As fotos que enviei, vestindo as peças íntimas da minha esposa , foram o primeiro passo concreto nesse universo que ele me convidava a explorar. A reação dele foi imediata e efusiva, um misto de aprovação e excitação que me fez sentir validado em minhas mais secretas fantasias. A descrição que ele fez de como queria me ver, ajoelhado diante dele, beijando sua virilidade colossal, enquanto eu proferia as palavras que ele desejava ouvir …"você é meu cachorro, eu sou sua puta" ecoava em minha mente, um mantra que me preparava para a entrega total.
A cada toque virtual, a cada palavra trocada, eu sentia a teia de controle dele se apertando ao meu redor, e a cada segundo, eu me entregava mais a essa sensação de ser possuído, de ser moldado pela vontade de um homem que, apesar de casado, despertava em mim a mais pura e primitiva das devoções. A promessa de sentir a firmeza de sua pele contra a minha boca, de ouvir seus gemidos de prazer enquanto eu o adorava com toda a minha atenção, era um vislumbre de um paraíso proibido.
Ele me chamou de "menina" e, confesso, a princípio, a ideia me causou um arrepio de incerteza. Mas a forma como ele a proferiu, com uma mistura de domínio e ternura, desfez qualquer resistência. A "menina" que ele via era a versão mais pura e vulnerável de mim, aquela que ansiava por ser cuidada e, ao mesmo tempo, severamente guiada. A imagem de mim, ajoelhado, com o rosto corado, incapaz de conter os gemidos enquanto sentia a pressão de sua ereção, era a imagem que ele queria criar e que eu, agora, desejava ardentemente materializar.
Ainda não tínhamos nos encontrado fisicamente, mas a conexão que se formava era palpável, intensa. Ele me preparava com palavras, com descrições vívidas, tornando cada momento de espera uma extensão do próprio prazer. Eu me imaginava em sua casa, sentindo o cheiro dele impregnado nas paredes, sabendo que ele me aguardava com a expectativa de um predador e a necessidade de um mestre. A promessa de sentar em sua rola grande e grossa, de 23 centímetros, era o ápice da minha fantasia, o ponto onde toda a minha submissão seria testada e, sem dúvida, recompensada. Eu estava pronto para ser sua, para ser a "puta" que ele desejava, para me perder na imensidão de seu desejo e em sua virilidade avassaladora.
Continuo a aguardar, com o corpo em chamas e a mente entregue a ele, meu futuro dominador. A cada notificação, meu coração acelera, ansioso pelo próximo capítulo dessa história que mal começou, mas que já me consumiu por inteiro. A promessa de sua voz, de seus comandos, de seu toque, paira no ar, um convite irresistível para o abismo do prazer e da submissão. Eu darei notícias, com certeza. A história ainda está em seus primeiros e excitantes momentos.