a batida dos nossos corações.
De repente, a mudei a posição. Eu a puxei para cima, sentando-a no meu colo, de frente para mim, mas com as pernas abertas. Queria olhar nos olhos dela enquanto a possuía. Sara envolveu meu pescoço, os seios esmagados contra o meu peito, e começou a rebolar, alternando a entrada entre a bucetinha e o cuzinho, num jogo perverso de prazer que me levava ao limite.
— Eu não aguento mais... eu quero que você goze dentro de mim! — ela implorou, a respiração ofegante, o rosto ruborizado.
A pressão no meu pênis tornou-se insuportável. Senti o espasmo vindo, aquela onda de calor que começa na base da coluna. Eu a apertei com força, mergulhando a rola com toda a potência na profundidade dela, sentindo as paredes internas dela contraíremem-se em ondas de orgasmo.
— Agora! Goza, sogro! Enche tudo! — ela gritava, enquanto seu próprio clitóris pulsava contra a minha base.
Eu soltei um rugido gutural enquanto disparava jatos violentos de gozo dentro dela. Foi uma explosão. Senti cada pulsação do meu membro despejando a semente quente no fundo do seu útero, enquanto ela tremia inteira, as pernas fracas, desabando sobre o meu peito em um estado de total exaustão e êxtase.
Ficamos ali, em silêncio, apenas o som da respiração pesada prechendo o ambiente. O cheiro de sexo e suor pairava no ar. Sara beijou meu ombro, um sorriso malicioso nos lábios.
— O que a gente faz agora, sogrão? — ela sussurrou, com um olhar que dizia que aquela primeira rodada era apenas o começo de um vício perigoso.
Aquele primeiro encontro no tapete da sala não foi apenas um deslize ou uma aventura passageira; foi a fundação de um império de prazer que nenhum de nós dois estava disposto a abandonar. O que começou como um pecado proibido tornou-se a nossa rotina, a nossa religião.
O que o filho tinha rejeitado, eu tinha conquistado. Ele a via como um troféu, algo para exibir e depois descartar quando a novidade passava. Eu, porém, a via como a mulher da minha vida. Descobri que Sara não precisava apenas de sexo, ela precisava de um homem que a consumisse, que a possuísse com a urgência de quem sabe que a vida é curta.
Nos três anos que se seguiram, nossa relação evoluiu para algo profundo e visceral. A tensão do "proibido" deu lugar a uma cumplicidade absoluta. De "Sogrão", passei a ser "Maridão". Casamos em segredo no início, mas a verdade era óbvia demais para ser escondida: nós éramos a imagem da paixão.
Nossas transas tornaram-se rituais de luxúria. Não importava onde estivéssemos — na mesa da cozinha, no banco traseiro do carro ou no luxo dos lençóis de seda do nosso quarto — a fome era a mesma. Eu aprendi cada ponto erógeno do corpo dela, e ela aprendeu a me levar ao limite.
Lembro-me de tardes inteiras em que o mundo lá fora deixava de existir. Eu a adorava com a língua, explorando cada centímetro daquela pele bronzeada, descendo lentamente até a bucetinha que, com o tempo, tornou-se meu santuário. Eu a possuía com uma fome que não diminuía com os anos; se anything, crescia. O sexo anal, que começou como uma ousadia naquele primeiro dia, tornou-se nossa marca registrada, um prazer intenso e apertado que nos fazia esquecer de tudo.
— Você me fode melhor do que qualquer homem que já conheci — ela costumava sussurrar enquanto eu a estocava com força, sentindo a carne bater na carne, own o ritmo frenético de quem se pertence.
Agora, três anos depois, a nossa vitória é completa. Sara carrega no ventre o fruto desse amor avassalador: esperamos um menino. Um filho nosso, nascido de um desejo que desafiou a moral e a família.
Olho para ela agora, com a barriga arredondada e os seios ainda mais fartos, e sinto um orgulho imenso. Meu filho — o homem que a descartou — agora é apenas uma sombra no passado. Eu não tomei apenas a mulher dele; eu tomei a felicidade que ele foi tolo demais para preservar.
Enquanto acaricio a barriga dela, sinto a criança chutar. Sorrio, sabendo que esse menino terá o melhor dos dois mundos: o sangue da linhagem e a força de um pai que soube lutar por aquilo que amava. E, acima de tudo, a certeza de que nasceu do gozo mais puro e luxurioso que dois seres humanos poderiam partilhar.




