Marcamos para janeiro, num final de semana. Caprichei. Uma saia bem curta, quase mostrando meu rabão. Decote sedutor. Calcinha bem pequena, buceta depilada, assim como o cuzão, um pedido do comedor. Chegamos ao motel um pouco antes e ele chegou depois. Eu estava muito excitada, bem nervosa também.
Assim que ele entrou nos cumprimentou de forma elegante. “Não gosto de sexo anal. Meu cu somente meu marido come”, determinei e ele aceitou prontamente. Pensei que iria encontrar um homem mais tímido, mas me enganei. Levou logo uma das mãos na minha xana e encontrou uma cachoeira de tesão. Dei um gemido que denunciou minha entrega ao prazer.
De pé e tendo o corno como expectador, me colocou de quatro na cama e me ofereceu aquele caralho imenso. Um rola grande e grossa, muito grossa. Quando peguei pude sentir aquela coisa enorme nas mãos, com um cheiro de macho maravilhoso. Comecei a mamar, sem conseguir botar inteira na boca. Ele batia na minha bunda e tentava botar dedos na minha buceta. Eu já ficando meio de lado para facilitar. Pegava nas minhas tetas penduradas com força e muita vontade. “Chupa seu negrão, Cidinha, puta safada”, dizia o Júlio, tocando punheta, o que mais me excitava. “Mama gostosa, essa pica é toda sua” dizia o safado, tentando enfia ainda mais o caralho grosso na minha garganta. “Quero essa tora inteira dentro da minha buceta”, pensava. Gosto de pau grande, acho minha xota grande, perfeita para caralhos imensos. Chupei por uns 10 minutos com muita vontade e sede de pau.
Eu tenho 43 anos, três a mais que meu marido e 10 a mais que o comedor. Eu tentava dominar a situação, mas não dava conta. Estava entregue. Deitei o safado na cama e vi aquele pau apontado para cima, parecendo uma agulha que eu queria ver e sentir espetando meu bucetão de égua. Montei o cavalo no pelo, esfregando a xana naquela tora preta e brilhante. Cada vez que a cabeça do pau passava pelo grelo eu enlouquecia.
Num instante maravilhoso eu senti minha gruta sendo invadida, bem lentamente. Eu ia pressionando e sentia entrar. Que pau, que delicia, que montada. Eu queria cavalgar com força, com violência, socando minhas tetas na cara do macho, mas precisava de cuidados na penetração inicial. A pica é grande demais, mesmo para uma buceta tão grande.
Amei quando encaixou por inteiro e eu pude tomar conta e dominar. De imediato joguei as tetas na cara do safado e fiz ele mamar como um bezerro. “Cidinha, que buceta apertada, deliciosa”, disse, assim que sentiu o pau inteiro dentro da minha gruta branca. Com o caralho enfiado, o safado passou a apertar minha bunda com força e abria bem, metendo um dos dedos dentro do meu buraquinho. Eu já não levava em consideração os limites que impus quando ele chegou. Piscava o cuzão, apertando seu dedo desobediente.
Ele continuava metendo o pau bem lentamente, para minha xana acostumar com aquela tora grande. Eu, quando tomava o comando fazia ele socar com força. Estava maluca pelo safado. “Ronne, me fode seu puto. Sou sua, toda sua. Sua cadela, sua puta, enfia esse caralho inteiro para dentro, vai”, pedia. Em poucas metidas me levou ao gozo, ainda mais com um dos dedos no meu cu. Gritei muito. “Come a buceta com força, estou mandando”, berrava, enfiando ainda mais os bicos dos peitos na boca do negro e sentindo o vai e vem do dedo no meu rabo. Fiquei molinha.
A piroca dele parecia uma estaca, dura e imensa. O safado me colocou de 4, afastou bem minhas pernas e teve o visual que queria: buceta e cu bem à mostra, convidando para voltar a foder. Penetrou, mas não aguentei a pica naquela posição. Assim que entrou a metade, dei um grito e pedi para parar. O pau dele era muito grande. O corno, maluco, tocando uma punheta atrás da outra.
Voltei a deitar ele na cama e sentei de costa, para poder controlar melhor a penetração. Com o rabo virado para ele, eu ia subindo e descendo, fazendo as tetas balançarem. Como eu já havia concedido, voltou a foder meu cu de vagabunda com um dos dedos, o que aumentava meu prazer. “Negrão, mete esse dedo no meu buraco de cagar. Estou gostando, e muito”, pedia. Quando eu inclinava, ele tirava o pau da buceta e pincelava no cu. Se o pau não fosse tão cabeçudo, quem sabe.
No papai e mamãe foi muito bom, com o cacete entrando inteirinho. Amei ter aquela pica enorme dentro da minha xana. “Fode, come essa sua puta, vai”, implorava a cada socada. Faminto ele fodia e mamava minhas tetas. Meus bicos cada vez mais duros de tesão. “Sua xana é muito apertada, safada”, dizia.
Sendo fodida nesta posição dei uma boa mamada no corno. Ele me disse que queria gozar e eu queria de um jeito diferente. O corno deu um berro, apertando meus peitos e puxando meus cabelos. “Estou gozando”. Deu uma gozada enorme na minha cara, me lavou de porra quente e grossa.
Em seguida, algo especial e marcante. “Cidinha, também quero gozar”, disse o comedor, assim que meu marido gozou. “Você vai gozar no meu cu”, surpreendi, antes de me colocar de 4 novamente. “Mete com força, destrói ele”, determinei. Ele não perdeu tempo, enfiou quase tudo, deu algumas bombadas e alagou meu buraco de cagar com leite quente e grosso, apertando os bicos dos meus peitos como se quisesse tirar leite.
Que noite. Especial. Saudades.





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