Era uma noite bem fria, vento gelado cortando a pele. Antes de sair de casa, como sempre faço quando vou dar o cu, preparei uma seringa com bastante lubrificante grosso e injetei tudo bem fundo no meu cuzinho. Fiquei uns minutos deitado sentindo o gel frio escorrendo lá dentro, me deixando bem melado e pronto pra qualquer coisa. Depois vesti só uma regata preta fina, minha jockstrap fio dental preta, bem cavada, que deixava quase toda a bunda de fora e uma bermuda de academia. O frio já arrepiava minha pele quando cheguei na Rua das Scanias por volta das 20h10.Estacionei o carro num canto escuro entre duas carretas grandes. Tirei minha bermuda e deixei no carro, assim que desci, o vento gelado bateu direto na minha bunda quase nua, me dando um arrepio forte. O lubrificante que eu tinha injetado já estava fazendo efeito, meu cu bem escorregadio e piscando de tesão. Mal fechei a porta e os machos começaram a se aproximar. O primeiro foi um motoboy magrelo. Ele veio tremendo de frio, mas com o pau duro.
— Caralho, que vadia... já chegou pronta pra tomar no cuzinho!
Eu me virei, apoiei as mãos no capô gelado, empinei a bunda e puxei o fio da jockstrap pro lado. Meu cu já estava tão lubrificado que ele meteu de uma vez, sem esforço, bem fundo. Fodeu com força, batendo o saco grande na minha bunda enquanto xingava.
— Toma no cu, sua puta! Olha como tá molhado esse rabo... veio preparada, né vadia?
Ele gozou rápido, misturando a porra dele com o lubrificante que ainda tinha dentro de mim. Quando tirou, senti uma mistura quente escorrendo pela coxa.
A noite virou loucura. Apesar do frio, os caras não paravam. Um caminhoneiro coroa, gordo e suado, me colocou de quatro no chão gelado, entre os pneus da carreta. A calçada fria machucava meus joelhos enquanto ele metia bruto.
— Sua vadia imunda! Veio dar o cu no frio, hein? Depósito de porra barata!
Ele metia fácil por causa do lubrificante, batendo fundo e gozando tanto que senti minha barriga pesada. Quando saiu, um rio grosso de porra misturada escorreu do meu cu pro chão. Foram seis machos me arrombando sem parar. Todos elogiando (e xingando) o quanto meu cu estava lubrificado e guloso. Um motoboy novinho me comeu enquanto eu mamava um coroa. Outro caminhoneiro tatuado me fodeu em pé, me chamando de “bicha arrombada”, “putinha das Scanias” e “vadia lubrificada”.
Mamei doze paus naquela noite fria. Eles seguravam minha cabeça com mãos geladas fodiam minha garganta e me xingavam.
— Engole tudo, sua puta!
— Depósito de leitinho do caralho!
— Olha a vadia dano no frio!
A maioria gozou na minha boca. Jatos quentes que contrastavam com o vento gelado, escorrendo no queixo, na regata e na jockstrap fio dental que já estava completamente melada de porra. No final, eu estava destruído, de quatro no chão frio, cu arrombado e piscando, uma mistura de lubrificante e porra escorrendo sem parar pelas coxas geladas. A jockstrap fio dental preta brilhava, o fio enfiado fundo no meio do meu cú destruído. Quando os últimos foram embora, me levantei tremendo de frio e tesão. Voltei pro carro, estendi uma toalha escura no banco do motorista pra não sujar tudo de porra e lubrificante, e sentei com cuidado. Mesmo assim, sentia a mistura quente escorrendo enquanto dirigia pra casa pela noite fria, o cu latejando e a boca com gosto forte de macho.
Espero voltar lá m breve...