Brinquei dizendo que ele parecia um maníaco, mas a verdade é que tudo aquilo me deixou com o cuzinho piscando. Ele disse que para que ninguém desconfiaria, havia montado um plano que poderia ser para arrombar um banco, quando na verdade era só para arrombar outra coisa rsrs. Ele disse que para mim seria o melhor acordo do mundo, ele teria todo o trabalho e eu só precisaria levar a(na) bunda kkkk.
Dentro daquele prédio funcionavam várias empresas, então era full time, mas marcamos em um fim de semana porque nem todas funcionavam sábado e domingo. Chegando lá pude perceber que esse baita plano dele era meio que um plano infalível do cebolinha. Simplesmente me deu um crachá temporário e fomos pelas escadas até o andar do treinamento, que por ser fim de semana ficava vazio. Fomos na troca de turno do pessoal da recepção, que sempre saiam uns 15 minutinhos antes já que quem ajustava os pontos nem aos finais de semana ia. Nem preciso dizer que passamos por todas as câmeras possíveis, mas, segundo ele, a única coisa importante era evitar esbarrar com alguém na entrada. Mesmo assim fiquei achando que o tesão nublou a razão nessa ideia kkk.
Enfim, não posso julgar porque eu mesmo só fui raciocinar quando chegamos na sala. Que foi quando bateu o medo e pedi para fazermos no banheiro. Ele disse que não precisava se preocupar, que ninguém iria lá e, com toda calma do mundo, ligou o ar-condicionado e começou a desabotoar a camisa. A vontade de dar era maior que a razão então larguei o foda-se e pedi que colocasse uma música baixa no notebook que estava na mesa. Enquanto ele colocava a música, comecei a beijar seu peito liso e tirar sua calça, mordiscando suas coxas peludas. Quando vi aquele pau fiquei ainda mais viadinho. Era o tipo "banana": fino na ponta e mais grosso no meio. O pau feito pra comer um cu.
Comecei beijando e fazendo movimentos lentos de vai-e-volta, mas quando ele começou a gemer e a segurar minha nuca, mamei à vera. Marcelo dizia que o tesão era grande e assim ia gozar então pediu para eu me curvar na mesa e empinar. Nesse momento, ele puxou debaixo da mesa uma mochila com os "acessórios". Deu umas lambiscadas que me fizeram arrepiar e molhou bem meu ânus com gel, enquanto alargava com os dedos. Pelas minhas experiências passadas, eu já estava esperando abafar os berros, mas fiquei com mais tesão por essa paciência, pelo menos no início kk
Ele foi colocando e voltando até o meio, logo, passou a começar a estocar e quando dei conta já estava socando com vontade. Apertava minha bunda como se quisesse levar pra casa, então pedi para que ele apertasse gostoso assim meu pescoço. Com isso, Marcelo me segurou pela garganta e, ainda "engatados", sentou na cadeira que estava atrás da mesa, me levando com ele. Inclinou levemente pra trás e, ainda segurando minha garganta, me puxou junto ao seu peito enquanto começou a bombar. Coloquei os pés na mesa e sentia que ia gozar na minha própria barriga a qualquer momento. Estava uma delicia, mas me deu um segundo estalo de "consciência" e pedi uma camisinha para mim para evitar qualquer vestígio do crime kk
Coloquei rapidinho e voltei sem demora a rebolar. Quando notei que ele já estava ficando sem fôlego, prestes a explodir, deitei de costas na mesa e mandei ele vir por cima. Disse o quanto gosto de gozar de bruços ou com as pernas nos ombros, sendo pressionado por baixo, recebendo o peso e sentindo o impacto.
Ele, óbvio, amou ouvir isso e veio com vontade, felizmente a mesa era resistente e aguentou bem. Já nós aguentamos pouco e gozamos rápido na posição. Foi só quando ele tirou o cacete e eu vi a camisinha cheia é que eu reparei que também tinha gozado.

Que tesão de conto, amei. Bjs