Minha Avó insaciável



"A primeira coisa que aprendi sobre o silêncio é que ele nunca é absoluto; ele é apenas a moldura para o som que a gente tem medo de fazer."

João não sabia por que aquela frase ecoava em sua cabeça enquanto ele tentava ignorar a imagem de Ana, sua avó, caminhando pelo corredor. Aos cinquenta e seis anos, Ana não possuía a fragilidade que a palavra 'avó' costumava evocar. Ela era uma força da natureza, com curvas que desafiavam a gravidade e um olhar que parecia ler os pensamentos mais sujos do neto de dezoito anos.

A casa era pequena, compartilhada com Dany, a mãe de João. O ambiente era carregado de uma tensão invisível, um magnetismo que puxava João para perto de Ana sempre que Dany não estava por perto.

Naquela tarde, o vapor do banheiro já havia tomado conta de tudo. João estava sob o chuveiro, a água quente batendo em suas costas, quando a porta se abriu sem aviso. Não houve pedido de licença, apenas a entrada súbita de Ana. Ela não usava nada; a pele alva contrastava com a temperatura do ambiente, e seus seios fartos balançavam a cada passo.

O choque inicial durou segundos. João congelou, mas o instinto falou mais alto que a moralidade. Ele não recuou. Quando Ana se aproximou, alegando que "precisava apenas de um minuto para lavar o rosto", o espaço entre eles desapareceu. O que começou como um abraço desajeitado, um toque "inocente" para disfarçar o susto, rapidamente mudou de natureza.

A pele úmida deslizava. O abraço apertou, e as mãos de João, movidas por meses de desejo reprimido, encontraram o caminho para as nádegas fartas da avó. Ana soltou um suspiro pesado, um som que não era de surpresa, mas de reconhecimento. Ela não o afastou; ela se pressionou contra ele, sentindo a urgência da juventude do neto contra sua coxa.

— Você não deveria estar aqui — ele sussurrou, a voz rouca.
E você não deveria desejar tanto a sua avó, querido — ela respondeu, a voz carregada de malícia, enquanto guiava a mão dele para onde o calor era mais intenso.

O banho foi esquecido. O som da água batendo no chão servia como a trilha sonora para os gemidos abafados que ecoavam nos azulejos. O desejo, agora libertado, era voraz. Ana não era apenas a dona de casa zelosa; sob a imagem de matriarca, escondia-se uma mulher insaciável que clamava por preenchimento.

Ela o guiou para fora do box, mas não longe o suficiente. Com um movimento ágil, Ana se posicionou de quatro sobre a bancada do banheiro, empinando o rabo com uma entrega absoluta. Ela olhou para trás, os olhos brilhando com uma luxúria proibida.

— Agora, João. Encha-me. Não pare até que eu não sinta mais nada além de você dentro de mim — ela comandou, a voz transformando-se em um rosnado, gemendo como uma loba no cio.

João a possuiu com a força de quem descobria um mundo novo. Cada estocada era profunda, visceral. Ana cavalgava o ritmo dele com vontade, as unhas cravando-se na porcelana da pia. Ela não queria delicadeza; queria ser preenchida, queria sentir o peso do neto, a juventude dele transbordando dentro de si.

O prazer culpado era a melhor parte. A cada gemido, a consciência de que Dany poderia entrar a qualquer momento tornava a experiência mais elétrica. Ana, a "vovó" own a imagem de pureza, revelava-se a vadia insaciável que sempre esteve lá, esperando por alguém com coragem suficiente para despertá-la.

Quando o clímax chegou, foi explosivo. Ana arqueou as costas, pedindo mais, gritando baixinho enquanto sentia o esperma quente inundar seu interior. Eles ficaram ali, ofegantes, envoltos no vapor e no silêncio que agora, finalmente, era absoluto.
O silêncio que se seguiu não era de paz, mas de cumplicidade. O vapor começava a dissipar-se, revelando a pele avermelhada de ambos, a respiração ainda descompassada. Ana deslizou da bancada com uma elegância predatória, limpando-se com uma toalha enquanto observava João com um sorriso enviesado, aquele olhar de quem detinha um segredo que poderia destruir a estrutura daquela casa.

— Agora vá — ela sussurrou, dando-lhe um tapinha leve no rosto que carregava a promessa de repetição. — E aprenda a fingir que nada aconteceu. É aí que a diversão realmente começa.

João saiu do banheiro sentindo o corpo pesado, a mente em transe. Enquanto caminhava pelo corredor, o som da chave na porta anunciou a chegada de Dany. O coração de João disparou. A transição brusca da luxúria para a normalidade doméstica era violenta.

— Oi, filho! Que demora nesse banho, hein? — Dany exclamou, entrando na sala e deixando as compras sobre a mesa.

João evitou olhar para a mãe, mas sentiu a presença de Ana na cozinha. Ele a ouviu assobiando, o som casual de quem acabara de preparar um café. Quando ele entrou no recinto, Ana estava de costas, usando um robe de seda que mal escondia a curva de seus quadris. Ela se virou e seus olhos encontraram os dele; não havia rastro de vergonha, apenas uma centelha de malícia que dizia: *estou esperando*.

Nos dias que se seguiram, a rotina da casa tornou-se um jogo perigoso de sinais invisíveis. O "silêncio" mencionado no início agora era a linguagem deles. Um toque acidental no corredor, o modo como Ana deixava a porta do quarto entreaberta quando ia trocar de roupa, ou a maneira como ela pedia para João ajudá-la com "alguma coisa pesada" no quarto enquanto Dany estava no telefone.

A tensão atingiu o ápice em uma tarde de chuva, quando Dany decidiu sair para visitar uma amiga. A casa ficou subitamente vasta, ecoando cada passo. João estava no sofá, tentando ler, quando sentiu a mão de Ana em seu ombro. Ela não disse nada, apenas começou a desabotoar a camisa dele, lentamente, os olhos fixos nos dele.
— A sua mãe volta em duas horas — ela murmurou, a voz agora um sussurro quente contra a orelha dele. — O que você acha que conseguimos fazer em cento e vinte minutos?

Ela não esperou a resposta. Ana puxou-o para o quarto, fechando a porta com um estalo seco. No momento em que a tranca girou, a máscara de avó caiu completamente. Ela se livrou do robe com um movimento fluido, expondo-se a ele novamente, mas desta vez, ela assumiu o controle.

Ela o empurrou contra a porta, as pernas envolvendo a cintura dele com uma força surpreendente. João a ergueu, sentindo o peso quente de seu corpo, e a levou para a cama. Ali, entre os lençóis de linho, a entrega foi mais voraz do que no banheiro. Ana queria cada centímetro dele; ela guiava as mãos de João por suas curvas com uma urgência febril, arqueando as costas enquanto ele explorava a pele que, para o resto do mundo, deveria ser intocável.

— Mais rápido, João... — ela gemia, as unhas enterrando-se nos ombros dele. — Esqueça quem eu sou... esqueça tudo... apenas sinta.

O ritmo era frenético, impulsionado pelo medo constante da porta se abrindo, pelo risco iminente. Cada estocada era um desafio ao destino. Ana era como um vulcão que havia passado décadas reprimido, e João era a única coisa capaz de liberar aquela lava.

Quando o ápice veio, foi acompanhado por um grito abafado no travesseiro, um espasmo conjunto que os deixou exaustos e tremendo. Enquanto recuperavam o fôlego, Ana encostou a cabeça no peito dele, um sorriso satisfeito brincando em seus lábios.

— Você é um menino muito dedicado — ela brincou, beijando-o no pescoço.

Mas o prazer foi interrompido pelo som distante de um carro estacionando na garagem. O pânico instantâneo trouxe a realidade de volta. Eles se separaram rapidamente, vestindo-se com pressa frenética, o coração batendo na garganta.

Quando Dany entrou no quarto, procurando por Ana para perguntar sobre o jantar, encontrou os dois sentados na beira da cama, fingindo conversar sobre algo banal. O silêncio entre João e Ana agora era absoluto, mas não era mais vazio. Era preenchido por um desejo latente e a certeza de que, enquanto a porta estivesse fechada, a avó de João era a mulher mais perigosa e deliciosa que ele já conhecera.

Foto 1 do Conto erotico: Minha Avó insaciável

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Minha Avó insaciável

Codigo do conto:
268121

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/07/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
5