— "Você não faz ideia do quanto eu fantasiei com esse momento enquanto você não estava aqui", ela sussurrou, a voz rouca, colando os lábios nos meus.
Eu não sabia se ria ou se entrava em pânico, mas o cheiro do perfume dela, misturado com aquele aroma de mulher madura e excitada, me deixou zonzo. Minha sogra, aos 51 anos, era uma obra de arte. O corpo enxuto, as curvas moldadas por roupas que mal escondiam o que ela tinha por baixo, e aquele olhar de quem sabe exatamente onde quer ser tocada.
Minha esposa tinha saído. A casa estava em um silêncio perigoso. Quando ela me perguntou se "estava tudo bem em esperar", eu sabia que a espera era a última coisa que ela queria.
O beijo começou lento, mas logo se tornou voraz. A língua dela explorava a minha com uma fome acumulada de anos. Eu sentia as mãos dela descendo, apertando minhas coxas, até que ela agarrou meu pau por cima da bermuda.
— "Meu Deus, olha o tamanho disso... está pulsando para mim", ela gemeu, deslizando a mão com força. — "Tira logo essa merda desse zíper, meu lindo. Agora!
Eu abri o zíper e meu pau saltou, duro como uma pedra. Ela não perdeu tempo: ajoelhou-se no chão da sala, olhando para cima com os olhos brilhando de luxúria. Ela abriu a boca e envolveu a cabeça do meu pau com uma sucção poderosa. Foi um boquete demorado, delicioso. Ela sugava meu saco, alternando entre lamber a base e engolir tudo até o talo, fazendo aquele barulho de sucção que me deixou louco.
— "Que delícia esse teu pau, meu genro safado... que caralho gostoso!", ela murmurava entre as sugadas.
Eu não aguentei. Peguei ela pelos cabelos loiros e a joguei no sofá. Rasguei aquela lingerie provocante e me lancei sobre ela. Antes de meter, eu quis saboreá-la. Desci a língua pelo abdômen dela até chegar naquela vagina semi-depilada e quente. Comecei a lamber o clitóris com força, fazendo círculos lentos, enquanto minha língua descia para lamber o cuzinho dela, provocando-a.
— "Ahhh! Isso! Lambe tudo, me come com a língua, seu gostoso!", ela gritava, arqueando as costas.
Quando não aguentava mais, eu a virei de quatro. A visão daquele rabo empinado era hipnotizante. Passei a língua no grelinho lentamente e, com um impulso, meti com força na buceta dela.
— "Puta que pariu, que aperto!", eu gemi.
Estocava com força, sentindo a carne dela apertando meu pau. Depois, mudei a posição e foquei no cuzinho. Passei a língua, lambi cada dobra daquele anel apertado e, com um empurrão lento e profundo, entrei no anal. Ela soltou um grito de prazer puro. Eu metia e tirava, sentindo a pressão deliciosa do sexo anal profundo, alternando entre a buceta e o cu, transformando aquele sofá em um campo de batalha de luxúria.
Quando a consciência voltou e lembrei da minha esposa, tentei parar, mas ela me interrompeu com um sorriso malicioso:
— "Fique tranquilo, meu lindo. Eu e ela combinamos. Ela deixou eu ser sua hoje... ela saiu para a gente foder sem pressa."
Naquele momento, qualquer dúvida sumiu. "Se ela deixou, foda-se!", pensei. E continuei a comer aquela coroa geral. Fiz uma espanhola nos seios dela, enquanto ela mamava meu pau com vontade, sugando cada gota da minha primeira gozada.
Quinze minutos depois, estávamos bebendo uma cerveja, tentando recuperar o fôlego, quando minha esposa entrou. O clima estava elétrico.
— "E então, mamãe? Matou a vontade?", ela perguntou, sorrindo, com um olhar cúmplice.
— "Ah, filhota! Que maravilha! Que caralho! E que homem você tem!", a minha sogra respondeu, ainda com os lábios inchados de tanto mamar esse pau", a minha sogra completou, soltando uma risadinha maliciosa enquanto limpava um fio de saliva do canto da boca.
Minha esposa, a Julia, não parecia nem um pouco incomodada. Pelo contrário, ela entrou na sala com um andar lento, desfilando. Ela estava usando um vestido preto curtíssimo, sem calcinha, o que ficou evidente quando ela se inclinou sobre nós no sofá, deixando a bunda empinada para que pudéssemos ver cada detalhe.
— "Eu vi a cara de vocês dois... sei que foi intenso", ela sussurrou, a voz carregada de desejo. "Mas agora é a minha vez de reivindicar o que é meu. Embora... eu ache que a mamãe ainda tenha um pouquinho de vontade, não é?"
Julia olhou para a mãe, e a troca de olhares entre as duas foi elétrica. Não era apenas cumplicidade; era um pacto de luxúria. Sem dizerem mais nada, as duas se moveram em sincronia. Julia deslizou para o meu colo, sentando-se de frente para mim, enquanto a minha sogra se posicionou atrás de mim, começando a massagear meus ombros e a beijar meu pescoço.
— "Imagina que delícia, querido... nós duas cuidando de você ao mesmo tempo", Julia murmurou, enquanto deslizava a mão para baixo e guiava meu pau, que já estava subindo novamente, direto para a sua buceta molhada.
Ela desceu com um impacto seco. Eu soltei um gemido profundo enquanto sentia a pressão quente da minha esposa me envolvendo. Mas o ápice do prazer veio quando a minha sogra, ainda recuperada do primeiro round, deslizou para baixo e começou a lamber meu saco e a base do meu pau, enquanto Julia cavalgava em mim, fazendo aquele som de carne batendo contra carne.
— "Olha para nós, amor... olha como a gente te quer", Julia gemia, jogando a cabeça para trás, enquanto a mãe dela, ajoelhada, subia a língua pelo meu membro, alternando entre beijos profundos na minha pele e sucções rápidas.
O cenário era surreal. De um lado, a juventude e o aperto da minha esposa; do outro, a experiência e a safadeza da minha sogra. Eu estava cercado por carne, perfume e luxúria.
— "Vira ela, Julia", a sogra comandou, a voz rouca. "Quero ver você gozando nela enquanto eu te como por trás."
Julia obedeceu instantaneamente. Ela se virou de quatro no sofá, expondo aquele rabo perfeito. Eu não perdi tempo. Me posicionei atrás dela e meti com força, sentindo a vagina dela apertar meu pau. Enquanto eu estocava na Julia, a minha sogra se posicionou ao lado, colando o corpo dela no meu, beijando minha boca e lambendo meu peito, as mãos dela explorando cada centímetro do meu corpo.
— "Isso... fode a minha filha, seu animal! Come ela com vontade!", a sogra gritava, excitada ao ver a cena.
O ritmo tornou-se frenético. Eu alternava os beijos entre as duas, sentindo o cheiro de sexo impregnando o ambiente. Em um momento de pura loucura, a sogra se inclinou e começou a dar língua no clitóris da filha enquanto eu a fodia por trás. O gemido da Julia foi um grito agudo, um orgasmo violento que fez as paredes da vagina dela contraírem meu pau como se quisessem me sugar para dentro.
Eu não aguentei mais. O ápice estava chegando.
— "Vou gozar! Vou gozar em vocês duas!", eu gritei.
Julia se inclinou para trás, e a sogra abriu a boca, pronta. No último impulso, tirei meu pau da Julia e, com um movimento rápido, enterrei-o na boca da minha sogra, enquanto a Julia se colava ao meu peito, mamando meu mamilo.
Eu gozei profundamente, jorrando tudo na garganta daquela mulher maravilhosa, que engoliu cada gota com um olhar de vitória. Ficamos ali, os três, ofegantes, suados e completamente entregues ao pecado.
— "Acho que agora", a sogra disse, levantando-se com um sorriso triunfante, "a gente pode finalmente pedir a pizza."





A Julia dividiu você com sua mãe dela e ela terá o direito a ter outra rola também?