O silêncio do apartamento na Barra da Tijuca era enganoso. Para quem olhava de fora, era apenas a casa de um viúvo respeitável e sua nora dedicada. Mas, dentro daquela suíte, o ar vibrava com um desejo animal. Eu já não aguentava mais. Ver a Lia rebolando pela casa com aquelas roupinhas que mal cobriam a bunda, sentindo o perfume dela invadir meus sentidos, e ter que fingir que eu era apenas o "vovô" ou o "sogrinho" estava me matando.
A câmera no quarto dela tinha sido meu refúgio, mas ver aquela mulher, com aquela cinturinha de pilão, se masturbando com um consolo, gemendo e abrindo as pernas para o vazio, transformou meu desejo em fome. Quando ela me pediu para ser "aquele alguém", meu mundo explodiu.
Eu não a beijei com delicadeza. Eu a ataquei. Meus lábios se fundiram aos dela em um beijo de língua voraz, urgente, como se quiséssemos devorar um ao outro. Minhas mãos, possessivas, apertaram aquelas nádegas fartas, sentindo a maciez da pele enquanto as roupas voavam pelo chão.
— Lia, você não sabe quanto tempo eu quis fazer isso... — sussurrei contra a boca dela, a voz rouca de tesão. — Quero cada centímetro desse seu corpo safado.
— Ah, sogrinho... eu também queria... eu sentia que você me olhava... me fode, por favor, me fode agora! — ela gemeu, archando as costas e oferecendo os seios bronzeados ao meu toque.
Eu a derrubei no tapete, mas antes de qualquer penetração, eu precisava de tudo. Desci com a língua, devorando seu pescoço, seus seios, até chegar àquela bucetinha branquinha e rosada. Quando abri as pernas dela, o cheiro do desejo era inebriante. Eu mergulhei o rosto ali. Lamber a buceta da Lia foi a experiência mais deliciosa da minha vida. Comecei com lambidas longas, lentas, subindo e descendo, sentindo ela tremer inteira.
— Ai, meu Deus! Isso... continua, sogrão... lambe tudo! — ela gritava, os dedos cravados nos meus cabelos.
Eu foquei no clitóris, sugando aquele pequeno botão com força, fazendo-a disparar em espasmos. Não parei por aí. Com a língua, explorei a frestinha do cu dela, dando lambidelas profundas e úmidas, sentindo a contração do esfíncter dela enquanto ela delirava.
— Agora, por favor... coloca esse pauzão dentro de mim! — ela implorou, as pernas abertas, a buceta encharcada, brilhando de desejo.
Eu me levantei e ela, com um olhar de pura luxúria, ajoelhou-se diante de mim. Ela me deu um boquete demorado, lento, sugando cada centímetro do meu pau, fazendo barulhos de sucção que me levaram ao limite. Quando ela finalmente se montou em mim, a sensação foi de entrar em um paraíso quente e apertado.
— Puta que pariu, Lia! Que bucetinha deliciosa! — eu gritava, enquanto ela cavalgava, os seios balançando no ritmo do meu foder.
O sexo era bruto, luxurioso. A cada estocada, ela gemia meu nome, pedindo mais. Mas eu queria mais. Queria a entrega total.
— Lia, quero entrar no seu cuzinho... deixa eu te possuir inteira — eu pedi, a voz carregada de malícia.
Ela hesitou por um segundo, mas o tesão era maior. Ela se inclinou, oferecendo-me a visão perfeita daquela bunda gostosa. Passei a língua no cu dela mais uma vez, preparando o terreno, e então, com um empurrão lento e firme, deslizei minha rola para dentro do canal anal.
— Ahnn! Sogro... tá own... tá apertado... ai, que delícia! — ela gritou, a voz embargada de prazer
O sexo anal foi profundo, visceral. Eu metia e tirava com força, sentindo a pressão deliciosa do cu dela apertando meu pau como se quisesse me sugar para dentro. O som do impacto da minha pélvis contra as nádegas dela ecoava pelo quarto, um ritmo visceral, quase animal, que ignorava qualquer noção de parentesco ou moralidade. Naquele momento, não existia família, não existia pecado; existia apenas a fricção quente de dois corpos consumidos por uma fome guardada por tempo demais.
— Você é minha, Lia... tudo isso aqui é meu agora! — eu rugia, segurando-a pelos quadris, enterrando-me profundamente naquele canal estreito e quente.
Ela jogou a cabeça para trás, os olhos revirando, a respiração curta e desesperada.
— Sim! Me usa, sogrão... me destrói inteira! — ela gritava, a voz falhando enquanto sentia cada centímetro do meu membro preencher aquele espaço proibido.
O prazer anal era tão intenso que eu sentia meu coração martelar no peito. Eu a virei rapidamente, jogando-a de costas no tapete, as pernas abertas e elevadas, expondo tudo. Sem pausa, deslizei do cu para a buceta, entrando com um estalo úmido que fez a Lia soltar um grito agudo de surpresa e êxtase. A transição foi divina; a bucetinha dela estava tão encharcada que eu deslizava sem esforço, mas a pressão das paredes internas me apertava com uma força devastadora.
Eu comecei a foder com violência, estocadas longas que chegavam ao fundo do útero dela. Lia envolvia minhas costas com as pernas, puxando-me para mais perto, querendo que eu entrasse ainda mais.
— Vou gozar... eu vou gozar, sogrinho! — ela começou a tremer, a vagina contraindo-se em espasmos violentos ao redor do meu pau.
Ao ver o rosto dela em agonia de prazer, senti meu próprio limite chegar. O orgasmo estava vindo como uma onda devastadora. Eu não conseguia mais conter a vontade. Com um último impulso, enterrei-me own the deepest, sentindo o clitóris dela bater contra a base do meu membro a cada movimento frenético.
— Goza em mim! Preenche tudo, sogrão! — ela implorava, quase chorando de tesão.
Eu soltei um urro gutural enquanto disparava jatos profundos de esperma dentro dela, sentindo cada pulsação do meu pau expelindo a carga acumulada de meses de desejo reprimido. Lia gritou, arqueando o corpo, as paredes da vagina sugando meu pau em contrações rítmicas enquanto nós dois desmoravamos no tapete, ofegantes, suados e completamente entregues ao êxtase do proibido.
Ficamos ali por alguns minutos, em silêncio, apenas ouvindo a respiração pesada um do outro. O cheiro de sexo e suor impregnava o ar. Olhei para ela, com os lábios inchados e o olhar perdido, e percebi que aquele era apenas o começo. A câmera no quarto dela não seria mais necessária; agora, eu queria que ela fosse minha cobaia particular, todos os dias, em todos os cômodos daquela casa.




