O Nosso Segredo... Quarta Parte...

O Nosso Segredo... Quarta Parte...

Desculpe a demora, 2025 foi um ano bem complicado para mim. Problemas pessoais.


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Depois de passar no mercado, corremos para casa e tomamos banho juntos novamente. Resisti à forte vontade de fazer sexo oral no meu filho como tinha feito de manhã, mas não consegui evitar e dei algumas estocadas enquanto o lavava. Ele ficou excitado o tempo todo que estivemos no chuveiro.

"Isso é culpa minha ou da Luiza?" Eu ri, puxando o pênis dele.

"É seu, quando quiser", ele sorriu. "Mas se você não se importar em compartilhar..."

"Isso vai depender dela bebê"

Nós dois rimos e nos beijamos, sentindo a água cair sobre nossos rostos. Meu Deus, como eu queria transar com ele, pensei. Mas achei que seria melhor provocá-lo um pouco mais e resistir à tentação.

Fiquei de costas, Heitor me abraçou, ficamos grudados, nossos corpos em sintonia, seu pau duro pressionava entre minhas nádegas, as vozes sentia Heitor, abaixando um pouco seu corpo, sua ereção descia e subia, meu filho queria me penetrar, meu corpo estremecia em desejo. Mas resisti.

Quando finalmente saímos e nos vestimos, já estava quase na hora de Luiza chegar. Eu havia explicado a Heitor que o motivo de ter convidado minha amiga para se juntar a nós era apenas para que ela pudesse nos ver como "um casal". Eu sabia que a fantasia dela era ter o próprio filho, mas também sabia que ela sentia um certo prazer em ouvir me ouvir falando do Heitor e de mim. Era a maneira dela de realizar a própria fantasia.

Heitor vestiu um short folgado e longo, e uma camiseta do seu time de futebol favorito. Mesmo estando mais fresco, ainda estava quente o suficiente para eu usar short e uma blusa fina. Quando me olhei no espelho, vi meus mamilos marcando no tecido fino e sorri para mim mesma. Nada discreto nisso, ri baixinho.

Poucos minutos depois, Luiza bateu na porta.

"Toc, toc", ela gritou. "Está tudo bem com você?", ela riu.

"Olá, Luiza", disse Heitor, aproximando-se para lhe dar um abraço. "Que coincidência! Eu estava prestes a acender a churrasqueira."

"Nossa, você está ainda mais bonito do que da última vez que te vi", disse Luiza, olhando para meu Heitor.

"Ei, se controle", sorri, entrando na sala. "Ele já tem dona."

Dei um abraço na minha melhor amiga e ela riu. "É o que eu ouvi dizer", disse ela.

Meu filho corou e saiu para acender a churrasqueira.

Luiza o observava da janela. "Eu entendo por que você não consegue tirar as mãos dele", disse ela com um tom melancólico. "Ele e o Pedro são dois rapazes muito bonitos."

Ela me entregou uma garrafa de vinho que havia trazido, nós a abrimos e começamos a preparar o jantar. Heitor fatiou a carne e Luiza e eu fizemos arroz, esquentamos feijão e ela fez salada.

O jantar foi delicioso. Luiza, meu filho e eu rimos, contamos histórias, terminamos a garrafa de vinho e abrimos outra. Ela nos contou as novidades sobre Pedro. Quando terminamos de arrumar a mesa e guardar a louça, já estava passava das 21hrs. Pedi ao meu filho que colocasse uma música lá fora e nós três fomos para o pátio aproveitar o ar da noite.

As estrelas ainda não tinham aparecido, mas uma brisa agradável soprava enquanto nós três continuávamos nossa conversa.

Luiza e eu já estávamos começando a ficar um pouco tontas com tanto vinho, enquanto Heitor obviamente adorava ser o centro das atenções de duas mulheres apaixonadas. Rimos muito entre nós três e houve muitos toques entre meu filho e eu conforme a noite avançava e a garrafa de vinho ia esvaziando. Quando terminamos a segunda garrafa, pedi a Heitor que entrasse e abrisse outra.

Quando ele entrou, eu me virei imediatamente para minha amiga e disse: "Escuta. Preciso te contar uma coisa", comecei. "Eu contei para o Heitor sobre aquela vez em que você estava aqui e ouviu nossa conversa ao telefone."

"Sério?" ela exclamou, surpresa. "O que ele disse?"

Eu ri. "Digamos que ele reagiu bem. Acho que o pau dele não amoleceu desde que eu contei."

Nós duas rimos como duas colegiais numa festa do pijama. O vinho estava claramente fazendo efeito.

"Ele sabe que eu fantasiei sobre o Pedro da mesma forma que você?", perguntou ela em voz baixa, como se Heitor pudesse nos ouvir através da porta.

Eu sorri. "Acho que também mencionei isso", ri timidamente".

"Ai meu Deus", ela suspirou.

Nesse instante, meu bebê reapareceu e encheu nossos copos. Pela primeira vez na noite, a conversa ficou em silêncio enquanto Luiza e eu sonhávamos acordadas em transar com nossos "namorados".

Após alguns minutos, Luiza se levantou e disse: "Acho melhor eu ir. Vou deixar vocês dois conversarem mais um pouco."

"Não vá", implorei. "Heitor e eu estávamos prestes a entrar na banheira de hidromassagem. Por que você não se junta a nós?"

Olhei para meu filho e ele tinha uma expressão de espanto no rosto. "Nós estávamos?", perguntou ele, rindo.

"Claro. Por que não?", questionei. "Está uma noite linda. Querido, vá ligar o aquecedor e deixe a banheira de hidromassagem bem quentinha para nós."

Heitor não foi o único que me olhou com os olhos arregalados. Enquanto ele corria para aquecer a banheira de hidromassagem, virei-me para Luiza e a vi ainda parada com uma expressão de incredulidade no rosto.

"O que você está fazendo?", ela sussurrou. "Você não quer passar um tempo a sós com o Heitor?"

"Claro", sorri. "E depois que você for embora, pretendo fazer exatamente isso. Mas também sei que ele adoraria ter duas mulheres extremamente sensuais aos seus pés. Vamos, vai ser divertido", insisti.

"Não sei", disse Luiza, sentando-se e tomando outro gole generoso de vinho. "Imagino que você não esteja planejando que eu pegue um dos seus maiôs emprestado, está?", disse ela com um sorriso irônico.

"Ei, vista o que quiser", comecei. "Na verdade, se quiser, pode ficar só de sutiã e calcinha. Mas algo me diz que a ideia geral está funcionando para você", sorri, olhando para seus mamilos agora claramente eretos através da blusa e do sutiã.

Nós dois rimos quando meu filho voltou, com o som da banheira de hidromassagem roncando ao fundo.

"O que é tão engraçado?", ele sorriu.

"Ah, nada", eu disse, sorrindo para Luiza. "A mãe do Pedro estava apenas me mostrando que ela gosta da ideia da banheira de hidromassagem."

Nós duas começamos a rir como de novo. Heitor não pareceu entender a piada até olhar para o peito da Luiza e perceber como ela estava "mostrando" o prazer. Ele chegou a corar.

Ficamos todos sentados por mais alguns minutos, esperando a água aquecer. Heitor agora estava sem camisa, vestindo apenas seu calção. Eu conseguia ver que seu pênis estava fazendo volume no calção, mesmo que ele estivesse tentando ser discreto na frente da minha amiga.

"Então, Luiza, precisamos planejar um encontro... só nós quatro, sabe eu e meu bebê, você com o seu", insisti.

"É, isso seria legal", disse Heitor. Eu conseguia ver que ele ainda estava de olho nos peitos da Luiza.

Consegui ver o pau do Heitor saltando dentro da bermuda quando o toquei. E então ele sorriu.

Levantei-me e tirei a blusa, deixando meus seios livres ao ar livre na noite. "Acho que a banheira de hidromassagem já está quente o suficiente para nós", disse, sentindo-me um pouco tonta por ter me levantado tão depressa.

Meu filho e minha amiga ficaram sentados por um segundo, olhando para mim sem blusa, sem saber o que fazer em seguida. Tirei meus shorts e fiquei ali parada, só de calcinha fio-dental vermelha.

Luiza foi a próxima a se mexer. Ela se levantou, tirou a blusa e o short, ficando apenas de sutiã e calcinha combinando, e disse: "Bom, acho que já bebi o suficiente. Vamos, Helena." Ela pegou minha mão e caminhamos de mãos dadas até a banheira de hidromassagem. Meu Heitor ficou sentado, imóvel em sua cadeira, com a boca ligeiramente aberta, observando as nossas bundas, a minha e a da minha melhor amiga, balançarem no caminho para a hidro.

Luiza olhou por cima do ombro e soltou uma risadinha ao ver a expressão atônita dele. "Vamos lá, Heitor", disse ela, tirando a mão da minha e dando um tapinha leve na minha bunda. "Eu sei que você quer um pouco disso."

Corei com a sua ousadia, mas ambas rimos quando ele saltou da cadeira e quase nos alcançou assim que entramos na água.

Gosto de pensar que minha amiga e eu tentamos manter pelo menos um mínimo de decência e sanidade, na frente do meu filho.

Heitor não fez nenhuma dessas dissimulações. Ao se aproximar da hidro, ele puxou o calção para baixo e seu pau duro ficou à mostra em toda a sua glória.

"Desculpe, meninas", ele sorriu.

Ao entrar, pude ver o olhar de desejo nos olhos da Luiza. E tenho certeza de que, se ela tivesse desviado o olhar daquele belo corpo, teria visto o mesmo nos meus.

Nos acomodamos na banheira de hidromassagem, cada um com sua taça de vinho. Luiza sentou-se em frente ao meu bebê e a mim, observando-nos com um olhar voyeurístico. Senti minha perna roçando na de Heitor e, ao olhar para baixo, vi que meus mamilos rígidos estavam quase à mostra na beira da água.

Estendi a mão livre e a coloquei na perna do meu filho debaixo d'água. Meus movimentos estavam obscurecidos pelas bolhas e pela pouca luz, mas Luiza sabia que algo estava acontecendo, porque Heitor soltou um suspiro repentino quando o toquei. Sorri e movi minha mão levemente para cima, em sua coxa, até sentir seus testículos contra meu dedo mindinho e ouvi-o soltar um gemido suave. Ele se virou para mim, sorriu e se inclinou para me beijar.

Não me importei da Luiza nos observando enquanto eu levava a língua dele à minha boca e nos beijávamos como dois amantes. Quando abri os olhos, vi ela colocando sua taça de vinho no encosto da hidromassagem e se inclinando para tirar o sutiã. Ela o jogou para o lado e vi uma de suas mãos começar a acariciar seu seio esquerdo. Minha mão subiu pela perna do Heitor e senti seu pênis ereto. Dessa vez, seu gemido foi audível o suficiente para nos duas ouvirmos.

Larguei meu copo e me posicionei de forma a ficar de frente para meu filho, sentada em seu colo, esfregando minha vagina em sua coxa, minha mão ainda em seu pênis. Olhei para trás, para Luiza, e a vi observando cada movimento meu, com os olhos vidrados, brincando com os seios com as duas mãos.

Meu Deus, minha buceta estava em chamas. Era tão bom esfregar meu clitóris nos músculos da perna dele, eu sabia que poderia gozar se continuasse assim. Mas eu ainda não estava pronta para isso.

Estendi a mão esquerda para minha amiga, chamando-a para perto de mim. Ela estendeu a mão e segurou a minha. Puxei-a de onde estava sentada para que ficasse de pé ao lado do meu filho, de frente para mim. Coloquei a mão atrás da cabeça dela e a puxei para perto, beijando-a. No início, apenas nossos lábios se tocaram, mas depois de alguns segundos, nossas línguas estavam profundamente entrelaçadas. Uma de suas mãos subiu e acariciou meu seio, seus dedos se fechando em torno do meu mamilo. Com esse movimento, fui eu quem começou a gemer audivelmente, e ela intensificou tanto o uso da língua na minha boca quanto os movimentos com os dedos.

As mãos do meu filho haviam permanecido imóveis até então, uma segurando a taça de vinho e a outra apoiada na hidromassagem. Agora, ele estendeu a mão para trás, pousou a taça e começou a acariciar minhas costas nuas com a mão esquerda, na parte da minha bunda que conseguia alcançar, enquanto eu ainda esfregava meu clitóris contra sua coxa.

Com a outra mão, ele a levou timidamente às costas da Luiza, acariciando-as e descendo até a parte inferior das costas, roçando levemente sua calcinha, antes de subir novamente, sem ter certeza de até onde podia deixar suas mãos irem com a mãe de seu melhor amigo.

Luiza o ajudou a definir os limites – ou a falta deles. Ela interrompeu nosso beijo, me deixando sem fôlego por um instante, e arrancou a calcinha, arrastando-a pelo rosto do meu filho com um sorriso enquanto a jogava para o lado. Em seguida, sentou-se sobre a outra perna dele, como eu fazia, e se inclinou para mim, oferecendo-me o mamilo para sugar. Ela olhou nos meus olhos e disse: "Eu me sentiria mal em pedir que você compartilhasse seu filho comigo, mas espero que você esteja bem com isso."

Eu sorri e senti o pau duro do meu filho se contrair na minha mão. "Contanto que meu bebê não se importe", eu disse, inclinando-me para levar o mamilo dela à boca.

Ela também sorriu, sabendo — assim como eu — que Heitor não só não se importava, como estava adorando ver duas mulheres "gostosas" brincando com os seios uma da outra. Pelo canto do olho, eu conseguia vê-lo me observando atentamente enquanto eu chupava o mamilo da minha melhor amiga. "Ai, meu Deus", suspirou Luiza. "Isso é muito bom."

Senti o movimento da água agitando-se enquanto ela esfregava sua vagina nua contra a perna dele com mais rapidez. Eu sabia que ela queria gozar. Também percebi que isso estava começando a afetar meu filho, pois seu pênis estava começando a inchar. Mas eu não queria desperdiçar seu sêmen boiando na água. Eu tinha planos melhores para ele.

Desci de cima da perna dele e, para desgosto da Luiza, levantei Heitor e o coloquei atrás de mim. "Tira a calcinha da mamãe, meu bem", eu disse, ofegante. Luiza tinha voltado por um instante para se sentar na banheira de hidromassagem de frente para nós e observou meu filho puxar minha calcinha pelas minhas pernas enquanto eu saía dela.

Heitor me entregou a calcinha e eu sorri ao entregá-la para minha amiga. Ela a pegou e colocou perto onde a dela estava.

"Venha para cá", eu disse a ela, dando um tapinha na borda da hidromassagem.

Ela sentou-se na borda, agora completamente fora da água, exceto pelos pés. Coloquei as duas mãos em cada lado dos seus quadris, sobre a borda. "Quero que você se sente bem para isso", sussurrei, inclinando-me para a frente até ficar curvada na cintura, com meu bebê ainda de pé atrás de mim.

Olhei por cima do ombro para meu filho, alternando o olhar entre minha bunda, ainda submersa na água, e a vagina da Luiza, claramente visível enquanto ela abria as pernas na minha frente. "Acho que precisamos mostrar para a ela como um filho fode a mãe, querido", eu disse com a voz rouca. "Foda a mamãe agora Heitor."

Vi ele olhar para Luiza e depois para mim, e ele sorriu. Nesse instante, senti seu pau duro entrar em mim sem nenhuma resistência da minha parte. Minha vagina estava encharcada, e não tinha nada a ver com a água da hidromassagem. "Ai, meu Deus", gemi, inclinando-me ainda mais para a frente enquanto ele enfiava o pau em mim o máximo que podia.

Meu rosto estava agora a poucos centímetros da vagina da minha melhor amiga, e vi os dedos da mão direita dela se moverem em direção ao clitóris, começando a movê-lo em movimentos circulares.

Eu estava tão perto que conseguia sentir o cheiro da vagina dela e não consegui me conter, provando-a. Avancei um pouco mais, meu filho me acompanhando, ainda me penetrando, a água espirrando nas laterais por causa dos seus movimentos de vai e vem. Ele gemia gostoso me penetrando fundo.

Minha língua substituiu seus dedos e eu provei a vagina de outra mulher na frente do meu filho. Devo admitir que, desde aquela noite em que ela me ofereceu seu dedo encharcado da sua bagina, eu vinha pensando em fazer exatamente isso. Tinha um gosto divino. Ainda mais porque desta vez eu a provei enquanto meu filho assistia.

Luiza gemeu profundamente e usou uma das mãos para se apoiar na borda da hidromassagem, enquanto a outra foi para trás da minha cabeça para garantir que eu não mudasse de ideia. Mas eu não tinha essa intenção. Eu adorava o êxtase duplo de ter minha Buceta fodida pelo meu filho e provar a vagina da minha melhor amiga ao mesmo tempo.

Senti minha vagina começar a se contrair e soube que estava muito perto do orgasmo. Gemi na vagina da Luiza enquanto sentia as ondas dentro de mim atingirem o ápice. Luiza apertou minha cabeça com força e me pressionou contra sua buceta inchada, minha língua lambendo freneticamente seu clitóris. Ela fechou as coxas ao redor da minha cabeça e soltou um gemido baixo e gutural, e eu pude sentir o gosto do líquido que escorria de sua vagina.

O orgasmo dela me levou ao limite e senti os músculos da minha vagina se contraírem ao redor do pênis do meu bebê safado, que continuava a deslizar para dentro e para fora de mim, e eu tive um orgasmo intenso. Isso fez com que o Heitor fosse o último do nosso dominó de três pessoas a cair, e ele agarrou meus quadris e enfiou seu pau o mais fundo que pôde, começando a ejacular dentro de mim. Tirei a boca da vagina da Luiza por tempo suficiente para arfar quando senti a força que ele estava me penetrando.

Sua carga de sêmen fora longa e intensa, minhas pernas começaram a fraquejar. Ele permaneceu dentro de mim até não aguentar mais e eu o senti amolecer até que não conseguisse mais ficar dentro de mim.

Luiza devia estar observando tudo, porque assim que ele saiu, ela pegou minha mão e me fez sentar na borda da hidro, de modo que eu fiquei, com um pé de cada lado dela, enquanto ela sugava o sêmen dele da minha vagina.

Quando terminou, ela se sentou ao lado, nossas duas vaginas vermelhas e inchadas à mostra para meu filho, que havia desabado para trás e se sentado do outro lado da hidromassagem, observando sua mãe ter seu sêmen sugado pela mãe de seu melhor amigo. Deve ter sido uma cena e tanto. Porque era visível seu pau mesmo acabado de goza querendo reagir novamente.

Enquanto Luiza e eu tentávamos recuperar o fôlego, olhei para ele e sorrimos um para o outro. Eu sabia que precisava tê-lo dentro de mim pelo menos mais uma vez antes que ele voltasse para seu apartamento no dia seguinte, mas também sabia que teria que esperar um pouco.

Era nítido que ele queria comer a mãe do seu melhor amigo, mas tudo ao seu tempo, o primeiro passo já havia sido dado, a aproximação aconteceu naturalmente, aliás foi melhor doque eu havia planejado e imaginado. Luiza eu e meu bebê tivemos uma ótima química juntos.

Virei-me para Luiza, sentada ao meu lado. "Não está feliz por não ter ido para casa?", sorri.

Ela riu e me beijou nos lábios. "Você não faz ideia de como estou feliz", disse ela.


Continua...

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Nosso Segredo... Quarta Parte...

Codigo do conto:
256965

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/03/2026

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1

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