Todos os domingos meus pais fazem almoço para a família inteira. Meus irmãos vêm, e eu sou a única filha que ainda mora com eles.
No sábado, enquanto estávamos sentados à mesa no domingo, notei uns flashes de luz. Perguntei que luz era aquela, sem entender de início, mas desconfiei na hora. Meu cunhado, que estava bem na minha frente, ao lado da minha irmã (esposa dele), começou a disfarçar: olhava para cima, para trás, para a janela… e as mãos estranhamente debaixo da mesa.
Achei que fosse o flash do celular, mas não tinha certeza.
No domingo seguinte, já desconfiada e determinada a descobrir, vesti um vestido bem curto — daqueles que sobem até o meio da coxa quando a gente senta — e me sentei de frente para ele. Dessa vez o flash veio de novo. Fiquei com aquilo martelando na cabeça.
Quando vi a mão dele debaixo da mesa outra vez, deixei o slot do meu tablet cair no chão de propósito e comecei a “procurar” embaixo da mesa. Abaixei rápido e vi: ele com o celular na mão, apontado direto para mim.
Eu deveria ter feito ele abrir a galeria na hora, mostrar para todo mundo o quão safado ele era. Mas, em vez disso, um desejo me dominou por completo. Girei o corpo na direção dele, abri bem as pernas enquanto fingia procurar o slot. Meu cunhado arregalou os olhos — não só pelas pernas abertas, mas porque naquele dia eu não estava usando calcinha.
Fingindo ainda não achar, perguntei: — Você não está vendo não, cunhado?
Ele engoliu em seco, olhou para o chão e, em poucos segundos, apontou: — Ali, perto do pé da mesa.
— Ah, é mesmo… — respondi. — Você tem um olho bom pra ver as coisas, hein!
Ele respondeu, com a voz meio rouca: — Que nada… às vezes precisa da luz do celular pra ver melhor algumas coisas.
Naquela tarde subi pro meu quarto e me masterbei gostoso pensando no pau dele.
Ainda com tesão, inventei uma desculpa esfarrapada pra puxar assunto por mensagem. Meu cunhado é muito prestativo, sempre faz uns reparos em casa. Perguntei se ele podia pintar meu quarto. Falei que mandaria foto da parede pra ele ver a cor que eu queria comprar. Mas, em vez disso, mandei duas fotos de visualização única: uma da parede… e outra da minha bucetinha.
Ele só respondeu: “Eita!”
Claro que o safado topou na hora.
Marquei um dia em que “não teria ninguém” em casa. Mas eu voltei mais cedo. Ele não me esperava — pelo menos foi o que eu pensei.
Falei que ia me trocar. Ele não imaginava que eu ia fazer isso no quarto mesmo. Avisei: — Não se vira, vou ser rápida.
Mas confesso: enrolei de propósito. Fiquei só de calcinha, procurando um sutiã, fiquei de quatro na direção dele… já estava excitada só de imaginar o que ia acontecer.
Coloquei só um vestido — e tirei a calcinha por baixo.
Meu cunhado deu duas viradas de pescoço, tentando disfarçar.
Comentei, sorrindo: — Ainda bem que somos família, né? Não ia dar pra me trocar assim na frente de qualquer pessoa. Mas com você eu fico à vontade. Você fica à vontade comigo também, né?
O volume na bermuda dele dava sinal de vida. Sentei na poltrona mais afastada, apoiei uma perna no braço do móvel e continuei conversando como se nada estivesse acontecendo. Até que ele se virou e me viu exposta. Minha buceta já brilhava de tesão.
Ele me olhou fixo nos olhos, sem piscar, veio andando devagar na minha direção e disse: — Vou te dar o que você está procurando.
Brinquei: — Não é nada do que você está pensando… só estou com calor.
Ele respondeu: — Então vou te esfriar.
Se abaixou na minha frente e começou a assoprar minha buceta. Porra, que sensação foi aquela! Perguntei, ofegante: — Era isso que você queria fazer comigo durante o almoço de domingo, né?
Só de sentir o sopro quente, meu corpo inteiro tremeu. Abri mais as pernas. Ele balançou a cabeça confirmando e continuou assoprando, cada vez mais perto. Eu estava derretendo na poltrona. Até que senti algo quente de verdade: ele começou a chupar minha buceta como se estivesse me beijando. A língua deslizava pra dentro, sugava meu clitóris como se fosse uma jabuticaba, enquanto enfiava um dedo bem devagar. Caralho, que delícia.
Não aguentei mais: comecei a gemer alto a cada estocada da língua. Fui interrompida por um beijo molhado, com gosto do meu próprio tesão. Que beijo gostoso.
Junto com o beijo veio o que eu mais queria: o pau dele roçando na minha entrada, duro como pedra. Abaixei a bermuda dele, passei a cabecinha na minha buceta, direcionei pra entrada… e tirei. Ainda não era a hora. Queria provar o sabor daquele pauzão primeiro.
Tirei as pernas dos apoios, puxei ele pra minha boca e lambi como se fosse um doce. Ele segurou meu cabelo, me guiando, me fazendo engasgar gostoso.
Não pensava em mais nada além de sentir aquele pau dentro de mim.
Confesso que antes eu pensava na minha irmã, mas agora… ele me queria. Era ele quem tirava aquelas fotos. Não tinha mais volta.
— Me chupa de novo, por favor!
Segurei as pernas pra cima. Ele lambeu, penetrou com a língua, acertou meu ponto G de um jeito que me fez tremer inteiro.
De repente ele parou, se levantou. Olhou pra mim e disse: — Agora não tem mais volta. Desculpa, mana.
Apontou o pau pra minha entrada. Eu, imóvel, só observava. Segurei minhas pernas, o olhar fixo naquela rola que ia me invadir.
Ele pincelou devagar, depois enfiou a cabeça. Mesmo revirando os olhos de tesão, não tirei os olhos da minha buceta sendo alargada por ele. Quando cravou tudo, segurou minhas pernas e começou a bombar forte, como um animal. Tirava tudo e socava de novo, golpes precisos e profundos.
— Me fode, cunhado! Arregaça minha buceta, isso, fode com vontade, seu puto!
Ele não respondia, só me olhava enquanto eu xingava e gemia. Me colocou de quatro na poltrona. Obedeci. Sentiu ele lamber meu cu — sem nojo, só desejo. Ninguém nunca tinha feito aquilo comigo. Foi surpresa… e delicioso.
Ele grudou em mim, segurando pela cintura. Vem e vai frenético, gemendo alto. O polegar massageava meu cuzinho enquanto metia fundo. Até que cuspiu e enfiou o dedo devagar no meu cu.
Continuei gemendo, sentindo cada veia daquele pau. Fui possuída por completo.
Tirei o pau da buceta e o dedo do cuzinho de repente. Perguntei, ofegante: — Tem alguém chegando?
Ele deu um sorriso safado. Com uma mão na minha cintura e a outra segurando o pau, deslizou direto pro meu cuzinho. Filho da puta…
Abaixei mais a cabeça, levantei o quadril. Ele entrou devagar, milímetro por milímetro, sendo sugado por mim. Poucas bombadas e eu já gozei forte, com o pau no cu. Enquanto eu gozava, ele acelerou o ritmo. Minha buceta escorria, minha respiração seguia as estocadas. Até que as bombadas perderam força… caralho, ele gozou dentro do meu cu, enchendo tudo.
Ele se sentou na cama, sem fôlego, suado.
— Era isso que você queria o tempo todo?
Fiz sinal positivo com a cabeça.
— Agora você teve. Mas ainda vai ter que fazer algumas coisinhas pra mim, cunhado… E domingo no almoço eu vou estar sem calcinha. Se quiser tirar foto… ou algo a mais… eu topo.




ribeirojose