Uns 12 minutos depois da notificação, a porta do quarto se abriu de novo, dessa vez sem bater, como se eu já fosse propriedade pública. Dois caras entraram juntos, exatamente como prometeram no DM. O primeiro era um moreno alto e magro, uns 28 anos, tatuagens nos braços, boné virado pra trás, calça de moletom marcando um volume já duro. O segundo era mais robusto, barba cheia, uns 35, camisa regata preta colada no peito largo, tipo daqueles que malham todo dia. Eles se olharam, riram baixo e trancaram a porta. Eu ainda estava de bruços, pernas abertas, travesseiros embaixo da pelve, cu exposto e pingando as oito cargas anteriores. O cheiro no quarto era pesado: porra fresca misturada com suor e lubrificante velho. O moreno veio primeiro, tirando a calça enquanto andava. "Caralho, olha o estado desse cu... tá escorrendo leite de macho mesmo." Ele se ajoelhou na cama, segurou minhas nádegas e abriu bem, expondo o buraco inchado, vermelho e entreaberto. Uma gosma branca grossa escorria devagar, pingando pelas coxas e formando uma poça no lençol. O robusto ficou de pé ao lado da cama, batendo punheta devagar enquanto assistia. "Deixa eu ver se cabe mais. Abre aí." O moreno cuspiu direto no buraco, esfregou a cabeça do pau na entrada melada e empurrou devagar. Meu cu, já tão relaxado e cheio, engoliu ele fácil, senti o pau deslizando no caldo viscoso das cargas anteriores, empurrando tudo mais fundo. O som era molhado e alto: um "squish" indecente a cada estocada. Ele meteu ritmado, segurando minha cintura, gemendo: "Porra, tá quente pra caralho... sinto as gozadas batendo no meu pau." Enquanto isso, o robusto subiu na cama, ajoelhando na minha frente. "Abre a boca também, putinha. Vamos usar os dois buracos." Ele segurou meu queixo, enfiou o pau grosso na minha garganta sem dó. Eu engasguei um pouco no começo, saliva escorrendo, mas relaxei e deixei ele foder minha boca devagar. O moreno acelerou atrás, batendo forte, o pau entrando e saindo com barulho de porra sendo chacoalhada. "Tá sentindo, depósito? Teu cu tá virando um balde de porra." Eles trocaram de posição rápido. O robusto me virou de costas, pernas pra cima nos ombros dele, posição perfeita pra profundidade máxima. Meu abdômen já estava ligeiramente inchado do volume acumulado, uma barriguinha sutil de porra pressionando por dentro. Ele cuspiu na entrada, alinhou o pau e socou de uma vez até o talo. Senti as cargas se mexendo, um calor grosso e pegajoso sendo remexido a cada estocada profunda. "Caralho, tá transbordando... olha isso vazando." Ele meteu forte, o pau grosso abrindo meu cu mais ainda, porra branca escorrendo pelas laterais a cada saída. O moreno, agora na frente, enfiou na minha boca de novo, fodendo minha garganta enquanto o amigo socava meu cu. "Guarda tudo aí embaixo, hein? Vamos gozar juntos." O robusto acelerou, grunhindo: "Vou encher mais... toma!" Ele enterrou fundo, pau pulsando forte, jatos quentes e densos se juntando ao caldo já presente, aumentando a pressão interna. Senti o volume crescer, meu intestino se enchendo mais, uma sensação de plenitude quase desconfortável mas deliciosa. Ao mesmo tempo, o moreno gozou na minha boca, segurando minha cabeça e jorrando direto na garganta. Engoli o que pude, o resto escorrendo pelos cantos da boca. Quando saíram, meu cu ficou aberto por segundos, porra fresca misturada com as antigas escorrendo em cascata grossa, pingando pelas bolas e molhando o colchão inteiro. O robusto deu um tapa na minha bunda: "Boa, depósito. Dez cargas agora. Tá pronto pra mais?" O moreno riu, vestindo a calça: "A gente marca de novo. Esse buraco é viciante." Eles saíram rindo, deixando a porta entreaberta mais uma vez. Fiquei ali, ofegante, corpo tremendo de tanto uso, cu latejando e vazando devagar. Peguei o celular com a mão suja de porra e saliva, gravei outro close: buraco piscando, gosma branca grossa escorrendo em fios longos. Postei no X: "10 cargas. Cu destruído e transbordando. Ainda aberto pro resto da madrugada. Quem quer ser o 11º? Pode vir sozinho ou com mais amigos. #cumdumpbh #gozadentro #pumpndump" Enquanto esperava, senti outra gota grossa escorrer, quente e pegajosa. Meu corpo doía gostoso, mas o tesão não parava. A noite, ou melhor, a madrugada ainda tinha muito macho pra vir.