O ônibus era um caos de gente cansada e cheiro de cidade, mas dentro daquele pequeno espaço entre as coxas de Teresa, Isabel vivia um universo particular de luxúria. O rebolado discreto, que começou como um jogo, tornou-se uma necessidade. Quando o orgasmo de Isabel explodiu em espasmos silenciosos, abafados pela mão de Teresa, o mundo ao redor desapareceu. O beijo que selou aquele momento foi carregado de saliva e urgência.
Ao descerem no ponto da faculdade, as duas não caminharam para a sala de aula. Elas caminharam para o prédio anexo, onde ficavam os banheiros menos frequentados do bloco de artes. Elas entraram na cabine da última cabine, trancando a porta com um clique seco que ecoou como um convite.
— Meu Deus, Isabel... eu não aguentava mais aquele ônibus. Eu quero sentir cada centímetro de você agora — disse Teresa, prensando a amiga contra a parede fria do banheiro.
O beijo foi voraz. Não era mais um beijo de "amigas", era um beijo de quem estava faminta. As línguas se enrolavam com força, explorando cada canto da boca, enquanto as mãos de Teresa desciam freneticamente, arrancando a saia jeans e a calcinha de Isabel com um único movimento bruto e decidido.
— Que puta gostosa você é... olha como você está ensopada para mim — gemeu Teresa, ajoelhando-se no chão frio.
Teresa não perdeu tempo. Ela mergulhou o rosto naquelas coxas grossas, separando-as com vontade. A primeira lambida foi lenta, do topo do clitóris até a base, um rastro de fogo que fez Isabel arquear as costas e cravar as unhas nos ombros da amiga.
— Ah, Teresa! Por favor... come minha buceta, lambe tudo! — Isabel implorava, a voz trêmula.
Teresa obedeceu com luxúria. Ela começou a lamber o clitóris com movimentos circulares, alternando entre lambidas longas e chupadas intensas. A língua de Teresa era mestre, encontrando cada ponto sensível, fazendo a buceta de Isabel pulsar contra seu rosto. O som da sucção, aquele ruído úmido e carnal, preenchia a cabine. Isabel estava em êxtase, sentindo a língua da amiga explorar cada dobra, cada gota de seu desejo.
a eu ver esse cuzinho lindo — comandou Teresa, a voz carregada de desejo.
Isabel obedeceu, ficando de costas, apoiando as mãos na porta da cabine. Teresa, com a respiração ofegante, não resistiu. Ela lambeu a fenda do ânus de Isabel com delicadeza e depois com força, fazendo a amiga soltar um grito abafado. A sensação de ter a língua de Teresa explorando seu cuzinho era a peça que faltava para a loucura completa.
— Você me deixa louca, sua safada — sussurrou Teresa, levantando-se para tirar o próprio vestido e a calcinha.
Elas se olharam, nuas e pegando fogo. Sem precisar de palavras, organizaram-se no pequeno espaço. O 69 foi magnífico, uma dança de corpos onde as faces se encontravam nas partes mais íntimas.
Isabel sentiu a língua de Teresa em sua buceta, enquanto ela mesma mergulhava o rosto na vulva da amiga. Era uma troca de fluidos, de cheiros e de prazer. Isabel começou a lamber a buceta de Teresa com vontade, focando no clitóris, sentindo a amiga estremecer acima dela. Elas se esfregavam, pele com pele, buceta com buceta, em um ritmo frenético de fricção que as levava ao limite.
— Sente como a gente combina, Teresa... que delícia sentir sua buceta na minha! — gemia Isabel, enquanto chupava o clitóris da amiga com força.
O ápice veio juntas. Em um movimento
— Sente como a gente combina, Teresa... que delícia sentir sua buceta na minha! — gemia Isabel, enquanto chupava o clitóris da amiga com força.
O ápice veio juntas. Em um movimento sincronizado de espasmos e sucção, as duas atingiram o orgasmo simultaneamente. O som do impacto dos corpos e a respiração descompassada ecoaram nas paredes de azulejo, transformando aquele banheiro imundo em um santuário de prazer absoluto. Elas ficaram imóveis por alguns segundos, apenas sentindo o coração de cada uma batendo contra a pele da outra, enquanto o suor as deixava escorregadias e brilhantes sob a luz fluorescente do teto.
Teresa se afastou lentamente, com os lábios ainda úmidos do sabor de Isabel. Ela deu um sorriso malicioso, limpando o canto da boca com o polegar.
— A gente perdeu a primeira aula — comentou Teresa, a voz agora um sussurro aveludado, enquanto ajudava Isabel a se recompor.
— Quem se importa? — Isabel respondeu, recuperando o fôlego, enquanto ajustava a calcinha com um olhar provocante. — O professor de História da Arte nunca ensinou nada tão visceral quanto o que a gente acabou de fazer.
Elas se arrumaram com pressa, mas a eletricidade ainda vibrava entre elas. Enquanto lavavam as mãos na pia comum, evitando olhar nos olhos de quem entrava e saía, Teresa deslizou a mão discretamente pela bunda de Isabel, apertando com força por cima do jeans, um lembrete silencioso de que aquilo não tinha acabado ali.
Ao saírem do banheiro e caminharem pelo corredor da faculdade, o mundo parecia diferente. O barulho dos estudantes, os livros, as discussões acadêmicas... tudo parecia pálido diante do segredo que carregavam na pele.
No meio do caminho para a sala, Teresa parou abruptamente e encostou Isabel contra a parede de um corredor vazio, sussurrando no seu ouvido:
— Hoje à noite, na minha casa, não vai ter ônibus nem banheiro apertado. Eu quero você na minha cama, sem pressa, sem medo de alguém entrar... e eu quero fazer tudo aquilo que a gente não teve tempo de terminar aqui.
Isabel sentiu um frio na barriga e um calor instantâneo entre as pernas. Ela sorriu, sabendo que a aula seria a parte mais longa e torturante do seu dia, contando cada minuto até que as portas do quarto de Teresa se fechassem, dando início ao segundo round de uma entrega que prometia ser ainda mais profunda e voraz
Para dar continuidade a essa tensão, precisamos de um salto temporal e de cenário. O desejo acumulado durante a aula transforma a expectativa em algo quase insuportável.
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— Se você demorar mais cinco minutos para abrir essa porta, eu vou derrubá-la com a cabeça — anunciou Isabel, a voz vibrando de impaciência enquanto apertava a campainha da casa de Teresa pela terceira vez consecutiva.
A porta se abriu e nem houve tempo para "oi". Teresa puxou Isabel para dentro pelo colarinho da camisa, fechando a porta com um chute seco. O silêncio da casa era o cenário perfeito para o caos que estava prestes a começar. Elas não chegaram sequer ao quarto; a urgência era tanta que as roupas começaram a cair no corredor, criando um rastro de jeans e algodão até a cama de casal.
Teresa jogou Isabel sobre o lençol de algodão egípcio, que agora parecia um campo de batalha. A luz do quarto era baixa, âmbar, realçando a pele suada e a respiração ofegante.
— Eu passei a aula inteira imaginando a sua buceta contra a minha... imaginando o gosto de você sem ter que me preocupar com alguém abrindo a porta — Teresa confessou, enquanto subia no corpo de Isabel, sentando-se sobre as coxas dela.
O contato pele com pele foi como um choque elétrico. Teresa não começou com beijos, mas sim descendo o rosto para o pescoço de Isabel, sugando a pele com força, deixando marcas que seriam lembretes permanentes daquela noite. As mãos de Isabel, porém, foram direto ao ponto: ela agarrou a bunda de Teresa e a puxou para baixo, forçando a vulva da amiga a se esfregar contra a sua em um ritmo frenético.
— Agora... agora eu quero tudo, Teresa. Não quero pressa, quero cada detalhe — gemia Isabel, arqueando as costas enquanto sentia a humidade de Teresa lubrificar o encontro.
Teresa deslizou para baixo, abrindo as pernas de Isabel com uma possessividade quase animal. Ela não usou apenas a língua desta vez; ela usou os dedos, introduzindo dois lentamente enquanto sugava o clitóris com uma intensidade que fez Isabel gritar, perdendo a voz. O ritmo era hipnótico: a sucção voraz intercalada com a pressão profunda dos dedos, explorando cada parede interna, encontrando o ponto exato que fazia Isabel tremer da cabeça aos pés.
— Você é minha, Isabel... tudo isso aqui é meu — sussurava Teresa, entre uma lambida e outra, a voz abafada pela carne úmida.
Isabel, em êxtase, agarrou os cabelos de Teresa, guiando-a, exigindo mais. Ela queria sentir a língua da amiga em cada dobra, querendo que Teresa a conhecesse por completo. Quando Teresa finalmente subiu para beijá-la, o gosto de luxúria estava impregnado nos lábios de ambas.
Sem aviso, Isabel inverteu as posições, prensando Teresa contra o colchão. Ela desceu com determinação, mergulhando o rosto na intimidade da amiga. Ela não foi delicada; ela usou a língua com força, fazendo círculos rápidos e profundos, enquanto seus dedos exploravam o ânus de Teresa, preparando o terreno com carinhos sutis que faziam a amiga soltar gemidos agudos de prazer.
— Por favor... Isabel... não para! — Teresa implorava, as coxas tremendo, o corpo inteiro em tensão.
O 69 agora não era mais um jogo de banheiro, era uma entrega total. Elas se enrolaram como serpentes, trocando fluidos, sabores e respirações. A fricção de suas vulvas, agora completamente ensopadas, criava um som rítmico e carnal que preenchia o quarto.
O orgasmo veio como uma onda devastadora. Isabel sentiu as paredes internas de Teresa pulsarem contra seus dedos, enquanto ela mesma explodia em espasmos que a faziam apertar a amiga com todas as forças. Elas desabaram juntas, exaustas, com a pele colada pelo suor e a respiração pesada.
Teresa, ainda recuperando o fôlego, beijou a testa de Isabel e sussurrou, com um sorriso malicioso:
— Sabe o que é o melhor de estarmos em casa?
— O quê? — perguntou Isabel,
— O quê? — perguntou Isabel, a voz ainda rouca e trêmula, enquanto tentava recuperar a capacidade de respirar.
Teresa deu uma risadinha baixa, um som gutural e satisfeito, e deslizou a mão lentamente pela barriga de Isabel, descendo até onde a pele ainda estava quente e úmida.
— O melhor é que agora a gente tem a noite inteira. E eu ainda não terminei de experimentar tudo o que você tem para me dar — Teresa sussurrou, e antes que Isabel pudesse processar a frase, ela sentiu os dentes da amiga morderem levemente o mamilo, puxando-o com uma precisão que fez a espinha de Isabel estacar.
Isabel soltou um gemido longo, as pernas se enrolando na cintura de Teresa automaticamente. O cansaço do primeiro round foi rapidamente substituído por uma nova onda de urgência. Ela não queria apenas o sexo; ela queria a posse, a entrega absoluta, a sensação de que Teresa era a única pessoa no mundo capaz de desmanchar seus sentidos.
— Você é insaciável... — Isabel murmurou, embora suas mãos já estivessem puxando Teresa para mais perto, querendo sentir a pressão daquelas coxas contra as suas novamente.
— E você é um banquete, Isabel. E eu estou com muita fome — respondeu Teresa, descendo novamente para o território proibido.
Desta vez, não houve pressa. Teresa explorou cada centímetro da pele de Isabel com a ponta da língua, desde as cavilhas dos pés, subindo pelas panturrilhas, parando nos joelhos, até chegar ao centro do incêndio. Ela usou a língua para desenhar círculos lentos, torturantes, ao redor do clitóris, sem tocá-lo por alguns segundos, apenas provocando, fazendo Isabel implorar, a bacia subindo e descendo no colchão em busca de contato.
Ela sentiu a visão escurecer, o mundo se resumindo ao som da língua de Teresa e ao peso do corpo da amiga sobre o seu.
Enquanto Isabel atingia um segundo orgasmo, mais lento e visceral que o primeiro, ela puxou Teresa para cima, querendo olhar nos olhos dela enquanto desmoronava. Elas ficaram ali, entrelaçadas, a pele colando nos lençóis, o cheiro de sexo e suor impregnando o ar do quarto.
Teresa beijou os lábios de Isabel, que agora tinham o gosto compartilhado de ambas.
— Amanhã a gente tem aula às oito — disse Isabel, com a voz quase sumindo.
Teresa sorriu, a mão ainda brincando com a intimidade da amiga, mantendo-a em um estado de alerta constante.
— Amanhã é um problema para a Isabel de amanhã. A Isabel de agora... a Isabel de agora pertence a mim.
E, sem dar tempo para qualquer resposta, Teresa mergulhou novamente, decidida a fazer com que Isabel esquecesse não só a aula, mas a própria capacidade de caminhar na manhã seguinte.




