Um dia sendo depósito de porra em BH (Parte 4 FINAL)

A madrugada já ia alta, por volta das 4h da manhã quando o celular vibrou com uma enxurrada de mensagens no Grindr e no X. Um grupo de cinco caras saindo de uma balada na Savassi tinha visto meu post mais recente: "10 cargas. Cu destruído e transbordando. Ainda aberto. Vem quem quiser." Eles responderam em grupo: "Tamo saindo da festa agora. 5 machos bêbados e tesudos. Vamos te encher de vez, putinha. Chegamos em 10 min. Prepara o buraco." Meu corpo já tremia de exaustão e tesão acumulado. O cu latejava, inchado e vermelho, com porra escorrendo devagar pelas coxas e formando uma poça pegajosa no lençol. O abdômen estava ligeiramente distendido, uma barriguinha quente de sêmen misturado pressionando por dentro. Eu me posicionei melhor: de bruços, pernas bem abertas, travesseiros empilhados pra elevar a pelve ao máximo, cu exposto como um convite permanente. Eles entraram barulhentos, rindo alto, cheirando a bebida, suor e cigarro de balada. Cinco machos: um loiro alto de academia, um moreno tatuado com boné, um negão grandão, um barbudo fortão e um mais jovem, magrelo mas pauzudo. Todos já com as calças abertas, paus duros balançando enquanto tiravam camisa e tênis. "Olha o depósito oficial de BH!", gritou o loiro, dando um tapa forte na minha bunda. "Tá pingando porra pra caralho. Quantas cargas já levou, vadia?" "Onze agora... espera, dez antes de vocês", respondi rouco, voz falhando de tanto gemer."Então vamos fazer número 11 a 15 de uma vez", disse o negão, se ajoelhando atrás de mim primeiro. Ele cuspiu na entrada melada, esfregou o pau preto grosso na gosma branca que vazava e socou de uma vez até o talo. Meu cu engoliu fácil, o som molhado ecoando alto, ploc-ploc-ploc enquanto as cargas anteriores eram remexidas violentamente. Ele meteu forte, batendo a virilha contra minha bunda, grunhindo: "Tá quente e escorregadio pra porra... sinto tudo batendo no meu pau. Vou gozar rápido." Os outros formaram círculo ao redor da cama, batendo punheta e falando sacanagem: "Olha como esse cu abre fácil", "Tá virando um balde de leite", "Deixa vazar mais, putinha". O barbudo veio pra frente, enfiou o pau na minha boca e fodeu minha garganta ritmado, saliva escorrendo pelo queixo. O negão acelerou, segurou minha cintura e gozou forte, jatos quentes pulsando fundo, adicionando mais volume ao caldo já transbordante. Quando saiu, porra fresca misturada escorreu em cascata grossa, pingando pelas bolas. O loiro entrou logo em seguida, metendo devagar mas profundo, sentindo cada centímetro deslizar no sêmen acumulado. "Caralho, tá nadando aqui dentro... vou gozar misturando tudo." Ele socou mais rápido, gemendo alto, e descarregou mais uma leva densa, fazendo meu intestino inchar ainda mais. Enquanto isso, o moreno tatuado e o magrelo se revezavam na minha boca, fodendo minha garganta alternadamente, cuspindo na minha cara e chamando de "depósito de macho", "vadia aberta 24h". O barbudo, que ainda não tinha gozado, me virou de costas, pernas pra cima nos ombros dele, e meteu com força total. Meu cu piscava involuntariamente a cada estocada, vazando porra branca grossa pelas laterais, molhando as coxas dele. Ele grunhiu: "Toma mais uma, putinha... guarda tudo no teu bucho." Gozou enterrado, pau pulsando longamente, enchendo até transbordar visivelmente, uma gota grossa escorrendo pela minha virilha. O magrelo foi o último a gozar no cu. Ele me colocou de quatro, segurou minha nuca contra o colchão e socou rápido, falando sacanagem: "Teu cu tá destruído, mas ainda aperta gostoso. Vou gozar e depois... vamos te dar um banho pra fechar a noite." Ele gozou forte, adicionando a 15ª carga, saindo com um "pop" molhado. Meu buraco ficou aberto uns 5 cm, pulsando, porra escorrendo em fios longos e grossos, pingando no lençol encharcado. Eles não saíram ainda. O negão falou: "Agora o final que tu merece, depósito." Me levaram pro box do banheiro e todos se posicionaram ao redor, paus semi-duros apontados pra mim. "Abre a boca e empina esse cu, vadia. Vamos te lavar por dentro e por fora." Primeiro veio o loiro: mirou no meu cu entreaberto e soltou um jato quente e forte de mijo direto na entrada. Senti o líquido quente invadindo, misturando com a porra acumulada, criando uma pressão bizarra e deliciosa. O mijo transbordou imediatamente, escorrendo pelas coxas em cascata amarela misturada com branco. Depois o barbudo mirou na minha boca aberta, jato direto na garganta, quente e salgado. Engoli o que pude, o resto escorrendo pelo peito e barriga. Os outros se juntaram: cinco jatos simultâneos me banhando. Mijo quente caindo no cu aberto, enchendo mais ainda o intestino já lotado até transbordar em golfadas; jatos na cara, no peito, nas costas. Eu gemia alto, corpo tremendo, sentindo o calor escorrendo por todo lado, o cheiro forte de urina misturado com porra dominando o quarto. O negão mirou fundo no cu e mijou direto, pressionando o líquido pra dentro, fazendo minha barriga inchar mais um pouco antes de vazar tudo em jorros. Quando acabaram, eu estava encharcado: cu escorrendo mijo e porra misturados, corpo brilhando de urina, rosto pingando. Eles riram, deram tapas na bunda molhada e saíram um a um, deixando a porta aberta. Fiquei ali, deitado na poça quente e pegajosa, ofegante, satisfeito pra caralho. Meu buraco pulsava devagar, vazando o caldo final de 15 cargas + banho de mijo. Peguei o celular com mãos trêmulas, gravei um último close: cu aberto, gosma branca e amarela escorrendo, corpo todo molhado. Postei no X: "15 cargas + banho de mijo de 5 machos da balada. Noite fechada. Cu destruído, mas feliz. Até a próxima, BH. #cumdumpbh #gozadentro #pissplay #pumpndump" A madrugada terminava, o sol quase nascendo. Eu era exatamente o que queria ser: o depósito perfeito, usado, cheio, lavado e pronto pra mais quando o corpo pedisse.


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Ficha do conto

Foto Perfil rickylouis
rickylouis

Nome do conto:
Um dia sendo depósito de porra em BH (Parte 4 FINAL)

Codigo do conto:
256995

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/03/2026

Quant.de Votos:
3

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