Também excitado pelo que viu, ele tirou o pau de dentro do short e enfiou na minha boca. “Chupa. Quero que ele veja você chupando meu pau”, disse. Eu tratei de obedecer. Botou uma das minhas das pernas sobre a cadeira e socou a vara, começando a apagar aquele incêndio intenso. Desligou o computador e me levou para o quarto, me fodendo em todas as posições. “Mari, quero que você marque com outro macho para te foder de verdade. Quero ver sua buceta preenchida por outro pau”, ordenou. Na verdade, já era um desejo dele. Muitas vezes, quando estávamos transando, meu marido sempre me excitava falando que queria me ver com outro macho.
Na noite seguinte, voltei para a mesma rede social e encontrei o João. Um homem másculo, moreno claro, alto e magro, de 44 anos. Um pau lindo, bem maior que o do Roman, que mede 15 centímetros. Esperei um mês para acontecer, mas valeu a pena. Uma mini saia tipo estudante, quase mostrando a bunda, calcinha preta fio dental, bem dentro do cu. Decote generoso na parte de cima. Buceta e cu bem depilados.
Fomos para o Motel Village, em Ponta Porã, fronteira com o Paraguai. Era noite e um dia no meio da semana. No seu carro, o João nos encontrou num determinado ponto e fomos. Fui no banco da frente e o Roman atrás. Eu me sentia excitada, sentia a buceta bem molhada e nervosa ao mesmo tempo. No quarto do motel, o comedor tomou as rédeas da situação, me puxando pela cintura e me mandando um beijo de língua. Cheia de tesão, correspondi. Com força, ele passava a mão na minha bunda, pressionando, e logo alcançou a buceta.
Que beijo de língua, muito gostoso e molhado. Erguendo a saia, intensificou as caricias no meu rabo e na minha xota. Eu, tocava o pau por cima da calca e sentiu a tora que me esperava, dura e enorme. Os dedos faziam círculos em volta do meu cu, que tesão. O Roman olhava com cara de surpreso. “Safada, você é tímida, mas virou a putinha que eu queria”, dizia. Tirei o pau do comedor para fora e comecei a tocar uma punheta só para ver seus olhos revirando. Eu tocava e beijava sua boca.
Ajoelhei e tratei de trazer aquele caralho para dentro da boca, bem devagar e olhando para cara do marido. Na verdade, estava com um pouco de medo da reação do Roman, já que era a primeira vez. Eu engolia cada centímetro daquele cacetão, chupando seus ovos com carinho e também seu cu. “Que boca deliciosa. Você chupa gostoso demais”, dizia, segurando minha cabeça e empurrando o pau para dentro. “Chupa amor, essa rola é toda tua”, incentivava o marido, sentado num sofá.
Em seguida, ele deitou na cama e continuei chupando. De 4, pedi para o marido me chupar a buceta. Vendo o quanto estava duro, subi encima do macho. Eu estava muito molhada a rola entrou inteira enchendo minha buceta. Durante a cavalgada, as mãos do João pegavam na minha bunda e na cintura. Meu gozo foi imediato. “Que pau gostoso, obrigado meu amor”, dizia. O safado só gemia de tesão.
Depois que muito gozar, voltei a chupar e ordenei que ele gozasse na minha boca. Encheu minha boquinha de puta com seu leite quente. Era muita porra, uma quantidade que me surpreendeu. Chamei o Roman para me beija e meter também. De 4, ele socou na minha buceta arrombada e também gozou gostoso. Gozei junto. Eu tenho Squirt, mas só meu marido consegue.
Já em casa, eu e o Roman fodemos a noite inteira, ainda inebriados pela situação inédita vivida.
- Com fotos reais, relato de uma aventura vivida por Mari, jovem, linda e deliciosa amiga do Centro-Oeste, amizade das redes sociais adultas (miasol). As mulheres que desejarem também terem suas aventuras transformadas em contos façam contato por e-mail ou aqui no site, na Caixa de Mensagens.





Lindo e delicioso conto, que gostoso ter uma esposa que adora atender os pedidos, os desejos do marido e realizar com desejos e muita vontade, que maravilha. Esposas assim são as melhores e os casamentos se consolidam cada vez mais. votado e aprovado