— Edu, eu não sei... isso é demais — ele rosnou, a voz falhando enquanto eu descia a mão e puxava o cordão da calça dele.
— Relaxa, querido. Só me deixa te mostrar — eu disse, chutando minha cueca para longe.
Quando o moletom dele caiu, o pau dele saltou, pulsante e grosso, apontando para o peito peludo. Mas o Ricardo, em sua rigidez de homem "quadrado", travou as pernas quando me posicionei atrás dele. Ele ficou de quatro, mas com as coxas tão juntas que pareciam uma parede de mármore.
— Abre para mim, Ricardo. Não adianta lutar agora — comandei, sentindo o suor dele brilhar sob a luz do abajur.
Ele soltou um suspiro pesado, as juntas dos dedos brancas de tanto apertar o lençol. Peguei o lubrificante e comecei a passar na minha palma, o som viscoso preenchendo o quarto. Comecei a massagear a entrada dele, sentindo o músculo extremamente contraído. Ele nunca tinha sido tocado ali. A cada tentativa de enfiar o primeiro dedo, ele soltava um gemido de dor e protesto, o corpo vibrando.
— Puta que pariu, Edu... dói, não entra — ele reclamou, tentando se afastar.
— Vai entrar, querido. Você é todo travado, mas eu vou te soltar — respondi, usando a outra mão para puxar o quadril dele de volta, forçando a abertura.
Fui paciente. Usei a boca no pescoço dele, mordendo a carne firme enquanto meus dedos trabalhavam, forçando a dilatação. O Ricardo soltava roncos baixos, uma mistura de agonia e um prazer que ele ainda não entendia. Quando senti que ele finalmente começava a ceder, posicionei a cabeça do meu pau na entrada dele.
— Agora, Ricardo. Respira fundo — avisei.
No momento em que comecei a penetração, ele deu um solavanco, as costas arqueando como se tivesse levado um choque. O músculo dele era apertado demais, uma pressão que quase me fazia gozar só no contato inicial.
— Para, para um pouco! — ele arfou, a cabeça enterrada nos braços.
— Shhh, olha para mim — eu disse, segurando o rosto dele e obrigando-o a me encarar. — Deixa entrar. Deixa eu ser seu agora.
Ele me olhou com aqueles olhos penetrantes, nítidos de desejo e pânico, e finalmente soltou o ar. Empurrei com força, vencendo a resistência, sentindo meu pau ser engolido centímetro por centímetro por aquele engenheiro que sempre se achou inquebrável. Quando dei a primeira estocada profunda, ele soltou um grito que não era de dor, era de libertação.
— Isso... caralho, Edu... — ele começou a se soltar, o quadril finalmente acompanhando o meu ritmo.
Comecei a foder o Ricardo com vontade, o som do impacto dos nossos corpos ecoando no quarto luxuoso. O contraste era absurdo: o homem mais sério do banco, o polonês rígido, agora gemia alto enquanto eu o preenchia por completo. Eu não tive pressa. Queria que ele sentisse cada movimento da penetração, o jeito que o meu pau roçava no ponto certo dentro dele.
Ricardo não me chupou, a cabeça dele não processava isso ainda, mas ele buscava minha mão para apertar enquanto gozava para o alto, sem nem tocar no próprio pau, apenas com o prazer daquela invasão que ele protegeu por trinta anos. As paredes que ele construiu ao redor de si mesmo caíram com cada estocada minha. Quando eu senti que ia chegar ao limite, enterrei o rosto nos pelos das costas dele e gozei fundo, sentindo o aperto final do seu rabo me esmagando.
Ficamos ali jogados, o cheiro de sexo e suor dominando o ar. Ricardo estava com o rosto vermelho, o peito subindo e descendo, os olhos fixos no teto.
— Amanhã o café da manhã vai ser estranho, Edu — ele disse, com a voz rouca, mas com um sorriso que eu nunca tinha visto.
— Estranho nada, querido. Amanhã a gente vai é chegar atrasado na palestra.
muito.bom!!! , deve ter continuação......
Já conheci uma pessoa assim, que rolou naturalmente. A diferença, é que ambos, somos casados e, isso dificulta muito. Mas, amo dar leitinho para ele;
Ricardo é um homem de sorte por ter sido iniciado por um homem gostoso como você!!