Fodendo a vizinha casada por apenas uma noite

Fodendo a vizinha casada por apenas uma noite.
Eu moro num prédio de três andares numa sossegada aqui em Lisboa, junto ao Rio Tejo Parque das Nações da varanda da minha casa eu consigo ver o rio, rua tranquila, poucos e bons vizinhos.

Uma delas, a do segundo andar, se chama Teresa, pessoa da melhor qualidade que vive entre a Chamusca e o apartamento em baixo do meu. Dona Teresa tem dois filhos adultos, o Jorge, empresário solteiro que aparece de vez em quando com uma namorada e Francisca, a sua irmã casada, mãe de dois meninos, de 2 e 12 anos respetivamente. O marido de Francisca mora na quinta de Dona Teresa, é do tipo pau para toda obra e raramente aparece aqui. A Francisca trabalha com o irmão na empresa e passa a semana toda aqui no prédio.

Inicialmente a gente mal se falava, no máximo um bom dia. Com o passar do tempo ela baixou a guarda e fomos nos aproximando. Francisca é uma mulher de mais ou menos 35 anos, bonita, morena clara, seios médios, cabelos longos e cheio de luzes. Dá para ver que quando mais jovem era do tipo cavalona e depois de dois filhos e a correria diária, seu corpo não é como antes, mas ainda chama muita atenção. Pernas grossas, bunda grande, seios fartos, um sorriso bonito, enfim, uma bela mulher.

Quase todos os dias quando chego da academia a Francisca está chegando do trabalho. Ela sempre brinca dizendo que precisa ir, mas falta tempo. Eu respondo dizendo que o tempo a gente arruma, difícil é ter disposição. Dia desses ela me disse que a academia estava fazendo efeito, eu estava mais magro, pernas mais grossas. Nesse dia eu estava usando um short que costumo usar quando saio para correr, ele tem uma camada por baixo e geralmente uso sem cueca, ou seja, sempre marca na altura do pau. Francisca percebeu, enquanto falava das mudanças eu meu corpo seus olhos estavam direcionados ao meu caralho e meus olhos se concentravam em seu decote. Quando ela se deu conta da situação, ela riu, eu fiz um comentário divertido e cada um seguiu para seu apartamento. Eu, estava de pau duro e com certeza a calcinha dela tinha ficado úmida.

Pode ser coincidência, pode ser que não, mas naquela mesma noite Francisca passou a me seguir no Instagram e é claro que eu segui de volta. Passei pelo menos meia hora olhando as suas fotos, onde eu pude reparar bem nos seus traços, nas suas curvas, na sua elegância quando vestida para ocasiões especiais.

Naquela noite eu acho que curti umas vinte fotos dela e ela fez exatamente a mesma coisa. A partir daí fomos ficando cada vez mais próximos, as vezes ela me oferecia carona quando estava sem carro, outras eu retribuía quando ela deixava o carro na quinta. A intimidade cresceu, a informalidade foi ficando cada vez mais de lado, passamos a nos cumprimentar com beijos no rosto e até alguns elogios mais maliciosos passou acontecer com certa frequência.

Sábado a noite, a chuva caia fria lá fora, eu na varanda ouvindo música e tomando meu vinho. Eu estava sozinho em casa, minha esposa e meus filhos estavam viajando. Quando o portão eletrônico se abriu eu me levantei e fui ver quem estava chegando, era ela. Saiu do carro, acenou pra mim, ergui uma taça e perguntei se ela queria um vinho. Ela sorriu e entrou. Foi pelo Instagram que eu perguntei se ela não queria me fazer companhia, ela disse que a minha esposa mal falava com ela e eu passei a melhor informação da noite: ela viajou com meu filho, retornam no domingo a noite.

- Me dá meia hora para tomar um banho e eu vou. – Foi a resposta dela.

Para a cessar a minha varanda não precisa entrar no apartamento, o acesso é direto. Eu ouvi quando Francisca fechou a porta do apartamento no segundo andar e começou a subir as escadas, seu perfume intenso chegou antes dela. Quando eu a vi se aproximando fiquei impressionado com a sua beleza. Geralmente eu a vejo de uniforme e naquela noite ela estava linda, mas sem exageros. Um vestido azul claro até a meta das suas coxas, alcinhas, decotado, uma sandália branca, cheirosa, cabelos bem cuidados. Trocamos três beijinhos, eu lhe entreguei uma taça de vinho, apontei onde ela poderia se sentar. Havia uma caixa de som ao lado, tocando rock das antigas e eu a perguntei se a música a incomodava.

- Que nada, eu adoro seu gosto musical. La de baixo eu ouço.

- Eu não imaginava que o som incomodava lá em baixo.

- Incomodaria se fosse música ruim. – Disse ela sorrindo e bebendo em seguida um gole de vinho.

A conversa foi ficando cada vez mais animada a medida que o álcool do vinho fazia efeito. Francisca ria, contava casos, falava das suas bagunças na juventude. Vira e mexe a sua mão pousava na minha perna e aos poucos a minha também tocava a sua pele levemente. Num desses toques nós nos pegamos olhando fixamente um para o outro. Do nada nos beijamos, um beijo suave, molhado, cheio de más intenções. Aos poucos fomos escalando, suas mãos apertavam a minha perna, a minha deslizava sobre a dela. Francisca tomou a iniciativa, sentou-se no meu colo, de frente para mim. Nossas bocas grudadas, suas pernas, uma de cada lado, era como ela estivesse cavalgando em mim, dava para sentir o calor emanando da sua buceta. Minhas duas mãos apertavam a sua bunda, o vestido já tinha sido levantado, as alcinhas arriados e eu já mamava seus seios.

- Vamos lá para dentro. Algum vizinho pode nos ver.

Francisca não quis ir para o meu quarto, disse que não teria coragem de transar comigo na minha cama de casal. Ali na sala, quando eu abri o fecho do seu vestido o tecido deslizou pela sua pele indo de encontro ao chão. Ela ficou apenas com uma calcinha de renda, branca, nada vulgar, mas sensualmente perfeita, moldava bem as curvas da sua bunda. Voltei a beijar seus lábios, ela me despiu com facilidade, sentou-se no sofá e caiu de boca na minha pichota.

- Nossa, que saudade de um pau na minha boca. – Disse ela entre uma chupada e outra.

Confesso que fiquei curioso, afinal de contas ela era uma mulher casada. Francisca mamava com vontade, eu segurava seus cabelos como se fossem rédeas, controlava o movimento, metia o pau inteiro na sua boca, depois tirava e metia de novo. Eu pedi para ela parar, estava quase gozando de tão bom que era aquele boque-te.

Voltei a beijar a sua boca, desci para seus seios. Estava duros, os bicos rijos, sensíveis a cada toque meu. Ela pediu que eu os mordesse forte, gostava de sentir dor e prazer naquela região, Francisca gemia cada vez que meus dentes cravavam em sua pele.

Desci pela sua barriga, coloquei a calcinha de lado. Estava ensopada. Sua buceta tinha um cheiro bom, certamente ela havia passado algum óleo ou algum hidratante na pele. Caí de boca e ela se abriu toda. Imediatamente passei a chupar o grelo e meter os dedos na buceta, ambos saiam completamente melados de dentro. Ela os limpava com a boca e eu metia novamente. Quando Francisca gozou, foi intenso. Parecia tesão acumulado. Ela molhou o sofá, melou a minha cara, seu corpo estremeceu e suas palavras embolaram entre os gemidos.

- Me come.

Foi só isso que entendi ela falar. Com a calcinha ainda de lado, eu coloquei seus pés nos meus ombros, olhando dentro dos seus olhos eu passei a foder a sua buceta. O pau entrava apertado, mas deslizava gostoso. Parecia que ela estava mastigando meu caralho com a buceta, aquele som típico de sexo molhado e cheio de tesão tomou conta da sala. O cheiro de sexo foi ficando cada vez mais intenso. Francisca gozou de novo e pediu para vir por cima.

Deitei no sofá com o pau apontando pro teto. Ela mamou minha pichota de novo e depois sentou e de cócoras, passou a quicar com força, fazendo barulho, fazendo o mel da sua buceta escorrer pelas laterais do meu caralho. Fomos mudando de posição, fodemos de quatro, em pé, de lado.

Tudo ia bem até que eu explodi dentro dela. Gozei como poucas vezes, a porra jorrou com fartura. Nossos corpos estavam suados, ela ainda sentada em mim, meu pau todo dentro dela, amolecendo lentamente. Nossos lábios voltaram a se encontrar, minhas mãos deslizando sobre a sua pele, ela rebolando bem devagar.

- Preciso ir. Amanhã eu vou viajar bem cedo para Amesterdão e nem arrumei as malas ainda.

- Volta quando?

- Em breve.

- Te vejo de novo?

- Sim, mas essa loucura de hoje eu não posso repetir.

- Não foi bom?

- Foi maravilhoso Tufão, mas sou casada, você é casado.

- Ok! Eu adorei sentir você gozando na minha boca.

- Eu adorei sentar no seu pau. Adorei me sentir viva novamente.

Enquanto falávamos isso em tom de namoro, meu pau foi endurecendo dentro de sua buceta, ela sentiu e começou a rebolar de novo, bem devagar, quase que em câmera lenta. Aos poucos o ritmo foi crescendo e gozamos de novo.

Nos despedimos com um beijo intenso, longo e molhado. Francisca viajou e quando volteou optou em passar alguns dias na quinta junto a sua família e principalmente o marido. Hoje, sempre que nos encontramos, nos cumprimentamos com respeito e de forma rápida para que ninguém perceba o fogo que existe entre a gente.

Fim.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fodendo a vizinha casada por apenas uma noite

Codigo do conto:
257011

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/03/2026

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