Estávamos em Balneário Camboriú, no sul do Brasil, de férias, num mês de janeiro. No segundo dia, no período da tarde, quando o movimento é menor na orla, fomos para a Praia do Pinho. Eu estava cheia de fogo e cheia de vontade de foder. Foder e foder, muito e com muitos.
Coloquei um biquíni preto. Na verdade, um micro biquíni. Na frente, a calcinha tinha nove centímetros na parte de cima do triângulo. No top, a base do triângulo também com nove centímetros. Cortininha na calcinha e no top. O fio de trás completamente socado no meu cu. Depilei a buceta no capricho. Ficou zerinho pelo. Também depilei bem o cu. Transformei meu rabo numa pista de corrida para paus.
Chamei o marido para conferir. “Rita, você está pronta para ser arrombada em todos os buracos”, disse Rodrigo, na época com 44 anos, dois a mais que eu. Na véspera, ele não quis comer meu cu na beira do mar e não houve transa. “Não fica bem para uma dama dar o cu em público”, justificou. Então, preparei uma vingança. Eu iria dar o cu para quantos quisessem na frente de todo mundo. Eu queria plateia. Então, seguimos para o Pinho.
Chegamos a um local onde há um estacionamento e um bar bem movimentado, que fica cheio de homens, para ver quem vai para a praia. Alguns casais se despem ali mesmo, diante de todos. Outros, mais tímidos, na entrada da praia, local mais reservado, mas onde sempre tem observadores. Na frente do bar, joguei os poucos panos no chão, ficando pelada, puta e lisa para a admiração de todos, tudo de forma bem sensual. Olhei para a plateia e tirei, lentamente, de frente para eles, a saída de praia que mostra a calcinha já meio enterrada na buceta e as tetas quase de fora. Em seguida, arranquei o top e a calcinha, desfilando bem gostoso em direção à entrada da praia. O corno só observou. Não esperava aquele exibicionismo. “Está gostando do showzinho da sua puta?”, perguntei.
Uma curta caminhada nos fez chegar à praia. “Rita, você está com tesão. Percebi pela exibição para os machos”, disse Rodrigo, tocando na minha buceta e encontrando um lago. “Você vai dar o cu a quem aparecer aqui?”, perguntou. Fiquei em silencio mas sorri, um tanto enigmática. Ele tocava siririca em mim e eu gemia de tesão.
Fizemos um aquecimento de boquete, 69, e ele começou a foder minha bucetinha. Encostou um barco perto das pedras para assistir a transa. Em seguida, pela trilha, chegaram dois machos e um casal. Neste instante eu cavalgava, subindo e descendo do pau dele. Já vendo que tinha plateia e aproveitando a lubrificação, desviei o pau para o cu, continuando a cavalgar. Subia e descia para que todos vissem o pau entrando e saindo do meu rabo.
O tesão era alucinante e chegava a hora da vingança. “Seu safado, come bem gostoso porque depois que meu cu estiver macio vou dar para todos os comedores aqui”, anunciei. Sou puta e sem vergonha.
Comecei, então, o processo de escolha dos comedores. Olhando na direção de um arbusto, vi um homem branco, na casa dos 28-30 anos, com um calção preto marcado pelo volume do pau duro. Sem camisa, com aproximadamente 1,80 de altura, tipo descendente de alemão. Pensei comigo. “Esse vai ser o primeiro”. Sinalizei com o dedo para que ele viesse em nossa direção. Chegou há aproximadamente um metro de distância. “Qual seu nome?”, perguntei. “Alex”, respondeu. “Tira o short”, ordenei sem parar de cavalgar o marido com o pau enterrado no cu. Alex tinha um pau grosso, cabeçudo, com 22 centímetros e muitos pentelhos loiros. Estendi um dos braços e o trouxe para bem perto, formando um triangulo e aplicando-lhe um beijo de língua. Beijo bom, molhado, quente.
Sem que eu pedisse, ele fez o que eu queria. Direcionou a boca para meus peitos, mamando com tesão e força. Foi descendo até encontrar minha buceta molhada, socando a língua dura no me grelo. “Filho da puta, não faz isso, vou gozar”, protestei inutilmente. Me levou a um gozo farto, com um pau no cu e uma língua na xota. “Chupa, não para, vai, vai”, dizia eu, explodindo.
Me acalmei e fui tirando o pau do cu lentamente, determinando que o marido se afastasse. “Agora você só vai assistir sua putinha se entregar por inteira”. Botei os joelhos no chão, aproximei a boca do caralho branco e dei os comandos. “Alex, a partir de agora sou sua, me fode de todas as maneiras possíveis. Quero que você esculache o meu marido”. E ele entendeu o recado, passando a foder minha boca enquanto puxava meus cabelos. “Branca vagabunda, mama meu pau”, dizia.
Quando o caralho estava no ponto, fiquei de 4, abrindo bem as pernas e sentindo o pau invadindo minha buceta. O safado batia na minha bunda e começou a forcar meu cu com dedos. Eu rebolava para facilitar a penetração nos dois buracos. “Filho da puta, não goza dentro da minha buceta”, dizia eu, apertando os dedos dele com piscadas firmes do cu. Ele deu uma apertada nos meus peitos e disse no meu ouvido. “Fica tranquila. É seu buraquinho que vou encher de porra”. Em menos de 10 segundos eu já sentia aquela tora imensa invadindo meu rabo e me fazendo gozar duas vezes antes de alagar meu cu de leite quente.
E meu fogo não apagou. Percebi que no barco havia um homem negro e eu amo beber porra de negros. “Você, de camiseta branca, venha”, convidei, com tom de ordem. Ele se aproximou e eu fui direta. “Você tem pau suficiente para encher minha boca de porra e em seguida foder meu cu?”. Ele olhou nos meus olhos de forma sacana. “Confira”, disse, já confirmando o que me daria. Mandei que ele se deitasse sobre minha saída estendida e abri um pouco suas pernas, para facilitar o acesso ao seu saco e ovos. Eu queria chupar tudo, fazer a língua chegar até o cu do safado.
E assim fiz. Entrei de boca. Se o pau do Alex tinha 22, o pau do negro deve ter entre 24 e 26 centímetros. Eu engolia bem mais da metade, mas não chegava na raiz. Quanto mais eu mamava mais o caralho crescia na minha boca. “Cachorra, chupa sua puta”, dizia o negro. Eu botei ele deitado para chupar de 4, com o cu virado para o pessoal que estava no barco. A cada minuto eu sentia a pulsação do pau aumentar e jato de porra a caminho. Parei de mamar e comecei a punhetar o pau nos bicos dos peitos. Sem eu falar nada, ele se sentou e veio com as duas mãos na minha bunda, abrindo e dedando meu cu, o que dobrava meu tesão.
Coloquei o macho de joelhos e cai de boca novamente, agora querendo puxar todo o leite que ele guardava. Seis mamadas mais fortes e veio, quase meio litro de porra, quente e grossa. Não parava de entrar jatos de porra na minha boca. Bebi até a última gota e depois limpei o pau com a língua. “Safado, a primeira parte do que prometeu você entregou. Quero ver agora”, disse, em tom de cobrança.
Ele me deitou na saída e me deu a melhor chupada de toda minha vida. Depois de um beijo de língua mamou meus peitos como uma criança com fome. Sugava os bicos como se quisesse verdadeiramente tirar leite. Desceu e me fez gozar infinitas vezes fazendo a língua passear entre o umbigo e a olho do cu. “Caralho, eu não consigo parar de gozar”, dizia eu. “Goza puta, não era isso que você queria”, falava o corno.
Aproveitando que eu estava deitada, ele foi empurrando o pau na minha buceta, me fazendo perceber que continuava bem duro. “Depois de foder seu cu, vou fazer essa buceta de deposito de porra. É aqui que eu vou gozar”, disse. Essa frase aumentou meu tesão, apesar do medo. “Está louco, eu ainda engravido”, ponderei. “Vou foder bem o cu da sua puta, mas é na buceta dela que vou gozar”, determinou, olhando para o Rodrigo.
Com o caralho bem lubrificado pela buceta, me botou de 4 e penetrou no cu, logo indo até o fim. Eu sentia aquela vara inteira dentro de mim, do meu intestino, do jeito que amo. Fodeu meu cu em todas as posições possíveis, me fazendo gozar infinitas vezes. “Chegou a hora. Vou gozar”, disse ele, abrindo bem minhas pernas. Passou um dos dedos no meu grelo e eu dei um grito de tesão. Penetrou bem fundo, deu três estocadas e gozou, lançando a porra bem lá dentro. “Aí, caralho, delicia de puta safada. Estou gozando”, berrava, puxando mais cabelos.
A partir daí uma serie de machos me foderam em todos os buracos, gozando de todas as maneiras. Só me dei conta que foram mais sete porque o corno me disse na pousada. Eu não tive pernas para voltar. Fui carregada.
Com fotos reais, aventura relatada por Rita, amiga putona das redes sociais adultas (ritarodrigo), mulher de Rodrigo, corno manso e amigo (São Paulo-SP). As mulheres que desejarem também terem suas aventuras transformadas em contos façam contato por e-mail ou aqui no site, na Caixa de Mensagens.




