O Gozo Profundo da Sogra

"Você não faz ideia do quanto eu desejava que você me tocasse assim," ela sussurrou, a voz rouca, enquanto a respiração dela batia quente no meu pescoço.

Tudo começou com aquela desculpa banal da dor no joelho. Mas a verdade é que o ar entre nós já estava carregado de eletricidade há meses. Quando minhas mãos começaram a subir pelas coxas dela, senti que a pele daquela mulher era como seda quente. Eu não estava apenas massageando; eu estava mapeando o território de um pecado delicioso.

— Está doendo menos, sogra? — perguntei, minha voz baixando um tom, enquanto meu dedo médio, por puro instinto, deslizava para a borda da renda da calcinha dela.

— Agora... agora começou a doer em outro lugar — ela respondeu, soltando um gemido abafado que fez meu pau latejar violentamente dentro da bermuda.

Eu não esperei. Puxei-a para mim, e nossos lábios se encontraram em um beijo faminto, desesperado, daqueles que sugam a alma. As mãos dela apertavam meus ombros enquanto nossas línguas dançavam em um ritmo de pura luxúria. Eu desci o beijo para o pescoço, lambendo a pele macia, enquanto minha mão mergulhava por baixo da saia.
O clitóris dela estava inchado, latejando contra meus dedos. Eu comecei a massageá-lo com precisão, sentindo a umidade quente inundar a renda.

— Ah... meu Deus, que mão deliciosa você tem... continua, não para... — ela gemia, arqueando as costas.

Eu a trouxe para a borda do sofá e me ajoelhei. Afastei a calcinha para o lado e mergulhei meu rosto naquela floresta perfumada. Comecei a lamber a buceta dela com calma, sentindo o gosto do desejo. Minha língua traçava círculos lentos no clitóris, sugando cada gota de lubrication natural, enquanto ela agarrava meu cabelo, soltando gemidos altos que ecoavam na sala vazia.

— Isso... ah, assim! Me come inteira, seu safado! — ela gritava baixinho.

Eu não parei por aí. Girei o corpo dela, fazendo-a sentir a pressão da minha língua agora explorando a entrada do cuzinho dela. Dei chupadas profundas e úmidas no ânus, sentindo-a estremecer por completo. Ela estava em êxtase, tremendo sob meu toque, enquanto eu alternava entre lamber a buceta e sugar o cuzinho com uma voracidade que a deixava sem fôlego.

— Agora... por favor... me mostra esse pau — ela pediu, os olhos nublados de tesão.
Quando tirei a bermuda, ela não hesitou. A coroa se ajoelhou e envolveu meu membro com uma boca quente e experiente. Foi um boquete demorado, luxurioso, onde ela usava a língua para contornar a cabeça do meu pau, sugando com tanta força que eu quase gozei ali mesmo. Ela olhava para cima, com os olhos arregalados, sentindo o tamanho do meu tesão.

— Você é gostoso demais... que porra de sorte a minha — ela sussurrou entre uma chupada e outra.

O tempo estava correndo, e o risco de a minha esposa chegar era real, o que só tornava tudo mais excitante. Ela se posicionou de quatro no sofá, empurrando a bunda empinada na minha direção.

— Entra... entra fundo, mas rápido! — ela comandou.

Eu não precisei de segunda ordem. Encaixei meu pau na buceta encharcada dela com um estocada única e profunda. Ela soltou um grito abafado, as mãos apertando o tecido do sofá. Comecei a meter e tirar com força, sentindo as paredes dela apertarem cada milímetro do meu membro. O som da carne batendo na carne era como música.

— Ai... sim! Me fode, me come... que delícia de pau! — ela gemia, em total entrega.
Num impulso de luxúria, mudei o ângulo e deslizei a ponta do meu pau para a entrada do cuzinho dela. Com um empurrão lento e deliberado, eu entrei no anal. Ela soltou um gemido agudo, uma mistura de surpresa e prazer extremo.

— Oh meu Deus... que profundo... continua... — ela implorava.
Eu comecei a alternar entre a buceta e o cu, deslizando meu membro entre as duas aberturas com uma precisão bruta. A transição era úmida, escorregadia, e a cada vez que eu mergulhava no anal, sentia a pressão absurda daquela musculatura apertada, que me sugava como se não quisesse mais me soltar. Ela estava em transe, a respiração curta, o corpo arqueado como um arco, sentindo cada centímetro do meu pau mapeando as profundezas dela.

— Você... você não é um menino... é um homem, porra! — ela exclamou, a voz quebrada, enquanto sentia meus testículos baterem com força contra a pele macia de suas nádegas.

Eu a girei novamente, agora colocando-a de costas para mim, sentada no encosto do sofá com as pernas abertas e elevadas. Eu me posicionei entre elas, segurando as coxas dela com força, sentindo a pele quente e firme. Olhei para baixo e vi a visão perfeita: a buceta dela latejando, banhada no próprio gozo e no meu lubrificante natural, enquanto o cu ainda vibrava do impacto anterior.

— Agora eu quero ver você gozar na minha frente — eu sussurrei, encaixando-me novamente na vagina, mas desta vez, com movimentos lentos, profundos, quase torturantes.
Eu ia até o fundo, encostando no colo do útero dela, e recuava quase inteiramente, apenas para dar outra estocada violenta. A cada ida, ela soltava um gemido que parecia vir do fundo da alma. A mão dela deslizou para baixo, massageando o próprio clitóris enquanto eu a fodia, criando um curto-circuito de prazer que a fazia tremer violentamente.

— Eu vou... eu vou chegar! Ah, meu Deus, que pau enorme! — ela gritou, os olhos revirando, o corpo todo contraindo-se ao redor de mim.

Senti a primeira onda do orgasmo dela me apertar com uma força descomunal. As paredes vaginais começaram a pulsar ritmicamente, sugando meu membro com espasmos frenéticos. Eu não aguentei mais. Aumentei a velocidade, as estocadas tornando-se rápidas, viscerais, sentindo o calor dela subir por todo o meu corpo.

— Goza em mim... goza tudo dentro da sua sogra! — ela implorou, apertando meus ombros com as unhas.

Com um último impulso, eu dei a estocada mais profunda de todas, enterrando-me completamente nela. Senti o ápice chegar como uma explosão elétrica. Eu gozei fundo, jatos quentes e densos inundando as profundezas dela, enquanto ela soltava um grito abafado contra o travesseiro do sofá, tremendo sob o peso do meu prazer.
Ficamos ali, unidos, os corpos suados e ofegantes, sentindo o pulsar lento de nossos corações. O silêncio da sala foi subitamente interrompido pelo som da chave girando na porta da frente.

— Amor? Cheguei! — a voz da minha esposa ecoou pelo corredor.

O pânico misturado com a adrenalina fez meu coração disparar. Olhei para a sogra; ela tinha um sorriso malicioso nos lábios, a respiração ainda descompassada e o olhar de quem acabara de provar o paraíso.

— Rápido... — ela sussurrou, empurrando-me levemente enquanto tentava ajeitar a saia, com a voz carregada de promessa. — Mas não pense que isso acabou aqui. Amanhã, quando ela for ao mercado... você volta a massagear meu joelho.

Foto 1 do Conto erotico: O Gozo Profundo da Sogra

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Comentários


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casualsomente Comentou em 10/09/2026

Sogra magnífica




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Gozo Profundo da Sogra

Codigo do conto:
271844

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
09/09/2026

Quant.de Votos:
8

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