A notificação no Grindr piscou quase imediatamente depois da minha atualização: "Oitava carga chegando em 8 min. Pau 19cm, grosso. Quero gozar fundo e ver vazar." Respondi com um simples "Vem, porta aberta. Cu pronto pra mais." Meu coração acelerou, o cansaço já batia, mas o tesão era maior. O cara entrou sem bater. Uns 35 anos, alto, barba rala, camisa social aberta mostrando peitoral definido. Ele nem falou oi, só trancou a porta, baixou a calça e veio direto pra cama. Eu continuei de bruços, pernas abertas, bunda empinada nos travesseiros. Meu cu já estava vermelho, inchado nas bordas, brilhando de lubrificante misturado com porra clara que escorria devagar pela virilha e pingava no lençol. Ele se ajoelhou atrás de mim, segurou minhas nádegas com as duas mãos e abriu bem. "Caralho, tá destruído... cheio de macho, né? Dá pra ver o leite misturado." Ele cuspiu direto na entrada, o cuspe quente caindo no buraco entreaberto, e esfregou a cabeça grossa do pau na gosma branca que vazava. Sem aviso, empurrou de uma vez, o pau entrou fácil, deslizando no caldo acumulado das sete anteriores. Senti a pressão das cargas sendo empurrada mais fundo, um volume quente e viscoso se mexendo dentro de mim a cada centímetro. Ele começou a meter forte logo de cara, batendo a virilha contra minha bunda com tapas altos e molhados. O som era indecente: ploc-ploc-ploc, porra sendo chacoalhada, ar escapando em pumzinhos involuntários cheios de sêmen. Eu gemia rouco, rosto enterrado no travesseiro: "Isso, soca fundo... enche mais, porra... meu cu é só pra isso." Ele grunhia respostas: "Tá sentindo? Meu pau tá nadando na porra dos outros. Vou adicionar mais uma camada grossa. "A cada estocada, sentia o pau dele roçar nas paredes internas já sensíveis, empurrando o sêmen acumulado pra cima, criando uma pressão gostosa no fundo do intestino. Meu buraco apertava involuntariamente na base dele, mas relaxava na saída, deixando vazar um fio branco grosso que escorria pelas minhas bolas e pingava no colchão. Ele segurou minha cintura com força, acelerando o ritmo, o pau inchando dentro de mim. "Porra, vou gozar... guarda tudo, putinha." Ele enterrou até o talo, grunhiu alto e começou a pulsar jatos quentes e longos, mais densos que os anteriores, se misturando ao caldo já presente. Senti o volume aumentar visivelmente: meu abdômen inferior ficou mais cheio, uma barriguinha sutil de porra se formando. Ele ficou parado uns segundos, pau ainda latejando, empurrando os últimos pingos fundo, antes de sair devagar. Quando o pau escapou com um "pop" molhado, meu cu não fechou de imediato. Ficou aberto uns 3-4 cm, rosado e pulsante, uma gosma branca espessa escorrendo em cascata lenta pela rachadura, pingando grossas gotas no lençol. O cheiro era intenso: porra fresca, suor, sexo cru. Ele deu um tapa forte na minha bunda, riu baixo e disse: "Boa, depósito. Tá transbordando mesmo." Vestiu a calça e saiu, deixando a porta entreaberta. Fiquei ali, ofegante, cu latejando e vazando devagar. Oito cargas agora, sentia o peso interno, o calor, a viscosidade se movendo toda vez que eu respirava. Peguei o celular de novo, abri a câmera traseira e gravei um close rápido: buraco entreaberto, porra branca grossa escorrendo, pingando pelas coxas. Postei no X com legenda: "8 cargas. Cu cheio pra caralho, vazando leite de macho. Ainda aberto pro resto da noite. Quem vem ser a 9ª? Pode vir em dupla. #cumdumpbh #gozadentro" Enquanto o vídeo carregava, outra notificação, dois caras respondendo juntos. "Chegamos em 15 min. Vamos te encher mais." Meu cu piscou involuntariamente, como se respondesse. Sorri, rolei de lado com cuidado pra não vazar tudo de uma vez, e esperei. A noite estava longe de acabar e meu buraco, cada vez mais o depósito perfeito que eu sonhava ser...