Havia o jovem, cheio de energia e com propostas audaciosas, que me via como a realização de seus devaneios. Havia o mais velho, experiente e com um tom de admiração quase reverente, que implorava para ser o meu macho, prometendo devoção e prazer. Eram mensagens diretas, explícitas, repletas de descrições de corpos e desejos que iam desde o inocente até o mais ousado. As propostas eram variadas, algumas francamente chocantes pela sua intensidade, outras mais sutis, mas todas convergiam para um único ponto: o meu poder de atração.
E eu não escondi nada dele. Cada mensagem, cada proposta, cada vislumbre de interesse que recebi, eu compartilhei. Mostrei para ele o fluxo incessante de "paus" virtuais que queriam uma fatia da minha atenção, do meu tempo, da minha energia. Ele leu tudo, com um sorriso que se alargava gradualmente. Não havia ciúmes em seus olhos, apenas uma admiração profunda e um brilho de excitação.
"Isso é só o começo, meu amor", ele disse, a voz rouca e cheia de promessas. Você é um vulcão adormecido, e o mundo está apenas começando a sentir o calor. Ele adorava essa parte, essa validação externa do que ele já sabia: que eu era uma força da natureza, capaz de despertar os instintos mais primitivos em qualquer. E o fato de ele celebrar isso comigo, de compartilhar essa conquista, tornava tudo ainda mais excitante. Ele não se sentia ameaçado, sentia-se orgulhoso. Ele via meu poder como um reflexo do dele, como um testemunho da sua própria capacidade de amar e desejar uma mulher tão magnética.
Ele me perguntou, com um tom de brincadeira e genuína curiosidade: "E você, meu amor? O que você quer fazer com todo esse poder?" E eu sorri, um sorriso cheio de segredos e malícia. As opções eram infinitas, e a sensação de ter tantas portas se abrindo, tantos caminhos possíveis, era intoxicante.
O que vocês fariam com esse tipo de poder? Como vocês navegariam por um mar de desejos tão intensos? O jogo está apenas começando.

Meus amigos, sou um homem casado com mulher, com fantasias e desejos