Tudo começou numa quinta-feira à noite. Eu estava no sofá, assistindo a um jogo de futebol sem graça, quando Naiara entrou na sala pulando como uma adolescente. Seus olhos castanhos brilhavam, o cabelo solto balançando nas costas enquanto ela agitava o celular na minha frente.
"Amor! Olha isso aqui! Recebi um convite incrível!", ela exclamou, sentando no meu colo e me dando um beijo rápido na bochecha. O perfume dela, doce e floral, invadiu meu nariz, e eu automaticamente passei a mão na sua bunda, sentindo a maciez através do shortinho de pijama.
"O quê, Naiara? Mais um trabalho de influenciadora?", perguntei, tentando focar no celular que ela empurrava na minha cara.
"Sim! Uma marca de drinks me contratou para divulgar uma festa em Salvador. Luau na praia, festa diurna... Pagam tudo: passagem, hotel, cachê bom. É pra postar no Insta, stories, reels. Vai ser o maior boost da minha carreira até agora!"
Eu sorri, mas por dentro senti um aperto no peito. Bahia? Sozinha? Naiara era linda demais para viajar sem mim. Homens iam babar nela o tempo todo. "Que legal, amor. Quando é?"
"Amanhã de manhã. Voo cedo. Volto na terça."
"Tão rápido assim? E eu fico aqui sozinho?"
Ela riu, aquela risada manhosa que me derrete, e se aconchegou no meu peito. "Ciumento... Vai ser só trabalho. Mas eu prometo mandar tudo: fotos, áudios, vídeos. Você vai se sentir lá comigo." Ela piscou, mordendo o lábio inferior. "E quem sabe eu não mando algo mais... picante, pra te deixar com saudade?"
Eu ri, mas o ciúme já rastejava no meu estômago. "Tá bom, vai. Mas se cuida, hein? Nada de bagunça."
"Eu? Bagunça? Jamais!", ela brincou, me beijando profundamente antes de pular do sofá para arrumar a mala.
Naquela noite, fizemos amor com intensidade. Eu a peguei de jeito, como se quisesse marcar território. Ela gemeu no meu ouvido, arranhando minhas costas, e no final sussurrou: "Te amo. Hoje sou só sua." Ela é uma safada filha da puta.
No dia seguinte, a levei ao aeroporto. Ela vestia um vestido leve, florido, que realçava suas curvas. Beijamo-nos no portão de embarque, e ela mandou uma selfie logo depois: óculos escuros, sorriso radiante, legenda imaginária "Partiu Bahia! Te amo, meu gato". Eu respondi com corações e um "Chega logo, saudade já".
O voo foi tranquilo. Ela mandou áudio durante a decolagem: "Amor, tô no ar! A vista tá linda. Já tô pensando no mar... e em você me esperando na cama quando eu voltar." Sua voz era animada, leve. Eu sorri no escritório, mas pensei: "Ela vai ficar bem. É só trabalho."
Chegou em Salvador por volta do meio-dia. Mensagem: "Cheguei! Calor infernal, mas o cheiro de coco e mar compensa tudo." Foto: ela no táxi, janela aberta, cabelo voando ao vento, bochechas coradas. Meu coração acelerou. "Que saudade, Naiara. Me manda foto do hotel."
No hotel, ela fez um tour virtual. Vídeo: abrindo a porta do quarto, mostrando a cama ampla com lençóis brancos, o banheiro moderno com chuveiro de vidro, e a varanda com vista para o oceano azul-turquesa. O vento bagunçava seu vestido, revelando as coxas bronzeadas e a calcinha branca rendada. "Olha isso, amor! Queria você aqui pra me jogar nessa cama agora." Ela piscou para a câmera, manhosa.
"Eu também, amor. Mas aproveita. Se cuida com o sol."
Ela passou a tarde na praia do hotel, fazendo fotos para o feed da marca. Mandava rascunhos: poses sensuais com um copo de drink na mão, o biquíni fio dental marcando a bunda perfeita, seios pequenos apertados no top. "Aprova, amor?" Eu respondia: "Aprovo, mas esse biquíni é muito cavado. Cuidado com os olhares."
"Exagero seu. É pro trabalho!"
À noite, o luau. Ela se arrumou com capricho. Mandou opções de roupa: um top cropped branco com saia fendida, outro vestidinho curto preto que abraçava suas curvas. "Qual?" Eu escolhi o preto: "Mostra mais as pernas. Mas só pra mim, hein?"
Ela riu em áudio: "Seu safado! Tá bom, vai de preto."
Chegou no luau por volta das 21h. Mensagem: "Aqui tá lotado! Fogueira na areia, música ao vivo – reggae e forró misturado. Cheiro de churrasco e bebida no ar." Vídeo: a câmera tremendo enquanto ela caminhava pela praia, mostrando a multidão dançando, luzes coloridas piscando, ondas batendo ao fundo. Ela aparecia no final, sorrindo, copo na mão. "Tô com as meninas que conheci no hotel – Ana, Carla e Sofia. São influenciadoras também. Vamos gravar conteúdo juntas."
"Boa, amor. Bebe com moderação."
"Sim, senhor!"
Mas a moderação durou pouco. Uma hora depois: "Caipirinha de maracujá tá uma delícia! Tô dançando." Vídeo: ela no meio das amigas, rebolando devagar ao som da música, o vestido subindo nas coxas, cabelo voando. A bunda balançava hipnoticamente, e eu senti uma mistura de tesão e ciúme. "Linda demais, Naiara. Cuidado pros caras não chegarem perto."
"Relaxa, ciumento. Tô só com as meninas."
Então veio a mensagem que mudou o tom: "Conheci uns caras legais. Amigos das meninas. São locais, super simpáticos. Um deles, Marcus, é guia turístico. Disse que pode nos levar pra uns lugares legais amanhã pra fotos."
Foto de grupo: Naiara no centro, sorrindo, as amigas ao lado, e quatro caras atrás. Um deles se destacava – alto, uns 1,90m, pele negra reluzente sob as luzes do luau, dreads curtos, corpo atlético com camisa aberta mostrando o peito definido. Ele estava bem colado nela, braço quase encostando no ombro. Pensei: "Esse Marcus parece problema. Por que tão perto?"
"Que bom, amor. Mas mantém distância, hein?"
Áudio dela, rindo: "Bobo! Ele é inofensivo. Só conversa."
Os vídeos continuaram chegando. Um dela bebendo mais uma caipirinha, lambendo o açúcar da borda do copo com cara de safada. "Tá forte, hein? Tô ficando tonta." Voz arrastada. Eu respondi: "Para de beber, Naiara. Volta pro hotel se precisar."
Mas ela não parou. "Marcus tá gravando uns vídeos pra mim. Ele é bom com câmera." Vídeo: close na Naiara dançando sozinha, hips swaying ao ritmo, seios pulando levemente no top. A câmera descia devagar para a bunda, capturando cada rebolado. No fundo, dava para ver o Marcus – e o volume na bermuda dele. Pau duro marcando forte, como se ele estivesse excitado só de filmar.
Meu estômago revirou. "Naiara, esse cara tá de pau duro no vídeo! Que merda é essa?"
Demorou para responder. Áudio: "Haha, amor, você tá vendo coisa. Ele só tá ajudando. Relaxa, tô me divertindo."
Mas eu não relaxei. Pensei: "Ele tá se aproveitando. Minha namorada ali, bêbada, e esse safado filmando."
Mais drinks. "Outra rodada! As meninas tão animadas." Foto: ela com o copo levantado, lábios úmidos, olhos vidrados. O luau ficava mais selvagem – gente se beijando ao fundo, dança colada.
Então o áudio fatídico: "Amor... Marcus teve uma ideia maluca. Tem um cantinho reservado da praia, sem ninguém. Ele disse pra gente nadar pelada. Liberdade total, sabe? As meninas já foram pro hotel, cansadas. Eu tô bêbada pra caralho, mas tô achando divertido. O que você acha? Vai ser rapidinho.Vou te mandar um vídeo, você vai amar."
Meu coração parou. Digitei furiosamente: "NÃO VAI, Naiara! VOLTA PRO HOTEL AGORA. ISSO É PERIGOSO."
Marcus respondeu por mensagem “Nem to acreditando corno. Ela ta fazendo tudo que eu peço.”
Quinze minutos de agonia depois, chegou a foto. Naiara na água escura, iluminada pelo luar. Nua. A silhueta perfeita: seios pequenos erguidos, cintura fina, bunda redonda flutuando na superfície. Cabelo molhado colado nas costas. "Olha que loucura, amor! Tô me sentindo viva. A água tá gelada, mas deliciosa."
Eu tremia no sofá. "Naiara, sai daí! Ele tá com você?"
Vídeo seguinte: ela nadando de costas, rindo alto, espirrando água para a câmera. Marcus gravava da margem, voz grave ecoando: "Vem, gata, mergulha mais fundo. Tá ótima aí!" Ela respondeu, manhosa: "Tá fria, Marcus! Vem também?"
Ele riu: "Já vou. Mas filma eu primeiro."
No vídeo, ela saiu da água devagar, nua como veio ao mundo. Cobriu os seios com um braço, mas a bunda ficou exposta, gotas escorrendo pela pele, brilhando ao luar. Caminhou até ele, pegando o celular. "Sua vez, safado." Mas ele a puxou pela cintura. "Primeiro um beijo pela coragem."
Ela riu, mas não resistiu. Pensei: "Beijo? Ele beijou ela?"
O vídeo cortou, mas veio outro áudio dela: "Amor... a gente tá aqui na areia agora. Marcus tirou a roupa também. Ele é... grande. Em tudo. Tô bêbada, amor. Ele tá pedindo pra… você sabe."
"PARA, Naiara! VOLTA!"
Não parou.
O vídeo chegou como uma bomba. Naiara de joelhos na areia úmida, ainda nua, o corpo molhado. Marcus em pé na frente dela, bermuda no chão, o pau ereto – negro, grosso como meu pulso, veias pulsando, cabeça inchada. Facilmente maior que o meu. Ela olhou para a câmera (ele gravando), hesitante, mas bêbada demais para raciocinar.
"Ela está muito bêbada cara. Coloquei meu pau para fora e só falei para ela ajoelhar e ela já sabia o que fazer. Olha só isso…”
Ela esticou a mão, dedos delicados envolvendo a base. "Porra, Marcus... é enorme." Lambeu a cabeça devagar, como se experimentando. "Gostoso?"
"Chupa, Naiara. Mostra pro teu corno o que uma safada faz."
Ela colocou na boca. Não cabia tudo – só metade. Chupava devagar, babando, gemendo baixo enquanto a língua rodava. Ele segurou o cabelo dela, puxando levemente. "Vai, engole mais. Boa menina."
Ela tentou, engasgou, olhos lacrimejando. "Grande demais... não entra tudo."
"Relaxa a garganta. Teu namorado não te ensinou isso?"
Ela riu com o pau na boca, um som abafado. Ele começou a foder a boca dela devagar, quadris movendo. "Porra, que boca quente. Toma tudo."
Depois de minutos intermináveis, ele gemeu alto. "Vou gozar, gata. Engole tudo. Prova o leitinho do negão."
O pau pulsou, e ela recebeu jatos quentes na boca. Engoliu com dificuldade, tossindo, fazendo careta. "Amargo... e muito. Não tô acostumada com tanto."
Ele riu, satisfeito: "Vai se acostumar, safadinha. Boa menina. Manda pro namorado ver como você é obediente."
Ela pegou o celular, limpando a boca com o dorso da mão, e enviou tudo.
Eu assisti em choque, no escuro da sala, meu pau duro traidoramente apesar da raiva. Pensei: "Minha namorada... chupando outro. Engolindo porra de estranho. Como isso aconteceu?"
Quando ela voltou pro hotel, já era madrugada. Ligou via WhatsApp, voz trêmula.
"Vida... amor... me perdoa."
"Você chupou ele, Naiara? Na praia? Pelada com um estranho?"
"Eu tava louca de bêbada... foi só o boquete. Não transei, juro. Ele gozou na minha boca, sim, mas eu engoli. Foi erro. Desculpa."
"Só boquete? Ele te tratou como uma putinha safada! E você riu!"
"Amor, por favor. Foi o álcool. Eu te amo. Amanhã é outro dia. Tem a festa na praia, preciso focar no trabalho."
"Volta pra casa agora. Eu pago outra passagem."
"Não posso. É minha chance. Me perdoa? Eu juro que não acontece mais."
Discutimos por horas. Eu gritei, chorei, ela chorou também. "Eu sou uma idiota, amor. Mas quero aproveitar essa viagem. É trabalho, não férias. Te amo mais que tudo."
No final, exausto, eu disse: "Tá bom. Mas nada mais. Me mantém atualizado."
Pensei: "Como vou dormir? Imaginando ela com a boca cheia de porra dele?"
No dia seguinte, sábado, ela acordou tarde. Mensagem: "Bom dia, amor. Ressaca matando. Desculpa tudo de ontem. Foto pra te animar?" Imagem: ela na cama, lençol cobrindo só até a cintura, seios pequenos à mostra, cara de sono com sorriso forçado.
"Linda. Mas cuidado hoje."
"Vou pra festa na praia à tarde. Marcus disse que vai lá também, pra ajudar com fotos. Ele é bom nisso."
Meu sangue gelou. "Não deixa ele perto, Naiara. Depois do que rolou?"
"Relaxa. É profissional. Deixei claro que foi erro."
Mas não foi profissional. À tarde, as mensagens vinham, mas agora pareciam enviadas por ele – o celular dela estava nas mãos dele para "gravar melhor".
Vídeo: praia lotada, sol forte, música alta. Naiara dançando na areia, biquíni minúsculo verde, fio dental sumindo entre as nádegas. Rebolava sensualmente, mãos no cabelo, seios balançando. Áudio dele: "Olha tua namorada. Tá pegando fogo aqui. Todo mundo olhando."
Pensei: "Filho da puta. Tá provocando."
Mais vídeo: ela bebendo coco gelado, rindo com as amigas. Mas Marcus aparecia, entregando o coco, mão roçando no braço dela. "Gostosa, hein?"
Então a mensagem: "Vou mostrar uma ilhota isolada pra ela. Nadamos até lá. Visual incrível pro Insta."
"NÃO VAI, Naiara!"
Mas foram. Foto da ilha: Naiara sentada na areia, topless, cobrindo os seios com as mãos, sorrindo. "Paraíso, amor! Água cristalina."
O que rolou lá ela confessou depois, mas enviou vídeo parcial. Na ilhota deserta, palmeiras ao redor, eles sentaram na areia. Marcus tirou a sunga e disse no vídeo "Tua namorada é foda. Vou tentar foder ela aqui mesmo", ele disse com voz cheia de tesão.
"Nada disso… Eu amo muito meu namorado. Ele confia em mim."
Vídeo: ela de joelhos outra vez, pau dele na boca. Agora mais confiante – lambia as bolas, chupava fundo, mãos massageando. "Porra, assim... tá profissional agora." Ele gemia.
Marcus fiz um rabo de cavalo com o cabelo dela e estava guiando os movimentos dela com a cabeça. Dava para fazer que o pau batia na garganta dela.
Quando gozou, ela engoliu tudo sem hesitar, lambendo os lábios. "Agora consegui engolir quase tudo Marcus." - Disse ela ainda com um pouco de porra escorrendo pelo canto da boca e lambendo os dedos.
Ele riu: "Sim, cachorra. Tô te treinando bem."
De volta ao hotel, no final da tarde, Marcus a acompanhou até o quarto. "Ele tá aqui esperando eu me arrumar pro jantar da marca", ela mandou, com foto: ele no sofá, pernas abertas, ela de toalha pós-banho, cabelo molhado.
"Expulsa ele, Naiara!"
Mas não expulsou. O vídeo veio: Marcus se levantando, aproximando dela. "Deixa eu te ajudar a se vestir, gata." Ele puxou a toalha devagar, revelando o corpo nu dela. Mãos grandes percorrendo as costas, descendo para a bunda, apertando. "Que rabão gostoso..."
"Para, Marcus... tenho namorado e ele vai pirar."
"Mas teu corno gosta de ciúme, né? Deixa eu te excitar um pouquinho."
Ele beijou o pescoço dela, mão entre as pernas, dedando a buceta. Ela gemeu alto: "Ah... safado... não, para..."
Ela se rendeu. Ele dentro do banheiro mesmo tirou o pau para fora e disse "Vou te foder agora, Naiara. Toma esse pau preto."
Vídeo: Eles de frente para o espelho do banheiro, ele posicionando o pau grosso na entrada dela. Empurrando devagar. "Ai... dói... tá grosso. Meu namorado não é assim."
"Porra, que buceta apertada... teu corno não te usa direito." Ele entrou tudo, ela gritou de dor e prazer. Começou a meter, devagar no início, depois forte. Ela estava apoiada no armario da pia que começou a balançar com as estocadas de Marcus.
"Gosta, né? Fala alto."
"Gosto... fode mais, Marcus... ai, caralho!" Marcus não perdoava. Socava fundo. Dava para ver o pau dele entrando todo e depois saindo todo. Fazendo aquele barulho gostoso de molhado e do quadril dele batendo na bunda dela.
Quase no fim: "Quero gozar dentro, encher essa buceta de leite."
"NÃO! Tira Marcus... goza na boca."
“Ta bom putinha… Ajoelha ai pra mim.”
Ele obedeceu, puxando e jorrando na boca dela. Ela engoliu, ofegante, mas como uma profissional. Desta vez não derramou uma gota. "Terceira vez em dois dias... você é insaciável."
Ele comemorou: "E você tá viciando, gata."
Depois, sozinha no quarto, ela me mandou: "Amor... aconteceu. Transamos. Desculpa…"
"Você deixou ele te foder? Vi o vídeo!"
"Sim... tava excitada demais. Ele me deixou louca com as mãos. Mas não gozou dentro. Te amo. Foi só carne. Quero aproveitar o resto da viagem como trabalho."
Discutimos de novo. Eu: "Você não pode deixar ele fazer isso com você amor. Volta pra mim."
Ela: "Volto terça. Me perdoa. É só diversão."
Pensei: "Diversão? Ela tá virando puta dele."
Marcus acabou dormindo no quarto dela aquela noite. Na manhã de domingo, veio o vídeo do "bom dia": Naiara acordando, beijando a cabeça do pau dele devagar, como um ritual. "Bom dia, grandão." Ele riu: "Bom dia, sua namoradinha, agora senta."
Ela obedeceu. Montou nele, guiando o pau para dentro. "Tá entrando melhor agora... acostumei com o tamanho." Quicou devagar, gemendo, seios balançando, mãos no peito dele para apoio. "Quica mais rápido, gata. Mostra que aprendeu." Ela quicando forte, o pau dele simindo dentro dela. Pensei “Como ela pode aguentar aquele pau todo?”.
Ela acelerou, rebolando, olhos fechados de prazer. "Assim... porra, tá fundo."
Depois, ele a virou, colocando-a por baixo. Ela deitada de barriga para baixo. Bunda totalmente exposta para ele na cama. Ele é muito maior do que Naiara e o corpo dele praticamente cobria Naiara toda. "Agora vou te amassar de verdade. Te fazer minha."
Metia com força, intensidade animal, suor pingando. A cama tremia e fazia barulho, ela gritava: "Mais forte... me fode como cadela!"
Marcus diz no vídeo "Tua mina ta quase gozando no meu pau, corno. Buceta dela ta me apertando. "
Ela arqueou as costas, unhas cravadas no lençou. Ela começando a tremer. "Tô gozando... Marcus... caralho!"
Então, a surpresa: "Goza dentro! Enche minha buceta de porra... por favor!"
"Tem certeza? Vou te encher toda."
"Sim... goza!"
Ele disse “Tua namorada que pediu, corno” então ele aumentou ainda ais o ritimo das estocadas e como um animal no cio urrou, pau pulsando dentro dela, jorrando muito. Depois quando foi parando ele ainda fica um tempo com o pau dentro dela ainda pulsando e bombeando porra. Quando ele vai tirando de dentro dela o pau sai ainda duro e porra escorrendo pelas coxas. Vídeo final: Naiara caída na cama, corpo tremendo do orgasmo, dedos mergulhados na buceta, tirando porra e chupando. "Delícia... muito leite... quente."
Mais tarde, chat: "Amor... ele gozou dentro. Pedi. Desculpa, tava no tesão."
"É sério? Naiara, pediu para ele gozar dentro?"
"Não tô no período fértil. Foi intenso. Aproveitando o quarto, amor. Te amo. Volta tudo ao normal quando eu chegar."
"Não sei o que dizer Naiara, mas.. te amo também."
Espero que tenham gostado de mais este conto da minha namorada. Ela adora fazer estes trabalhos que envolvem viagens. Se quiserem podem mandar seus desejos com a minha namorada desde que sejam os mais sujos e safados. Não esqueçam de votar e avaliar o conto. Depois vou pedir para ela responder os comentários de vocês aqui.





Espero que gostem meus amores. Meu namorado adora quando vocês interagem comigo. Beijinhus.