Minha Sogra Me Faz Feliz



Você prefere o vinho branco ou o espumante?"

A pergunta era banal, mas o tom de voz era um gatilho. Quando Helena me perguntou isso, enquanto servia os canapés na cozinha daquela casa minimalista no Jardim Jardins, eu não vi a sogra perfeita. Eu vi a mulher que, há cinco anos, me prensou contra a parede de azulejos gelados do banheiro de uma festa universitária, me calou com um beijo que tinha gosto de tequila e me fez esquecer o próprio nome enquanto seus dedos exploravam cada centímetro da minha intimidade.

O reconhecimento foi instantâneo. O choque me deixou muda por dez segundos, mas o desejo, esse velho conhecido, despertou com uma força violenta.

Meu namorado, Leo, é um homem doce. Ele ama a mãe, e ele me ama. Mas Leo é linear, previsível. Helena é um labirinto de seda e intenções ocultas.

Nos meses seguintes, o jogo começou. Pequenos toques "acidentais" enquanto passávamos no corredor. O modo como ela me olhava por cima do ombro quando Leo não estava vendo, um olhar que dizia: *eu sei exatamente como você reage quando eu te toco ali.*

A tensão tornou-se insuportável. Na última terça-feira, Leo saiu para resolver pendências no escritório. Ficamos sós. O silêncio da casa era interrompido apenas pelo som do ar-condicionado e pelo ritmo acelerado do meu coração.

Ela entrou na sala onde eu lia um livro. Não disse nada. Apenas caminhou até mim e, com uma lentidão torturante, deslizou a mão pela minha nuca, puxando meu cabelo levemente para trás.
— Você ainda tem aquele mesmo cheiro de curiosidade — ela sussurrou no meu ouvido, a respiração quente arrepiando cada poro da minha pele.

Eu não lutei. Quando ela me beijou, foi como se a represa quebrasse. Fomos para o quarto de hóspedes, um território neutro e perigoso. A urgência era visceral. Helena não tinha pressa em tirar a roupa, preferia a tortura do contato gradual. Ela começou pelos meus pés, subindo com a língua, traçando caminhos de fogo pelas minhas coxas, ignorando qualquer vestígio de hesitação que eu pudesse ter.

Quando ela finalmente chegou ao centro do meu desejo, eu perdi o controle. Seus dedos eram precisos, conheciam o mapa do meu corpo como se tivessem sido desenhados para isso. A língua dela, ágil e insistente, me levou ao limite em minutos. Eu arqueava as costas, as unhas cravadas no lençol, sentindo as ondas de prazer me atropelarem enquanto ela me devorava com uma fome que beirava a crueldade.

Quando pensei que já tinha gozado o suficiente, que meu corpo não suportaria mais um espasmo sequer, ela se levantou. Olhou para mim com um sorriso predatório e, num movimento fluido, sentou-se sobre mim.

Nossas bucetas se encontraram em um encaixe perfeito, uma fricção úmida e elétrica que fez o mundo lá fora desaparecer. Era uma foda molhada, ruidosa, um ritmo frenético de pele contra pele onde não havia espaço para a culpa, apenas para a necessidade. O prazer era tão intenso que chegamos a chorar, presas naquele loop de êxtase e proibição.

Mais tarde, quando Leo abriu a porta da frente e gritou "Cheguei!", eu estava na cozinha, com as pernas ainda tremendo e a marca dos dedos de Helena gravada na minha alma.

O pior? Eu amo cada segundo dessa traição proibida. E o melhor é saber que, enquanto Leo me beija na bochecha, Helena me observa da porta, com um brilho cúmplice nos olhos, esperando o momento em que ficaremos sós novamente.
A rotina tornou-se um exercício de precisão cirúrgica. Aprendemos a nos comunicar através de códigos invisíveis: a maneira como ela dobrava um guardanapo na mesa, o tom específico que usava ao me chamar para "ajudá-la no jardim", ou o modo como ela deixava a porta do banheiro semiaberta enquanto tomava banho, um convite silencioso que gritava mais alto que qualquer palavra.

O risco, paradoxalmente, era o melhor afrodisíaco. A possibilidade de Leo entrar no quarto a qualquer momento transformava cada carícia em um ato de rebeldia.

Certa tarde, enquanto Leo cochilava no sofá da sala, envolto em um cobertor e no som baixo de um documentário, Helena me chamou para a despensa. O espaço era apertado, cheiro de café fresco e grãos, as prateleiras repletas de vidros organizados com a precisão maníaca que ela aplicava a tudo na vida.

Ela não perdeu tempo. Assim que fechei a porta, ela me prensou contra as prateleiras. O impacto fez alguns potes de temperos chocalharem, um som perigosamente alto no silêncio da casa.

— Você está inquieta hoje — ela murmurou, a voz rouca, enquanto suas mãos subiam por baixo da minha saia de seda, ignorando a lingerie que eu usava apenas para ela.

Ela não quis preliminares lentas desta vez. A urgência era animal. Helena me levantou, minhas pernas circulando a cintura dela, e me prendeu contra a parede. O contraste era absurdo: a frieza da parede nas minhas costas e o calor abrasador do corpo dela contra o meu.

Ela começou a me beijar com uma voracidade que beirava o desespero, enquanto seus dedos encontravam o centro da minha umidade com a precisão de quem domina o terreno. Eu soltei um gemido abafado contra o pescoço dela, sentindo o perfume caro de Helena misturado ao cheiro de desejo. Ela mordeu meu ombro, um aviso, um lembrete de que ela era a dona daquele momento.

— Shhh... — ela sussurrou, embora fosse ela quem estivesse me levando ao colapso. — O Leo está logo ali. Imagine se ele nos visse agora.
A ideia de ser descoberta disparou uma descarga de adrenalina que tornou a sensação dez vezes mais potente. Quando ela começou a se friccionar contra mim, num ritmo frenético e úmido, senti meu corpo inteiro vibrar. Eu estava no limite, a visão embaçada, o coração martelando contra as costelas.

O orgasmo veio como uma explosão, violento e ruidoso. Eu tentei morder o próprio braço para não gritar, mas o prazer era vasto demais para ser contido. Helena sentiu a convulsão dos meus músculos e, num último esforço de fricção, atingiu o próprio ápice, soltando um suspiro longo e trêmulo que ecoou pelo pequeno corredor.

Ficamos ali, ofegantes, os peitos subindo e descendo em sincronia, o silêncio retornando lentamente enquanto a realidade nos atingia.

Ela se afastou com a elegância de quem não tinha acabado de cometer um crime. Ajeitou meu vestido, deu um beijo casto na minha testa e sorriu.

— Vá lavar o rosto. Você está com a expressão de quem viu um fantasma.

Cinco minutos depois, eu estava sentada ao lado de Leo no sofá, comentando sobre o documentário como se nada tivesse acontecido. Helena entrou na sala com uma bandeja de frutas, deslizando por nós com a graça de uma rainha. Ao colocar a bandeja na mesa, ela tocou levemente no meu ombro.

Um toque inocente para qualquer observador. Mas para mim, foi como sentir uma corrente elétrica. Ela não estava apenas me marcando; ela estava me lembrando que, não importava quem estivesse na sala, eu pertencia àquele labirinto.
Com o passar dos meses, a simplicidade do toque deixou de ser suficiente. O desejo entre Helena e eu havia se tornado uma entidade faminta, algo que precisava de estímulos mais intensos, de texturas diferentes, de sons que preenchessem o vazio do silêncio cúmplice. A experimentação tornou-se a nossa nova religião.

Tudo começou com a descoberta de uma gaveta trancada no quarto dela, um santuário de silicone e couro que ela me revelou em uma tarde de chuva, enquanto Leo estava em uma viagem de negócios. Ali, a exploração ganhou contornos técnicos e viscerais.

Começámos a usar cintas com pênis e vários vibradores, o que elevou a loucura sexual a um patamar onde a realidade se confundia com a fantasia. A introdução dos *strap-ons* mudou a dinâmica de poder; não era mais apenas sobre a fricção da pele, mas sobre a invasão, o ritmo imposto, a sensação de preenchimento que nos deixava ambas exaustas e trêmulas.

Havia algo de profundamente transgressor em ver Helena — a mulher da etiqueta impecável e do tom de voz controlado — curvada sobre mim, usando um simulador de carne enquanto seus olhos, escurecidos pelo prazer, me devoravam. Ela adorava o controle, a maneira como podia ditar a velocidade da minha entrega, me fazendo implorar por mais enquanto o motor do vibrador, preso ao acessório, enviava ondas de choque diretamente para o meu clitóris.

Nossas sessões tornaram-se maratonas de exaustão. Usávamos vibradores de diferentes intensidades: uns focados na estimulação externa, outros que exploravam as profundezas do meu corpo, criando uma sinfonia de vibrações que nos fazia perder a noção de onde terminava um corpo e começava o outro. A loucura era tamanha que passamos a integrar esses brinquedos em momentos onde o risco era quase suicida.
Lembro-me de uma tarde em que Leo estava no escritório em casa, apenas a uma parede de distância. Helena me chamou para o closet. Ela estava usando um vestido longo e fluido, mas por baixo, a cinta estava firme, o vibrador pulsando em um modo silencioso e cruel.

Ela me empurrou contra as roupas penduradas, o cheiro de lavanda e sândalo nos cercando. Sem dizer uma palavra, ela me abriu. O encaixe foi bruto, imediato. O impacto do silicone úmido contra a minha intimidade, potencializado pela vibração constante, fez meus joelhos cederem. Eu agarrei os ombros dela, tentando conter um grito que ameaçava romper a tranquilidade da casa.

— Mais alto — ela sussurrou, deslizando o corpo contra o meu, fazendo o aparelho trabalhar com mais força. — Quero que você sinta cada batida do motor enquanto ele está logo ali.

Eu estava em transe. A combinação do peso da cinta e a frequência elétrica do vibrador criou um curto-circuito nos meus sentidos. O orgasmo não veio como uma onda, mas como um terremoto. Eu senti meus músculos se contraindo em espasmos violentos, enquanto Helena, movida por um ritmo frenético, me levava ao limite da sanidade. Ficamos ali, fundidas pelo plástico e pelo desejo, enquanto o som abafado do motor era o único metrônomo da nossa traição.

Quando finalmente nos separamos, o suor colava nossas roupas e a respiração era um ruído pesado no pequeno espaço. Helena removeu a cinta com a mesma precisão com que servia o vinho branco, um sorriso satisfeito nos lábios.

— Agora — ela disse, ajeitando a minha lingerie com a ponta dos dedos — vá beijar o seu namorado. Diga a ele que você sentiu saudades.
Saí do closet com as pernas vacilando, a sensação da vibração ainda ecoando nos meus nervos. Ao encontrar Leo no corredor, o beijo que lhe dei tinha um gosto agridoce: o amor doce e linear dele, e o rastro invisível, mas persistente, da loucura que Helena havia acabado de plantar dentro de mim

Foto 1 do Conto erotico: Minha Sogra Me Faz Feliz

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Minha Sogra Me Faz Feliz

Codigo do conto:
267990

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
23/07/2026

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2

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