— Oi, amor. Hoje eu vou dormir na casa da Gabi, tá? Noite de meninas, vinho, série, fofoca. Não me espera acordado. Pode sair com seus amigos.
— Tá bom, Naiara. Se cuida, hein? Não bebe demais.
Ela riu baixinho.
— Pode deixar, amor. Te amo muito. Beijos na boca.
Saí com o Pedro, o Lucas e o Thiago. Chegamos na república da Cidade Universitária às três e vinte da manhã. O portão estava escancarado. A música ainda tocava alta, mas já era aquele fim de festa pesado. O quintal era um campo minado de copos plásticos, garrafas tombadas, corpos jogados no gramado dormindo o sono dos bêbados. Entramos pela porta da frente e o cheiro me acertou em cheio: suor azedo, cerveja derramada, maconha e, por baixo de tudo, o cheiro inconfundível de sexo.
Pedro bateu no meu ombro, sorrindo.
— Essa é a hora certa, porra. As minas já estão destruídas. Aceitam qualquer coisa.
Lucas apontou o dedo para o canto da sala.
— Olha lá.
Uma loirinha de saia jeans curta estava de joelhos no chão. Dois caras em pé na frente dela. Ela segurava um pau em cada mão, alternando a boca. O de boné segurava o cabelo dela e enfiava até o fundo da garganta. Ela engasgava, baba escorrendo pelo queixo, mas não parava. O outro cara gemia e apertava os peitos dela com vontade.
Mais adiante, no sofá grande, uma menina de vestido florido estava sentada no colo de um cara. O vestido estava embolado na cintura. Ela subia e descia devagar, rebolando. Ele tinha as mãos cravadas na bunda dela, apertando a carne, chupando o peitinho dela. Hora lambia hora chupava. Ela gemia baixinho, cabeça jogada para trás: “Isso… assim… devagar…”.
Na cozinha, duas garotas estavam encostadas na pia. Uma morena de short jeans tinha a mão inteira dentro da calcinha da outra. A segunda menina tremia, pernas abertas, gemendo alto enquanto a morena beijava seu pescoço e mexia os dedos.
Thiago riu baixo.
— Isso aqui virou bagunça total. Vamos subir pros quartos. Lá que a festa de verdade rola.
Subimos a escada de madeira que rangia a cada passo. O corredor do segundo andar estava escuro, só iluminado por luzes coloridas que piscavam do som lá embaixo. Gemidos vinham de várias portas fechadas. Testamos as maçanetas uma por uma.
— Trancada — disse Lucas na primeira.
— Essa também — falou Pedro na segunda.
Na terceira porta, a maçaneta girou fácil. Pedro empurrou devagar. Entramos.
O quarto era pequeno. O cheiro era forte: suor, porra, cigarro e algo doce, tipo perfume barato misturado com álcool. A luz do corredor mal entrava. Estava quase completamente escuro. Só dava para ver silhuetas.
— Porra, tá preto aqui dentro — resmungou Thiago.
Fomos andando devagar, tateando o ar. Meus olhos foram se acostumando. Primeiro vi a cama e alguém estava deitado de barriga para cima no chão, do lado da cama, de barriga para cima. Era o Otávio, o bandidinho da faculdade, aquele que vendia tudo e comandava as festas com as drogas. Ele estava pelado. O pau ainda dando sinal de vida, quase duro, grande, grosso, brilhando de porra seca. Ao lado dele, no colchão, alguns comprimidos brancos espalhados.
No sofá perto da janela, outro cara que eu nunca tinha visto. Também pelado. Pau duro que nem um pedaço de açõ apontando para cima. Várias latas de Red Bull e cerveja vazias jogadas no chão em volta dele.
E então eu vi. Na beirada da cama, quase caindo, uma garota. Vestidinho preto curto, todo embolado na cintura. A calcinha de renda vermelha puxada completamente para o lado. A buceta depilada estava inchada, vermelha, brilhando de porra que escorria devagar pela coxa morena. Uma perna pendurada para fora da cama, a outra dobrada. O peito subia e descia devagar. Ela respirava pesado, gemendo baixinho coisas sem nexo.
Pedro sussurrou, já com a voz rouca de tesão:
— Olha só… os caras já destruíram essa putinha. Tá escorrendo porra da bucetinha dela. Quem quer primeiro?
Lucas se aproximou mais um passo.
— Tá molhada pra caralho. Olha como a buceta tá abertinha ainda.
Thiago hesitou.
— Pera aí, galera. Ela tá apagada. Isso não tá certo.
Pedro riu baixo.
— Apagada? Escuta ela.
A garota murmurou, voz mole, arrastada:
— Uhhmmmm… Chega gente… Tô casada
Meu pau endureceu na hora. Fazia semanas que Naiara estava distante. Dizia que estava cansada. Ver aquela buceta aberta, melada, pronta, me deu um tesão animal.
— Eu quero — falei, voz baixa.
Lucas concordou.
— Eu também. Vamos arrumar ela.
Eles seguraram a garota com cuidado. Deitaram ela de costas na beirada do colchão, bunda bem na ponta, pernas bem abertas. A calcinha continuava puxada para o lado. Pedro foi o primeiro. Chegou perto dela, cheio de tesão, segurou o pau dele — dezoito centímetros grossos — e esfregou a cabeça inchada na entrada da buceta dela. A cabeça entrou devagar, abrindo os lábios inchados. Ela soltou um gemido longo.
— Ai… vocês que… querem mais?
Pedro segurou as coxas dela e meteu tudo de uma vez. O som molhado ecoou no quarto escuro. Ele começou a meter ritmado, forte. A cama rangia. A bunda dela balançava a cada estocada.
— Porra… que bucetinha gulosa. Tá apertando meu pau. Toma, vadia.
Ele meteu umas trinta vezes assim, batendo o saco na bunda dela. Depois parou, respirando pesado. Ele chegou bem, mas bem perto de gozar… Ele estava maluco. Ele queria mais. Muito mais.
— Vira ela de quatro.
Eles viraram a garota. Agora ela estava de bruços, joelhos na beirada, bunda empinada para ele. Pedro segurou a cintura fina e meteu por trás, fundo. A cada estocada o corpo dela balançava para frente.
— Olha essa bundona batendo. Rebola pra mim, sua puta.
Ela rebolava devagar, instintivamente, mesmo grogue.
— Nossa Otávio… ai… fode… Você é um animal.
Pedro acelerou, grunhindo. Segurou o cabelo longo dela, puxou para trás e gozou dentro. Eu vi o pau dele pulsando enterrado na garota. Ele tirou devagar. Porra branca grossa escorreu pela buceta. Ele tinha esvaziado o saco dele.
— Próximo — disse ele, ofegante, saindo do caminho.
Lucas foi. Deitou a garota de costas de novo, colocou as pernas dela nos ombros dele e meteu de uma vez. Começou a socar forte, batendo o púbis no clitóris dela a cada vez.
— Caralho… pedro deixou ela prontinha. Que delícia.
Ele metia e falava sem parar.
— Gosta de rola, né? Gosta de ser usada assim?
Ela gemia alto, olhos semicerrados.
— …Ai… Adoro Otávio. Você fode gostoso.
Lucas rindo enquanto socava.
— A putinha está achando que o Otavio ta socando nela.
Eu estava punhetando devagar, pau latejando. Olhei para Thiago.
— Depois do Thiago eu vou. Quero meter com vontade.
Thiago ainda estava inseguro, mas o tesão venceu. Ele colocou a garota de lado, se posicionou atras dela, levantou uma perna dela e meteu devagar, fundo.
— Tá quente pra caralho… apertadinha.
Ela gemia baixinho.
— Assim… vocês… acabam… comigo…
Pedro, já satisfeito, ficou curioso.
— Quero ver a cara dessa vadia. Tá escuro demais.
Ele pegou o celular, ligou a lanterna e apontou direto para o rosto dela e tirou o cabelo da frente do rosto dela. A luz branca bateu em cheio. Meu coração parou. O ar sumiu dos meus pulmões. Era Naiara. Minha Naiara. Cabelo preto espalhado no travesseiro, batom vermelho borrado, olhos quase fechados, boca entreaberta, rosto suado. O vestidinho preto que eu mesmo tinha escolhido para ela usar naquela noite. A calcinha vermelha que eu comprei no mês passado.
Pedro começou a rir baixo, mão na boca para não fazer barulho.
— Caralho… é a Naiara! A tua namorada?!
Lucas, que estava metendo nela, não parou. Pelo contrário. Segurou a cintura dela com mais força e meteu mais fundo, mais rápido.
— Sério? A tua mina? Porra, que tesão do caralho!
Meu pau murchou na mesma hora. Senti um frio no estômago. Lágrimas subiram nos meus olhos.
— Porra Lucas… ela é… minha namorada…
Minha voz saiu tremida, quase um sussurro.
Pedro riu mais.
— Que foda cara, mas olha como ela tá gostando. A buceta dela tá apertando o pau dele. Tá molhada pra caralho.
Naiara abriu um pouco os olhos, voz mole, arrastada:
— Uhhmmmm… Nã… Não conta pro meu na… namorado…
Naiara gemeu alto quando Lucas meteu até o fundo. Ele passou a segurar ela pelo pescoço para puxar e dar estocadas mais firmes e fundas . Eu me aproximei da cama, pernas tremendo.
— Galera, para. Por favor. Olha os comprimidos. Isso não tá certo.
Thiago agora estava louco de tesão, sabendo quem era.
— Porra, cara… sua mina é uma vadia mesmo. Olha como rebola no pau.
Naiara recebia o pau como uma profissional. Ela rebolava tão firme que fazia o pau dele balançar gostoso. Ela com os olhinhos ainda fechados como se estivesse muito cançada.
Naiara gemeu mais alto, corpo tremendo.
— Teu pau ta me destruindo Otavio. To acabada…
Pedro virou ela de quatro novamente. Lucas saiu e Pedro meteu direto no cu dela. A cabeça do pau abriu o anelzinho devagar. Naiara soltou um grito misturado de dor e prazer.
— Ai… no cu… devagar… nem meu namorado eu deixo…
Eu implorei, voz baixa para não acordar os caras dormindo.
— Pedro, por favor… para. Ela é minha namorada.
Ele ignorou completamente. Segurou a bunda dela com as duas mãos e começou a meter forte, fundo. O som das estocadas se espalhava no ambiente.
— Sua? Ela ja estava aqui levando rola do Otavio no cu.
O corpo de Naiara tremeu inteiro. Ela gozou forte, líquido escorrendo pelas coxas, misturado com porra. Não estava acreditando que a minha Naiara estava gozando com o pau do meu amigo no cu dela.
Eles se revezaram em mais posições, cada uma mais safada que a outra, enquanto eu ficava ali, impotente, pau murcho, coração em pedaços.
Lucas deitou na cama. Pedro colocou Naiara por cima dele, de frente. Ela desceu devagar na buceta dele. Depois Pedro ajoelhou atrás e meteu no cu. Dupla penetração. Os dois começaram a meter ao mesmo tempo, alternando. O corpo dela balançava entre os dois.
— Rebola, vadia — ordenou Pedro. — Mostra pro seu corno como você gosta de dois paus ao mesmo tempo.
Naiara rebolava devagar, cabeça jogada no peito de Lucas.
— Que delicia Otávio… Amei o seu amigo…
O corpo dela balançando entre os dois. Aqueles dois paus entrando e saindo de dentro dela me deixava maluco.
Eles colocaram ela de quatro novamente. Thiago ficou na frente, enfiou o pau na boca dela. Lucas meteu na buceta por trás. Ela chupava com vontade, mesmo grogue. Baba escorria pelo queixo, pingando no colchão. Thiago as vezes tirava o pau da boca dela e passava no rostinho dela.
— Toma, putinha — dizia Thiago, segurando o cabelo dela. — Finge que este pau é o seu namorado.
— …Ai… Não fala assim Otávio. Eu amo meu namorado.
Deitaram ela de costas novamente. Lucas meteu na buceta. Pedro ficou de lado, esfregando o pau nos peitinhos pequenos dela, apertando os biquinhos duros entre os dedos. Naiara respirava forte enquanto era usada pelos meus dois amigos.
— Olha esses peitinhos… durinhos… Que bunda deliciosa.
— Isso… fode ela direito. Mostra pro corno como se fode uma vadia de verdade.
Eu chorava baixinho, pedindo o tempo todo.
— Para… por favor… ela não sabe o que tá acontecendo…
Cada vez que eu implorava, eles metiam mais forte.
— Olha o corno chorando enquanto a puta dele recebe o nosso pau.
Finalmente Lucas não aguentou. Segurou a cintura dela e gozou dentro da buceta. Eu vi os jatos pulsando, enchendo ela até transbordar. Porra branca escorrendo pelas coxas morenas.
Pedro ali mesmo da cama, segurou o pau e gozou na cara dela. Jatos grossos acertaram a testa, o nariz, a boca. Depois esfregou a cabeça melada nos lábios dela.
— Abre a boca, vadia. Lambe o resto.
Naiara, olhos praticamente fechados, abriu a boca e lambeu devagar, gemendo baixinho.
Eles se arrumaram rápido. Nem tinham tirado a roupa. Só guardam os paus dentro das calças. Eles passaram por mim me dando tapinhas nas costas e disseram:
— Muito bom ser seu amigo, corno. Sua mina é foda pra caralho. A gente se vê.
— Semana que vem traz ela para a nossa resenha no futebol. Ela vai adorar.
Saíram do quarto e fecharam a porta.
Eu fiquei ali, parado, olhando para ela. Naiara estava deitada de lado, vestidinho embolado, buceta e cu escorrendo porra, rosto todo melado. Respirava pesado. Um sorriso grogue nos lábios.
— Agora de… Deixa eu descansar… mas adorei pagar a minha dívida.
Meu coração estava destruído. Mas, devagar, meu pau começou a endurecer de novo. Eu não sabia o que fazer. Só fiquei ali, olhando minha namorada usada, destruída e feliz. A noite tinha acabado. Mas dentro de mim, algo novo — e perigoso — tinha começado.
Espero que tenham gostado do conto. Eu e minha esposa ainda vamos escrever muit mais. Ja temos rascunho e em breve vamos soltar eles revisados. Vou deixar minha esposa responder aqui os coemntários safados de vocês. Estamos planejando voltar com o nosso telegram. Não esqueçam de avaliar e votar no conto também. Esperamos os comentários safados de vocês.




