COMERAM MINHA BOCA E MEU CU ATÉ EU VIRAR UM LINDO TRAPO



COMERAM MINHA BOCA E MEU CU ATÉ EU VIRAR UM LINDO TRAPO

A primeira vez que senti aquele cheiro de mato úmido misturado com o odor forte de sexo, eu tinha dezesseis anos. Eu não sabia, mas aquele dia na cachoeira escondida do interior do Rio seria o despertar do meu corpo. Eu vi tudo: a garota sendo aberta por trás, os gemidos ecoando nas pedras, o ritmo frenético de um pau entrando e saindo do cu dela enquanto ela engolia outro com a mesma fome. Eu estava escondida, mas minha calcinha já era um rio de luxúria.

Naquela tarde, o medo deu lugar ao tesão. Quando aquele garoto me viu e me chamou, não houve espaço para hesitação. O primeiro beijo foi urgente, com gosto de descoberta. Ele me beijou com vontade, a língua explorando a minha com uma fome que me deixou trêmula. Enquanto ele chupava meus peitinhos com a boca aberta, sentindo meus mamilos endurecerem, outro menino desceu para o meu short.

— Deixa eu lamber esse seu cuzinho, linda... — ele sussurrou, a voz rouca de desejo.
Senti a língua quente e úmida deslizando exatamente onde eu nunca tinha sido tocada. O prazer foi um choque elétrico. Quando ele perguntou se podia colocar o pau, eu só queria sentir. Lembro da sensação do caralho dele entrando devagar na minha portinha, abrindo espaço, enquanto o outro me beijava com luxúria, a língua deslizando pelo meu pescoço.

— Que cu gostoso, menina... tá apertadinho, tá sugando tudo! — ele gemia enquanto metia com carinho, cada vez mais fundo, até que as bolas dele bateram na minha bunda. Gozar pela primeira vez no cu foi a sensação mais indescritível da minha vida. Eu me senti mulher, sentindo aquele leite quente inundar o meu interior.

Mas a fome não parou ali. O segundo garoto veio logo depois, me colocando de quatro, abrindo meu caminho com força.

— Vou te arregaçar todinha, gostosa! — ele dizia, enquanto me metia com violência e prazer. Eu gozei forte, as pernas moles, sentindo o pau dele preencher cada milímetro do meu cuzinho.

Uma semana depois, eu voltei. Dessa vez, a garota não estava lá. Eram só nós cinco. O clima estava carregado de eletricidade. Eu me despi lentamente, sentindo quatro pares de olhos me devorando. O beijo começou em cascata: um, dois, três... beijos profundos, molhados, mãos explorando cada curva do meu corpo.
— A gente quer comer essa sua bocetinha, linda... deixa a gente entrar aí — eles imploravam.

Eu, atrevida, fiz um jogo. Me abaixei e comecei a dar boquetes demorados. Eu queria sentir o tamanho de cada um, queria que eles sentissem minha língua trabalhando com luxúria. Eu chupava um, enquanto passava a mão no outro, sentindo os paus pulsando de desejo.

— Agora eu quero que vocês me devorem — eu pedi, deitando-me de costas, abrindo as pernas para o mundo.

O que aconteceu a seguir foi um frenesí de línguas. Quatro bocas me devorando ao mesmo tempo. Um lambia meus mamilos, outro meu umbigo, e dois se concentravam na minha buceta. As línguas eram precisas, lambendo meu clitóris com uma lentidão torturante, subindo e descendo, explorando cada dobra do meu sexo.

— Ai, meu Deus... que delícia... chupa mais, não para! — eu gritava, arqueando as costas enquanto gozava sucessivamente, sentindo a boca deles me levar ao êxtase.
Quando eu não aguentava mais de vontade, pedi para ser comida. O primeiro entrou devagar, me abrindo, e eu o puxei para dentro com um gemido de alívio. O segundo veio logo atrás, bombando aquela pica enorme na minha boceta, me fazendo delirar. O terceiro já estava em mim enquanto eu dava um boquete delicioso para o quarto.

— Agora você vai sentar, gostosa! — um deles comandou.

Eu montei nele, sentindo o pau entrar inteiro na minha boceta, enquanto outro garoto, por trás, enfiava seu caralho no meu cu.
A sensação de estar preenchida por dois lados ao mesmo tempo foi como se meu corpo finalmente encontrasse a sua medida certa. Eu era um sanduíche de carne e luxúria. Enquanto eu cavalgava no primeiro, sentindo cada centímetro daquela pica batendo no meu útero, o outro, atrás de mim, martelava meu cu com uma força bruta, fazendo minha bunda vibrar a cada estocada. Meus seios balançavam violentamente, e os outros dois garotos não perdiam tempo: um sugava meu mamilo com tanta força que eu sentia o vácuo no peito, enquanto o outro alternava entre lamber meu clitóris e morder a pele sensível da minha coxa.

— Isso, senta com vontade, puta! — o garoto de baixo gemia, as mãos apertando minha cintura, me puxando para baixo com mais violência.

Eu estava em transe. O som da carne batendo na carne, o cheiro de suor e sexo misturado ao frescor da mata, e a pressão insuportável e deliciosa dentro de mim. Eu não era mais apenas uma menina; eu era um objeto de prazer, um território a ser explorado e devastado.

Senti o primeiro orgasmo vindo, mas ele não foi sozinho. O garoto que me comia por trás deu um impulso final, enterrando o pau até o fundo do meu intestino, e no mesmo instante, o de baixo deu uma estocada seca que me fez arquear as costas e soltar um grito que ecoou por toda a cachoeira.
— Vou gozar! Vou gozar tudo dentro de você! — ele gritou.

Senti a descarga quente inundando minha boceta, enquanto, quase simultaneamente, o outro despejava seu leite fervente no meu cu. A sensação de ser preenchida por dois jatos de sêmen ao mesmo tempo me deixou zonza. Eu desabei sobre o peito dele, as pernas tremendo, o corpo mole como um trapo, exatamente como eu queria: usada, exausta e completamente marcada por eles.

Mas eles não tinham terminado. A fome era coletiva.

Um deles me pegou pelos braços e me jogou de bruços nas pedras lisas e úmidas. Minha bunda estava empinada, exposta, brilhando com a mistura de água e fluidos. Eles se organizaram. Um começou a lamber meu cu, limpando o leite do outro com a língua, enquanto dois paus se posicionavam na entrada da minha boceta, disputando quem entrava primeiro.

— Olha como ela tá aberta... olha como esse cu tá relaxado de tanto levar — eles comentavam, a voz carregada de malícia.
estava ali, jogada nas pedras, com a boca aberta recebendo a pica de um, enquanto meu cu e minha boceta eram alternadamente devorados pelos outros. Eu não conseguia mais pensar, apenas sentir. Sentir o peso dos corpos sobre mim, o ritmo frenético das estocadas e a certeza de que, naquele lugar, eu era a rainha do pecado.

Quando finalmente terminamos, eu fiquei ali por longos minutos, estirada na pedra, sentindo o sêmen escorrer lentamente pelas minhas coxas, misturando-se com a água da cachoeira. Eu estava exausta, com os lábios inchados de tanto beijar e chupar, e o corpo latejando de prazer. Eu olhei para eles, todos ofegantes, e soube que aquela cachoeira agora era o meu templo, e que eu voltaria tantas vezes quanto fosse preciso para ser transformada em um trapo novamente.

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Comentários


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casualsomente Comentou em 10/09/2026

Qdo a puta desperta é só usufruir




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
COMERAM MINHA BOCA E MEU CU ATÉ EU VIRAR UM LINDO TRAPO

Codigo do conto:
271733

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
08/09/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
5